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DROGAS: CONHECER PARA REDUZIR DANOS. Paulo R R Machado Psiquiatra.

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1 DROGAS: CONHECER PARA REDUZIR DANOS. Paulo R R Machado Psiquiatra.

2 Abuso de drogas durante o período de vida,EUA 1990 e 1992

3 Por que as pessoas usam drogas?

4 Para reduzir sentimentos desagradáveis de angústia e depressão.

5 DE ONDE SURGEM TAIS SENTIMENTOS?

6 1-Gerais, decorrentes da própria condição humana. 2-Para exaltar sensações corporais e provocar gratificações sensoriais de natureza estética e, especialmente, eróticas.

7 3. Para aumentar rendimentos psicofísicos, reduzindo sensações corporais desagradáveis, como dor, insônia, cansaço ou superando necessidades fisiológicas como o sono e a fome. Durante o império Inca a folha de coca era mascada por mensageiros e carregadores para aumentar sua resistência e velocidade.

8 4. Como meio de transcender as limitações do corpo e o jugo da espaço- temporalidade, unindo-se à realidade por trás de todos os fenômenos ou, mais limitadamente, a alguma entidade espiritual qualquer, capaz de conferir-lhe, pelo menos temporariamente, poderes especiais.

9 Os diferentes efeitos psicológicos dos diversos agentes foram sistematizados e classificados (em 1924) por Louis Lewin em seu livro " Phantastica: Narcotic and Stimulating Drugs". Segundo ele, os agentes até então conhecidos poderiam ser enquadrados como:Phantastica: Narcotic and Stimulating Drugs

10 Euforiantes Caracterizariam-se por diminuir ou interromper percepções ou emoções desagradáveis, com pouco efeito sobre a consciência. Induzem um estado de conforto mental. O ópio e seus derivados.

11 Fantasticantes Também chamadas de "drogas de ilusão", que provocam alterações sensoperceptivas como alucinações e ilusões (principalmente visuais), cujo exemplo é a mescalina, extraída do cacto peyote (cujo nome científico é Anhalonium lewinii). Neste grupo poderíamos também incluir o LSD, a harmina (encontrada na ayahuasca, intoxicante utilizado pelos índios sul americanos e extraída de dois vegetais - B. caapi e B. inebrians), o haxixe e os alcalóides anticolinérgicos hiosciamina, atropina e escopo lamina.

12 Inebriantes Causam excitação comportamental e alterações perceptivas, cognitivas e afetivas. Neste grupo estão o éter, o clorofórmio, o cloreto de etila e a droga mais usada em todos os tempos e locais, o álcool.

13 Hipnóticos Substâncias utilizadas com a finalidade específica de provocar sono, antiepilepticos tais como os barbitúricos e, mais recentemente, alguns tipos de benzodiazepínicos.

14 Excitantes Provocam excitação cerebral e estimulação comportamental, sem alterar a consciência. Aqui estão a cafeína, as anfetaminas e, de acordo com os atuais conhecimentos, a cocaína.

15 ALCOOL, COMO É BOM!

16 SÍNDROME DE DEPENDÊNCIA DO ALCOOL CID 10 F10 Já é fato conhecido que o álcool é a segunda substância psicoativa mais consumida no mundo depois da cafeína. Em conseqüência do seu uso, aparecem os acidentes automobilísticos, os acidentes de trabalho, as doenças orgânicas como, por exemplo, hepatopatias e neuropatias, além dos quadros de dependência que geram inúmeros transtornos familiares e graves problemas sociais.

17 Neurofarmacologia do álcool Só recentemente foi possível entender os mecanismo neurobiológico responsável por diversas manifestações clínicas do alcoolismo. O etanol afeta diversos neurotransmissores no cérebro, entre eles o neurotransmissor inibitório, o ácido gama-aminobutirico (GABA).

18 MECANISMOS DE AÇÃO O glutamato é o principal transmissor excitatório do SNC O ácido g-aminobutírico (GABA) é um neurotransmissor inibitório no SNC Sabe-se, portanto, que, pelo menos em parte, o álcool estimula o sistema de recompensa atuando sobre o sistema nervoso dopaminérgico central

19 Sistema Nervoso Amnésias nos períodos de embriaguez acontecem em 30 a 40% das pessoas no fim da adolescência e início da terceira década de vida: provavelmente o álcool inibe algum dos sistemas de memória impedindo que a pessoa se recorde de fatos ocorridos durante o período de embriaguez. Induz a sonolência, mas o sono sob efeito do álcool não é natural, tendo sua estrutura registrada no eletro encefalograma alterado. Entre 5 e 15% dos alcoólatras apresentam neuropatia periférica. Este problema consiste num permanente estado de hipersensibilidade, dormência, formigamento nas mãos, pés ou ambos. Nas síndromes alcoólicas pode-se encontrar quase todas as patologias psiquiátricas: estados de euforia patológica, depressões, estados de ansiedade na abstinência, delírios e alucinações, perda de memória e comportamento desajustado.

20 Sistema Gastrintestinal Grande quantidade de álcool ingerida de uma vez pode levar a inflamação no esôfago e estômago o que pode levar a sangramentos além de enjôo, vômitos e perda de peso. Esses problemas costumam ser reversíveis, mas as varizes decorrentes de cirrose hepática além de irreversíveis, são potencialmente fatais devido ao sangramento de grande volume que pode acarretar. Pancreatites agudas e crônicas são comuns nos alcoólatras constituindo-se uma emergência à parte.

21 Câncer Os alcoólatras estão 10 vezes mais sujeitos a qualquer forma de câncer que a população em geral.

22 Sistema Cardiovascular Doses elevadas por muito tempo provocam lesões no coração provocando arritmias e outros problemas como trombos e derrames conseqüentes. É relativamente comum a ocorrência de um acidente vascular cerebral após a ingestão de grande quantidade de bebida. HAS.

23 Hormônios Sexuais O metabolismo do álcool afeta o balanço dos hormônios reprodutivos no homem e na mulher. No homem o álcool contribui para lesões testiculares o que prejudica a produção de testosterona e a síntese de esperma. Já com cinco dias de uso contínuo de 220 gramas de álcool os efeitos acima mencionados começam a se manifestar e continua a se aprofundar com a permanência do álcool. Essa deficiência contribui para a feminilização dos homens, com o surgimento, por exemplo, de ginecomastia (presença de mamas no homem).

24 Esse hormônio inibe a perda de água pelos rins, o álcool inibe esse hormônio: como resultado a pessoa perde mais água que o habitual, urina mais, o que pode levar a desidratação. Hormônio Antidiurético

25 Ocitocina Esse hormônio é responsável pelas contrações do útero no parto. O álcool tanto pode inibir um parto prematuro como atrapalhar um parto a termo, podendo tanto ser terapêutico como danoso.

26 Insulina O álcool não afeta diretamente os níveis de insulina: quando isso acontece é por causa de uma possível pancreatite que é outro processo distinto. A diminuição do açúcar no sangue não se deve a ação do álcool sobre a insulina ou sobre o glucagon (outro hormônio envolvido no metabolismo do açúcar).

27 As mulheres são mais vulneráveis ao álcool que os homens? Aparentemente as mulheres são mais vulneráveis sim. Elas atingem concentrações sanguíneas de álcool mais altas com as mesmas doses quando comparadas aos homens. Parece também que sob a mesma carga de álcool os órgãos das mulheres são mais prejudicados do que o dos homens.

28 Tabaco Após uma tragada, a nicotina é absorvida pelos pulmões chegando ao cérebro geralmente em 9 segundos. Quando em jejum e se a tragada for grande, a pessoa pode ficar ligeiramente tonta. Outros efeitos são: leve estimulação do cérebro e diminuição do apetite. Não há, na realidade nenhum efeito mais intenso ou importante.

29 Tabaco

30 MULTIPLAS DROGAS CID F19 A utilização de duas ou mais, sem ser possível dar ênfase aos efeitos deletérios de uma em relação as outras.

31 Classificação do uso Uso na vida: o uso de droga pelo menos uma vez na vida Uso no ano: o uso de droga pelo menos uma vez nos últimos doze meses Uso recente ou no mês: o uso de droga pelo menos uma vez nos últimos 30 dias Uso freqüente: uso de droga seis ou mais vezes nos últimos 30 dias Uso de risco: padrão de uso que implica alto risco de dano à saúde física ou mental do usuário, mas que ainda não resultou em doença orgânica ou psicológica Uso prejudicial: padrão de uso que já está causando dano à saúde física ou mental Não-usuário: nunca utilizou drogas Usuário leve: utilizou drogas no último mês, mas o consumo foi menor que uma vez por semana Usuário moderado: utilizou drogas semanalmente, mas não todos os dias, durante o último mês Usuário pesado: utilizou drogas diariamente durante o último mês.

32 Solventes ou inalantes. CID F 18 Solventes são substâncias capazes de dissolver coisas. Via de regra todo solvente é uma substância altamente volátil, isto é, que se evapora facilmente, daí é que pode ser inalada (introduzida no organismo através da aspiração, pelo nariz ou boca). Outra característica da maioria dos solventes é a de serem inflamáveis, isto é, pegam fogo facilmente.

33 O que é o lança-perfume? É um solvente à base de cloreto de etila, que vem em tubos metálicos ou de vidro e é usado em carnavais. No Brasil o lança – perfume é proibido e só entra através do tráfico de drogas. Muitas vezes o lança – perfume é confundido com o cheirinho da loló.

34 O que é o cheirinho da loló? É um preparado clandestino (fabricado ilegalmente), à base de éter mais clorofórmio e usado apenas para fins de abuso. Sabe-se que esses "fabricantes" quando não encontram uma daquelas substâncias eles a substituem por qualquer outro solvente; portanto há muita confusão quanto a composição do cheirinho da loló o que complica quando se tem um caso de intoxicação aguda por esta mistura.

35 Quais são os efeitos de solventes na mente (efeitos psíquicos agudos)? Após a inalação de um solvente a pessoa sente inicialmente uma estimulação que é seguida por uma depressão, sendo este efeito o mais importante. Mas pode também ter sensações estranhas, chegando até a alucinações.

36 Como é a excitação causada pelos solventes? A pessoa fica eufórica, agitada, com tonturas e perturbações auditivas e visuais. Pode aparecer também náuseas, espirros, tosse, salivação intensa e o rosto fica vermelho.

37 PSICOESTIMULANTES As Anfetaminas e a Cocaína

38 Os Efeitos da Cocaína no Cérebro CID F14

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40 cocaína é extraído de um arbusto cultivado em regiões andinas e amazônicas. A dependência à cocaína depende de suas propriedades psicoestimulantes e ação anestésica local. A cocaína sob a forma de cloridrato, é administrada por diferentes vias. Pode ser aspirada, sendo absorvida pela mucosa nasal. A cocaína causa vasoconstricção de arteríola nasais, levando a uma redução vascular o que limita a sua absorção. O uso crônico freqüentemente acarreta necrose e perfuração do septo nasal, como conseqüência da vaso constrição prolongada. Injetada por via venosa induz efeito extremamente rápido, intenso e de curta duração. Mais recentemente, tem-se popularizado o uso por via pulmonar, sendo a droga inalada com dispositivo tipo cachimbo ou em cigarros. Nesse caso, é empregado o crack.

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42 A meia-vida plasmática da cocaína é curta, de modo que os efeitos após uma dose única persiste apenas uma hora ou um pouco menos A cocaína aumenta dopamina e noradrenalina em doses normais e o aumento da serotonina só ocorre em altas doses, porque atua inibindo à recaptação para estes neurotransmissores.

43 Após o uso contínuo pode desencadear- se estado de psicose tóxica, com alucinações visuais e auditivas, delírio, idéias paranóides e tendências suicidas. A cocaína quando ingerida com álcool, leva a formação de um metabólico conjugado cocetileno, que tem propriedades psicoativa e uma meia-vida maior que a cocaína e o etanol ingeridos separadamente, seu acumulo leva rapidamente a um quadro de intoxicação.

44 Os efeitos cardiovasculares são complexos e são dose dependente.. O aumento da noradrenalina aumenta a resistência periférica total, levando a um aumento da pressão arterial. Esta vasoconstricção reduz a capacidade da perda de calor pela pele e contribui para uma hipertermia. Os efeitos anestésicos locais interferem com a condução miocardiaca levando a arritmias cardíacas e convulsões.

45 Como complicações do uso crônico desta droga temos a psicose paranóide e endocardite bacteriana devido ao uso de seringas contaminadas. As intoxicações por doses excessivas de cocaína em geral são rapidamente fatais como arritmias, depressão respiratória e convulsão.

46 Em torno de 70% dos cocainômanos sofrem algum transtorno mental. As áreas cerebrais onde esta droga atua provocando disfunções são as mesmas dos casos de crises de angústia, crises compulsivas ou da psicose paranóide. Entre esses transtornos emocionais por cocaína estão os transtornos afetivos

47 As Anfetaminas CID 10 F 14

48 O grupo mais comum das drogas psicoestimulantes. Representado pela dextroanfetamina (ou simplesmente anfetamina), metanfetamina, fenmetazina. Mais recentemente foram introduzidas a metilenodioxianfetamina (MDA) e metilenodioximetanfetamina (MDMA – "ecstasy"). Estas últimas drogas tem mais efeitos próprios da anfetamina do que alucinógenos.

49 A anfetamina é agonista de ação indireta das aminas, especialmente noradrenalina e dopamina: Inibição competitiva do transporte de noradrenalina e dopamina e em altas doses inibe também a recaptação de serotonina. Libera dopamina e noradrenalina independente de Ca++,(causa liberação do neurotransmissor independente do despolarização do terminal nervoso). Inibe competitivamente a enzima MAO.

50 As drogas semelhantes à anfetamina revelaram um padrão típico de abstinência, manifestado por sinais e sintomas que são o oposto daqueles produzidos pela droga. Os usuários privados da droga ficam sonolentos, tem apetite voraz, ficam exaustos e podem vir a apresentar depressão psíquica. A tolerância desenvolve-se rapidamente de modo que os usuários abusivos podem tomar doses maiores em comparação àquelas usadas como anorexígenos por exemplo.

51 MACONHA Canabis Sativa Nome: Maconha Origem do Nome: do Quimbundo que significa erva santa Nome Cientifico: Cannabis sativa Origem: Ásia Central ou Oriente Próximo Formas de Uso: Pode ser usada como fumo ou por ingestão Principio ativo: THC (Tetrahidrocanabiol) Descrição: Planta arbustiva, possui folhas em forma serrilhada e verdes. Pode atingir ate 2,50 metros de altura. Status Legal: proibido uso, trafego e comércio. * Quimbundo: língua do grupo Banto, falada em Angola.

52 A maconha CID 10 F 12 O TCH(D 9 canabinol) produz uma alteração bifásica, euforia ( fase estimulante) e sedação (fase depressiva). Durante a fase estimulante é descrito como uma ação semelhante ao estado de sonho, pode ocorrer distorção visual e do tempo. A concentração pode estar comprometida. A memória diminui e o apetite é suprimido refletindo o efeito do THC sobre os receptores da acetilcolina e da serotonina respectivamente. Após a fase estimulante, é comum sono e letargia.

53 Os efeitos psíquicos são uso dependente. Foram descritos sinais de ansiedade que pode aproximar do pânico. A síndrome amotivacional é característica da personalidade do indivíduo.

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55 LSD25 CID 10 F 16 LSD25 (abreviação de dietilamida do ácido lisérgico) é uma substância que lembra outras substâncias presentes em um cogumelo a Claviceps purpurea. Embora tenha estrutura química semelhante ele não é produzido (sintetizado) pelo cogumelo e, sim, é fabricado em laboratórios.

56 O LSD25, também conhecido como ácido, é utilizado por via oral, ou seja, é ingerido. É um líquido que não possui odor, cor ou sabor. Em geral, o usuário introduz embaixo da língua um pequeno pedaço de papel de filtro impregnado com LSD25, no qual se verificam também vários desenhos e ilustrações. Também pode ser usado através de conta-gotas, bebidas ou selos de cartas. O LSD25 é tão potente que pequeníssimas doses, de 20 a 50 microgramas (um micrograma é um milésimo de uma miligrama), já produzem alterações mentais. Para dar idéia, um micrograma, cabe na ponta de uma agulha.

57 Os efeitos físicos do LSD25 incluem pupilas dilatadas, aumento da temperatura do corpo, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial, suores, perda de apetite, falta de sono, boca seca e tremores.

58 Em quatro levantamentos sobre o uso de drogas entre estudantes de 1º e 2º graus em 10 capitais brasileiras de 1987 a 1997, realizados pelo CEBRID de 1987 a 1997, o uso na vida de alucinógenos (incluindo o LSD) não representa nem 1% dos cerca de 50 mil estudantes entrevistados.

59 Os efeitos aparecem de 30 a 90 minutos após a ingestão e duram aproximadamente 6 horas. Durante este período o LSD25 produz fenômenos alucinatórios que envolvem um conjunto de percepções que ocorre sem a presença de um objeto. Isto significa que, mesmo sem ter um estímulo (objeto), a pessoa pode sentir, ver e ouvir.

60 O uso de LSD25 pode levar ao aparecimento de "flashbacks". Este fenômeno ocorre algum tempo (semanas ou meses) depois do uso de LSD25. É um fato de causa desconhecida que leva a pessoa, repentinamente, a ter todos os sintomas psíquicos da experiência anterior, sem ter tomado de novo a droga. O "flashback" pode ainda ser desencadeado por canseira, intoxicação alcoólica ou pelo uso abusivo de maconha. Sua ocorrência é extremamente perigosa durante a condução de um veículo, podendo gerar acidentes graves.

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62 A metanfetamina. CID 10 F 15 MT foi banida no Brasil e em vários países da Europa, assim como nos USA. Porém, ela retornou ao cenário muito mais poderosa que anteriormente. Passou a ser fumada, da mesma forma como é feito com o crack, e conhecida, por essa via, como ice, chalk, speed, meth, glass, crystal etc

63 O uso crônico de MT também pode levar ao desenvolvimento de comportamento violento, caracterizado por ser bem mais intenso do que aquele observado com o uso do crack, em resposta aos delírios paranóides, expondo o usuário a situações de risco de vida. Nesses casos, é nítida a alteração da personalidade com irritabilidade e desconfiança de tudo e de todos.

64 Comorbidades O termo comorbidade é formado pelo prefixo latino "cum", que significa contigüidade, correlação, companhia, e pela palavra morbidade, originada de "morbus", que designa estado patológico ou doença. Assim, deve ser utilizado apenas para descrever a coexistência de transtornos ou doenças, e não de sintomas.

65 Drogas e Esquizofrenia Abuso de substâncias é um problema comum em pacientes esquizofrênicos, atingindo até 60% destes, piorando com o progredir da doença e interferindo com a aderência do paciente ao tratamento.

66 Poliabuso Especialistas têm destacado a complexidade do estudo da neurobiologia das adicções. Neste estudo temos que acrescentar que o usuário de drogas não o é de uma droga só, senão de várias que se reforçam, daí a necessidade de se trabalhar com o conceito de poliabuso.


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