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Prof. Fábio pinheiro 1 Avaliação de Desempenho Que Medidas de Desempenho? Discussão sobre medidas de indicadores de um avião. - Velocidade do ar (meta.

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1 Prof. Fábio pinheiro 1 Avaliação de Desempenho Que Medidas de Desempenho? Discussão sobre medidas de indicadores de um avião. - Velocidade do ar (meta atual) - Altitude (analisado anteriormente) - Nível de Combustível (próximo item do processo a ser medido) “ Combustível é relevante, mas não podemos nos concentrar em fazer muitas “coisas” simultaneamente” (frase do piloto)

2 Prof. Fábio pinheiro 2 Análise  Gestores de operações, assim como pilotos de jato, necessitam de instrumentos de medidas sobre muitos aspectos de desempenho dos ambientes que gerenciam para monitorar a jornada que objetiva obter excelentes resultados futuros.

3 Prof. Fábio pinheiro 3 O que é Medida de Desempenho ?  Processo de quantificar ação: processo de quantificação da ação que leva ao desempenho.  Para as empresas atingirem seus objetivos, é preciso satisfazer as necessidades de seus clientes de forma mais eficiente e eficaz que a concorrência.

4 Prof. Fábio pinheiro 4 Eficiência x Eficácia Eficácia - ênfase nos resultados - objetivos atingidos Eficiência - ênfase nos meios - medida de quão economicamente os recursos são utilizados

5 Prof. Fábio pinheiro 5 O que Medir? Prioridades competitivas estratégicas - grupo relacionado ao Custo; - grupo relacionado à Qualidade; - grupo relacionado à Flexibilidade; - grupo relacionado à Velocidade de Entrega; - grupo relacionado ao Serviço (confiabilidade);

6 Prof. Fábio pinheiro 6 Custo  Custos relativos à concorrência;  Custos de manufatura (operação);  Produtividade do capital, da mão-de-obra, do equipamento;  Mão-de-obra direta e indireta;  Custo relativo (%) da mão de obra, do equipamento, de materiais;  Redução média de tempos de preparação de equipamento (setup);  Redução média de custos de rotatividade de mão de obra;  Custos com materiais / estoques.

7 Prof. Fábio pinheiro 7 Qualidade  Qualidade percebida do produto, das instalações e do atendimento;  Qualidade comparada aos concorrentes;  Confiabilidade e durabilidade;  Percentual de clientes satisfeitos e grau de satisfação dos mesmos;  Tempo médio entre falhas do produto;  Taxa de aprovação no controle de qualidade / Nº de Defeitos;  Custos de prevenção, inspeção, falhas internas e externas;  Competência do fornecedor para resolver problemas técnicos.

8 Prof. Fábio pinheiro 8 Flexibilidade  Quanto da qualidade, entregas e custos não são afetados nas mudanças de mix / volume;  Tempo de desenvolvimento de novos produtos;  Flexibilidade percebida para customizar produtos;  Número de itens processados simultaneamente;  Tempo de preparação de equipamento (setup x changeover);  Quão rápido a operação se ajusta às mudanças de volume;  Percentagem de mão-de-obra polivalente, de equipamentos multifuncionais, etc.

9 Prof. Fábio pinheiro 9 Velocidade de Entrega  Lead times internos;  Tempos de ciclo da operação;  Tempo de processamento de pedidos;  Tempo de resposta a solicitações de clientes;  Estoques em processo;  Tempo de agregação de valor por tempo total no sistema;  Distância percorrida pelos fluxos;  Tempos perdidos em atividades não agregadoras de valor.

10 Prof. Fábio pinheiro 10 Serviços - confiabilidade  Acurácia das previsões de demanda;  Percentual de entregas no prazo (pedidos);  Percentual de datas renegociadas com clientes;  Aderência às datas prometidas  Atraso médio;  Aderência ao plano de distribuição  Percentagem de redução de lead times por linha de produto;  Percentagem de melhoria na fração (saída real)/(saída desejada);  Percentagem de redução dos lead times de compras.

11 Prof. Fábio pinheiro 11 Boas Medidas de Desempenho  Ser simples de entender e usar;  Ser derivadas da estratégica e alinhadas com as prioridades competitivas da operação;  Refletir o processo de negócio envolvido, ou seja, o cliente e o fornecedor envolvidos deveriam participar da definição;  Referir-se a metas específicas e focalizar em melhoramento;  Ser claramente definidas e relevantes;  Manter seu significado ao longo do tempo;  Ser objetivas e não apenas opinativas;  Ser mais globais que localizadas, etc.

12 Prof. Fábio pinheiro 12 Produtividade Total e Parcial  Medida da eficiência com que os recursos de entrada (insumos) de um sistema de agregação de valor são transformados em saídas (produtos).

13 Prof. Fábio pinheiro 13 Produtividade Total e Parcial (2) Produtividade Total razão entre o produto real bruto mensurável e a combinação de todos os correspondentes insumos mensuráveis; Produtividade Parcial razão entre o produto real bruto mensurável e uma classe (específica) de insumo mensurável.

14 Prof. Fábio pinheiro 14 Capacidade do Projeto Definição  Capacidade de uma operação é o máximo nível de atividade de valor adicionado em determinado período de tempo que o processo pode realizar sob condições normais de operação.

15 Prof. Fábio pinheiro 15  Capacidade Efetiva = capacidade do projeto – perdas inevitáveis e planejadas  Volume de Produção Real = capacidade do projeto – (perdas inevitáveis + perdas que poderiam ser evitadas)  Utilização da Capacidade = volume de produção real capacidade de projeto  Eficiência da Fábrica = volume de produção real capacidade efetiva

16 Prof. Fábio pinheiro 16 Exemplo: Suponha que o fabricante de papel reciclado tenha uma linha de produção cuja capacidade de projeto seja 200 metros quadrados por minuto e que a linha opera 24 horas por dia, 7 dias por semana. Na tabela a seguir é possível observar o que se perde de produção por semana: Qual é a taxa de utilização e eficiência para o exemplo destacado? 1Tempo de preparação de máquinas20000 m 2 2Manutenção preventiva12000 m 2 3Amostragem de qualidade22000 m 2 4Faltas de pessoal18000 m 2 5Faltas de estoque de matéria-prima16000 m 2 6Paradas de manutenção25000 m 2

17 Prof. Fábio pinheiro 17 Solução: Capacidade de projeto = 200 m 2 x 60 min x 24 hs x 7 dias = 2,016 milhões de metros quadrados por semana. Capacidade efetiva = capacidade do projeto – perdas inevitáveis e planejadas m 2 – m 2 = m Tempo de preparação de máquinas Perdas Programadas = Manutenção preventiva Amostragem de qualidade

18 Prof. Fábio pinheiro 18 Solução: Volume de Produção Real = capacidade efetiva – perdas que poderia ser evitadas m 2 – m 2 = m – Falta de pessoal Perdas que poderiam = – Falta de estoque de matéria-prima ser evitadas – Paradas de manutenção

19 Prof. Fábio pinheiro 19 Solução: Utilização da Fábrica = volume de produção real = m 2 = 94,39% capacidade de projeto m 2 Eficiência da Fábrica = volume de produção real = m 2 = 96,99% capacidade efetiva m 2


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