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Economia Cafeeira Gestação da atividade: bases da produção e diferenças em relação a economia canavieira.

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Apresentação em tema: "Economia Cafeeira Gestação da atividade: bases da produção e diferenças em relação a economia canavieira."— Transcrição da apresentação:

1 Economia Cafeeira Gestação da atividade: bases da produção e diferenças em relação a economia canavieira

2 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara2 Objetivos Conhecer o contexto histórico econômico no qual emerge a economia cafeeira Identificar a base da produção cafeeira e as razões para ela se configurar desta forma

3 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara3 Relembrando.....(1) A crise da Economia Colonial –Marcada pela quebra do exclusivo metropolitano –Consequente formação do Estado Nacional A crise indicava qual evolução para a economia? –Para uma economia escravista de subsistência? –Para uma economia mercantil-escravista nacional

4 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara4 Relembrando.....(2) Os movimentos sociais do século XIX indicavam que a primeira metade do século serviu para a consolidação política do Estado nacional, que dirimiu conflitos e buscou integridade territorial diante de uma força crescente dos cafeeicultores Na segunda metade do século, porém, o desafio era a consolidação da economia... Isto ocorreu pelo café....

5 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara5 O que seria necessário para constituir uma economia nacional? Para responder é necessário compreender três questões básicas: –As origens e as necessidades de capital dinheiro –A existência ou não de possibilidades de mobilização dos recursos produtivos: terra, trabalho e capital –Considerar as possibilidades da demanda

6 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara6 As origens do Capital dinheiro Capital do setor mercantil –Comércio de mulas –Capital usuário urbano –Tráfico de escravos Financiamento por comissários –– que organizava comercialização em massa e que tinha interesse em concentrar a atividade, detendo em suas mãos a maior quantidade possível de café, participando também da montagem e do custeio dos fazendeiros

7 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara7 As necessidades do Capital dinheiro Compra de recursos produtivos Transferência de propriedade Para garantir custos variáveis

8 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara8 As possibilidades de mobilização dos recursos Havia recurso produtivos prévios subtilizados Terras Escravos – boa parte excedente da economia mineira

9 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara9 As possibilidades da demanda Mercado crescente para o café na Europa Oferta em grande quantidade poderia popularizar o consumo Expansão da oferta brasileira permitiria a ampliação da demanda

10 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara10 Por que latifúndio? Existe repartição de terras, previamente, em grandes propriedades Dados preços dos recursos, a produção definida como produção em massa, as margens de lucro eram reduzidas impondo escala mínima da produção, ao mesmo tempo que o grande investimento inicial se configurava como barreira à entrada

11 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara11 Por que escravista? Disponibilidade de escravos Dada a forma da demanda externa e o investimento exigido, o trabalho escravo era o mais rentável Não porque o capital tivesse caráter escravista, mas sim porque a taxa de salários da mão de obra assalariada seria mais alta para compensar as alternativas de produção de subsistência

12 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara12 Resultado.... Brasil tornou-se independente de Portugal, mas a base (estrutura) da produção continua a mesma Qual? Latifúndio Monocultura exportadora Utilizando mão de obra escrava negra

13 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara13 Semelhanças entre o café e a cana de açúcar As bases de produção são as mesmas –Latifúndio –Mão de obra escrava –Monocultura de exportação

14 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara14 Diferenças entre o café e a cana de açúcar (1) O grau de capitalização do café é mais baixo porque baseia-se na maior utilização do fator terra (apenas uma colheita anual e primeira safra depois de 4 anos) O empresário cafeeiro tem caráter distinto do senhor de engenho e este caráter é importante na compreensão da subordinação dos instrumentos políticos aos interesses econômicos

15 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara15 Caráter distinto do empresário cafeeiro Homens já acostumados com o país Seus hábitos de consumo foram transformados com a chegada da corte Seu capital se acumulara (na maioria dos casos) no comércio e transporte de gêneros PORTANTO: com experiência comercial que permite entrelaçamento de interesses de produção com a comercialização

16 Aula 17 FEB 1Mônica Yukie Kuwahara16 Referências Bibliográficas FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 22 ed. São Paulo: Cia Ed Nacional, 1987, capítulo XX MELLO, João Manuel Cardoso. O capitalismo tardio. 6ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1987, cap. 1 item 2.


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