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CEU EMEF PARQUE ANHANGUERA - 2010. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE Denominação: CEU EMEF PARQUE ANHANGUERA DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PIRITUBA Endereço:

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1 CEU EMEF PARQUE ANHANGUERA

2 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE Denominação: CEU EMEF PARQUE ANHANGUERA DIRETORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PIRITUBA Endereço: Rua Pedro José de Lima, 1020 CEP: Telefone: Bairro: Jardim Parque Anhanguera Distrito: Morro Doce Subprefeitura de Perus Dados Institucionais: Ato de Criação: Decreto /05/2008 (DOC.21/05/2008) Inauguração: 20/12/2008 Início de funcionamento: 23/09/2008 Código de Endereçamento: Código GERFUNC: Código MEC: CIE

3 HISTÓRICO DA UNIDADE A CEU EMEF PARQUE ANHANGUERA, inaugurada no mês de dezembro de 2008, teve suas atividades iniciadas em 23 de setembro do mesmo ano, quando, então, recebendo alunos das escolas do entorno, passou a funcionar com oito classes de Ensino Fundamental I. Localizada na Rua José Pedro de Lima 1020, Jardim Parque Anhanguera, atende a uma população oriunda de diversas localidades do bairro Morro Doce, com ênfase especial para os moradores da área de ocupação irregular vizinha. Caracterizada por uma história de lutas e conquistas, a região do Morro Doce é um distrito situado na Zona Noroeste da Cidade de São Paulo, pertencente à Subprefeitura de Perus. Suas origens remontam às antigas plantações de cana-de-açúcar existentes no bairro e que serviam para produção de cachaça em alambiques. A partir da inauguração da rodovia Anhanguera, durante a década de 1940, sua área ganhou novo impulso, com a incorporação de estabelecimentos de caráter industrial em suas margens. A rodovia também serviu para impulsionar o crescimento populacional do distrito, com as formações de bairros lindeiros, tais como o Jardim Jaraguá, o Jardim Britânia e o Jardim Anhanguera. Na atualidade o bairro do Morro Doce conta com aproximadamente 30 mil habitantes, migrantes de várias regiões do país.

4 HISTÓRICO DA UNIDADE Inserida no Centro Educacional Unificado Parque Anhanguera, a EMEF situa-se numa das regiões mais carentes do bairro Morro Doce. Localizada as margens da Rodovia Anhanguera (km23), ao seu lado encontra-se extensa área invadida por loteamentos irregulares, com poucas casas de alvenaria, sendo a maioria construída com uso de materiais como madeira e papelão. Estrategicamente situado, o Centro Educacional Unificado se constitui como um importante polo de referência para o desenvolvimento local, possibilitando o acesso à educação, lazer e cultura, bem como favorece o desenvolvimento econômico e social da região. Cumpre considerar que Unidade Escolar encontra-se em processo de constituição de sua identidade, o que ainda requer a pesquisa junto aos atores envolvidos no processo educativo (alunos, pais, professores, funcionários, comunidade, etc.) acerca de elementos que permitam a real caracterização do espaço escolar, suas necessidades e objetivos. Por ora, esse esforço tem sido empreendido por meio do Projeto Especial de Ação (PEA), no qual estão sendo delineados instrumentos e medidas que permitam o reconhecimento da comunidade escolar, no sentido de se definir com clareza qual a missão, os valores e concepção que devem orientar o trabalho na escola.

5 DIAGNÓSTICO Observa-se, num primeiro momento, que a comunidade que compõe o público da nossa escola é composta essencialmente de migrantes, boa parte dela oriunda dos estados do Nordeste e de extração humilde. Aparentemente são politizados, visto grande interesse em participarem do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres. No entanto, não identificamos ainda lideranças organizadas ou associações formais bem instrumentadas. Sabemos, apesar disso, que a construção do CEU Parque Anhanguera era um desejo latente e uma reivindicação da comunidade. Deduz-se que convivem no ambiente escolar educandos oriundos de famílias de classe média baixa, com pais escolarizados, porém com pouco acesso a bens culturais, bem como alunos cuja renda familiar ainda é insuficiente para a aquisição das necessidades básicas, contribuindo para uma má condição de saúde e nutrição, com dificuldades de acesso ao sistema de saúde e infra- estrutura básica. A região carece de oportunidades culturais e de lazer, o que limita o universo dos alunos. Diante deste quadro, nos deparamos com um ambiente muito propício ao desenvolvimento da auto-estima e das potencialidades individuais dos alunos, seja no campo do conhecimento científico, cultural, das artes, esportes ou mesmo da organização comunitária para o exercício da cidadania.

6 DIAGNÓSTICO Por isso, a comunidade na qual se insere essa escola, tem nela a expectativa de luta efetiva contra a exclusão, através da retomada do processo de humanização da vida, resgatando as suas identidades culturais e formando uma rede de proteção social com os demais equipamentos disponíveis. Para tanto, já temos desenvolvidos momentos de convivência entre pais e filhos, em comemorações feitas na escola, em confraternizações ou ainda em momentos onde os pais são convocados individualmente para tomarem ciência de alguns comportamentos não condizentes com a conduta escolar. Momentos estes onde a escola mostra que o sucesso do nosso aluno só pode acontecer a partir de parcerias, visando à melhoria da qualidade de vida, através da mudança da sua relação com o meio em que vive e com o outro e, principalmente, consigo mesmo. A construção de um projeto pedagógico, num espaço democrático, requer todo um exercício prático de um coletivo de profissionais, em que o empenho maior é transpor entraves que muitas vezes dificultam as ações. Para isso, há a necessidade de maior integração e compromisso para existência de um grupo fortalecido e de consenso, condição para essa construção.

7 EIXOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO A construção do Projeto PedagógicoA escola aprendente A construção do Projeto Pedagógico: A escola aprendente. Como nossa história é recente, temos tudo por fazer, inclusive construir no dia-a-dia, na rotina, a nossa proposta de trabalho. Aprimorando o nosso olhar e os nossos sentidos nas relações interpessoais que serão construídas, transformaremos o Projeto Pedagógico em ação intencional, com sentido explícito e como compromisso assumido coletivamente sobre a organização do trabalho coletivo. A formação da equipe escolar A formação da equipe escolar. Atualmente, pelo menos uma parcela significativa dos segmentos que atuam dentro da escola reconhece a importância vital da busca constante de aprimoramento através da formação permanente. O conhecimento, a tecnologia, a própria história da humanidade, caminha a passos largos, sendo necessário correr atrás do processo para não estagnar. A complexidade das relações institucionais, familiares e pessoais que recebem a carga da estrutura do mundo moderno exige que os profissionais dentro da escola tenham uma atuação mais ampla, abrangendo praticamente todas as áreas do conhecimento, devendo ser garantido na sua organização, tempo e formas de socialização o saber construído. Desta forma, a escola é palco de formação nos dois sentidos: ao mesmo tempo em que forma, é formada.

8 EIXOS NORTEADORES DO PROJETO PEDAGÓGICO Diversidade cultural Diversidade cultural. Resgatar a identidade da comunidade, através da divulgação e valorização de sua cultura de origem, no que diz respeito aos hábitos e costumes gerais, tradições e princípios, manifestações artísticas e folclóricas, conhecimentos geográficos da região, contrapondo-se, desta forma, aos efeitos dos preconceitos e discriminação sofridos por esta população, que derruba a auto- estima e a confiança, tão necessárias para a realização de qualquer projeto individual ou coletivo, propiciando, assim, espaço para o desenvolvimento de potencialidades inatas. Princípios e valores Princípios e valores. Viemos ao mundo para sermos felizes e, para tanto, necessitamos de qualidade de vida, o que implica, na relação do ser - humano com o mundo, ter princípios e valores como diretrizes que movem as ações. O espaço coletivo da escola é o palco privilegiado para que os alunos possam sentir, nas suas relações diárias, o significado de respeito, solidariedade, cooperação, responsabilidade, justiça, legitimidade, etc. Cabe à escola propiciar as condições mínimas para que esses valores se desenvolvam, a partir do exemplo vindo dos profissionais que ali atuam e de atividades em que esta reflexão esteja contida.

9 RECURSOS HUMANOS EQUIPE DA UNIDADE ESCOLAR I. EQUIPE TÉCNICA DIRETORA IRACILDA FIORUSSI ASSISTENTES DE DIREÇÃO ELIANA RODRIGUES SIMONE CAVALCANTE DA SILVA COORDENADORAS PEDAGÓGICAS ALESSANDRA POLLON SERVILHA SOPRANI CAMILA DE BRITO BRANDÃO

10 RECURSOS HUMANOS EQUIPE DA UNIDADE ESCOLAR II.QUADRO DE APOIO SECRETARIA CARLA DANIELE PEGO RAMOS CLEIDELI DE SOUZA FRANCISCO CARDOSO DA SILVA LILIAN CARLA LIZARDO OLIVEIRAATEs ITAMAR DE LIMA REIS JOSÉ BONIFÁCIO D. DA C. FILHO JUCELI DE FÁTIMA LIMA DA SILVA MONICA DE CASSIA DA CUNHA NOEMIA AGUIAR DA SILVA ROSANA CASSIANO SILVA DO VALE SHEILA DOS SANTOS LIMA

11 RECURSOS HUMANOS EQUIPE DA UNIDADE ESCOLAR III. DOCENTES CICLO I CARLA CARVALHO COSTA ELIZABETH BATISTA DA SILVA FERNANDA CARREIRA MENDES JULIANA DOS REIS FEITOSA LUCELIA VENANCIO ANASTACIO LUCIANA NASCIMENTO LUCIANE RODRIGUES GALLO MAGDA BARBOSA DAMACENO MATIOLI MARIA DIVINA VALENTIN DIAS MARILZA CARDOSO VIL PEREIRA MARISTELA MIRANDA DE LIMA MIRIAM RIBEIRO GARCIA MIRIAN DE SOUZA C. GONÇALVES RENATA LUCIA ZANATTA ROBERTA CARVALHO BORGES SIBELI PINHEIRO LIMA SIMARA BISPO DOS REIS NASCIMENTO THASSIA SANTOS SILVA

12 RECURSOS HUMANOS EQUIPE DA UNIDADE ESCOLAR III. DOCENTES CICLO II ADRIANA FONTES RABELLO ALEXANDRE DIAS DA SILVA CLAUDIA MARIA BERTHEQUINE FERNANDA ALEXANDRE G. E SILVA FLAVIO LEMOS DE SOUZA GABRIELA FRATTA MARTINS HUDSON FABRICIUS PERES NUNES IVANIA RIBEIRO GOVOES JENICE MARTINS DA SILVA JORGE MENDES KATIA CILENE R. DA S. DE MORAES MANOEL MESSIAS DIAS DOS SANTOS REYNALDO PEREIRA DOS SANTOS ROSANA ARIAS MACK

13 RECURSOS HUMANOS EQUIPE DA UNIDADE ESCOLAR SAMANTA DE OLIVEIRA BARBOSA SANDRA DE ALCÂNTARA FLORENCIO SONIA APARECIDA BRIGANON SONIA APARECIDA CONTADOR VALTER PAULINO ESTEVAM VANESSA CRISTINA DE SOUZA VANISIO LUIZ DA DILVA VERA LUCIA MATHEUS DA SILVA WILTON DE MORAES BATISTAPOIE EVANGELINA AXI MARTINSPOSL TERESINHA TARGA BERTOLLI

14 PROJETOS DESENVOLVIDOS EM 2010 SEMANA DE ACOLHIMENTO AOS ALUNOS – BAILE DE CARNAVAL Na primeira semana de aula foram realizadas atividades de acolhimento aos alunos ingressantes e aqueles já pertencentes à Unidade Escolar, integrando-os e apresentando as mudanças ocorridas na escola de 2009 para O projeto culminou com um Baile de Máscaras organizado por professores e alunos.

15 PROJETOS DESENVOLVIDOS EM 2010 PROJETO DENGUE Considerando a existência de focos da doença, que colocaram o bairro em estado de alerta, foi desenvolvido um projeto que abordou o tema de forma lúdica e informativa. O resultado: trabalhos de divulgação de combate à doença, discussões, visando à conscientização dos alunos, bem como da comunidade, e a culminância da construção de um jogo de percurso, no qual os alunos puderam ratificar sua compreensão acerca do assunto.

16 PROJETOS DESENVOLVIDOS EM 2010 SEMANA DA SAÚDE Com o objetivo de promover ações que fomentem hábitos saudáveis de cuidados com o corpo e a qualidade de vida, os alunos do Ciclo I desenvolveram uma série de atividades versando sobre a temática da saúde. No Ciclo II, a ênfase recaiu sobre a questão das drogas e sexualidade.

17 PROJETOS DESENVOLVIDOS EM 2010 SEMANA DO MEIO AMBIENTE Em continuidade as ações desenvolvidas no ano de 2009, em 2010 foi realizada a 2ª Semana do Meio Ambiente no CEU EMEF Parque Anhanguera. O foco foi o Desenvolvimento Sustentável e os alunos, lançando mão de recursos como câmeras de aparelhos celulares, registraram situações de desequilíbrio ambiental provocado pela ação humana, bem como, práticas de preservação da natureza.

18 PROJETOS DESENVOLVIDOS EM 2010 PROJETO COM ALUNOS MONITORES Considerando o eixo do protagonismo juvenil, a Professora Orientadora de Informática Educativa organizou um grupo de alunos monitores com ampla divulgação para todos os alunos interessados do Ciclo II. O resultado foi uma seleção de 19 alunos que participam efetivamente da dinâmica da unidade escolar no contraturno de suas aulas. Os alunos monitores são orientados a construir com a professora um projeto de intervenção no Ciclo I. Sendo a avaliação do projeto positiva, estendeu-se a prática para a Sala de Leitura e, progressivamente, para a Brinquedoteca e para o intervalo dos alunos do Ciclo I.


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