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LogísticaCaso Distribuição e Transporte1 Video Introdução: be.com/watch?v =MofQWuqYPR s.

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1 LogísticaCaso Distribuição e Transporte1 Video Introdução: be.com/watch?v =MofQWuqYPR s

2 A WFP: LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte2 In 1994, WFP became the first United Nations organization to adopt a mission statement. It is the foundation on which we build our policy, defining the who, what, where and how of our 'mission' to eradicate global hunger and poverty World Food Programme A WFP é a maior organização internacional de ajuda humanitária a combater a fome em países subdesenvolvidos que enfrentem situações de escassez de alimentos.

3 A WFP: História LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte3 Previsto inicialmente como um programa experimental de 3 anos a ter início em 1963, a WFP ganhou asas ainda mal havia começado. - O Irão foi abalado por um tremor de terra em Setembro de Em Outubro de 1962 um furacão atingiu a Tailândia. - A Algéria, cuja independência havia sido alcançada recentemente, necessitava de realojar 5 milhões de refugiados. Era urgente o apoio alimentar, a WFP forneceu-o. E nunca mais parou!

4 Oceano Índico 1.75 milhões Haiti vítimas Etiópia Iraque 4 milhões Nordeste de África Moçambique Kosovo Colombia Timor Bangladeche Sudão 19 milhões Coreia do Norte meio milhão África do Sul 20 milhões Sudão Etiópia África 27 países Palestina África do Sul vítimas El Slavador vítimas Ruanda 3 milhões LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte4 A WFP: Linha temporal das operações

5 WFP e o Mundo: LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte5 A WFP é a principal entidade das Nações Unidas na luta contra a fome mundial. As suas operações têm como objectivo: - Salvar pessoas em situações de emergência tais como refugiados de guerra, indo de encontro às suas necessidades mais básicas. - Melhorar a nutrição e qualidade de vida das pessoas mais vulneráveis em tempos críticos das suas vidas. - Apoiar o desenvolvimento socio-económico e promover a sustentabilidade autónoma das pessoas e comunidades.

6 WFP e o Mundo: LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte6 Quem é que ajuda? - Vítimas de desastres naturais. - Refugiados. - Pessoas condenadas pela pobreza e fome. Onde actua? - Desde África e Médio Oriente até à América Latina e Ásia. Como combate a fome? - Rápida Actuação - permanente estado de alerta. - Boa Capacidade de Resposta – fácil mobilização de recursos. - Reabilitação - ajuda a reconstrução das regiões afectadas. - Diminuição da pobreza.

7 WFP e o Mundo: LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte7 Como é que a WFP impulsiona o desenvolvimento? - Alimentação na escola - como forma de recompensar as crianças pela ida à escola. - Luta contra HIV e SIDA – uma boa alimentação é o primeiro passo na luta contra a SIDA. - Troca de comida por trabalho - pagamento pela construção de infra-estruturas vitais. Focar as mulheres – a WFP acredita que as mulheres são a primeira e mais rápida solução para a diminuição da pobreza e fome no mundo. Elas não só cozinham como também semeiam e cortam muitos alimentos.

8 WFP e o Mundo: LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte8 A WFP dirige projectos de emergência e desenvolvimento em 82 países por todo o mundo. Estes projectos estão divididos em 4 categorias: - Emergências (EMOP) – resposta aos desastres quer naturais quer causados pelo Homem. - Ajuda e Reabilitação (PRRO) – da crise à reestruturação. - Desenvolvimento (Dev) – ajuda alimentar para o desenvolvimento social e económico. - Operações Especiais (SO) – uso da logística para acelerar o transporte e entrega de alimentos. Em 2005, conseguiram ajudar 97 milhões de pessoas.

9 WFP: Em acção A WFP está sempre na linha da frente para fazer face a qualquer emergência alimentar. Seja esta de origem natural ou pela mão do homem. Efectua um levantamento da situação: - Qual a quantidade de alimentos necessária? - Para quantas pessoas? - Durante quanto tempo? - Como pode esta ser entregue a quem mais precisa? É elaborada uma operação de emergência: - Plano de acção e orçamento. - Lista de quem vai receber os alimentos e que tipo de alimentos. - Tipo de transporte a ser usado. - Que canais humanitários serão utilizados para fornecer a zona de crise. LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte9

10 WFP: Em acção A logística da WFP trabalha para reduzir a distância entre as doações e os necessitados. É feito um apelo á comunidade internacional para fundos e alimentos. - A agência depende inteiramente de contribuições para financiar as suas operações. No terreno esta trabalha proximamente com os líderes das comunidades, certificando-se que ajuda chega a quem mais precisa. - É tido em conta o que a população local normalmente se alimenta. - Em urgências, casos extremos e fases iniciais são distribuídas barras altamente energéticas e ricas em nutrientes e vitaminas. LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte10

11 Distribuição: Inicialmente são recolhidos donativos de governos e doadores, por todo o mundo. Estes donativos são posteriormente enviados normalmente por navio para centros perto da zona de crise. - Se não existirem condições para armazenar os alimentos são construídos armazéns e as estruturas necessárias. - Estes centros são o ponto de distribuição local para a zona afectada LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte11

12 Distribuição: A WFP utiliza a United Nations Humanitarian Response Depot (UNHRD), uma rede de depósitos localizados em locais chave/estratégicos espalhados por todo mundo. Estes: - Permitem a resposta a 4 grandes emergências afectando até 1 milhão de pessoas em qualquer parte o mundo. - São geridos por uma célula central (Brindisi - Itália). - Altamente flexíveis. - Drástica redução de custos na distribuição dos bens de ajuda. LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte12

13 Transporte: A WFP utiliza todos os meios possíveis e imaginários para fazer chegar ajuda onde esta é necessária seja por mar, terra ou ar: - Mar: Desde o transatlântico de carga aos pequenos botes. - Terra: Comboio, Camiões, Jipes, Automóvel, Animais - Ar: Aviões de carga, Biplanos, Helicópteros LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte13

14 Transporte: - Mar – 3.3 milhões de toneladas - Terra – 4.2 milhões de toneladas - Ar – 154 toneladas LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte14 Em 2005 a WFP distribuiu cerca de 6.2 milhões de toneladas de alimentos. Em adição transportou cerca 368 mil passageiros de mais de 100 Organizações não governamentais de e para zonas de crise.

15 Transporte: Mar LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte15 A espinha dorsal da logística de transporte da WFP Cerca de 201 navios de alta capacidade transatlânticos - Transporte de cerca de 2.4 milhões de toneladas (2005). Vários navios convencionais tanto mistos como de carga. - Transporte de cerca de 900 mil toneladas (2005). Pequenos barcos, barcaças e botes. - No Sudão centenas de toneladas foram transportadas de Nile para o sul por barcas.

16 Transporte: Mar LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte16 Cerca de 30 navios carregados de alimentos permanentemente em alto mar. - Stock flutuante de mais de 300 mil toneladas, prontos a responder a qualquer emergência As cargas variam de pequenas parcelas ( pacotes de leite, comida enlatada) a cargas de 50 toneladas em grão. Alta velocidade de resposta a crises com acesso a todo tipo de navios consoante o necessário. - Porta-aviões, navios de passageiros…

17 Transporte: Terra LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte17 O meio mais flexível para entregar ajuda alimentar. - Camiões são o principal meio de transporte terrestre da WFP Contrata empresas de transportes e tem frotas próprias - Com capacidades desde as 40 toneladas a pequenas carrinhas e carros. - Em 2005 cerca de 60 camiões atravessaram o deserto Sahara desde a Libia até Chad, uma distância de cerca de 1500Km carregando cerca de 1.5 mil toneladas de alimentos. - Foram entregues por mês cerca de 60 mil m 3 de alimentos por difíceis trilhos e poeirentas estradas, atingindo um pico de 80 mil m 3 em Outubro.

18 Transporte: Terra LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte18 Onde necessário e na falta de outras alternativas pontes e estradas são construídas. Se disponíveis são usadas linhas férreas. Quando as estradas são inutilizáveis ou inexistentes e o terreno de condições extremamente adversas são utilizados animais.

19 Transporte: Ar LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte19 No caso de uma emergência repentina, transporte terrestre perigoso e a velocidade como factor determinante a WFP recorre aos céus. - Em Dezembro de 2004 na Índia após o Tsunami o meio aéreo era a única opção. No inicio de 2006 a WFP operava cerca de 103 aviões e helicópteros. Descargas aéreas por avião e descargas localizadas por helicóptero.

20 Transporte: Ar LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte20 Pequenas avionetas coordenadas com os grandes aviões de carga proporcionam rápida distribuição desde os aeródromos. Em 2005 foram aerotransportados 250 mil passageiros e entregues 280 mil toneladas de carga. - 8 de Outubro 2005 um terramoto atingiu o Paquistão, a WFP envia uma força de ajuda maioritariamente de helicópteros (MI-8 e MI-26), no final de Dezembro estes já tinham transportado cerca de 6.7 toneladas de carga e 23.5 mil pessoas.

21 Uma imagem vale mais do que 1000 palavras… LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte21 Filme WFP:

22 Conclusão LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte22 A logística de distribuição e transporte da WFP tem de funcionar como uma máquina bem oleada: - a quantidade de alimentos certa - entregues ás pessoas certas - no local certo - no tempo certo - ao preço certo Para tal a, WFP tornou o complexo trabalho de movimentar ajuda alimentar numa arte, vidas dependem disso...

23 Conclusão LogísticaCaso Distribuição, Caso Transporte22 A logística de distribuição e transporte da WFP tem de funcionar como uma maquina bem oleada: - a quantidade de alimentos certa - entregues as pessoas certas - no local certo - no tempo certo - ao preço certo Para tal a, WFP tornou o complexo trabalho de movimentar ajuda alimentar numa arte, vidas dependem disso... Logística Inversa

24 VASP – RECOLHA DE SOBRAS DIÁRIAS O sistema de recolha das sobras consiste em recolher os items (jornais, revistas,..) que já não estão actualizados (recolha de todo o papel invendido durante um período).

25 VASP – Recolha de sobras diárias Há 20 anos o sistema de recolhas era mensal, e apesar dos títulos serem significativamente menos ocupavam um espaço substancial e precioso, havendo casos onde os títulos invendidos eram depositados noutros locais até à sua recolha. Após alguns anos este ciclo de recolha tornou-se semanal. Este modelo foi sofrendo evoluções e aperfeiçoamentos, o que permitiu tempos de resposta adequados aos níveis de exigência de vários actores do mercado. O ciclo de recolhas semanal é adequado para publicações de ciclo mensal, ou inferior mas de tiragens mais reduzidas. Este modelo começou a revelar uma resposta insuficiente para os jornais e revistas diários, principalmente para os de maior circulação.

26 VASP – Recolha de sobras diárias * - podíamos assumir que o modelo era aquele, e passivamente conviver com a situação. Mas não é essa a nova cultura – juntando inconformismo com inovação, e olhando à nossa volta para encontrar best practices neste domínio, chegámos à conclusão que se queríamos dar um salto, honrando os nossos pergaminhos de revolucionar o mercado, tínhamos mesmo de evoluir para o ciclo de recolha diário. Num mercado cada vez mais complexo, os Editores necessitavam de informação cada vez mais rápida e fiável; os pontos de venda também queriam ter uma resposta mais célere da distribuidora às alterações das sua remessas e, em simultâneo, percebeu-se que a oportunidade de se verem livres dos maços de jornais e revistas que ocupavam as suas lojas seria recebida de braços abertos. ** - Na base da implementação da recolha diária de sobras está não só o desejo de continuar a fazer evoluir a performance da Vasp, mas também uma forma de resolver o problema de falta de espaço dos pontos de venda. * Rosalina Festas, directora de Vendas e Gestão de Rede da Vasp - Revista Quiosque ** Fernando Guedes da Silva, director de Marketing de Editores da Vasp – Revista Quiosqu

27 VASP – Recolha de sobras diárias Implementação gradual do sistema de recolha diária: Junho 2006 – cidade do Porto – 500 pontos de venda. Julho 2006 – Algarve – 508 pontos de venda. Agosto/Setembro 2006 – Grande Lisboa – 600 pontos de venda. Setembro 2006 – Braga – 300 pontos de venda. Outubro 2006 – Grande Porto (rotas à volta da cidade), cidade de Lisboa e Margem sul do Tejo. 1º semestre 2007 – restantes pontos do país. Resultados da implementação: Tratamento das sobras semanais menos complexo e moroso. Disponibilidade da informação sobre as vendas efectivas de cada ponto de venda de forma muito mais rápida, ganhando em tempo e eficácia, o que permite uma actuação imediata, entre 48 e 72 horas, no ajustamento das quantidade de reparte, seja aumentando (para evitar esgotamentos) seja pra reduzir (eliminando sobras excessivas). Carregamento de informação nas bases de dados que suportam o processo de tomada de decisão da Distribuidora e dos seus Editores. O espaço nos Agentes é utilizado para maximizar as vendas das publicações e não para o armazenamento de sobras.

28 VASP – Recolha de sobras diárias São enviados relatórios aos Editores sobre o estado das vendas para que se proceda a ajustes: Minimização dos efeitos oscilatórios das diferentes épocas do ano. Melhor gestão do espaço disponível nos pontos de venda, permitindo um melhor armazenamento da mercadoria. Maior eficácia na medição das pormoçoes dos jornais diários dando aos Editores sinais do seu prolongamento.

29 VASP - Resumo A implementação do novo sistema de recolha de sobras diárias traz vantagens a vários níveis, todos eles importantes: 1.Reparte – A Vasp passa a dispor de informação sobre as sobras muito mais rapidamente. Pode, assim, actuar de imediato (entre 48 e 72 horas) para aumentar ou diminuir as quantidades enviadas para o ponto de venda das edições seguintes, reduzindo a probabilidade de esgotamentos ou excesso de sobras. 2.Informação de Gestão para o Editor – pela informação sobre a evolução das Vendas mais rapidamente disponível, o Editor pode tomar decisões atempadamente, sejam elas de natureza editorial (por exemplo, aprofundando ou alterando um tema de interesse noticioso), de natureza promocional (aumentando ou reduzindo o investimento em promoção do título ou de algum dos seus subprodutos) ou para suportar um qualquer processo de tomada de decisão urgente.

30 VASP - Resumo 3.Redução do espaço ocupado pelas sobras – Em particular para os pontos de venda que se debatem com falta de espaço, o levantamento diário das sobras permite reduzir o espaço que estas ocupavam ao longo da semana. 4.Simplificação do processo semanal das sobras – Para as restastes publicações, o processo semanal de preparação e recolha das sobras (que se mantém exactamente como até aqui) fica mais simplificado, uma vez que o número de exemplares e de títulos diminui o que também se verifica com o número de maços e tempo total de preparação das sobras.

31 Bibliografia: Revista Quiosque Raul Tavares Director Jornal Notícias Eng. Rocha Ferreira Director VASP


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