A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

1)Breve histórico sobre o solo – Recurso Natural 2)Processos de formação de solo 3)Definições Sumário Sumário.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "1)Breve histórico sobre o solo – Recurso Natural 2)Processos de formação de solo 3)Definições Sumário Sumário."— Transcrição da apresentação:

1

2 1)Breve histórico sobre o solo – Recurso Natural 2)Processos de formação de solo 3)Definições Sumário Sumário

3 Há cerca de 30 milhões de anos, os homens primitivos viam o solo apenas como algo existente sob a superfície da Terra, onde: se movimentavam; retiravam materiais para confeccionar alguns objetos, pigmentos para suas pinturas e encontravam vegetais e animais úteis para suas necessidades básicas de alimentação. O solo era visto como algo que se confundia como restante da crosta terrestre e pensado como fixo e imutável. Introdução Histórica Introdução Histórica

4 Eles tinham conhecimento de que: determinadas áreas eram melhores para caminhar; que outras forneciam matérias-primas para alguns objetos ou pigmentos para pinturas; No entanto nenhum conhecimento adicional era necessário. Esses homens primitivos eram errantes e em sua luta pela sobrevivência pouco ou nada deve ter refletido sobre a origem e a natureza dessa camada que hoje chamamos de solo.

5 Após a última era glacial (cerca de anos atrás), a maior parte dos humanos começou a fixar-se em determinados territórios; Assim iniciou-se o cultivo de plantas para obter mais facilmente parte de seus alimentos. De nômade, passou a se sedentarizar e defender determinada porção de terra, cujo solo tornou-se algo onde ele colocava sementes que, em condições favoráveis, germinariam, cresceriam e produziriam alimentos ou outras utilidades. Aumentava assim seu conhecimento sobre o solo, principalmente no sentido de desenvolvimento da agricultura.

6 As primeiras civilizações agrícolas não deixaram marcas históricas suficientes para se saber quais eram os seus conceitos a respeito das formas da natureza. No entanto, certas evidências arqueológicas sugerem que, desde o início da agricultura, o homem aprendeu que: determinadas terras eram mais produtivas que outras; algumas eram demasiadamente encharcadas, arenosas ou endurecidas para que pudessem ser cultivadas. Esse aprendizado talvez tenha surgido pelo processo de tentativas: os solos improdutivos eram abandonados, até que fossem encontrados outros mais produtivos e propícios às contínuas lavouras.

7 Das qualidades dos solos do território em que se estabelecia, dependeria também o avanço de sua sociedade. As transformações dos pequenos núcleos para populações maiores, com o aparecimento das primeiras cidades, foram assim condicionadas a se situarem em locais com solos férteis, próximos a reservas de água e pouco sujeitos à intensa degradação pela erosão.

8 As grandes civilizações antigas desenvolveram-se principalmente nos vales dos rios: Tigre e Eufrates (Mesopotâmia – hoje Síria e Iraque); Nilo (Egito); planície Indo-Gangética (hoje Índia, Paquistão e Bangladesh), formando o chamado "fértil crescente". Sabe-se que uns dos principais fatores responsáveis pela prosperidade desses povos foram os ricos solos das planícies aluviais daqueles rios e o clima relativamente seco. Isso fez com que surgisse a necessidade do desenvolvimento de sistemas de irrigação e, consequentemente, progressos, na engenharia, na agronomia e na organização social.

9 Inicia-se assim uma "agricultura de precisão" que era, nessas áreas, uma atividade das mais importantes. As planícies daqueles rios eram periodicamente fertilizadas pelos sedimentos trazidos pelas inundações. Entre estas, durante a longa estiagem, as terras eram irrigadas usando-se sistemas de canais distribuidores de água, planejados e executados com os primeiros conhecimentos de engenharia e de trabalho organizado. Os primeiros documentos deixados pelas grandes civilizações agrícolas indicam claramente que as terras costumavam ser distinguidas de acordo com a produtividade, o que implica o reconhecimento do solo como um meio para o desenvolvimento das plantas.

10 Na China, por exemplo, há anos, as terras do país foram subdivididas em nove classes, de acordo com a produtividade; Isso para que o tamanho das propriedades e o valor do correspondente ao nosso imposto territorial fossem baseados na capacidade produtiva do solo. Na Grécia, há anos, os trabalhos de Aristóteles, e principalmente de seu discípulo Theofastes, um dos fundadores da botânica, mostram uma série de observações sobre algumas características do solo mais relacionadas com o desenvolvimento das plantas.

11 Entre os antigos romanos, vários escritores deixaram documentos que mencionam classificações de terras; Eles descrevem os meios para obter melhores colheitas, misturando, à camada revolvida pelo arado, cinza de madeiras e esterco de animais. O escritor Catão, o Velho, há anos, escreveu o tratado Da Agricultura, que é uma coleção de indicações úteis à exploração de pequenas propriedades agrícolas. Nessa coletânea, Catão enumera nove tipos de sítios em ordem decrescente, de acordo com a qualidade de seus solos.

12 O primeiro era fértil e quase plano, próprio para uma boa vinha e o último, íngreme, pedregoso, com vegetação arbustiva escassa, serviria somente para o pastoreio de algumas espécies de animais. Há anos, Columela fez várias menções ao conceito de solo. Nota-se aí que os romanos muitas vezes relacionavam a boa produtividade do solo à sua cor: quanto mais escuro, melhor ele seria, e essa cor escura era atribuída a uma espécie de substância orgânica que hoje é conhecida como húmus.

13 Durante a Idade Média da Europa, considerada um dos períodos de ênfase na fé e costumes religiosos, mas obscuro para o avanço das ciências, houve pouco ou nenhum progresso no conhecimento e compreensão de questões científicas. Após a Idade Média, no Iluminismo, houve muitos progressos da ciência que culminaram, também, com o avanço nos conhecimentos sobre o solo e sua dinâmica. Na França, em 1563, Bernard Palissy publicou um tratado sobre solos, no qual afirmava que eles eram a fonte de nutrientes minerais indispensáveis à vida das plantas, por exemplo.

14 Em 1840, o químico Justus von Liebig publicou um livro no qual provava que as plantas não se alimentavam propriamente de substâncias orgânicas; Mas de elementos e compostos minerais simples, juntamente com água e gás carbônico, e que o húmus era um produto transitório entre a matéria orgânica e os verdadeiros nutrientes minerais. As teorias de Liebig são corretas e foram cientificamente revolucionárias e também de grande aplicação prática, porque estabeleceram base para o uso dos fertilizantes minerais.

15 Em 1877, o naturalista russo Vasily Vasil'evich Dokuchaev participou de uma comissão, nomeada pelo Czar, para estudar os efeitos da seca catastrófica que havia ocorrido naquele ano nas planícies da Ucrânia.

16 Nessa comissão ele teve oportunidade de estudar detalhadamente os solos dessa região. Anos mais tarde, ele foi convocado para liderar trabalho semelhante nas florestas da região de Gorki, a leste de Moscou e de clima mais frio e úmido. Comparando então as terras dessas duas regiões, ele constatou que as da Ucrânia eram bastante diferentes das de Gorki e concluiu que essa diversidade era principalmente ocasionada pelas diferenças de clima.

17 Verificou também que, nas duas regiões estudadas, os solos eram compostos de uma sucessão de camadas horizontais, que se iniciavam na superfície e terminavam na rocha subjacente. Ele reconheceu e interpretou essas camadas como resultantes da ação conjunta de diversos fatores que deram origem ao solo, dentre os quais o clima, e verificou que cada tipo de solo poderia ser caracterizado pela descrição detalhada das mesmas. Dokuchaev foi capaz de estabelecer assim as bases da ciência do solo.

18 Funções Ecológicas e Edáficas Funções Ecológicas e Edáficas A pedosfera funciona como as "fundações" ou "alicerces" da vida em ecossistemas terrestres. Plantas clorofiladas precisam de energia solar, gás carbônico, água e macro e micro nutrientes. Com raras exceções tanto a água como os nutrientes só podem ser fornecidos através do solo, que assim funciona como mediador, principalmente dos fluxos de água entre a hidrosfera, litosfera, biosfera e atmosfera. Assim, pode-se afirmar também que ele, juntamente com o substrato rochoso, muito influencia a qualidade da água que usamos.

19 Do solo, também pode ser retirado material de construção de estradas, barragem de terra em açudes e casas. Influencia também a qualidade do ar (principalmente quando dele poeiras são levadas à atmosfera) e muitas vezes serve para receber e "processar" dejetos, como o lixo das grandes cidades. Em relação aos vegetais, suas raízes penetram no solo, que lhes proporciona suporte para manter caules fixos e eretos. Dele elas extraem água em mistura com nutrientes.

20 As plantas, além de consumirem água, oxigênio e gás carbônico, retiram do solo quinze elementos essenciais à vida. Desses, seis são absorvidos em quantidades relativamente grandes, designados macronutrientes, compreendendo: Nitrogênio; Fósforo; Potássio; Cálcio; Magnésio; Enxofre.

21 Os outros nove, igualmente essenciais, mas usados em quantidades muito pequenas, são denominados micronutrientes. Eles são: Boro; Cloro; Cobre; Ferro; Manganês; Molibdênio; Níquel; Cobalto; Zinco.

22 Se qualquer um dos quinze elementos citados estiver ausente, em formas não disponíveis para as raízes ou presente em quantidades e/ou proporções inadequadas, limitará o crescimento das plantas. Isto mesmo que os demais estejam adequados e haja fornecimento apropriado de gás carbônico, oxigênio, água, luz e calor. A ideia de que o crescimento das plantas é controlado pelo nutriente existente em menor quantidade vem desde os tempos do químico Justus von Liebig (1840), e é conhecida como lei do mínimo.

23 Processos de Formação do Solo Processos de Formação do Solo As rochas da litosfera, se expostas à atmosfera, sofrem a ação direta do calor do Sol, da umidade das chuvas, e do crescimento de organismos, dando início a processos dos quais decorrem inúmeras modificações no aspecto físico e na composição química dos minerais. A esses processos dá-se o nome de intemperismo ou meteorização, fenômeno responsável pela formação do material semi-consolidado que dará início à formação do solo. Processos envolvidos no intemperismo, agindo mais no sentido de alterar o tamanho e formato dos minerais, são denominados intemperismo físico ou desintegração.

24 Outros, modificando a composição química, são referidos como intemperismo químico, ou, mais simplesmente, decomposição. A rocha, depois de alterada, recebe o nome de regolito ou manto de intemperização, porque forma uma camada que recobre as que estão em vias de decomposição. É na parte mais superficial do regolito que se dá a formação do solo.

25 Nunca essa água é pura (como a água destilada). Sempre nela estão dissolvidas certas quantidades de oxigênio, gás carbônico, e algumas substancias orgânicas provenientes tanto do ar como da respiração de organismos. Isso auxilia na decomposição dos minerais que se processa com reações químicas produtoras de outros novos, denominados minerais secundários. Eles são de menor densidade que os minerais primários das rochas, destacando-se os argilominerais.

26 Conceitos de Solo Conceitos de Solo * O termo solo é usado na descrição da camada, que na superfície da Terra, foi suficientemente intemperizada por processos físicos, químicos e biológicos, de modo a suportar o crescimento de plantas com raízes. * Esta é uma definição agrícola & geográfica que dá ênfase ao fato do solo ser um material tanto geológico como biológico. * Os engenheiros são menos específicos na sua definição de solo. Para eles, qualquer material rochoso solto, inconsolidado ou quebrado na superfície da Terra, independente da origem, é solo.

27 Para o "solo" dos engenheiros, o termo "regolito" é mais apropriado. Os geólogos, igualmente como os engenheiros, são inclinados a considerar o solo apenas como material rochoso intemperizado. Este é um ponto de vista muito limitado, pois os solos são entidades biológicas com fases de imaturidade e maturidade na história de sua formação. O tipo de solo que se formou num local é o resultado de interações entre muitos processos e materiais.

28 Solo é uma coleção de corpos naturais que ocupam porções da superfície da Terra, que sustentam plantas e que têm propriedades definidas ao efeito integrado do clima e organismos, atuando sobre o material de origem; este efeito é condicionado pelo relevo durante períodos de tempo (SOIL SURVEY STAFF, 1951). Solo é a superfície inconsolidada que recobre as rochas e mantêm a vida animal e vegetal da Terra. É constituído de camadas que diferem pela natureza física, química, mineralógica e biológica, que se desenvolvem com o tempo sob a influência do clima e da própria atividade biológica (VIEIRA, 1975).

29 É uma coleção de corpos naturais, constituído de partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos, que ocupam a maior parte do manto superficial das extensões continentais do nosso planeta, contém matéria viva e podem ser vegetados na natureza, onde ocorrem. Ocasionalmente podem ter sido modificados por atividades humanas... (EMBRAPA, 1999).

30

31 * Os cinco fatores principais na formação do solo são: material original, (material rochoso do local ou fragmentos rochosos transportados), clima, vegetação, declividade e tempo. * O solo nos conta muito a respeito da história do intemperismo de uma região. * Se o clima modificou, ou se floresta foi substituída por campos de agricultura ou de pastagens, mudanças no perfil de solo registrarão as condições modificadas. * Os climas mundiais mudaram drástica e repetidamente nos últimos 2 milhões de anos, com geleiras expandindo- se e contraindo-se, regiões tropicais tornando-se alternadamente mais úmidas e mais secas.


Carregar ppt "1)Breve histórico sobre o solo – Recurso Natural 2)Processos de formação de solo 3)Definições Sumário Sumário."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google