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ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO - ETE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Caio Passamani Lucas.

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1 ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO - ETE UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Caio Passamani Lucas Lima Miguel Salim Vinícius S. Piffer Professor: João Luiz Calmon

2 Finalidade Basicamente, uma estação de tratamento convencional, tem a finalidade de promover um tratamento dos esgotos domésticos, afim de torná-lo em condição de ser lançado aos rios, riachos, lagos ou ao mar. Basicamente, uma estação de tratamento convencional, tem a finalidade de promover um tratamento dos esgotos domésticos, afim de torná-lo em condição de ser lançado aos rios, riachos, lagos ou ao mar.

3 Evolução da idéia MORTALIDADE SANEAMENTO BÁSICO QUALIDADE DE VIDA DO HOMEM MEIO AMBIENTE TRATAMENTO DE EFLUENTES

4 Razões para tratar os esgotos Razão de saúde pública: Reduzir o número de organismos patogênicos presentes nos esgotos, possibilitando o seu retorno ao Meio Ambiente sem o risco de transmissão de doenças de veiculação hídrica. Razão de saúde pública: Reduzir o número de organismos patogênicos presentes nos esgotos, possibilitando o seu retorno ao Meio Ambiente sem o risco de transmissão de doenças de veiculação hídrica. Razão ecológica: Evitar a degradação ambiental, protegendo a vida vegetal e animal. Razão ecológica: Evitar a degradação ambiental, protegendo a vida vegetal e animal.

5 Razões para tratar os esgotos Razão estética: Evitar prejuízos ao lazer e ao turismo, pelo mau aspecto, cheiro, presença de lixo e animais transmissores de doenças. Razão estética: Evitar prejuízos ao lazer e ao turismo, pelo mau aspecto, cheiro, presença de lixo e animais transmissores de doenças. Razão legal: Evitar a depreciação dos patrimônios, pois os proprietários de áreas a jusante dos lançamentos de esgotos têm direitos legais ao uso da água em seu estado natural. Razão legal: Evitar a depreciação dos patrimônios, pois os proprietários de áreas a jusante dos lançamentos de esgotos têm direitos legais ao uso da água em seu estado natural.

6 Razões para tratar os esgotos Razão econômica: Reduzir o custo do tratamento da água e a indisponibilidade desse recurso para diversos usos, dentre eles o consumo humano, industrial, comercial, assim como para as comunidades. Razão econômica: Reduzir o custo do tratamento da água e a indisponibilidade desse recurso para diversos usos, dentre eles o consumo humano, industrial, comercial, assim como para as comunidades.

7 Custos do tratamento ESGOTO DUPLICA CUSTO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ESGOTO DUPLICA CUSTO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DIMINUIÇÃO DAS DESPESAS COM TRATAMENTO DE DOENÇAS. DIMINUIÇÃO DAS DESPESAS COM TRATAMENTO DE DOENÇAS.

8 Tipos de esgoto São três os principais tipos de esgoto gerados na cidade: São três os principais tipos de esgoto gerados na cidade: Doméstico; Doméstico; Pluvial; Pluvial; Industrial; Industrial; Hospitalar; Hospitalar; Agropecuário. Agropecuário.

9 O que é o esgoto? Esgoto doméstico: É todo resíduo gerado pelas residências, como: água de louças, gorduras, fezes, urina, papel higiênico, etc. Esgoto doméstico: É todo resíduo gerado pelas residências, como: água de louças, gorduras, fezes, urina, papel higiênico, etc.

10 O que é o esgoto? O esgoto industrial depende do tipo de atividade industrial. O esgoto industrial depende do tipo de atividade industrial. Esgoto pluvial: todo dejeto recolhido pela água da chuva nas ruas. Esgoto pluvial: todo dejeto recolhido pela água da chuva nas ruas.

11 Processos de Tratamento São três os processos: São três os processos: Físico; Físico; Químico; Químico; Biológico. Biológico.

12 Processo Físico Caracteriza-se principalmente por remover os sólidos fisicamente separado dos líquidos ou que não se encontrem dissolvidos. Caracteriza-se principalmente por remover os sólidos fisicamente separado dos líquidos ou que não se encontrem dissolvidos. Remoção da umidade do lodo; Remoção da umidade do lodo; Filtração dos esgotos; Filtração dos esgotos; Diluição dos esgotos. Diluição dos esgotos.

13 Processos Químicos São os processos em que há a necessidade de se utilizar os produtos químicos, quando o emprego de processos físicos e biológicos não atendem ou não atuam eficientemente nas características que se deseja reduzir ou remover. São os processos em que há a necessidade de se utilizar os produtos químicos, quando o emprego de processos físicos e biológicos não atendem ou não atuam eficientemente nas características que se deseja reduzir ou remover. Floculação; Floculação; Cloração; Cloração; Correção de pH. Correção de pH.

14 Processos Biológicos São os processos que dependem da ação de microrganismos presentes nos esgotos. São os processos que dependem da ação de microrganismos presentes nos esgotos. Oxidação biológica; Oxidação biológica; Digestão do lodo (aeróbica e anaeróbica, fossas sépticas). Digestão do lodo (aeróbica e anaeróbica, fossas sépticas).

15 Outros processos Filtração rápida; Filtração rápida; Adsorção; Adsorção; Eletrodiálise; Eletrodiálise; Troca de íons; Troca de íons; Osmose inversa. Osmose inversa.

16 Etapas do Tratamento

17 Como funciona a ETE Existem três fases de tratamento de esgoto: Pré-tratamento: (são retirados do esgoto sólidos grosseiros como lixo e areia) gradeamento (grades grosseiras para conter os materiais de grande porte). Pré-tratamento: (são retirados do esgoto sólidos grosseiros como lixo e areia) gradeamento (grades grosseiras para conter os materiais de grande porte). Gradeamento de sólidos grosseiros.

18 Como funciona a ETE Tratamento primário: onde a matéria poluente é separada da água por sedimentação. Tratamento primário: onde a matéria poluente é separada da água por sedimentação. Esse processo exclusivamente de ação física pode, em alguns casos, ser ajudado pela adição de agentes químicos que através de uma coagulação / floculação possibilita a obtenção de flocos de matéria poluente de maiores dimensões e assim mais facilmente decantáveis.

19 Como funciona a ETE Tratamento secundário: Remove a matéria orgânica e sólidos em suspensão. É um processo biológico do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por microorganismos nos chamados reatores biológicos. Tratamento secundário: Remove a matéria orgânica e sólidos em suspensão. É um processo biológico do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por microorganismos nos chamados reatores biológicos.

20 Como funciona a ETE Tratamento terciário: remove poluentes específicos (micro-nutrientes e patogênicos) e outros poluente que não foram eliminados pelas etapas anteriores. Tratamento terciário: remove poluentes específicos (micro-nutrientes e patogênicos) e outros poluente que não foram eliminados pelas etapas anteriores. Nutrientes como nitrogênio e o fósforo, que podem potenciar a eutrofização das águas receptoras. Nutrientes como nitrogênio e o fósforo, que podem potenciar a eutrofização das águas receptoras.

21 Desinfecção da água A desinfecção das águas residuais tratadas objetiva a remoção dos organismos patogênicos. O método de cloração também tem contribuído significativamente na redução de odores em estações de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros processos como a ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultra-violeta que não é aplicável a qualquer situação. A desinfecção das águas residuais tratadas objetiva a remoção dos organismos patogênicos. O método de cloração também tem contribuído significativamente na redução de odores em estações de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros processos como a ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultra-violeta que não é aplicável a qualquer situação.

22 Etapas do Tratamento

23 Sistema aeróbico de tratamento O sistema aeróbico de tratamento de efluentes permite a despoluição e o reaproveitamento das águas de efluentes e pode ser usado sozinho ou em conjunto com sistemas anaeróbicos. O sistema aeróbico de tratamento de efluentes permite a despoluição e o reaproveitamento das águas de efluentes e pode ser usado sozinho ou em conjunto com sistemas anaeróbicos. A técnica se envolve no fornecimento de oxigênio para desenvolvimento de organismos aeróbios (lodo ativado) para se alimentarem da matéria orgânica poluidora. A técnica se envolve no fornecimento de oxigênio para desenvolvimento de organismos aeróbios (lodo ativado) para se alimentarem da matéria orgânica poluidora.

24 Esquema de sistema aeróbico

25 Sistema Aeróbico x Anaeróbico: Não produz odores nem gases como o Gás Sulfídrico (H2S) ou o Metano (CH4); Não produz odores nem gases como o Gás Sulfídrico (H2S) ou o Metano (CH4); É uma alternativa a lugares não propícios a fossas sépticas (beira mar, encostas de serra, proximidade de mananciais, etc.); É uma alternativa a lugares não propícios a fossas sépticas (beira mar, encostas de serra, proximidade de mananciais, etc.); Estende tempo de utilização de campos de drenagem; Estende tempo de utilização de campos de drenagem; Reduz descargas de amônia; Reduz descargas de amônia; Permite o reuso da água. Permite o reuso da água.

26 Tipos de sistema de esgoto Sistema unitário: é a coleta dos esgotos pluviais, domésticos e industriais em um único coletor. Tem custo de implantação elevado, assim como tratamento também é caro. Sistema unitário: é a coleta dos esgotos pluviais, domésticos e industriais em um único coletor. Tem custo de implantação elevado, assim como tratamento também é caro. Sistema separador: o esgoto doméstico e industrial ficam separados do esgoto pluvial. É o sistema utilizado no Brasil. Seu custo de implantação é menor. Sistema separador: o esgoto doméstico e industrial ficam separados do esgoto pluvial. É o sistema utilizado no Brasil. Seu custo de implantação é menor.

27 Tipos de sistema de esgoto Sistema misto: a rede recebe o esgoto sanitário e uma parte dos esgotos pluviais. Sistema misto: a rede recebe o esgoto sanitário e uma parte dos esgotos pluviais.

28 Como funciona a rede de esgoto O esgoto escoa dentro das tubulações a no máximo 75% da sessão dos tubos, ou seja, eles não preenchem todo o conteúdo da canalização. O esgoto escoa dentro das tubulações a no máximo 75% da sessão dos tubos, ou seja, eles não preenchem todo o conteúdo da canalização. Elas são implantadas a profundidades variadas, com certa declividade necessária para o encaminhamento do esgoto por gravidade. Elas são implantadas a profundidades variadas, com certa declividade necessária para o encaminhamento do esgoto por gravidade.

29 Como funciona a rede de esgoto As redes correm para as partes mais baixas de uma sub bacia, onde estão instalados os emissários. As redes correm para as partes mais baixas de uma sub bacia, onde estão instalados os emissários. Em algumas situações, o esgoto é encaminhado para as partes mais altas, por meio das Estações Elevatórias de Esgotos (EEE). Em algumas situações, o esgoto é encaminhado para as partes mais altas, por meio das Estações Elevatórias de Esgotos (EEE).

30 Lixo e água de chuva – maiores inimigos das redes de esgotos O lixo que vai para as redes de esgoto entope os tubos, impedindo a passagem do esgoto, e fazendo com que as redes se rompam. O lixo que vai para as redes de esgoto entope os tubos, impedindo a passagem do esgoto, e fazendo com que as redes se rompam. As águas de chuva quando vão para as redes de esgoto causam extravasamentos. A água de chuva enche toda a tubulação de esgoto, pressionado as paredes dos tubos fazendo com que se rompam, provocando refluxos. As águas de chuva quando vão para as redes de esgoto causam extravasamentos. A água de chuva enche toda a tubulação de esgoto, pressionado as paredes dos tubos fazendo com que se rompam, provocando refluxos.

31 Caminho do esgoto As águas residuárias domésticas, ou esgoto, são encaminhadas pelo coletor predial até uma rede coletora denominada emissário de esgoto bruto que passa pelas ruas da cidade. Essas redes coletoras convertem, por meio dos interceptores (tubos de maiores dimensões) até a estação de bombeamento ou diretamente à estação dependendo da topografia local. As águas residuárias domésticas, ou esgoto, são encaminhadas pelo coletor predial até uma rede coletora denominada emissário de esgoto bruto que passa pelas ruas da cidade. Essas redes coletoras convertem, por meio dos interceptores (tubos de maiores dimensões) até a estação de bombeamento ou diretamente à estação dependendo da topografia local.

32 Destino dos resíduos O material removido seco ou úmido deverá ser encaminhado para locais sob o controle das autoridades sanitárias. Geralmente possui os seguintes destinos: O material removido seco ou úmido deverá ser encaminhado para locais sob o controle das autoridades sanitárias. Geralmente possui os seguintes destinos: Incineração; Incineração; Aterro sanitário; Aterro sanitário; (A respeito do lodo que sobra, este pode ser reutilizado como adubo orgânico). (A respeito do lodo que sobra, este pode ser reutilizado como adubo orgânico).

33 Localização da ETE Os afastamentos mínimos seguintes, entre as unidade da ETE e residências são recomendados: Os afastamentos mínimos seguintes, entre as unidade da ETE e residências são recomendados: Decantadores: 120m; Decantadores: 120m; Tanques de aeração: 150m; Tanques de aeração: 150m; Filtros biológicos: 150m; Filtros biológicos: 150m; Digestores: 150m; Digestores: 150m; Filtro a vácuo: 150m; Filtro a vácuo: 150m; Incineradores: 450m; Incineradores: 450m;

34 Os problemas para as ETEs Não jogar papel higiênico no vaso! Não jogar papel higiênico no vaso! Lixo jogado em bocas de lobo nas ruas. Lixo jogado em bocas de lobo nas ruas. Detergentes e óleos de cozinha; Detergentes e óleos de cozinha;

35 Que coisa hein?

36 Pergunta: Diante de tantos agravantes observados e visto que, mediante os vários tipos de tratamento eficazes existentes, porque existem tão poucas unidades de tratamento de esgoto sendo que 92% da população brasileira urbana é atingida por um abastecimento de água potável? Diante de tantos agravantes observados e visto que, mediante os vários tipos de tratamento eficazes existentes, porque existem tão poucas unidades de tratamento de esgoto sendo que 92% da população brasileira urbana é atingida por um abastecimento de água potável? Fonte: PNAD 2003, IBGE Fonte: PNAD 2003, IBGE Domicílios urbanos não atendidos por rede geral de água: 8,0% Domicílios urbanos não atendidos por rede geral de água: 8,0% Domicílios urbanos não atendidos com coleta de esgoto sanitário: 44,7% Domicílios urbanos não atendidos com coleta de esgoto sanitário: 44,7%


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