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“Para ir da oportunidade ao êxito é preciso enfrentar os medos de mudança, romper com o mesmo e ter a capacidade de se antecipar (...) e ir atrás do vento.

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1 “Para ir da oportunidade ao êxito é preciso enfrentar os medos de mudança, romper com o mesmo e ter a capacidade de se antecipar (...) e ir atrás do vento oportuno.” Mário Sergio Cortella

2 EDUCAÇÃO MINEIRA “Vencendo o desafio de transformar a rede pública de ensino em um sistema de alto desempenho educacional.” Políticas e ações coordenadas. Gestão pedagógica: eixo do trabalho da Escola/SRE/SEE e SME Programas e Projetos Articulados. Foco na aprendizagem do ALUNO. Metas pactuadas e resultados obtidos.

3 3 IMPLEMENTAÇÃO DO CBC E.F E MÉDIO Art 15, Resolução SEE / “Na organização curricular dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio serão observadas as diretrizes contidas nos Conteúdos Básicos Comuns – CBC definidos pelo Resolução SEE nº666/2005 de 08 de abril de Implementando os CBC

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5 Proposta Curricular Implantada Avaliação externa da Aprendizagem Apoio ao professor (Exemplo da Finlândia) Condições necessárias para melhorar o ensino () Condições necessárias para melhorar o ensino (mas não suficientes)

6 O que é o CBC? Conteúdos Básicos Comum - CBC é uma proposta curricular e, como tal, apresenta descrição dos conteúdos e habilidades que os alunos devem aprender em cada disciplina. (O processo de construção de uma proposta curricular é longo e deve envolver a participação de especialistas em conteúdos, especialistas em educação, professores e gestores educacionais)

7 Histórico dos CBC Em 2003 – elaboração das versões preliminares dos CBC por equipes de consultores Em 2004 – discussão das versões preliminares por professores dos GDP de 220 escolas do Projeto “Escolas Referência” Em 2005 – elaboração de novas versões dos CBC e pesquisa de avaliação pela internet com professores Em 2006 – revisão dos CBC do Ensino Médio e ordenação dos conteúdos em função da Resolução SEE nº 753/2006 Em 2010 – ordenação e ajustes dos CBC do Ensino Fundamental tendo por base trabalho de especialistas e enquete junto a professores pela internet.

8 IMPORTÂNCIA DO CBC O conteúdo básico comum será parte obrigatória de todas as escolas estaduais de Minas é a base necessária para que o aluno seja capaz de construir o aprendizado em cada disciplina. O CBC representa 1/3 da carga horária da escola, que é de 800 horas/aula. O conteúdo dos 2/3 restantes serão definidos pelas escolas, em função do projeto pedagógico de cada uma, preservando a autonomia das instituições. O CBC também servirá da base para que sejam para os parâmetros das avaliações externas e para o planejamento da política educacional.

9 Tomar os CBSs como base para elaboração da avaliação anual do programa de Avaliação da Educação Básica (PROEB). Para o Programa de Avaliação da Aprendizagem escolar (PAAE). E para o estabelecimento de um plano de metas para cada escola. A constatação de um domínio cada vez mais satisfatório desses conteúdos pelos alunos gera consequências positivas na carreira docente de todo professor. IMPORTÂNCIA DO CBC

10 Estabelecer os conhecimentos, as habilidades e competências a serem adquiridas pelos alunos na educação básica, bem como as metas a serem alcançadas pelo professor a cada ano é uma condição indispensável para o sucesso de todo sistema escolar Os CBCs não esgotam todos os conteúdos a serem abordados na escola, mas expressam os aspectos fundamentais de cada disciplina, que não podem deixar de ser ensinados e que o aluno não pode deixar de aprender. Ao mesmo tempo, estão indicadas as habilidades e competências que ele não pode deixar de adquirir e desenvolver. IMPORTÂNCIA DO CBC

11 O CBC, como proposta curricular, responde as questões: O que ensinar?O que ensinar? (quais conteúdos, habilidades e competências). Por que ensinar?Por que ensinar? ( importância da disciplina na vida social e cultural). Quando ensinar?Quando ensinar? (faixa etária, ordenamento dos conteúdos e habilidades). Como ensinar?Como ensinar? (procedimentos, metodologias, recursos didáticos). Como avaliar?Como avaliar? (verificar se os alunos estão aprendendo).

12 Critérios para ordenação dos conteúdos: Pré-requisitos lógicos Adequação do nível de dificuldade do conteúdo e das habilidades ao grau de desenvolvimento cognitivo do aluno. Identificação dos conceitos estruturantes da disciplina. (Nas disciplinas existem conceitos que devem ser tratados de forma recursiva em diversos momentos do currículo. Esses conceitos precisam ser abordados com grau de complexidade crescente)

13 Desafio: a difusão de uma Nova Proposta Curricular ∙O professor precisa conhecer ∙A proposta deve ser considerada válida ∙O professor precisa estar insatisfeito com a proposta vigente ∙As escolas devem ter acesso a materiais didáticos coerentes com a nova proposta ∙Os exames de avaliação da aprendizagem externos precisam ser coerentes com a nova proposta – (Banco de Itens) ∙Os professores precisam ser capacitados (Para apoiar a difusão das novas propostas a SEE desenvolveu o Centro de Referência Virtual do Professor – CRV)

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15 15 ConcepçãoConcepção Centro de Referência Virtual do Professor – CRV Portal com recursos de apoio ao professor na implantação do CBC, favorecendo o: Planejamento, execução e avaliação das atividades de Ensino

16 PROPOSTA CURRICULAR CBC- FÍSICA

17 Apresentação da Proposta Curricular de Física Versão 2007 Contém os Conteúdos Básicos Comuns (CBC) de Física que devem ser ensinados para todos os alunos do 1º ano do Ensino Médio. Ela contém também uma proposta de conteúdos complementares destinados ao aprofundamento e ampliação dos conteúdos propostos para o 1°e 2° ano. No 3º ano, a escola poderá decidir sobre os conteúdos a serem ensinados aprofundando ou ampliando os mesmos. Esta versão faz uma reorganização dos tópicos de conteúdo das versões anteriores, mas mantém as orientações relativas aos objetivos e aos aspectos metodológicos do ensino de Física.

18 Apresentação da Proposta Curricular de Física Versão 2007 No CBC foi feita a opção por organizar os conteúdos em torno do conceito de energia. A razão para essa opção é o fato de ser energia um conceito fundamental das ciências naturais permitindo uma maior integração entre as disciplinas Química, Biologia e Física e entre as diversas áreas da própria Física. O conceito de energia é um conceito integrador importante nos campos das ciências naturais permitindo aos alunos o entendimento de uma ampla gama de fenômenos. O conceito de energia aparece também no cotidiano das pessoas ligado a problemas sociais e econômicos. O foco do currículo do 1º ano em torno de energia vai permitir ao jovem entender e participar de debates atuais como, por exemplo, o problema das mudanças climáticas na Terra

19 Apresentação da Proposta Curricular de Física Versão 2007 No CBC, que é destinado a todos os alunos, procurou-se focalizar os elementos de Física considerados essenciais na formação cultural científica do cidadão dos dias atuais, sugerindo uma abordagem mais fenomenológica, deixando para os anos seguintes a abordagem mais dedutiva e quantitativa. O CBC começa com um estudo sobre energia na Terra e na vida humana. A seguir, são destacadas as diversas formas de energia relativas aos campos da Mecânica, da Termodinâmica e do Eletromagnetismo. Os aspectos tratados poderão ser retomados e ampliados nos anos seguintes. A orientação metodológica sugerida é partir da observação e discussão dos fenômenos mais simples e avançar gradualmente na direção dos modelos explicativos que vão se sofisticando à medida que o tema vai sendo trabalhado. Espera-se que os modelos mais complexos de explicação dos fenômenos se complementem com o ensino dos tópicos complementares e mediante a interação com o ensino das demais disciplinas científicas do currículo.

20 INTRODUÇÃO Este documento apresenta a proposta curricular para o ensino da Física nas escolas de Nível Médio do Estado de Minas Gerais. A proposta procura valorizar fenômenos do cotidiano, a tecnologia, os conhecimentos produzidos pela Física contemporânea e a relação da Física com as outras disciplinas. Essa nova proposta apresenta novos objetivos para o ensino de Física, considerando que o ensino tradicional parece concebido apenas como etapa preparatória para os alunos que irão prosseguir com o estudo da Física no ensino superior. Tradicionalmente, os conteúdos são tratados de forma excessivamente abstrata e distante da realidade do aluno, baseando-se na mera transmissão de informações. Com isso, não se tem dado a devida atenção ao papel que a imaginação, a criatividade e a crítica cumprem na produção do conhecimento científico.

21 INTRODUÇÃO A Lei de Diretrizes de Bases da Educação (1996) coloca o Ensino Médio como etapa final da Educação Básica, que deve complementar o desenvolvimento do aluno iniciado no Ensino Fundamental. Essa proposta leva em conta as seguintes questões: Quais devem ser os objetivos do Ensino Médio? Quais devem ser as contribuições do ensino de Física para a formação dos jovens? Como integrar o ensino de Física ao ensino das outras disciplinas para formar habilidades necessárias à vida contemporânea?

22 INTRODUÇÃO Essas questões nos levam a pensar em: o que ensinar, por que ensinar, como ensinar e quando ensinar. Respostas a essas questões devem levar em conta a necessidade de flexibilidade curricular frente às diferentes realidades das escolas. Como é impossível ensinar todo o conteúdo da Física, é preciso fazer escolhas e, para isso, precisamos elaborar critérios para definir o que ensinar. Essa definição não deve ser atribuição exclusiva dos professores de Física, considerando que o programa de Física deve ser parte essencial do projeto pedagógico da escola e, portanto, deve ser construído coletivamente com a participação da comunidade escolar. Este documento apresenta razões para a presença da Física no currículo do Ensino Médio. Apresenta também diretrizes norteadoras para o ensino da disciplina, critérios para a seleção do conteúdo e os tópicos das habilidades as serem desenvolvidas

23 Por que o Ensino da Física no Ensino Médio A Física faz parte do currículo do Ensino Médio desde a introdução desse nível de escolarização no Brasil. Inicialmente era ensinada apenas para aqueles alunos que pretendiam seguir cursos universitários na área de ciências. A partir da década de 70, essa disciplina passou a integrar o currículo do Ensino Médio. Atualmente, conforme as Diretrizes Nacionais para o Ensino Médio (1998), a Física está incluída no currículo da Base Nacional Comum, na área de Ciências Naturais e suas Tecnologias.

24 Razões para o ensino desta disciplina

25 Razões Socioeconômicas Existe uma correlação forte entre o nível de compreensão de ciências pelo público e o nível de desenvolvimento econômico de uma nação. Argumentam também que o sucesso científico é um indicador do prestígio e poderio de uma nação no cenário internacional. Segundo esses argumentos, devemos ensinar Física para formar pessoal técnica e cientificamente qualificado com prestígio e poder no plano internacional.

26 Razões Sociopolíticas Como uma necessidade da vida nas democracias modernas, os parlamentos e órgãos executivos tomam decisões sobre temas, tais como, construção de usinas termonucleares, transposição de rios, barragens, sistemas de transporte, destino de resíduos radioativos, etc. As comunidades são chamadas a manifestar sua opinião sobre decisões que envolvem temas com forte componente científico. Nesse sentido, aqueles que expressam essa visão pressupõe alguma compreensão de ciências, o que só pode ser alcançado com a inclusão dessa disciplina nos currículos.

27 Razões Culturais As ciências naturais, incluindo a Física, representam uma das maiores e mais importantes conquistas culturais da humanidade. Ao ter acesso às ciências e a compreendê-las, os alunos estariam, portanto, sendo inseridos na cultura de seu próprio tempo, na condição de sujeitos e não na de meros espectadores. Razões Intelectuais As técnicas produtivas atuais, em todos os setores da economia, envolvem o uso de uma grande diversidade de equipamentos tecnológicos, de rotinas de trabalhos e de tarefas complexas. A s atividades práticas no ensino de Física podem contribuir para o desenvolvimento das habilidades de manuseio de instrumentos e de aparelhos, para a realização de medidas complexas, para a capacidade de seguir instruções sofisticadas na realização de tarefas e para a capacidade de aprender a partir de manuais técnicos. Pode, também, ensinar o jovem a ler e interpretar informações apresentadas na forma de tabelas e gráficos, que são formas usuais de comunicação na Física.

28 A Física pode contribuir para formação do jovem em: Lida com conhecimentos universais e particulares. Estabelece claramente limites de validade e aplicabilidade desses conhecimentos. Propõe teorias a partir das quais se estabelece o que é possível e o que é impossível, no que diz respeito aos fenômenos naturais e ao funcionamento de dispositivos tecnológicos. Constrói explicações racionais para eventos vivenciados ou apenas imaginados. Expande nossa imaginação ao lidar com o infinitamente pequeno e o infinitamente grande, com o próximo e o muito distante. Utiliza diversos modos de descrição e representação de informações, tais como gráficos, tabelas e equações, dentre outros. Usa conhecimentos teóricos e conhecimentos empíricos, articulando vínculos essenciais entre eles.

29 Diretrizes Norteadoras para o Ensino da Física Fundamentos para o Currículo Um currículo de Física deve estar voltado para a educação geral do cidadão, abrindo perspectivas para a formação profissional do estudante e possibilitando a aquisição de uma cultura técnica e científica básica. Por outro lado, o currículo também deve oferecer os conhecimentos básicos para aqueles alunos que desejam ingressar em curso superior ligado a carreiras tecnológicas ou científicas.

30 Desenvolvimento de Competências Uma primeira diretriz seria pensar o currículo como espaço de desenvolvimento de competências cognitivas, competências práticas e competências sociais que todo cidadão deve ter. Tais competências estão associadas à capacidade de descrever e interpretar a realidade, de planejar ações e de agir sobre o real. Devemos construir um currículo capaz de abarcar uma gama mais ampla de interesses e de estilos de aprendizagem. Incorporar o desenvolvimento científico que ocorrem na Física a partir do século XX.

31 Construção e Explicação de Fenômenos Uma segunda diretriz seria levar o estudante a entender e apreciar a forma como a Física constrói descrições e explicações sobre fenômenos. Pesquisa desenvolvidas pela Física influenciaram e continuam influenciando outras ciências e ajuda a construir uma nova visão do mundo e dos fenômenos naturais.

32 Uso de Artefatos Tecnológicos Deve propiciar ao estudante compreender algumas das tecnologias desenvolvidas a partir do conhecimento gerado pela Física. Aproximação com as Coisas Cotidianas A Física escolar deve se aproximar cada vez mais da Física do mundo real, das coisas do nosso cotidiano. Isso pode ser feito graças aos enormes avanços na produção de equipamentos de laboratório, barateando o seu custo e permitindo a realização de experimentos reais ou simulados

33 Contextualização e Interdisciplinaridade Alguns artefatos tecnológicos comuns não devem passar despercebidos nas salas de aulas. Por exemplo, aparelhos como retroprojetor, telefone fixo ou móvel, aparelho de televisão, câmera fotográfica, a própria rede elétrica, permitem uma rica discussão sobre a evolução técnica e o uso social dos artefatos tecnológicos, relacionando-os com os conceitos aprendidos na Física. A contextualização dos temas de estudo e a interdisciplinaridade no seu tratamento constituem os dois eixos básicos da perspectiva apresentada pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o ensino médio

34 Contextualização e Interdisciplinaridade Podemos entender como esses dois eixos se articulam com o compromisso da escola em contribuir para o desenvolvimento das competências consideradas como essenciais para a formação geral de todo o cidadão.. A contextualização e a interdisciplinaridade não se restringe tratamento simultâneo de um mesmo tema de estudo pela Física e por outras disciplinas

35 Critérios para a Seleção de Conteúdos. A proposta curricular para a Física no ensino médio terá, como as demais duas partes: um Conteúdo Básico Comum (CBC), obrigatório, expressando os conhecimentos e as habilidades básicas que todo jovem que atingiu este nível de ensino deveria dominar, seguida de um conjunto de Conteúdos Complementares para aqueles alunos da escola que, uma vez cumprido o Conteúdo Básico Comum, querem aprofundar os estudos na disciplina. O CBC lida com fenômenos mais comuns do cotidiano, que podem ser apresentados a partir de experiências simples Um objetivo do CBC é promover a compreensão dessas relações e da linguagem que a Física usa para descrever a realidade.

36 Critérios para a Seleção de Conteúdos O desenvolvimento do CBC parte do pressuposto de que os alunos devam compreender, a partir da observação e da discussão de fenômenos simples, algumas das idéias adotadas pelos físicos em relação à realidade, como a possibilidade de“modelizar” e de“matematizar” o estudo da natureza. Para o desenvolvimento do CBC, a experimentação desempenha um papel importante e é parte essencial das estratégias de construção do conhecimento físico.. Descrever e explicar os fenômenos físicos mais ligados ao cotidiano do aluno foi o critério genérico para a construção do CBC.. Uma característica básica das ciências como um todo, e da Física em particular, é a busca por um conhecimento universal. A necessidade de coerência interna entre os princípios, as leis e os modelos que constituem uma teoria, bem como entre a teoria e os fatos que ela procura explicar.

37 Critérios para a Seleção de Conteúdos Ao definir que alguns acontecimentos são possíveis ou impossíveis, as leis científicas e as teorias que as sustentam organizam o mundo à nossa volta. A caracterização da Física como atividade científica produtora de princípios, leis e modelos gerais pode ajudar os alunos a admirar essa ciência, desenvolvendo também competências e habilidades de investigação e compreensão dos objetivos do PCN para o ensino de Física do ensino médio. A Física influencia a cultura não apenas com os conhecimentos que produz sobre o mundo natural. Também influencia a cultura através das estratégias de pesquisa que utiliza para produzir conhecimentos.

38 Critérios para a Seleção de Conteúdos Enfatizar os aspectos tecnológicos e sociais da Física implica dar destaque tanto aos dispositivos tecnológicos baseados em conhecimentos de Física quanto aos grandes sistemas tecnológicos construídos pelo homem e que influenciam decisivamente nossa vida social, tais como os sistemas de produção e distribuição de energia, as telecomunicações e o transporte. No ensino médio, podemos e devemos, buscar entender a lógica e a Física subjacentes a algumas soluções tecnológicas. Os experimentos e atividades práticas e, principalmente, desenvolvimento de projetos, podem estar orientados para o desenvolvimento de artefatos tecnológicos que funcionam, que tenham um propósito definido.

39 Critérios para a Seleção de Conteúdos A tecnologia tem valor e importância própria, não devendo constituir apenas um elemento de motivação e desenvolvimento pedagógico de conceitos, princípios, modelos ou leis gerais da física. A forma como a tecnologia é abordada permite a realização de debates nos quais os alunos podem avaliar o impacto do desenvolvimento tecnológico no ambiente e na vida social. Existem outros de ordem prática e mais ligados às condições da escola, às exigências da comunidade local. Estes critérios envolveriam o projeto político-pedagógico da escola, a infra-estrutura, a carga horária a ser disponibilizada para a disciplina, os livros didáticos disponíveis no mercado, a presença das mídias no cotidiano da escola, além de temas políticos.

40 Conteúdo Básico Comum (CBC) 1º Ano 1 - Eixo Temático I – Energia na Terra 2 – Eixo Temático II – Transferência, Transformação Conservação da Energia 3 – Eixo 3 III – Energia – Aplicações CONTEÚDOS COMPLEMENTARES 1 – Eixo Temático IV - Luz, Som e Calor 2 - Eixo Temático V – Força e Movimento 3 - Eixo Temático VI – Eletricidade e Magnetismo 4 - Eixo Temático VII – Física Moderna Apêndice:. A Metodologia de Projetos como uma Proposta Pedagógica Interdisciplinar.

41 Tema 1: Energia e Vida na Terra TÓPICOS / HABILIDADESDETALHAMENTO DAS HABILIDADES. Energia na vida humana 1.1.Reconhecer a energia como algo indispensável ao funcionamento da vida social e que essa dependência vem Crescendo progressivamente ao longoda históriahumana. (Número de aulas sugeridas: 3).1. Saber que na ciência o termo energia tem um sen- tido específico, nem sempre coincidente com aqueles utilizados na linguagem comum. Identificar diferen- tes significados para a palavra energia dando também exemplos de outras palavras que têm diferentes sen- tidos na linguagem comum e nas ciências. Ex.: célula, força, potência, etc.

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43 CONCLUINDO... “A Escola da modernidade precisa CUIDAR E EDUCAR. Estas ações iniciam-se na Educação Infantil e devem ser estendidas ao Ensino Fundamental, Médio e posteriores. EDUCAR exige CUIDADO que envolve: EDUCAR é, enfim, enfrentar o desafio de lidar com GENTE ”. Parecer CNE 07/2010 acolher, ouvir, encorajar, apoiar, cuidar de si, do outro, da escola, da natureza, da água, do Planeta


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