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SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ( CONTINUAÇÃO ). REFLEXOS SUPERFICIAIS REFLEXO CUTÂNEO- ABDOMINAL : ( T6 A T12 ) -PESQUISA: ESTIMULA-SE A PELE DO ABDOME COM UM.

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1 SEMIOLOGIA NEUROLÓGICA ( CONTINUAÇÃO )

2 REFLEXOS SUPERFICIAIS REFLEXO CUTÂNEO- ABDOMINAL : ( T6 A T12 ) -PESQUISA: ESTIMULA-SE A PELE DO ABDOME COM UM OBJETO DE PONTA ROMBA ( CHAVE) NO SENTIDO LÁTERO- MEDIAL EM DIREÇÃO A CICATRIZ UMBELICAL. -RESPOSTA : CONTRAÇÃO DOS MÚSCULOS ABDOMINAIS IPSOLATERAIS E DESVIO DA LINHA ALBA E DA CICATRIZ UMBELICAL PARA O LADO ESTIMULADO. - ABOLIDO NA SÍNDROME PIRAMIDAL.

3 REFLEXOS SUPERFICIAIS REFLEXO CUTÂNEO-PLANTAR : S1 – S2 / N. TIBIAL -PESQUISA: estimula-se a borda lateral da planta do pé com um objeto de ponta romba no sentido póstero- anterior indo em direção do 2º e 3º pododáctilos. -RESPOSTA NORMAL : CUTÂNEO PLANTAR EM FLEXÃO ( FLEXÃO DOS DEDOS DO PÉ ) -CUTÂNEO- PLANTAR EM EXTENSÃO : SINAL DE BABINSKI ( EXTENSÃO OU FLEXÃO DORSAL DO HÁLUX ) -ABOLIDO ( INDIFERENTE ): LESÃO DA VIA AFERENTE OU EFERENTE / FASE AGUDA DA SÍNDROME PIRAMIDAL. -CUTÂNEO-PLANTAR EM EXTENSÃO (INVERTIDO): NORMAL EM CRIANÇAS ATÉ UM ANO DE IDADE, SONO PROFUNDO, ESTADO PÓS- CONVULSIVOS

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5 SUCEDÂNEOS DE BABINSKI SÃO MÉTODOS ALTERNATIVOS PARA SE EVOCAR A DORSIFLEXÃO DOS ARTELHOS EM LESÕES DO TRATO PIRAMIDAL.( EXTENSÃO DO HÁLUX) SINAL DE CHADDOK: ESTIMULA-SE A BORDA LATERAL DO PÉ EM TORNO DO MALÉOLO EXTERNO. SINAL GORDON: COMPRESSÃO DA MUSCULATURA PANTURRILHA. SINAL DE OPPENHEIM: O EXAMINADOR COM O POLEGAR E INDICADOR IRÁ COMPRIMIR A TÍBIA DO PACIENTE DESLIZANDO SOBRE ELA ATÉ O FINAL DA PERNA. SINAL DE SHAFER :COMPRESSÃO DO TENDÃO DE AQUILES.

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7 REFLEXOS SUPERFICIAIS REFLEXO PALMO-MENTONIANO: - PESQUISA: PACIENTE COM A BOCA ENTREABERTA, O EXAMINADOR IRÁ FAZER UMA FRICÇÃO COM UM OBJETO DE PONTA ROMBA NA FACE PALMAR DO PACIENTE, NA REGIÃO TENAR OU HIPOTENAR. - RESPOSTA :CONTRAÇÃO HOMOLATERAL DOS MÚSCULOS MENTUAL E ORBICULAR DOS LÁBIOS, COM ELEVAÇÃO DO MENTO E DO LÁBIO INFERIOR. -EXALTADO : DEMÊNCIA / DÇ DE PARKINSON REFLEXOS PRIMITIVOS : NÃO ESTÃO PRESENTES NO ADULTO. QUANDO PRESENTES PODEM SIGNIFICAR LESÃO DOS LOBOS FRONTAIS, DEMÊNCIA, LESÕES CEREBRAIS DIFUSAS. -REFLEXO PERIORAL TÁTIL OU DE SUCÇÃO: PRESENTE NO RN,ESTIMULA-SE OS LÁBIOS COM ABAIXADOR DE LÍNGUA OU COTONETE E OCORRE MOVIMENTO DE SUCÇÃO DOS LÁBIOS, LÍNGUA E MANDÍBULA. -REFLEXO DE PREENSÃO ( GRASPING ): PRESENTE NO RN, A ESTIMULAÇÃO DA PALMA DA MÃO É SEGUIDA DE FLEXÃO DOS DEDOS MÃO, AGARRA O OBJETO NA MÃO AUTOMATICAMENTE. -REFLEXO DE PERSECUÇÃO ( GROPING ): A VISÃO DE UM OBJETO, NAS PROXIMIDADES DA MÃO, DETERMINA UM MOVIMENTO DE PERSEGUIÇÃO AO OBJETO, COM O OBJETIVO DE APREENDÊ-LO.

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9 COORDENAÇÃO MOTORA A COORDENAÇÃO MOTORA DEPENDE DA : -PROPRIOCEPÇÃO CONSCIENTE (RECEPTORES SITUADOS NAS ARTICULAÇÕES, TENDÕES E MÚSCULOS, FUNÍCULO POSTERIOR DA MEDULA, LEMNISCO MEDIAL, GIRO PÓS- CENTRAL DO CÓRTEX PARIETAL E CORPO ESTRIADO) -PROPRIOCEPÇÃO INCONSCIENTE ( FUNÇÃO CEREBELAR )

10 COORDENAÇÃO MOTORA COORDENAÇÃO ENTRE TRONCO E MEMBROS : - AVALIADA NO EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO. - MANOBRA PARA PESQUISAR INCOORDENAÇÃO DE TRONCO E MEMBROS: paciente em decúbito dorsal com os braços cruzados, pede-se para o paciente levantar-se desta forma (sem descruzar os braços), há incoordenação tronco e membros se o paciente não conseguir levantar-se e elevar rapidamente os membros inferiores, deixando-os cair no leito logo depois. COORDENAÇÃO APENDICULAR : PROVA ÍNDEX – NARIZ : O PACIENTE ESTENDE LATERALMENTE OS MMSS, EM SEGUIDA DEVE MOVIMENTAR ALTERNADAMENTE O MSD E O MSE, DE MODO A TOCAR A PONTA DO NARIZ COM PONTA DO INDICADOR.

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12 COORDENAÇÃO MOTORA PROVA ÍNDEX –NARIZ – ÍNDEX : O PACIENTE IRÁ TOCAR O NARIZ COM ÍNDEX E IMEDIATAMENTE DEPOIS IRÁ TOCAR O ÍNDEX DO EXAMINADOR, REPETINDO O GESTO DE FORMA SUCESSIVA ( O EXAMINADOR VAI MUDANDO A POSIÇÃO DO SEU ÍNDEX DURANTE A PROVA ) PROVA CALCANHAR – JOELHO : PACIENTE DEITADO ELEVA UMA DA PERNAS E DEVE COLOCAR O CALCANHAR DESTA PERNA SOBRE A RÓTULA DA PERNA OPOSTA E DESLIZAR SOBRE A TÍBIA EM LINHA RETA ATÉ O HÁLUX.

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15 COORDENAÇÃO MOTORA O EXAMINADOR DEVE OBSERVAR SE HÁ : ERRO DE DIREÇÃO :TORNAM – SE MAIS EVIDÊNTES COM OS OLHOS FECHADOS. ERRO DE MEDIDA ( DISMETRIA) : O MOVIMENTO NÃO É INTERROMPIDO NO MOMENTO ADEQUADO. DECOMPOSIÇÃO DE MOVIMENTOS : SEPARA O MOVIMENTO EM FASES, FAZENDO COM QUE O MESMO SE TORNE INTERROMPIDO E NÃO CONTÍNUO.

16 COORDENAÇÃO MOTORA PROVA DOS MOVIMENTOS ALTERNADOS ( DIADOCOCINESIA) : REALIZAR MOVIMENTOS ALTERNADOS DE PRONAÇÃO E DE SUPINAÇÃO DAS MÃOS. MMIIS : EXTENSÃO E FLEXÃO DOS PÉS. ALTERADO: DISDIADOCOCINESIA. ATAXIA CEREBELAR ( LESÕES DOS HEMISFÉRIOS CEREBELARES ) : ERRO DE MEDIDA, DECOMPOSIÇÃO DOS MOVIMENTOS E DISDIADOCOCINESIA. ATAXIA SENSITIVA : COMPROMETIMENTO DA SENSIBILIDADE CINÉTICO-POSTURAL,ERRO DE DIREÇÃO.

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19 EXAME DA SENSIBILIDADE SENSIBILIDADE SUPERFICIAL OU EXTEROCEPTIVA : - TÁCTIL : PEQUENO CHUMAÇO DE ALGODÃO OU PEQUENO PEDAÇO DE PAPEL OU PINCEL. - DOLOROSA : AGULHA OU ALFINETE. - TÉRMICA : 2 TUBOS DE ENSAIO, CONTENDO ÁGUA GELADA E ÁGUA MORNA.

20 EXAME DA SENSIBILIDADE SENSIBILIDADE PROFUNDA OU PROPRIOCEPTIVA: -SENSIBILIDADE CINÉTICO-POSTURAL: O PACIENTE DEVE IDENTIFICAR COM OS OLHOS FECHADOS A POSIÇÃO DOS SEGMENTOS DO CORPO DESLOCADOS PASSIVAMENTE PELO EXAMINADOR. POR EX: O EXAMINADOR IRÁ SEGURAR COM SEUS DEDOS POLEGAR E INDICADOR NA PARTE LATERAL DO HÁLUX DO PACIENTE E IRÁ MOVÊ-LO PARA CIMA E PARA BAIXO DE FORMA RÁPIDA E DEPOIS INTERROMPE O MOVIMENTO EM UMA POSIÇÃO, O PACIENTE DEVERÁ DIZER COM OS OLHOS FECHADOS EM QUE POSIÇÃO ESTÁ O SEU HÁLUX. -SENSIBILIDADE VIBRATÓRIA OU PALESTESIA : USA-SE UM DIAPASÃO EM VIBRAÇÃO E COLOCA-SE O CABO (BASE) DO DIAPASÃO EM CONTATO COM DIVERSAS SALIÊNCIAS ÓSSEAS ; MANÚBRIO DO ESTERNO, CLAVÍCULAS, COTOVELOS, OSSOS DO DORSO DA MÃO E DOS DEDOS, MALÉOLOS, OSSOS DOS PÉS.

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23 EXAME DA SENSIBILIDADE SENSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO CORTICAL ( SENSIBILIDADES ESPECIAIS): - ESTEREOGNOSIA : É A CAPACIDADE DE RECONHECER A FORMA DOS OBJETOS PELO TATO, SEM O AUXÍLIO DA VISÃO. -GRAFESTESIA :É A CAPACIDADE DE RECONHECER LETRAS OU NÚMEROS DESENHADOS NA PALMA DAS MÃOS COM LÁPIS OU UM OBJETO DE PONTA ROMBA, SEM O AUXÍLIO DA VISÃO. -DISCRIMINAÇÃO TÁCTIL OU DE DOIS PONTOS: ESTIMULAÇÃO SIMULTAÑEA DE DOIS PONTOS VIZINHOS, SEM O AUXÍLIO DA VISÃO. -DUPLO ESTÍMULO :PACIENTE COM OS OLHOS FECHADOS, APLICAM-SE ESTÍMULOS(CONTATOS) EM PARTES SIMÉTRICAS DO CORPO E DE FORMA SIMULTÂNEA.

24 ALTERAÇÕES DA SENSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO CORTICAL ASTEREOGNOSIA: é quando o paciente de olhos fechados perde a capacidade de identificar os objetos pelo tato sem alteração das sensibilidades superficial e profunda. Lesão do lobo parietal contra- lateral. Agnosia tatil. AGRAFESTESIA: é quando o paciente de olhos fechados perde a capacidade de reconhecer letras ou números desenhados na palma das mãos sem alteração das sensibilidades superficial e profunda. Lesão do lobo parietal contra-lateral. Agnosia tatil. DISCRIMINAÇÃO TATIL OU DE DOIS PONTOS: o paciente interpreta dois toques no mesmo dimídio como sendo apenas um. Significa lesão do lobo parietal contra-lateral. SÍNDROME DA HEMINEGLIGÊNCIA OU DA HEMIINATENÇÃO: o paciente não reconhece a metade esquerda do seu corpo ou objetos que são colocados a sua esquerda, é um déficit de atenção do lado esquerdo. Lesão em lobo-paretal direito.

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26 EXAME DA SENSIBILIDADE ANESTESIA : É A PERDA DE UM TIPO DE SENSIBILIDADE. HIPOESTESIA : QUALQUER TIPO DE SENSIBILIDADE DIMINUÍDA A ESTIMULAÇÃO. HIPERESTESIA :QUALQUER TIPO DE SENSIBILIDADE AUMENTADA PARA ESTIMULAÇÃO. ANALGESIA : PERDA DA SENSAÇÃO DOLOROSA. PARESTESIAS : PERCEPÇÃO SENSITIVA SEM ESTÍMULOS EXTERNOS DE FORMIGAMENTO, DOR, ALFINETADAS OU QUEIMAÇÃO. ALODÍNEA: PERCEPÇÃO DE UM ESTÍMULO NÃO – DOLOROSO, COMO ESTÍMULO DOLOROSO E DE ALTA INTENSIDADE. DISESTESIA : SENSAÇÕES DISTORCIDAS E DESAGRADÁVEIS DE ESTÍMULOS NORMALMENTE INÓCUOS. CAUSALGIA: DOR URENTE, INTENSA E DIFUSA, ACOMPANHADA DE ALTERAÇÕES TRÓFICAS DA PELE.

27 SINAIS DE IRRITAÇÃO MENÍNGEA E RADICULAR RIGIDEZ DE NUCA :FLEXÃO DA CABEÇA SOBRE O TÓRAX. SINAL DE BRUDZINSKI ( NUCA / PERNAS ): AO TENTAR PESQUISAR A RIGIDEZ DE NUCA O PACIENTE FAZ LIGEIRA FLEXÃO DAS PERNAS SOBRE AS COXAS E DAS COXAS SOBRE O ABDOME. SINAL DE BRUDZINSKI ( PERNA CONTRA LATERAL) :O EXAMINADOR FLETE UMA DAS PERNAS DO PACIENTE SOBRE A COXA E A COXA SOBRE O ABDOME. A PERNA CONTRA LATERAL FLETE- SE REFLEXAMENTE.

28 SINAIS DE IRRITAÇÃO MENÍNGEA E RADICULAR SINAL DE KERNIG (PACIENTE DEITADO ): PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL. O EXAMINADOR FLETE A COXA DO PACIENTE PARA QUE ELE FAÇA UM ÂNGULO DE NOVENTA GRAUS COM O ABDOME. EM SEGUIDA EXTENDE A PERNA SOBRE A COXA. QUANDO O SINAL É POSITIVO O PACIENTE SENTE DOR INTENSA NO TRAJETO DO CIÁTICO E IMPEDE A EXTENSÃO PASSIVA DA PERNA. SINAL DE KERNIG (PACIENTE SENTADO): PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL. PEDE PARA QUE ELE SENTE NO LEITO SEM COLOCAR OS PÉS PARA FORA (FAZER A EXTENSÃO DAS PERNAS). O SINAL SERÁ POSITIVO QUANDO ELE FIZER INVOLUNTARIAMENTE A FLEXÃO DA COXA SOBRE O ABDOMEN (SINAL DO TRIPÉ). SINAL DE LASSÉGUE: PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL O EXAMINADOR VAI TENTAR ELEVAR A PERNA DO PACIENTE MANTENDO ESTA PERNA EM EXTENSÃO SOBRE A COXA, A MANOBRA É CONSIDERADA POSITIVA SE A DOR IRRADIAR ATÉ A PERNA COM ELEVAÇÃO MENOR DO QUE 45º GRAUS.

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31 LASSÉGUE

32 NERVOS CRANIANOS

33 NERVO OLFATÓRIO - I

34 PESQUISA : EXAMINA-SE CADA NARINA SEPARADAMENTE, UTILIZANDO-SE SUBSTÂNCIAS AROMÁTICAS NÃO IRRITANTES; CAFÉ, CHOCALATE, ESSÊNCIA DE LIMÃO OU HORTELÃ. ANOSMIA: PERDA DA FUNÇÃO OLFATIVA. HIPOSMIA: DIMINUIÇÃO DA FUNÇA OLFATIVA. CAUSAS COMUNS :RESFRIADO, RINITE ALÉRGICA OU ATRÓFICA, TABAGISMO CAUSAS NEUROLÓGICAS : TCE, MENINGIOMAS, MENINGITES DA BASE DO CRÂNIO, DOENÇA DE PARKINSON.

35 NERVO OLFATÓRIO - I ALUCINAÇÕES OLFATIVAS : PERCEPÇÃO DE ODORES ESTRANHOS SEM ESTÍMULO OLFATIVO.PODEM APARECER NA FORMA DE CACOSMIA (SENSAÇÃO DE ODOR FÉTIDO SEM ESTÍMULO OLFATIVO). GERALMENTE ACONTECE EM CRISES EPILÉPTICAS, POR LESÃO DO UNCUS DO HIPOCAMPO DO LOBO TEMPORAL.

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37 NERVO ÓPTICO - II

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39 ACUIDADE VISUAL :VÍCIOS DE REFRAÇÃO, ALTERAÇÃO DOS MEIOS TRANSPARENTES DO OLHO. UTILIZA-SE A TABELA OU ESCALA DE SNELLEN OU JAEGER.

40 NERVO ÓPTICO II CAMPOS VISUAIS : -CAMPIMETRIA POR CONFRONTAÇÃO : EXAMINADOR E PACIENTE FICAM FRENTE A FRENTE, À DISTÂNCIA DE 60 CM A 1 METRO,COM OS OLHOS OPOSTOS OCLUÍDOS, ISTO É, OLHO DIREITO DE UM E ESQUERDO DO OUTRO. CADA UM OLHA PARA O NARIZ DO OUTRO E O EXAMINADOR ESTENDE SEU BRAÇO PARA O LADO, DE MODO QUE OS DEDOS FIQUEM ALÉM DA PERIFERIA DO CAMPO VISUAL. CADA OLHO É TESTADO ISOLADAMENTE, NOS 4 QUADRANTES. -CAMPIMETRIA INSTRUMENTAL

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44 NERVO ÓPTICO II ALTERAÇÕES DOS CAMPOS VISUAIS: ESCOTOMA : PERDA DA VISÃO DE PARTE DO CAMPO VISUAL (CEGUEIRA PARA UMA PARTE DESTE CAMPO). HEMIANOPSIA :ESCOTOMA QUE ATINGE METADE DO CAMPO VISUAL. HEMIANOPSIA HETERÔNIMA :SÃO ACOMETIDOS LADOS DIFERENTES DOS CAMPOS VISUAIS – PERDA DA VISÃO NOS CAMPOS TEMPORAIS OU NOS NASAIS. HEMIANOPSIA HOMÔNIMA : É A PERDA DA VISÃO DO MESMO LADO DO CAMPO VISUAL DE CADA OLHO.- PERDA DA VISÃO DO CAMPO TEMPORAL DO OLHO E DO CAMPO NASAL DO OLHO DO LADO OPOSTO.

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46 LESÃO DAS VIAS ÓPTICAS E ALTERAÇÕES DOS CAMPOS VISUAIS A- LESÃO DO NERVO ÓPTCO: cegueira total deste olho (amaurose). Causas: traumatismos, glaucoma, papilite. B- LESÃO DA PARTE MEDIANA DO QUIASMA ÓPTICO: hemianopsia heterônima bitemporal (fibras da retina nasal são lesadas). Causas: tumor de hipófise que comprime o quiasma de baixo para cima. C- LESÃO DA PARTE LATERAL DO QUIASMA ÓPTICO: hemianopsia nasal do olho correspondente (monocular). Lesão das fibras da retina temporal deste olho. Causa: aneurisma da artéria carótida interna.

47 LESÃO DAS VIAS ÓPTICAS E ALTERAÇÕES DOS CAMPOS VISUAIS C- LESÃO DA PARTE LATERAL DO QUIASMA ÓPTICO BILATERALMENTE: hemianopsia binasal. Causa: aneurisma da artéria carótida interna bilateral (aneurisma em espelho). D- LESÃO DO TRATO ÓPTICO, F- LESÃO COMPLETA DA RADIAÇÃO ÓPTICA, G- LESÃO COMPLETA DO CÓRTEX VISUAL DE UM HEMISFÉRIO: hemianopsia homônima. Causas: AVC, tumores, traumatismo. E- LESÃO DE PARTE DAS FIBRAS DA RADIAÇÃO ÓPTICA: quadrantanopsia (escotoma de apenas um quadrante do campo visual). Causa: AVC, tumor.

48 LESÃO DAS VIAS ÓPTICAS E ALTERAÇÕES DOS CAMPOS VISUAIS As lesões quiasmáticas produzem hemianopsias heterônimas. As lesões retro-quiasmáticas produzem hemianopsias homônimas.

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50 NERVO ÓPTICO II- FUNDO DE OLHO / OFTALMOSCÓPIO

51 PAPILEDEMA, PAPILITE E ATROFIA ÓPTICA- DIFERENÇAS

52 ALTERAÇÕES NO EXAME DE FUNDO DE OLHO: EDEMA DE PAPILA Inicia-se com hiperemia da papila que se torna rosada. Diminuição ou apagamento da escavação fisiológica central. Os bordos da papila ficam borrados (deixam de ser nítidos). Ingurgitamento venoso. Pequenas hemorragias justa-papilares (hemorragia em chama de vela)

53 DIFERENÇAS ENTRE PAPILEDEMA E PAPILITE PAPILEDEMA PAPILITE ALTERAÇÕES NO FUNDO DE OLHO BILATERALGeralmente unilateral, mas pode atingir o olho contra-lateral LOCALIZAÇÃO DA DOR, SE PRESENTE Geralmente queixa de cefaléia holocrâniana Geralmente queixa de dor ocular e / ou periorbitária PERDA VISUALTARDIAPRECOCE

54 ATROFIA DE PAPILA A papila torna-se de cor branca e com limites bem definidos. A visão se perde totalmente ou quase totalmente. A atrofia pode ser primária, por lesão primitiva do nervo. A atrofia pode ser secundária; é a atrofia de papila pós-edema ou pós-papilite.

55 NERVOS MOTORES OCULARES: N. OCULOMOTOR III, N. TROCLEAR IV, N. ABDUCENTE VI N. OCULOMOTOR : MM. RETO SUPERIOR E OBLÍQUO INFERIOR ( ELEVAÇÃO ) M. RETO MEDIAL (ADUÇÃO) M. RETO INFERIOR (ABAIXAMENTO ) M. ELEVADOR DA PÁLPEBRA SUPERIOR M. ESFÍNCTER DA PUPILA ( FIBRAS PARASSIMPÁTICAS – MIOSE ) N. TROCLEAR : M. OBLÍQUO SUPERIOR (ABAIXAMENTO COM ADUÇÃO ) N. ABDUCENTE : M. RETO LATERAL (ABDUÇÃO)

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57 NERVOS MOTORES OCULARES: N. OCULOMOTOR III, N. TROCLEAR IV, N. ABDUCENTE VI PESQUISA : PACIENTE COM A CABEÇA IMÓVEL IRÁ ACOMPANHAR SOMENTE COM O OLHAR A MOVIMENTAÇÃO DO DEDO INDICADOR DO EXAMINADOR, MOVIMENTOS NOS EIXOS HORIZONTAL, VERTICAL E OBLÍQUOS. DIPLOPIA : VISÃO DUPLA DAS IMAGENS. CAUSAS NEUROLÓGICAS : ALTERAÇÃO DA MOTRICIDADE OCULAR ( POR PARALISIA DO III, IV OU VI NERVOS OU POR PARESIA DOS MÚSCULOS – MIASTENIA GRAVIS, MIOPATIAS ). CAUSAS NÃO – NEUROLÓGICAS : DESLOCAMENTO DO CRISTALINO OU CATARATA, PATOLOGIAS DA RETINA, MIOPIA,HIPERMETROPIA. ESTRABISMO : DEFEITO DE POSIONAMENTO DOS OLHOS.

58 NERVOS MOTORES OCULARES: N. OCULOMOTOR III, N. TROCLEAR IV, N. ABDUCENTE VI PARALISIA DO N. OCULOMOTOR : -PTOSE PALPEBRAL -DESVIO DO GLOBO OCULAR PARA FORA E PARA BAIXO ( ESTRABISMO DIVERGENTE ) -NÃO CONSEGUE FAZER ADUÇÃO DO OLHO AFETADO -MIDRÍASE FIXA (LESÃO DAS FIBRAS PARASSIMPÁTICAS PUPILO- CONSTRITORAS). -CAUSAS : ANEURISMAS DA ARTÉRIA COMUNICANTE POSTERIOR / DIABETES

59 NERVOS MOTORES OCULARES: N. OCULOMOTOR III, N. TROCLEAR IV, N. ABDUCENTE VI -PARALISIA DO N. TROCLEAR : -OLHO DESVIADO PARA CIMA E PARA DENTRO. -CAUSAS : DIABETES, TCE -PARALISIA DO N. ABDUCENTE : -OLHO DESVIADO PARA DENTRO (ESTRABISMO CONVERGENTE) -CAUSA MAIS COMUM DE DIPLOPIA. -CAUSAS : TCE, MENINGITES, DIABETES, ANEURISMA, LESÃO ASSOCIADA COM O N. FACIAL- LESÃO EM PONTE.

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61 PUPILAS DIÂMETRO DAS PUPILAS ( ISOCORIA /ANISOCORIA) REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO : CONTRAÇÃO OU CONSTRIÇÃO RÁPIDA DA PUPILA DO LADO ESTIMULADO REFLEXO FOTOMOTOR INDIRETO OU CONSENSUAL: CONTRAÇÃO DA PUPILA CONTRA- LATERAL AO LADO ESTIMULADO VIA AFERENTE : N. ÓPTICO / VIA EFERENTE : N. OCULOMOTOR / INTEGRAÇÃO : MESENCÉFALO (ÁREA PRÉ-TECTAL ) REFLEXO DE ACOMODAÇÃO E CONVERGÊNCIA :PACIENTE FIXA O OLHAR EM UM PONTO BEM DISTANTE, HAVERÁ DILATAÇÃO DA PUPILA. DEPOIS VOLTA A OLHAR IMEDIATAMENTE PARA PONTA DO INDICADOR DO EXAMINADOR, SITUADO APROXIMADAMENTE 15 CM DE SEU NARIZ. A RESPOSTA É A RÁPIDA CONSTRIÇÃO DAS PUPILAS

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64 PUPILAS PUPILAS DE ARGYLL ROBERTSON : MIÓTICAS ( NÃO REAGEM À LUZ), MAS CONTRAEM –SE BRUSCAMENTE QUANDO PESQUISAMOS O REFLEXO DE ACOMDAÇÃO E CONVERGÊNCIA. NEUROSSÍFILIS AUSÊNCIA DO REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO E CONSENSUAL : LESÃO DE N. ÓPTICO AUSÊNCIA DO REFLEXO FOTOMOTOR DIRETO E CONSERVAÇÃO DO REFLEXO CONSENSUAL : LESÃO DO OCULOMOTOR LESÃO DO MESENCÉFALO :MIDRIASE FIXA BILATERAL

65 PUPILAS SÍNDROME DE CLAUDE BERNARD- HORNER: -PUPILA MIÓTICA, REFLEXO FOTOMOTOR PRESERVADO -SEMIPTOSE PALPEBRAL -PSEUDO – ENOFTALMO -ANIDROSE -VASODILATAÇÃO DA HEMIFACE E PESCOÇO -LESÃO DAS VIAS SIMPÁTICAS ( DESDE O HIPOTÁLAMO ATÉ A MEDULA CERVICAL BAIXA E LESÃO PERIFÉRICA)

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67 NERVO TRIGÊMIO V NERVO MISTO (SENSITIVO E MOTOR)

68 NERVO TRIGÊMIO V TRIGÊMIO SENSITIVO: -SENSIBILIDADE DA FACE -REFLEXO CÓRNEO-PALPEBRAL: PESQUISA:paciente com os olhos abertos olhando para um dos lados, com um chumaço de algodão ou cotonete o examinador irá tocar na córnea do olho contra- lateral.Deve-se aproximar lateralmente para fazer o toque para não despertar o reflexo retiniano de defesa. RESPOSTA : OCLUSÃO DE AMBAS AS PÁLPEBRAS VIA AFERENTE :RAMO OFTÁLMICO DO N. TRIGÊMIO / VIA EFERENTE :N. FACIAL / INTEGRAÇÃO : PONTE INTERPRETAÇÃO: Ausência de resposta no lado estimulado e no lado oposto; há lesão da via aferente( n. trigêmio) do lado estimulado ou ponte. Quando não há resposta no lado estimulado e ocorre rápido fechamento do olho contra-lateral; há lesão do n. facial do lado estimulado.

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70 NERVO TRIGÊMIO V TRIGÊMIO MOTOR : EXAME DOS MÚSCULOS MASTIGADORES (MM. TEMPORAIS E MASSÉTERES ) ABRIR A BOCA, PERCEBER SE HÁ DESVIO DA MANDÍBULA. PARALISIA DO N. TRIGÊMIO A MANDÍBULA SE DESVIA PARA O LADO DA LESÃO. ( PARALISIA DOS MM. PTERIGÓIDEOS)

71 NERVO TRIGÊMIO V

72 NERVO FACIAL VII

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75 AVALIAÇÃO DA MUSCULATURA FACIAL : SIMETRIA FACIAL EM REPOUSO FRANZIR A TESTA FECHAR OS OLHOS COM FORÇA ( E CONTRA A RESISTÊNCIA ) MOSTRAR OS DENTES COMO NUM SORRISO FORÇADO ABRIR A BOCA ( SIMETRIA DOS SULCOS NASOGENIANOS ) ASSOVIAR CONTRAIR O PLATISMA ( CONTRAIR OS CANTOS DA BOCA )

76 NERVO FACIAL VII

77 PARALISIA FACIAL PERIFÉRICAPARALISIA FACIAL CENTRAL Paralisia atinge toda uma hemiface.Paralisia atinge somente a metade inferior de uma hemiface. A paralisia é homolateral a lesão.A paralisia é contralateral a lesão. A lesão é nuclear (no núcleo motor do nervo facial) ou infranuclear (no nervo facial), esta última é mais comum. A lesão é supranuclear (no trato córtico-nuclear). Esta paralisia geralmente é menos grave. Causas: idiopática, viral, diabetes, trauma do nervo. Esta paralisia geralmente é mais grave. Causas: AVC, tumor, abscesso cerebral.

78 NERVO FACIAL VII PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA: LAGOFTALMO : NÃO CONSEGUE FECHAR O OLHO EPÍFORA : LACRIMEJAMENTO INTENSO O PISCAR É ASSIMÉTRICO ( NÃO PISCA O OLHO ) APAGAMENTO DO SULCO NASOGENIANO DESVIO DA COMISSURA LABIAL PARA O LADO SÃO. NÃO CONSEGUE FRANZIR A TESTA PARALISIA FACIAL BILATERAL

79 NERVO FACIAL VII

80 PESQUISA DA SENSIBILIDADE GUSTATIVA: COMPROMETIMENTO DO N. FACIAL + N. INTERMÉDIO : PERDA DA SENSIBILIDADE GUSTATIVA DOS 2 / 3 ANTERIORIORES DE UMA HEMILÍNGUA. ( SUGESTIVO LESÃO FORA DO TRONCO CEREBRAL E MAIS PROXIMAL ) A SENSIBILIDADE GUSTATIVA É PESQUISADA EMPREGANDO-SE SOLUÇÕES DE SABOR DOCE, SALGADO,AMARGO E ÁCIDO, COM AUXÍLIO DE ALGODÃO MONTADO NUMA ESPÁTULA. AGEUSIA / HIPOGEUSIA

81 NERVO FACIAL VII TIPOS DE PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA: PARALISIA FACIAL NUCLEAR : LESÃO DO NÚCLEO FACIAL / PONTE PARALISIA FACIAL POR LESÃO DO GÂNGLIO GENICULADO ( HERPES ZOSTER) : OTALGIA INTENSA, VESÍCULAS E EDEMA NO MEATO ACÚSTICO INTERNO E NO PAVILHÃO AURICULAR.

82 NERVO FACIAL VII CAUSAS DA PARALISIA FACIAL PERIFÉRICA: ( INFRANUCLEAR) IDIOPÁTICA ( VÍRUS ), 73 % HERPES ZOSTER DIABETES TRAUMATISMOS TU. DO ÂNGULO PONTO- CEREBELAR INFECÇÕES DAS PARÓTIDAS LESÕES NUCLEARES : AVC, TUMORES DO TRONCO CEREBRAL, DEGENERATIVAS LESÕES SUPRANUCLEARES: AVC, TUMORES, ABSCESSOS

83 NERVO VESTÍBULO- COCLEAR VIII

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86 FUNÇÃO AUDITIVA : ( ZUMBIDOS, SURDEZ) TESTE DO ROÇAR DOS DEDOS TIPOS DE SURDEZ (ACUSIA, HIPOACUSIA ): - SURDEZ DE CONDUÇÃO : LESÕES DO OUVIDO EXTERNO OU MÉDIO ( ROLHA DE CERA, PERFURAÇÃO DO TÍMPANO, OTOSCLEROSE ) -SURDEZ DE PERCEPÇÃO OU NEUROSENSORIAL : LESÃO DO OUVIDO INTERNO ( TRAUMATISMO DO NERVO ACÚSTICO, NEURINOMA DO ACÚSTICO, MENINGIOMAS DO ÂNGULO PONTO- CEREBELAR

87 NERVO VESTÍBULO-COCLEAR VIII

88 DIFERENCIAR SURDEZ DE CONDUÇÃO E PERCEPÇÃO : -COM DIAPASÃO PESQUISA-SE A CONDUÇÃO AÉREA E CONDUÇÃO ÓSSEA -PROVA DE WEBER : DIAPASÃO VIBRANDO NO VÉRTICE DO CRÂNIO. EM CONDIÇÕES NORMAIS O SOM ( VIBRAÇÃO ) É PERCEBIDO COM A MESMA INTENSIDADE DOS DOIS LADOS. SURDEZ DE CONDUÇÃO DE UM LADO : O OUVIDO LESADO ESCUTA MELHOR QUE O OUVIDO SÃO SURDEZ DE PERCEPÇÃO DE UM LADO : O OUVIDO SÃO ESCUTA MELHOR QUE O OUVIDO LESADO

89 NERVO VESTÍBULO-COCLEAR VIII PROVA DE RINNE: BASE DO DIAPASÃO VIBRANDO É COLOCADO SOBRE A MASTÓIDE DO PACIENTE, QUANDO O SOM ( CONDUÇÃO ÓSSEA) DEIXA DE SER PERCEBIDO PELO PACIENTE, RETIRAMOS RAPIDAMENTE A BASE DO DIAPASÃO DA MASTÓIDE E COLOCAMOS AS HASTES DO DIAPASÃO PRÓXIMO DO OUVIDO. PACIENTE NORMAL : CONTINUARÁ OUVINDO O DIAPASÃO PRÓXIMO AO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO. RINNE POSITIVO OU NORMAL. -SURDEZ DE CONDUÇÃO: O PACIENTE ESCUTA O DIAPASÃO NA MASTÓIDE ( CONDUÇÃO ÓSSEA ), MAS NÃO ESCUTA O DIAPASÃO PRÓXIMO AO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO. ( CONDUÇÃO AÉREA) - SURDEZ DE PERCEPÇÃO : A CONDUÇÃO ÓSSEA E A CONDUÇÃO AÉREA ESTÃO COMPROMETIDAS

90 PROVA DE WEBER

91 PROVA DE RINNE

92 NERVO VESTÍBULO- COCLEAR VIII NERVO VESTIBULAR : -EQUILÍBRIO ESTÁTICO E DINÂMICO -VERTIGEM : OBJETIVA E SUBJETIVA -NISTAGMO : MOVIMENTO RÍTMICO E INVOLUNTÁRIO DOS OLHOS./ PESQUISA.( DESVIO DO OLHAR ACIMA DE 40 GRAUS PODE PRODUZIR NISTAGMO QUE NÃO TEM VALOR PATOLÓGICO.) -O NISTAGMO SACÁDICO TEM 2 FASES: LENTA E RÁPIDA, A FASE LENTA OCORRE PARA O LADO LESADO E A RÁPIDA SE AFASTARÁ DESSE LADO. -O SENTIDO DO NISTAGMO É DO COMPONENTE RÁPIDO, O NISTAGMO BATE PARA O LADO SÃO. -NISTAGMO : VERTICAL, HORIZONTAL, MULTIDIRECIONAL -NISTAGMO ESPONTÂNEO E POSICIONAL

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94 NERVOS GLOSSOFARÍNGEO (IX) E VAGO ( X ) LESÃO CAUSA DISFONIA E DISFAGIA. - DISFONIA : PARALISIA DAS CORDAS VOCAIS ( X ) -DISFAGIA -PESQUISA : -INSPEÇÃO ESTÁTICA( VERIFICAR O VÉU DO PALATO, ÚVULA, RAFE MEDIANA). LESÃO UNILATERAL : O VEÚ DO PALATO ESTÁ ABAIXADO.

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96 DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO VERBAL DISFONIA: é alteração da fonação (fonação é a produção de sons pela vibração das cordas vocais). Alteração do volume e da qualidade da voz (voz rouca). DISARTRIA: distúrbio da articulação da fala, lesão no bulbo ou nos nervos bulbares: glossofaríngeo, vago, acessório e hipoglosso. Voz lenta, anasalada associada a disfonia (é comum estar associada a disfagia). DISLALIA: alteração da articulação sem que haja lesão neurológica específica, caracteriza-se por substituições ou omissões de consoantes. Pode ocorrer em casos de surdez, deficiência mental, algumas doenças psquiátricas. Há a dislalia fisiológica ou de evolução comum no desenvolvimento normal da criança.

97 DISTÚRBIOS DA COMUNICAÇÃO VERBAL AFASIAS: alteração da linguagem verbal. O paciente perde a capacidade de expressar ou compreender idéias e sentimentos através de símbolos verbais. AFASIA DE BROCA OU MOTORA OU DE EXPRESSÃO: o paciente perde a capacidade de expressão verbal falada ou escrita, mas mantém a compreensão das mesmas, o seu vocabulário fica limitado a duas ou três palavras. Lesão: área de Broca (porção mais anterior do giro frontal inferior esquerdo). AFASIA DE WERNICKE OU SENSITIVA OU DE PERCEPÇÃO: o paciente perde a capacidade de compreensão verbal oral e escrita, há também algum grau de deficiência na expressão verbal. Lesão: área de Wernicke (região relativamente extensa que inclui parte do córtex auditivo do lobo temporal e se estende posteriormente pelo lobo parietal).

98 NERVOS GLOSSOFARÍNGEO (IX) E VAGO ( X ) PACIENTE IRÁ ABRIR A BOCA E DIZER A. PARALISIA UNILATERAL : O PALATO DO LADO AFETADO NÃO SOBE E A ÚVULA E A RAFE MEDIANA DA FARINGE DESVIAM PARA O LADO SÃO. SINAL DA CORTINA

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102 NERVO GLOSSOFARÍNGEO (IX) E VAGO (X) REFLEXO FARÍNGEO OU NAUSEOSO: ESTIMULA-SE A PAREDE POSTERIOR DA FARINGE COM UMA ESPÁTULA. RESPOSTA NORMAL: ELEVAÇÃO E CONSTRIÇÃO DA FARINGE, RETRAÇÃO DA LÍNGUA E SENSAÇÃO DE NÁUSEA REFLEXO PALATINO: COM UMA ESPÁTULA TOCA-SE A ÚVULA OU O PALATO MOLE. RESPOSTA NORMAL: ELEVAÇÃO DO PALATO MOLE E RETRAÇÃO SIMUTÂNEA DA ÚVULA. O GLOSSOFARÍNGEO É A VIA AFERENTE E O VAGO É A VIA EFERENTE DO REFLEXO.

103 NERVO GLOSSOFARÍNGEO (IX) E VAGO (X) ETIOLOGIA DAS LESÕES NO NERVO VAGO: -LESÃO SUPRA NUCLEAR: LESÃO DO TRATO CORTICONUCLEAR, MANIFESTAÇÕES PSEUDOBULBARES. -LESÃO NUCLEAR: E.L.A., SIRINGOBULBIA, TUMORES DO TRONCO. -LESÃO INFRANUCLEAR: NEURITES, COMPRESSÕES MEDIASTINAIS, IATROGENIA.

104 NERVO ACESSÓRIO XI RAMO INTERNO ( RAMO BULBAR): UNE –SE AO VAGO COM DESTINO A LARINGE RAMO ESPINHAL ( RAMO EXTERNO ) : MM ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEO E TRAPÉZIO. PESQUISA DO MÚSCULO TRAPÉZIO. LESÃO : O OMBRO DO LADO AFETADO FICA CAÍDO E ATROFIA DOS MÚSCULOS ENVOLVIDOS PESQUISA DO M. ESTERNOCLEIDOMASTÓIDEO : PACIENTE VIRA A CABEÇA LIVREMENTE PARA OS LADOS E CONTRA RESISTÊNCIA. LESÃO : DIMINUIÇÃO DE FORÇA NA MANOBRA CONTRA RESISTÊNCIA E DIMINUIÇÃO DA MASSA MUSCULAR.

105 NERVO ACESSÓRIO XI

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107 ETIOLOGIA DAS LESÕES DO ACESSÓRIO: ELA SIRINGOBULBIA TRAUMA DE CRANIO OU PESCOÇO IATROGENIA ( BIÓPSIA DE LINFONODO) TUMORES DA FOSSA POSTERIOR DO CRÂNIO

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109 NERVO HIPOGLOSSO XII OBSERVAR A LÍNGUA DENTRO DA BOCA LESÃO UNILATERAL : ASSIMETRIA, ATROFIA E FASCICULAÇÕES NA HEMILÍNGUA COMPROMETIDA E DESVIO DA LÍNGUA PARA O LADO SÃO. LÍNGUA FORA DA BOCA : A PONTA DA LÍNGUA DESVIA PARA O LADO LESADO. CAUSAS : ELA, AVC

110 NERVO HIPOGLOSSO XII

111 AS FUNÇÕES DE UM MÉDICO: CURAR ÀS VÊZES, ALIVIAR COM FREQUÊNCIA, CONSOLAR SEMPRE HIPÓCRATES

112 OS CONCEITOS SEM A EXPERIÊNCIA SÃO CEGOS; A EXPERIÊNCIA SEM OS CONCEITOS É NULA KANT


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