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Jesus começa a Sua missão chamando os discípulos, isto é convocando a comunidade. Ele não quer actuar sozinho, envia seus discípulos a curar, a expulsar.

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2 Jesus começa a Sua missão chamando os discípulos, isto é convocando a comunidade. Ele não quer actuar sozinho, envia seus discípulos a curar, a expulsar os demónios a anunciar a Sua chegada. Ele vive «com» os outros, junto com os outros. Não actua sozinho, quer ser ajudado a salvar o mundo.

3 Jesus retirou-se no monte e passou a noite em oração. Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos. Descendo com eles, deteve-se num sítio plano, juntamente com numerosos discípulos e uma grande multidão (Lc 6, 12-17)

4 A missão, o testemunho que somos chamados a dar ao mundo em nome de Jesus, não consiste em técnicas, métodos, organização … pode ser que em determinada altura necessitamos disso …. Mas devemos estar bem convencidos de que a missão é o transbordar do amor de Deus em nós. Se não tivermos o coração cheio, inflamado do Amor de Deus, qualquer acção, qualquer organização será inútil.

5 O mundo está cheio de problemas, contudo o Senhor, não nos envia a resolver todos os problemas. Não somos enviados a salvar os matrimónios desfeitos, a resolver os conflitos que existem nas famílias, a resolver os problemas sociais, as injustiças ….

6 Olhemos para Jesus. Ele falava de algo que lhe enchia o coração. Estava cheio de Espírito Santo, cheio de Deus, por isso todos aqueles que O tocavam, ficavam curados.

7 Jesus não fazia um diagnostico e depois dizia: «a ti posso ajudar-te e a ti não». Não, todos aqueles que o tocavam ficavam curados, porque dele saia uma força que curava a todos. Ele próprio ficava espantado, por isso, tantas vezes dizia: «foi a tua fé que te curou!».

8 Se não permanecermos em comunhão com Deus e com os irmãos não podemos realizar a nossa missão evangelizadora.

9 No silêncio do próprio quarto, face a face com Ele, Deus fala, como a Moisés: «Eu vi a miséria do meu povo, envio-te para o libertar» (Ex 3,1-10) A oração não tira tempo aos homens, é pela oração que a vida torna-se missão.

10 As pessoas que encontramos não querem saber qual é a nossa profissão, os títulos que adquirimos na sociedade, onde apreendemos o que estamos a comunicar, não, a gente quer saber de onde vem a nossa força, a nossa mudança de vida, a nossa capacidade de curar, de transmitir paz, amor, reconciliação …

11 Os santos, ao longo da história, testemunham qual foi o segredo da sua fecundidade espiritual. Foram pessoas humildes que procuraram a Deus. S. Bento retirou- se no vale de Subiaco; S. Francisco, em Carceri, fora de Assis; Inácio, na gruta de Manresa; e Teresinha, no Carmelo de Lisieux. Sempre que ouvimos falar dos santos, deparamos com o seu ardente e profundo desejo de se encontrar com Deus. O próprio Jesus passou noites inteiras em oração. São Paulo também retirou-se no deserto durante dois anos, antes de começar sua pregação.

12 A nossa missão tem como fundamento a presença constante do Ressuscitado que, pelo poder do Espírito Santo, renova todas as coisas. Jesus continua a ser o EMANUEL – Deus Connosco – todos os dias até ao fim dos tempos.

13 Jesus continua a ser o Único e Grande Sacerdote da Nova Aliança que se compadece das nossas dores e nos cura com o poder da Sua Bênção, como podemos ler na Carta aos Hebreus.

14 Ele nasceu pobre em Belém, passou pela experiencia dolorosa da emigração, voltou à terra e viveu em Nazaré, uma pequena aldeia desconhecida da Galileia, como todos nós, a vida do dia-a-dia. Pregou só durante três anos.. Mas, antes disso, foi o Deus Connosco durante os trinta anos … A Sua missão é precisamente este «estar connosco» sempre.

15 O Mistério da Encarnação que culmina no Mistério Pascal continua em nós … Jesus envia-nos em Missão: «Ide, Estarei sempre convosco» Como Jesus, também a nossa missão é «estar com»; é estar presente onde a humanidade precisa. Doentes, moribundos, estrangeiros, excluídos … entrando na sua fraqueza e levando a felicidade das bem-aventuranças, mudando a tristeza em alegria … Jesus acompanha-nos confirmando a Palavra com os Seus prodígios.

16 A maior parte da acção de Deus neste mundo passa despercebida porque Ele actua no segredo dos corações que se abrem à sua graça. A primeira e mais importante parte da missão é estar com Jesus: 10Em ti está a fonte da vida; é na tua luz que vemos a luz. (Salmo 36)

17 «Pedi, e ser-vos-á dado; procurai, e encontrareis; batei, e hão-de abrir-vos.» (Mt 7,7); «Tudo o que pedirdes com fé na oração ser-vos-á concedido.» (Mt 21,12)

18 Permanecendo em oração, percebemos que sem Deus nada podemos fazer; assim, passando pela nossa fraqueza, Deus abre o caminho para uma verdadeira libertação interior que tem efeitos também nos outros.

19 Os nossos corações ardentes de amor e os nossos ouvidos receptivos e olhos iluminados são agora capazes de reconhecer a presença dAquele que «está connosco» e continua a revelar-se nos pobres, nos doentes, nos famintos, nos presos, nos refugiados … com o poder do Espírito Santo.

20 Muitas vezes, pensamos que a missão é exclusivamente DAR, mas a verdadeira missão é também é RECEBER. Se fosse só dar poderíamos ficar cansados. Se é também receber, temos uma fonte inesgotável … O Espírito de Jesus sopra onde quer, por isso, não há ninguém que não possa transmitir esse mesmo Espírito.

21 O amor de Deus não só é dado, mas também é recebido. Sem nos faltar a capacidade de «receber» não chegaremos longe. Podemos visitar os doentes, consolar os moribundos, dar esperança aos deficientes e aos prisioneiros, acompanhar os refugiados, acolher os migrantes … mas bem depressa ficaremos queimados, se não conseguirmos receber deles o Espírito do Senhor

22 O Espírito de Deus está escondido na pobreza, na fragilidade e na dor. Foi por isso que Jesus disse: «Bem- aventurados os pobres, os perseguidos, os que choram.»

23 Sem este «dar» e «receber», sem esta «comunhão» de vida, a missão tornam-se manipuladora. Só «dando e recebendo» entramos em «comunhão» e, o círculo de amor, iniciado na comunidade dos discípulos, pode crescer até abraçar o mundo inteiro. Por isso, cada vez que estendermos a mão para «dar», não as devemos fechar para «receber».

24 A Igreja reúne-se para celebrar a Eucaristia. É a missão de Jesus que continua na Sua Igreja. A vida cristã é vida eucarística, por isso é sempre uma missão.

25 A Eucaristia é o centro da missão porque nela celebrámos o amor dado e recebido. Será celebrada numa grande catedral ou num pequeno grupo, com simplicidade Mas é sempre celebração da vida dada e recebida de Jesus Cristo; um acontecimento sempre actual, que nos revela a vida como um dom maravilhoso de Deus, um dom a partilhar, um dom de amor mais forte do que a morte.

26 Uma vida eucarística é uma vida transbordante de gratidão. Uma virtude que precisa de ser descoberta, cultivada e vivida com grande cuidado interior. Uma vida cheia de gratidão

27 Como para os discípulos de Emaús, podemos deixar que Jesus prossiga a sua viagem, assim continuará a ser para nós um estranho. Mas também podemos convidá-LO a entrar na nossa vida interior e permitir que Ele transforme o deserto em jardim, as trevas em luz, os ressentimentos em gratidão. A Eucaristia é um dom oferecido gratuitamente.

28 435 – VEM, ESPÍRITO SANTO Vem, vem, vem, Espírito Santo Transforma a minha vida, quero renascer (4x) Quero abandonar-me em Teu amor, Encharcar-me em Teus rios, Senhor, Derrubar as barreiras em meu coração (bis)


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