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ACADÊMICAS: MARTA, MICHELE, REGIANE, ROSIMEIRE, ROSVELY, SIRLENE, TICYARA, VALÉRIA.

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1 ACADÊMICAS: MARTA, MICHELE, REGIANE, ROSIMEIRE, ROSVELY, SIRLENE, TICYARA, VALÉRIA

2 Marcelo El Khouri Buzato Capítulo 3 Letramento Eletrônico

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4 Espaço híbrido Emergência de gêneros específicos Recursos expressivos totalmente inusitados O leitor/escritor necessita integrar velhas convenções a novos meios de expressões linguísticas. Surgimento de uma cibercultura Letramento eletrônico ou ciberletramento

5 Permite que os parceiros da comunicação compartilhem e mesmo contexto Novos conjuntos de técnicas diversificam e complexificam as maneiras de interação Gêneros resultam de escolhas linguísticas adequadas a situações sociais mais ou menos estáveis. São instanciados de forma que é possível aprender novos gêneros com base na analogia com gêneros já conhecidos. No ciberespaço, a instanciação dos gêneros se dá de forma inédita.

6 Scribner e Cole (1981) definem letramento como um conjunto de práticas sociais que usam a escrita, enquanto sistema simbólico e enquanto tecnologias, em contexto específicos, para objetivos específicos.

7 Ter-se adaptado à escrita é diferente de ter aprendido a ler e escrever. Aprender a ler e escrever significa adquirir uma tecnologia, a de codificar e decodificar a língua escrita. (SOARES 1998)

8 Analfabeto tecnológico ou iletrado tecnológico é aquele individuo que dispõe do conhecimento técnico para programar computadores.

9 O LEITOR E O OBJETO ESCRITO

10 Objeto escrito tradicional veiculado pelo livro Objeto escrito moderno veiculado pelo computador LETRAMENTO ELETRÔNICO

11 O LEITOR E O OBJETO ESCRITO Com o computador, a mediação do teclado, que já existia com a máquina de escrever, mas que se amplia, instaura um afastamento entre um autor e seu texto (Chartier, 1998).

12 O LEITOR E O OBJETO ESCRITO A revolução no livro eletrônico é uma revolução nas estruturas do suporte material do escrito assim como nas maneiras de ler.

13 O LEITOR E O OBJETO ESCRITO No letramento tradicional: São os livros que oferecem ao leitor informações como validade, confiabilidade. No letramento eletrônico: São os softwares utilizados) e URLs (Endereços eletrônicos).

14 Novas formas textuais e novos tipos de leitores Atualmente convivem na Internet textos fechados, muito parecidos com os textos impressos tradicionais, e hipertextos de diversos tipos com graus maiores ou menores de linearidade e integração entre recursos linguísticos, visuais e sonoros.

15 Pressupostos da leitura Texto impresso É um processo sequencial, contínuo e geralmente linear. O leitor faz previsões sobre o que acontecerá no texto. O texto é escrito em papel e limitado por capas. Hipertexto O leitor inicia a leitura em um ponto de sua escolha, dentre um número de possibilidades. Possibilita diferentes formas de organizar o texto. O texto é sempre mutável, sujeito a erros não intencionais e mudanças deliberadas.

16 Ciberleitor x leitor tradicional Na cultura do livro impresso, o espaço da escritura é claramente delimitado. Na cibercultura, o leitor pode intervir no centro do texto, uma vez que é constituído pelas escolhas individuais do leitor.

17 3 tipos de leitores de hipertexto Exploradores – vagueiam por uma área, recolhendo e descartando coisas, conforme sua curiosidade ou interesse. Usuários – procuram informações específicas e deixam o sistema assim que a obtém. Co-autores – usufruem da interatividade com o hiperdocumento, fazendo anotações e criando novos links.

18 Apesar do meio eletrônico oferecer um grau maior de liberdade ao leitor, suas escolhas estão limitadas por uma estrutura parcialmente técnica e parcialmente dependente das decisões tomadas pelo autor do texto. O leitor precisa se familiarizar com esse novo tipo de códigos e convenções do texto eletrônico.

19 Do letramento tradicional ao letramento eletrônico

20 Caracterizando o letramento eletrônico A palavra letramento vem se incorporando ao vocabulário da área da Pedagogia para conceituar um processo que vai além da decodificação do sistema alfabético da escrita e incorpora a compreensão dos usos sociais da escrita. Letramento digital, portanto, significa não apenas saber como utilizar as tecnologias digitais, mas entrar em contato com ele de maneira significativa, entendendo seus usos e possibilidades em nossa vida social.

21 O conceito de letramento, ao ser incorporado à tecnologia digital, significa que, para além do domínio de como se utiliza essa tecnologia, é necessário se apropriar do para quê utilizar essa tecnologia No espaço escolar, contribuir para o letramento digital significa apresentar oportunidades para que toda a comunidade possa utilizar as Novas Tecnologias de Informação e Comunicação como instrumentos de leitura e escrita que estejam relacionadas às práticas educativas e com as práticas e contextos sociais desses grupos.

22 Estágios Intermediários de Letramento Eletrônico Iletrado eletrônico: é, a rigor também um iletrado alfabético, incapaz de atribuir um sentido a uma palavra qualquer na tela do computador; Semi-iletrado: conseguem trazer o texto à tela, identificar o significado de boa parte das teclas e outros elementos do texto, sem serem capazes de usar esses elementos de maneira adequada ao meio em todas as situações; Letrado eletrônico: dispõe de conhecimento sobre propriedades do texto na tela que não se reproduzem no mundo natural comotambém sobre as regras e convenções que o habilitam a agir no sentido de trazer o texto à tela.

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24 A escrita e a leitura mediadas pelo computador só estão disponíveis ao usuário a partir da aquisição de uma série de códigos e convenções. O letramento eletrônico é uma suplementação do letramento tradicional do qual o indivíduo já dispõe.

25 LETRAMENTO TRADICIONAL A palavra sublinhada significa apenas que tem uma função específica dentro do texto. LETRAMENTO ELETRÔNICO A palavra sublinhada representa um hiperlink. Direciona o leitor para outros textos. HIPERLINK

26 CAMADAS GRAMATICAIS PERÍODO DE TRANSIÇÃO; NÍVEL MAIS ELEVADO;

27 FUNÇÕES DO ANDAIME 1- RECRUTAMENTO 2- REDUÇÃO DOS GRAUS DE LIBERDADE 3- MANUTENÇÃO DO RUMO 4- MARCAÇÃO DE TRAÇOS 5- REDUÇÃO DA FRUSTRAÇÃO 6- DEMONSTRAÇÃO

28 O LETRAMENTO ELETRÔNICO NO CONTEXTO BRASILEIRO

29 A sociedade brasileira crê que crianças e jovens tem mais facilidade para lidar com computadores, ou mesmo que já nascem preparados para tanto. CRIANÇAS, ADULTOS E COMPUTADORES

30 LETRAMENTO ELETRÔNICO Os adultos precisam interagir com as crianças no processo de letramento tradicional. O ambiente de trabalho tornou necessário o letramento eletrônico desses adultos. As empresas, devido a busca por produtividade, adquiriram computadores muito antes das escolas.

31 A SITUAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUAS

32 O professor de línguas, no Brasil, não tem uma tarefa mais fácil do que de outras pessoas ao adquirir o letramento eletrônico por ter conhecimento em língua estrangeira. O conhecimento linguístico é apenas um componente. O uso de versões traduzidas também geram problemas. Os professores de língua estrangeira se prendem a burocracias que dificultam o processo de letramento eletrônico. Como se o ambiente escolar estabelecesse o uso de algumas metodologias que dificultam a introdução dos computadores em suas práticas. Exemplo: norma culta x bate-papo na Internet

33 Os professores de línguas ou de qualquer outra área, podem se sentir constrangido em ceder seu lugar ao aluno, pois passa a ser aprendiz. Para muitos profissionais, a falta de letramento eletrônico gera perda de autoestima. Para professores, além do problema da autoestima, existe uma espécie de ameaça à sua identidade profissional. Por outro lado, os professores, por possuírem um grau de letramento tradicional bastante alto, possuem facilidade em transmiti-lo ao ambiente cibernético. Eles estão constantemente em posição de promover práticas coletivas de leitura e escrita e poderão fazê-lo também eletronicamente.

34 Breve avaliação as situação do professor de LE Para adquirir o letramento eletrônico há três tipos de barreiras a serem vencidas: barreira política: democratização do acesso a computadores; barreira afetiva: relacionada a sua identidade de professor e autoestima; barreira das dificuldades específicas: imposta pela mediação eletrônica da leitura e da escrita.


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