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A Terapia de Contra-pulsação © Datascope Corp. 2001.

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1 A Terapia de Contra-pulsação © Datascope Corp. 2001

2 A Terapia de contra-pulsação Introduzida na prática clínica no final dos anos 60. Introduzida na prática clínica no final dos anos 60. O BIA é posicionado descendente toráxica da aorta, distal a artéria subclávia esquerda. O BIA é posicionado descendente toráxica da aorta, distal a artéria subclávia esquerda. A contra-pulsação é uma terapia estabelecida para inúmeros tratamentos médicos e cirúrgicos. A contra-pulsação é uma terapia estabelecida para inúmeros tratamentos médicos e cirúrgicos. O balão é ajustado para inflar e desinflar em harmonia com o ciclo mecânico cardíaco aumentando a oferta de oxigênio e diminuindo a demanda de oxigênio pelo miocárdio. O balão é ajustado para inflar e desinflar em harmonia com o ciclo mecânico cardíaco aumentando a oferta de oxigênio e diminuindo a demanda de oxigênio pelo miocárdio. Introduzida na prática clínica no final dos anos 60. Introduzida na prática clínica no final dos anos 60. O BIA é posicionado descendente toráxica da aorta, distal a artéria subclávia esquerda. O BIA é posicionado descendente toráxica da aorta, distal a artéria subclávia esquerda. A contra-pulsação é uma terapia estabelecida para inúmeros tratamentos médicos e cirúrgicos. A contra-pulsação é uma terapia estabelecida para inúmeros tratamentos médicos e cirúrgicos. O balão é ajustado para inflar e desinflar em harmonia com o ciclo mecânico cardíaco aumentando a oferta de oxigênio e diminuindo a demanda de oxigênio pelo miocárdio. O balão é ajustado para inflar e desinflar em harmonia com o ciclo mecânico cardíaco aumentando a oferta de oxigênio e diminuindo a demanda de oxigênio pelo miocárdio.

3 A terapia de Contra Pulsação A bomba de balão intra-aórtico é um equipamento de assistência cardíaca temporária A bomba de balão intra-aórtico é um equipamento de assistência cardíaca temporária A disponibilidade deste equipamento de assistência mecânica permite a sobrevivência do paciente enquanto o tratamento definitivo é executado. A disponibilidade deste equipamento de assistência mecânica permite a sobrevivência do paciente enquanto o tratamento definitivo é executado. A bomba de balão intra-aórtico é um equipamento de assistência cardíaca temporária A bomba de balão intra-aórtico é um equipamento de assistência cardíaca temporária A disponibilidade deste equipamento de assistência mecânica permite a sobrevivência do paciente enquanto o tratamento definitivo é executado. A disponibilidade deste equipamento de assistência mecânica permite a sobrevivência do paciente enquanto o tratamento definitivo é executado.

4 IndicaçõesIndicações 1.Angina instável refratária 1.Angina instável refratária 2.Infarto iminente 2.Infarto iminente 3. Infarto agudo do miocárdio ( IAM) 3. Infarto agudo do miocárdio ( IAM) 4. Falha ventricular refratária 4. Falha ventricular refratária 1.Angina instável refratária 1.Angina instável refratária 2.Infarto iminente 2.Infarto iminente 3. Infarto agudo do miocárdio ( IAM) 3. Infarto agudo do miocárdio ( IAM) 4. Falha ventricular refratária 4. Falha ventricular refratária

5 IndicaçõesIndicações 5.Complicações do infarto agudo do miocárdio (ex. Defeito do septo ventricular, Regurgitação mitral aguda, ruptura do músculo papilar) 5.Complicações do infarto agudo do miocárdio (ex. Defeito do septo ventricular, Regurgitação mitral aguda, ruptura do músculo papilar) 6.Choque cardiogênico 6.Choque cardiogênico 7. No suporte para procedimentos percutâneos diagnóstico ou de revascularização 7. No suporte para procedimentos percutâneos diagnóstico ou de revascularização 5.Complicações do infarto agudo do miocárdio (ex. Defeito do septo ventricular, Regurgitação mitral aguda, ruptura do músculo papilar) 5.Complicações do infarto agudo do miocárdio (ex. Defeito do septo ventricular, Regurgitação mitral aguda, ruptura do músculo papilar) 6.Choque cardiogênico 6.Choque cardiogênico 7. No suporte para procedimentos percutâneos diagnóstico ou de revascularização 7. No suporte para procedimentos percutâneos diagnóstico ou de revascularização

6 IndicaçõesIndicações 8.Isquemia intratável relacionada a arritmia ventricular 8.Isquemia intratável relacionada a arritmia ventricular 9.Choque séptico 9.Choque séptico 10.Geração de fluxo pulsátil intra- operatório 10.Geração de fluxo pulsátil intra- operatório 11. Desmame de extra-corpórea 11. Desmame de extra-corpórea 8.Isquemia intratável relacionada a arritmia ventricular 8.Isquemia intratável relacionada a arritmia ventricular 9.Choque séptico 9.Choque séptico 10.Geração de fluxo pulsátil intra- operatório 10.Geração de fluxo pulsátil intra- operatório 11. Desmame de extra-corpórea 11. Desmame de extra-corpórea

7 IndicaçõesIndicações 12. Suporte cardíaco para procedimentos cirúrgicos não cardíacos 12. Suporte cardíaco para procedimentos cirúrgicos não cardíacos 13. Suporte profilático na preparação para cirurgía cardíaca 13. Suporte profilático na preparação para cirurgía cardíaca 14. Disfunção miocárdica pós cirúrgica / síndrome de baixo débito cardíaco 14. Disfunção miocárdica pós cirúrgica / síndrome de baixo débito cardíaco 12. Suporte cardíaco para procedimentos cirúrgicos não cardíacos 12. Suporte cardíaco para procedimentos cirúrgicos não cardíacos 13. Suporte profilático na preparação para cirurgía cardíaca 13. Suporte profilático na preparação para cirurgía cardíaca 14. Disfunção miocárdica pós cirúrgica / síndrome de baixo débito cardíaco 14. Disfunção miocárdica pós cirúrgica / síndrome de baixo débito cardíaco

8 IndicaçõesIndicações 15. Contusão do miocárdio 15. Contusão do miocárdio 16. Ponte mecânica na assistência a outros devices 16. Ponte mecânica na assistência a outros devices 17 No suporte cardíaco seguido a correção de defeitos congênitos 17 No suporte cardíaco seguido a correção de defeitos congênitos 15. Contusão do miocárdio 15. Contusão do miocárdio 16. Ponte mecânica na assistência a outros devices 16. Ponte mecânica na assistência a outros devices 17 No suporte cardíaco seguido a correção de defeitos congênitos 17 No suporte cardíaco seguido a correção de defeitos congênitos

9 Contra-indicaçõesContra-indicações 1.Insuficiência aortica severa 1.Insuficiência aortica severa 2.Aneurisma abdominal e/ou aórtico 2.Aneurisma abdominal e/ou aórtico 3.Calcificação aorto-ilíaca severa ou doença vascular periférica 3.Calcificação aorto-ilíaca severa ou doença vascular periférica 4.Inserção sem bainha em pacientes com obesidade severa e muitas cicatrizes no local de inserção 4.Inserção sem bainha em pacientes com obesidade severa e muitas cicatrizes no local de inserção 1.Insuficiência aortica severa 1.Insuficiência aortica severa 2.Aneurisma abdominal e/ou aórtico 2.Aneurisma abdominal e/ou aórtico 3.Calcificação aorto-ilíaca severa ou doença vascular periférica 3.Calcificação aorto-ilíaca severa ou doença vascular periférica 4.Inserção sem bainha em pacientes com obesidade severa e muitas cicatrizes no local de inserção 4.Inserção sem bainha em pacientes com obesidade severa e muitas cicatrizes no local de inserção

10 Ciclo de eventos - Falha ventricular esquerda Perda da viabilidade de contração ventricular do miocárdio Cirurgia cardíaca Infarto do miocárdioTrauma cardíaco Aumento da isquemia no miocárdio Aumento na demanda por oxigênio Aumento nos batimentos cardíacos Aumento de sobrecarga Decréscimo do débito cardíaco Diminuição da função do VE Aumento da Isquemia no miocárdio Diminuição da oferta de oxigênio Diminuição da perfusão coronária Diminuição da pressão sanguinea

11 Falha Ventricular Esquerda Oferta Demanda MVO 2

12 Objetivo da Terapia MVO 2 Oferta Deman da =

13 A Aplicação da Terapia de Contra- Pulsação A seleção do catéter balão > Tamanho do catéter > Volume do Balão A seleção do catéter balão > Tamanho do catéter > Volume do Balão Métodos de inserção percutânea > Com Bainha Métodos de inserção percutânea > Com Bainha > Sem Bainha > Sem Bainha Localização do catéter balão Localização do catéter balão A seleção do catéter balão > Tamanho do catéter > Volume do Balão A seleção do catéter balão > Tamanho do catéter > Volume do Balão Métodos de inserção percutânea > Com Bainha Métodos de inserção percutânea > Com Bainha > Sem Bainha > Sem Bainha Localização do catéter balão Localização do catéter balão

14 BIA Fidelity 8Fr. Design Co-lumen Design Co-lumen Inserção c/s Bainha Inserção c/s Bainha Ponta macia em Ponta macia em formato taper formato taper >Lumen de pressão >Lumen de pressão Bainha reforçada Bainha reforçada Design Co-lumen Design Co-lumen Inserção c/s Bainha Inserção c/s Bainha Ponta macia em Ponta macia em formato taper formato taper >Lumen de pressão >Lumen de pressão Bainha reforçada Bainha reforçada

15 BIA 9.5 Fr. True Sheathless Inserção s/ bainha Inserção s/ bainha Guia de.030 Guia de.030 Inserção s/ bainha Inserção s/ bainha Guia de.030 Guia de.030

16 50 cc cc > 6 [183 cms] [ cms] [ cms] < 5 [152 cms]

17

18

19 Monitorização da pressão através do lumen central Conector Y Bolsa de infusão Pressão mantida a 300mmHg Device de flush contínuo Cabo de pressão de 240 Cm.no max. Conexão do luer na Bomba

20 Pressão arterial Balão Console Balão Console Colocação do catéter balão Intra-aórtico: Preferencialmente deve ser colocado usando fluoroscopia A ponta do balão deve estar posicionada aproximadamente de 1 a 2 cm. Distal a subclávia esquerda. No caso de indisponibilidade da fluoroscopia, posicione a ponta do balão no angulo externo de Luis até o umbigo, então oblíquamente até o local de inserção na femural. [Nota: Deve se tirar um raio X do paciente logo após a inserção para que se verifique a localização correta.

21 O catéter BIA deve estar posicionado entre o segundo e terceiro espaço intercostal Correto Incorreto

22 A bomba do balão intra - aórtico Fácil operação: Liga Tela de Ajuda Preferências do usuário Transportável Automatizada: Sincronização Procedimento de re-carga do hélio Remoção da condensação

23 Seleção de disparo: R P Q S T Electrocardiograma Ponto de disparo Tempo exato: Pressão arterial Nó dicrótico Marcador de inflação

24 Diástole: Inflação do BIA Aumenta a perfusão coronária

25 Sístole: Deflação do BIA Diminui o esforço cardíaco Diminui o consumo de oxigênio Aumenta o débito cardíaco

26 Efeitos primários da terapia de contrapulsação MVO 2 Oferta Deman da Inflação do BIA Deflação do BIA =

27 Efeitos fisiológicos da terapia de contra-pulsação Pressão CardiacoFluxo Pressão VE Pressão CardiacoFluxo Pressão VE Aórtica Sanguineono VE Aórtica Sanguineono VE Sistólicapós-cargaFluxo Sistólica Volume Sistólicapós-cargaFluxo Sistólica Volume coronário coronário DiastólicaPre-cargaDébitoDistólica Trabalho DiastólicaPre-cargaDébitoDistólica Trabalho cardíacoFinal de ejeção cardíacoFinal de ejeção FluxoTensão FluxoTensão Renal Parede Renal Parede Pressão CardiacoFluxo Pressão VE Pressão CardiacoFluxo Pressão VE Aórtica Sanguineono VE Aórtica Sanguineono VE Sistólicapós-cargaFluxo Sistólica Volume Sistólicapós-cargaFluxo Sistólica Volume coronário coronário DiastólicaPre-cargaDébitoDistólica Trabalho DiastólicaPre-cargaDébitoDistólica Trabalho cardíacoFinal de ejeção cardíacoFinal de ejeção FluxoTensão FluxoTensão Renal Parede Renal Parede Maccioli, GA, et al; Journal of Cardiothoracic Anesthesia 1988 June; 2(3):

28 A = Ciclo cardíaco completo B = Pressão aórtica diastólica final desassistida C = pressão sistólica desassistida D = Aumento diastólico E = Pressão aórtica diastólica final reduzida F = Pressão sistólica reduzida Perfusão da artéria coronária aumentada coronária aumentadammHg C D A B E F Demanda por O 2 pelo miocárdio reduzida pelo miocárdio reduzida B Avaliação da sincronização

29 mmHg Aumento sub-ótimo SístoleDiástole

30 Fatores responsáveis pelo aumento diastólico 1.A Hemodinâmica do Paciente Batimentos cardíacosBatimentos cardíacos Volume de ejeçãoVolume de ejeção Pressão arterial médiaPressão arterial média Resistência vascular sistêmicaResistência vascular sistêmica 1.A Hemodinâmica do Paciente Batimentos cardíacosBatimentos cardíacos Volume de ejeçãoVolume de ejeção Pressão arterial médiaPressão arterial média Resistência vascular sistêmicaResistência vascular sistêmica

31 Fatores responsáveis pelo aumento diastólico 2.Catéter BIA BIA com bainhaBIA com bainha BIA não desdobraBIA não desdobra Posição do BIAPosição do BIA BIA com vazamentoBIA com vazamento Baixa concentração de HélioBaixa concentração de Hélio 2.Catéter BIA BIA com bainhaBIA com bainha BIA não desdobraBIA não desdobra Posição do BIAPosição do BIA BIA com vazamentoBIA com vazamento Baixa concentração de HélioBaixa concentração de Hélio

32 Fatores responsáveis pelo aumento diastólico 3.Bomba de BIA Sincronização do tempoSincronização do tempo Posição do controle de aumento da Bomba de BIAPosição do controle de aumento da Bomba de BIA 3.Bomba de BIA Sincronização do tempoSincronização do tempo Posição do controle de aumento da Bomba de BIAPosição do controle de aumento da Bomba de BIA

33 Sincronização de tempo Sincronização ótima

34 Erros de sincronização - 1 Inflação precoce

35 Erros de sincronização 1 Inflação precoce Características na formação da onda: - Inflação do BIA antes do nó dicrótico - O aumento diastólico invade a sistole (identificação complexa) Efeitos Fisiológicos: - Possível fechamento precoce da válvula aórtica - Aumento do stress na parede ventricular esquerda ou regurgitação aórtica - Aumento na demanda por O 2

36 Erros de sincronização - 2 Inflação Tardia

37 Caracteristicas na formação da onda: - Inflação do BIA após o nó dicrótico - Ausência de V profundo - Aumento diastólico sub-ótimo Efeitos Fisiológicos - Perfusão sub-ótima da artéria coronária Erros de sincronização - 2 Inflação Tardia

38 Erros de sincronização - 3 Deflação precoce

39 Erros de Sincronização 3 Deflação Precoce Características da formação da onda: - Deflação do BIA é verificado com uma queda abrupta seguido ao aumento diastólico - Aumento diastólico sub-ótimo - Pressão aorto diastólico final assistida pode ser igual ou menor que a pressão diastólica final não assistida - Pressão sistólica assistida pode aumentar Efeitos Fisiológicos: - Perfusão coronária sub-ótima - Possibilidade de fluxo sanguineo retrógrado das coronárias e carótidas - Angina pode ocorrer como resultado do fluxo sanguineo retrógrado das coronárias - Redução sub-ótima da pós-carga - Aumento da demanda por oxigênio

40 Erros de Sincronização - 4 Deflação Tardia

41 Erros de sincronização 4 Deflação Tardia Características da formação da onda: - Pressão aórtica diastólica final assistida pode ser igual a pressão aórtica diastólica final desassistida - Taxa de aumento da sístole assistida é prolongada - Aumento diastólico pode parecer extendido Efeitos Fisiológicos: - Redução da pós-carga é praticamente ausente - Aumento no consumo de O 2 devido ao fato do VE ejetar contra uma grande resistência assim como uma fase prolongada de contração isovolumétrica - O BIA pode impedir a ejeção do VE e aumentar a pós-carga

42 Possíveis efeitos colaterais e complicações Isquemia (1) Isquemia (1) Sangramento no local de inserção (2) Sangramento no local de inserção (2) Trombocitopenia (3) Trombocitopenia (3) Trombose -Imobilidade do balão (4) Trombose -Imobilidade do balão (4) Vazamento do balão (5) Vazamento do balão (5) Infecção (6) Infecção (6) Dissecção aórtica (7) Dissecção aórtica (7) Síndrome de compartimento (8) Síndrome de compartimento (8) Isquemia (1) Isquemia (1) Sangramento no local de inserção (2) Sangramento no local de inserção (2) Trombocitopenia (3) Trombocitopenia (3) Trombose -Imobilidade do balão (4) Trombose -Imobilidade do balão (4) Vazamento do balão (5) Vazamento do balão (5) Infecção (6) Infecção (6) Dissecção aórtica (7) Dissecção aórtica (7) Síndrome de compartimento (8) Síndrome de compartimento (8)

43 Fatores de Risco: Mulheres Diabéticos Doença vascular periférica Avaliação Inicial: Tome o pulso distal das duas pernas e braço esquerdo, a cor, temperatura e enchimento capilar, a cada 30 min. por 2 horas, e após a cada 2horas verifique diferença de temperatura dos artelhos / pés Após a remoção do balão: a cada 15 minutos por 2 horas e após de hora em hora por duas horas Cont.…. Isquemia de membros (1) Varia em complição desde perda de pulso a perda de membro

44 Prevenção: Inserção do BIA s/ bainha sempre que possível Posicionamento correto do BIA Use o menor balão e bainha disponível Use o membro com o melhor pulso distal Tratamento: Remova a bainha e observe o local para sangramento troque o balão para o outro membro e se possível insira sem bainha Faça um bypass na artéria femural Use lidocaina subcutânea no caso de espasmo arterial

45 Sangramento no local de inserção (2) Avaliação: Observe o local de inserção antes e após a remoção do BIA para sintomas de hematoma Prevenção: - Técnica de inserção cuidadosa - Monitore os anticoagulantes - Prevenção da movimentação do cateter no local de inserção Tratamento: - Aplique pressão manual - Monitore o pulso distal - Reparo cirúrgico

46 Trombocitopenia (3) A redução no número de plaquetas Avaliação Contagem diária de plaquetas Prevenção Evite o uso excessivo de heparina Tratamento De acordo com opinião médica, transfusão de plaquetas

47 Trombose -Imobilidade do Balão (4) O Balão não deve permanecer inativo por mais de 30 minutos Avaliação: Verifique a presença do traço de pressão aumentada Observe o indicador de status do BIA na tela e/ou câmara de segurança para movimentação Prevenção: Manter o disparo adequado Tratamento : Caso se observe a inoperancia do sistema, disconecte o BIA da sua extensão e usando uma seringa e uma torneira de 3 vias, infle o balão manualmente a cada 3 a 5 min.. Notifique o médico !

48 Vazamento no balão(5) Vazamento de gás devido a ruptura do balão Vazamento no balão(5) Vazamento de gás devido a ruptura do balão Avaliação: A única prova definitiva é o aparecimento de sangue no catéter ou sua extensão Alarmes frequentes por aumento baixo, perda de gás podem indicar a possibilidade de vazamento de gás no BIA, mesmo sem a presença de sangue no cateter e/ou extensão. Prevenção: Posicionamento correto do BIA Tamanho do BIA adequado, especialmente para pacientes < de 1,64 cm. de altura Retirada cuidadosa do BIA de sua embalagem. Tratamento: No caso de presença de sangue no BIA ou sua extensão, recomendamos a remoção cirúrgica do balão.. O médico deve ser notificado imediatamente

49 Infecção (6) Avaliação: Observe atentamente o local de inserção, faça exames de sangue para sintomas de infecção Prevenção: Use técnicas de esterilização durante a inserção e troque os campos etc. de acordo com o protocolo de prevenção de infecções do hospital Tratamento: Antibióticos

50 Dissecção aórtica (7) Avaliação: Avalie as queixas de dor entre os ombros do paciente Exames de hematócritos diários Em caso de suspeita um aortograma Prevenção: Inserção do BIA sobre a guia e sob controle de fluoroscopia Tratamento: Remoção do Balão Reparo Cirúrgico

51 Síndrome de Compartimento (8) (Após a remoção do balão) Avaliação: Observação dos membros para inchaço e/ou endurecimento Medir a circunferência da panturrilha Monitoramento de pressão intersticial Prevenção: Use o menor BIA e inserção s/ bainha Mantenha adequada a pressão colóidal osmótica Tratamento: Em caso necessário, fasciotomia

52 Monitorização da pressão através do lumen central Conector Y Bolsa de infusão Pressão mantida a 300mmHg Device de flush contínuo Cabo de pressão de 240 Cm.no max. Conecção do luer na Bomba

53 Lumen Central- Cuidados e Recomendações -Flush a cada hora para preservar a patencia do lumen -Transdutor a Zero de acordo com o protocolo -Não faça o flush manual no lumen central com a seringa -Suspenda a contra-pulsação antes da amostra de sangue por precaução

54 Central lumen- Cuidados e Recomendações Administrando problemas com o lúmen central : -Aspire 3cc de sangue do lúmen central no caso de queda da linha de pressão. - Na presença de resistência, considere o lumen como obstruido, não use o lumen central para tomar pressão sanguinea e coloque um tampão do tipo luer no conector Y e conector do cateter. - Elimine dobras no catéter e mude aposição do balão. -Assegure-se que todas as recomendações para estabelecer a pressão sanguinea sejam seguidas.

55 LogísticaLogística - Um raio X deve ser tirado diariamente para verificar o posicionamento do BIA - Tenha sempre a mão um cilindro extra de Hélio no caso de se fazer necessário uma troca de cilindro no sistema

56 Paciente: Cuidados Paciente: - Descanso - O encosto do leito não deve ser inclinado a mais de 30 a 45 graus - Não dobre as pernas ou o joelho onde o BIA esta colocado. - Dorsiflexão do pé da perna involvida

57 DesmameDesmame Operação do console no desmame e encerramento da contra-pulsação ( Caso as condições do paciente permitam) - Reduza progressivamente a frequencia de 1:1 para 1:2 e então 1:3. - É também possível a redução progressiva da tecla aumento - Os métodos de desmame descritos acima podem ser combinados Os intervalos entre a e/ou aumento variam entre 3 a 4 horas de acordo com o protocolo do hospital e critério médico.

58 DesmameDesmame Inflação 1:2 Inflação 1:3

59 DesmameDesmame Decréscimo no aumento

60 REMOÇÃO DO BIA 1. Interrompa a contra-pulsação e considere diminuir ou descontinuar a terapia anti-coagulante. 2. Desconecte o catéter do contra-pulsador deixando que o balão expulse todo o gás. 3. Retire todos os pontos de sutura e afrouxe o obturador da bainha, caso tenha sido utilizado. 4. Retire o catéter pela bainha até o encontro do balão com a bainha, caso tenha sido utilizado. ADVERTÊNCIA: NÃO TENTE RETIRAR A MEMBRANA DO BALÃO ATRAVÉS DA BAINHA.

61 REMOÇÃO DO BIA Retire o balão e a bainha caso tenha sido utilizada, conjuntamente. ADVERTÊNCIA: CASO O OPERADOR PERCEBA ALGUMA RESISTÊNCIA DURANTE A RETIRADA DO BALÃO, INTERROMPA O PROCESSO IMEDIATAMENTE E CONSIDERE A RETIRADA VIA ARTERIOTOMIA. O CASO DE UMA RETIRADA COM MUITA DIFÍCULDADE PODE DEVER-SE AO CASO DE FORMAÇÃO DE COÁGULO DENTRO DO BALÃO POR UMA FUGA DE GÁS NÃO DETECTADA E UMA POSSÍVEL SECAGEM DESTE COÁGULO. 6. Pressione com os dedos em baixo do ponto de punção durante a extração do balão / catéter. Deixe que o sangue flua livremente na parte proximal durante alguns segundos. Cont..

62 REMOVENDO O BIA …. Estabeleça a hemostase aplicando pressão no local de inserção por aproximadamente 30 minutos. 7. Examine cuidadosamente o membro na parte distal a inserção para uma perfusão adequada. AVISO: NO CASO DE OBSERVAÇÃO DE ISQUEMIA DE MEMBRO APÓS A REMOÇÃO DO BIA, UM PROCEDIMENTO VASCULAR PODE SER INDICADO. NOTA:CASO SEJA NECESSÁRIO A CONTRA-PULSAÇÃO APÓS A REMOÇÃO DO BIA, USE A INSERÇÃO PERCUTÂNEA CONTRA-LATERAL. NÃO USE O MESMO LOCAL DE INSERÇÃO.

63 Após o desmame e retirada do BIA - Após o término da contra-pulsação, retire a extensão, eletrodos e cabos do paciente, assim como o transdutor de pressão. - Fechar o cilindro de hélio. - Leve o equipamento ao local de armazenamento e conecte o cabo na fonte de energia mais próxima.

64 OBRIGADO !


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