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SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS

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Apresentação em tema: "SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS"— Transcrição da apresentação:

1 MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho
SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS Programa MPS.BR: Resultados Esperados, Resultados Alcançados e Lições Aprendidas Projeto iMPS: Resultados de Desempenho de Organizações que Adotaram o Modelo MPS Conclusão Kival C. Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR SBQS 2010, Belém-PA, 07JUN2010 l Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción.

2 SOFTEX: Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro <www.softex.br>
Organização da Sociedade Civil de Interesse Público que visa aumentar a competitividade da indústria de software brasileira, por meio de ações em três áreas-fim: Capacitação e Inovação Mercado Qualidade e Competitividade Coordena as ações de 22 Agentes SOFTEX, em 20 cidades de 12 UF, com mais de empresas associadas (cerca de 70% são micro e pequenas empresas)

3 Maturidade do Processo de Software no Brasil em 2003
Estudos no início dos anos 2000 mostraram que: era necessário um esforço significativo para aumentar a maturidade dos processos de software nas empresas brasileiras [MCT 2001] as empresas de software no Brasil favoreceram a ISO 9000 em detrimento de outras normas e modelos especificamente voltadas para a melhoria de processos de software como o CMM (antecessor do CMMI) [MIT 2003] Referências: [MCT 2001] Qualidade e Produtividade no Setor de Software Brasileiro [MIT 2003] Slicing the Knowledge-based Economy in Brazil, China and India: a tale of 3 software industries Comparação da Maturidade do Processo de Software em Empresas no Brasil, China e Índia Do relatório do Projeto MIT, Slicing the Knowledge-based Economy in Brazil, China and Índia: A Tale of 3 Software Industries [Veloso et al. 2003], no ítem 3.3 – Comparando capacidades – maturidade do processo, traduziu-se o seguinte: “Como um todo, a maioria das empresas chinesas e brasileiras não está em um nível suficientemente alto de maturidade do processo para competir com as empresas indianas. Para comparar medições da maturidade do processo de software, a principal referência de mercado é o CMM, do SEI – Software Engineering Institute. Considerando o seu limite superior, na Índia cerca de 32 empresas atingiram o nível 5, o nível mais alto do CMM, no qual a China tem uma empresa e o Brasil nenhuma Um longo caminho encontra-se à frente das empresas que planejam incrementar a maturidade dos seus processos. O nível mais alto do CMM (i.e., nível 5) é o mais difícil de se obter e requer a demonstração de substantiva capacidade organizacional. É bem conhecido que as empresas indianas estão progredindo significativamente na sua capacidade de processos de software. Por exemplo, as práticas de gestão do conhecimento da Infosys estão se tornando renomadas, assim como a experiência técnica e gerencial da Wipro. Isto ainda não foi levado em conta por muitas empresas chinesas. No Brasil, há alguns anos surgiu uma preocupação com processos, mas as empresas locais favoreceram a ISO [9000], com a maioria dos produtores líderes certificados de acordo com esta norma, que equivale aproximadamente ao nível 3 do CMM. Uma das questões críticas é se estas capacidades de processo são algo de natureza estática uma vez obtidas ou se evoluções adicionais poderiam manter a Índia na frente à medida em que o Brasil e talvez a China possam alcançá-las. Uma outra questão é o papel que a capacidade de processo tem nos produtos de software. Atualmente, os líderes mundiais de software do tipo pacote não são certificados no nível 5 do CMM e poucos estão preocupados com esta situação. Isto sugere que o sucesso no desenvolvimento de produtos não depende destes tipos de capacidades; mas, sim, da estratégia e habilidade da empresa para oferecer uma solução que atenda aos requisitos de um grupo de clientes mais ou menos grande. A experiência relativamente maior das empresas chinesas e brasileiras nesta dimensão do processo pode ainda provar ser uma vantagem importante sobre a Índia na batalha que estas nações estão travando para ofertar produtos e serviços com maior valor agregado.”

4 Programa MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro
Para ajudar na solução deste problema, a SOFTEX – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro lançou o programa MPS.BR em 11DEZ2003 (há quase sete anos), numa reunião realizada no MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia em Brasília-DF O propósito do programa MPS.BR (acrônimo) é a Melhoria de Processo do Software Brasileiro, compreendendo duas metas (desafios): Meta técnica: criação e aprimoramento do modelo MPS em conformidade com as normas ISO/IEC – Software Life Cycle Processes e ISO/IEC – Process Assessment compatível com o CMMI baseado nas melhores práticas da Engenharia de Software adequado à realidade das empresas brasileiras Meta de mercado: disseminação e adoção do modelo MPS (em todas as regiões do país, num intervalo de tempo justo, a um custo razoável) tanto em PME - Pequenas e Médias Empresas (foco principal) quanto em Grandes Organizações (públicas e privadas)

5 Programa MPS.BR: programa de longo prazo (como o CMMI que começou com o CMM em 1991, com antecedentes desde 1988) CONSOLIDAÇÃO DO MPS.BR IMPLANTAÇÃO DO MPS.BR

6 Modelo MPS: MR-MPS, MA-MPS e MN-MPS
ISO/IEC 12207 CMMI-DEV ISO/IEC 15504 Modelo de Referência MR-MPS Modelo de Avaliação MA-MPS Modelo de Negócio MN-MPS O programa mobilizador MPS.BR está dividido em três (3) componentes: Modelo de Referência (MR-MPS), Método de Avaliação (MA-MPS) e Modelo de Negócio (MN-MPS). Cada componente é descrito por meio de Guias e/ou de Documentos do MPS.BR. Guia Geral Guia de Aquisição Guia de Avaliação Documento do MPS.BR Guia de Implementação

7 Modelo de Referência MR-MPS (Guia Geral:2009)
Níveis Processos Atributos de Processo (AP) A 1.1, 2.1, 2.2, 3.1, 3.2, 4.1*, 4.2*, 5.1* - o processo é objeto de melhorias e inovações, 5.2* - o processo é otimizado continuamente B Gerência de Projetos – GPR (evolução) 1.1, 2.1, 2.2, 3.1, 3.2, 4.1* - o processo é medido, 4.2* - o processo é controlado C Gerência de Riscos – GRI, Desenvolvimento para Reutilização – DRU, Gerência de Decisões – GDE 1.1, 2.1, 2.2, 3.1, 3.2 D Verificação – VER, Validação – VAL, Projeto e Construção do Produto – PCP, Integração do Produto – ITP, Desenvolvimento de Requisitos - DRE 1.1, 2.1, 2.2, 3.1, 3.2 E Gerência de Projetos – GPR (evolução), Gerência de Reutilização – GRU, Gerência de Recursos Humanos – GRH, Definição do Processo Organizacional – DFP, Avaliação e Melhoria do Processo Organizacional – AMP 1.1, 2.1, 2.2, 3.1 – o processo é definido, 3.2 – o processo está implementado F Medição – MED, Garantia da Qualidade – GQA, Gerência de Portfólio de Projetos – GPP, Gerência de Configuração – GCO, Aquisição - AQU 1.1, 2.1, 2.2 – os produtos de trabalho do processo são gerenciados G Gerência de Requisitos – GRE, Gerência de Projetos - GPR 1.1 – o processo é executado, 2.1 – o processo é gerenciado * Estes AP somente devem ser implementados para os processos críticos da organização/unidade organizacional. Os demais AP devem ser implementados para todos os processos.

8 MN-MPS: Modelo de Negócio (3 domínios)
II & IA Programa MPS.BR (SOFTEX, ETM, FCC e CEP) Convênio Contrato Contrato MNC (IOGE) MNE Convênio, se pertinente LEGENDA: ETM – Equipe Técnica do Modelo FCC – Forum de Credenciamento e Controle CEP – Comissão de Ética do Programa IA – Instituição Avaliadora II – Instituição Implementadora IOGE – Instituição Organizadora de Grupo de Empresas MNC – Modelo de Negócio Cooperado entre grupo de empresas (pacote) MNE – Modelo de Negócio Específico para cada empresa (personalizado)

9 Cursos e provas oficiais do MPS.BR
C1 - Curso Introdução MPS.BR Avaliador Adjunto P1 - Prova C2 - Curso Implementadores MR-MPS P2 - Prova C3 - Curso Avaliadores MA-MPS P3 - Prova Implementador C4 - Curso Guia de Aquisição P4 - Prova Consultor de Aquisição

10 MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho
SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS Programa MPS.BR: Resultados Esperados, Resultados Alcançados e Lições Aprendidas Projeto iMPS: Resultados de Desempenho de Organizações que Adotaram o Modelo MPS Conclusão Kival Chaves Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR SBQS 2010, Belém-PA, 07JUN2010 l Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción.

11 Resultados Esperados: 2004-2011
Meta técnica: Criação e aprimoramento do modelo MPS Guias MPS (criados a partir de MAI2005 e aprimorados quando necessário) com versões vigentes: em conformidade com a ISO/IEC 12207:2008 – Software life cycle processes e ISO/IEC :2003 – Process assessment – Part 2: Performing an assessment compatíveis com o CMMI-DEV – Capability Maturity Model Integration for Development Instituições Implementadoras: 30 II (total) Instituições Avaliadoras: 15 IA (total) Consultores de Aquisição: 30 CA (total)

12 Resultados Alcançados: JAN2004-MAI2010
Meta técnica: criação e aprimoramento do modelo MPS Guias MPS (disponíveis para “download” gratuito em Guia Geral:2009 Guia de Aquisição:2009 Guia de Implementação:2009 (10 partes) Guia de Avaliação:2009 Instituições Implementadoras (II): 18 II credenciadas (COMUNICADO 3/2004), com 120 implementadores MPS Instituições Avaliadoras (IA): 13 IA credenciadas (COMUNICADO 10/2006), com 68 avaliadores MPS Consultores de Aquisição (CA): 5 CA certificados (COMUNICADO 12/2006)

13 Resultados Esperados: 2004-2011
Meta de mercado: Disseminação e adoção do modelo MPS 5.000 participantes de cursos oficiais do MPS.BR (total) 1.500 aprovados em provas oficiais do MPS.BR (total) 72 empresas (de ) empresas (de , a confirmar) com MR-MPS implementado (12 meses) e avaliação MA-MPS (3 meses subsequentes), das quais: 220 empresas nos níveis G-F (base da pirâmide) 80 empresas nos níveis E-D-C (meio da pirâmide)

14 Resultados Alcançados: JAN2004-MAI2010
Meta de mercado: disseminação e adoção do modelo MPS Cursos e Provas do MPS.BR de (7 anos), em todas as regiões do país: 4.068 participantes de cursos oficiais do MPS.BR (C1 - Introdução, C2 - Implementação, C3 - Avaliação e C4 – Aquisição) 1.230 aprovados em provas oficiais do MPS.BR (P1 - Introdução, P2 - Implementação, P3 - Avaliação e P4 – Aquisição) Em 2004, criação do modelo de negócio MN-MPS (atualizado sempre que necessário) Em (2 anos), implementações-piloto do modelo MPS em grupos de empresas no Rio de Janeiro, Campinas e Recife De (5 anos), implementações do modelo MPS em cerca de 300 empresas: Modelo de Negócio Cooperado (MNC), apoio SOFTEX (com recursos do BID, MCT/SEPIN, MCT/FINEP e SEBRAE) a 222 PMEs para implementação (12 meses) e avaliação MPS (3 meses subsequentes), em 35 grupos de empresas gerenciados por 14 IOGE (Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas) Modelo de Negócio Específico (MNE), implementação e avaliação MPS em + 55 organizações privadas e governamentais de todos os portes (tanto nos níveis G-F quanto em níveis mais elevados)

15 Resultados Alcançados por Níveis MPS e Regiões do Brasil: 218 Avaliações MPS Publicadas (válidas por 3 anos), 70% em PME

16 MPS.BR: Lições Aprendidas
Publicação SOFTEX em Português, Espanhol e Inglês, disponível para “download” gratuito na seção Acesso Rápido em < >, que apresenta o Corpo de Conhecimento do MPS.BR com as principais lições aprendidas em quatro áreas: Gestão do programa MPS.BR Organização de grupos de empresas no programa MPS.BR Implementação do modelo MPS em empresas Avaliações MPS

17 MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho
SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS Programa MPS.BR: Resultados Esperados, Resultados Alcançados e Lições Aprendidas Projeto iMPS: Resultados de Desempenho de Organizações que Adotaram o Modelo MPS Conclusão Kival C. Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR SBQS 2010, Belém-PA, 07JUN2010 l Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción.

18 Projeto iMPS: Resultados de Desempenho
Objetivo do projeto iMPS: planejar e executar periodicamente um estudo experimental (survey) para acompanhar e evidenciar resultados de desempenho nas organizações que adotaram o modelo MPS. Em OUT2007, o projeto iMPS foi contratado pela SOFTEX ao Grupo de Engenharia de Software Experimental da COPPE/UFRJ Resultados de desempenho de organizações que adotaram o modelo MPS, em sete categorias de desempenho: (i) custo; (ii) prazo; (iii) produtividade; (iv) qualidade; (v) satisfação do cliente; (vi) ROI - retorno do investimento; (vii) satisfação com o modelo MPS Questionários iMPS de acompanhamento: aplicação anual nas organizações que adotaram o modelo MPS nos seguintes momentos: (i) implementação MPS: no início (ii) avaliação MPS: no final (iii) periódico anual: todas as organizações com avaliação MPS publicada em (www.softex.br/mpsbr), com prazo de validade vigente (3 anos)

19 Projeto iMPS: Caracterização 2008
123 questionários devidamente respondidos por diferentes organizações: 43 iniciando a implementação MPS 19 em processo de avaliação MPS 62 com avaliação MPS vigente Os resultados gerais indicam que as organizações que adotaram o modelo MPS mostraram: maior satisfação dos seus clientes maior produtividade capacidade de desenvolver projetos maiores mais de 94% das organizações totalmente (70,2%) ou parcialmente satisfeitas (24,2%) com o modelo MPS

20 Projeto iMPS: Caracterização 2009
135 questionários devidamente respondidos por diferentes organizações: 20 iniciando a implementação MPS 25 em processo de avaliação MPS 90 com avaliação MPS vigente (G = 57, F = 26, E-A = 7) Os resultados gerais indicam que as organizações que adotaram o modelo MPS mostraram que: mais de 98% das empresas parcialmente ou totalmente satisfeitas com o modelo MPS o retorno do investimento (ROI) foi obtido principalmente, para aquelas empresas que evoluíram ou internalizaram o modelo MPS em seus processos observou-se tendência à melhoria de custo, qualidade, prazo e produtividade

21 Projeto iMPS: Caracterização Entre outras unidades de medida de tamanho, nas 135 organizações pesquisadas: Pontos de Função = 44 (33%), Pontos de Caso de Uso = 20 (15%), Horas de Trabalho = 18 (13%) Ver medianas do Tamanho dos Projetos (PF) = tamanho médio de projeto dos últimos 12 meses e da Produtividade (PF/mês) = tamanho médio de projeto dos últimos 12 meses/tempo médio gasto nos projetos dos últimos 12 meses Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción.

22 Variação de Desempenho 2008/2009
Variação de desempenho de empresas com avaliação MPS vigente Indicação de tendência observando os resultados individuais das tendências das empresas com avaliação MPS vigente, com base nas respostas das empresas aos questionários periódicos iMPS2008 e iMPS2009 Não é possível comparação entre uma empresa com outra, apenas o comportamento do grupo Exemplo: Número de Funcionários Empresa 2008 2009 Tendência A 10 15 AUMENTOU B NÃO ALTEROU C 8 REDUZIU

23 Análise de Variação 2008/2009 Indicador A B C D E F G H I J
Variação de desempenho de 43 empresas com avaliaçãoMPS G-A (G = 22, F = 17, E-A = 4) Indicador A B C D E F G H I J Respostas Válidas 27 35 37 29 40 39 25 15 43 22 Nível de Confiança (%) 88,3 92,7 93,9 89,4 95,8 95,1 87,1 79,2 100 85,1

24 Análise dos Dados 2008/2009 Indicador A B C D E F G H I J
Variação de desempenho de 9 empresas que revalidaram/mudaram seu nível MPS Indicador A B C D E F G H I J Respostas Válidas 5 8 6 7 3 9 4 Nível de Confiança (%) 70,2 88,2 76,4 82,2 52,3 100 62,7

25 Variação de Desempenho 2008/2009
Foram consideradas 43 empresas, com um questionário para o ano de 2008 e outro para o ano de 2009, agrupadas seguindo os mesmos critérios da avaliação de 2008 em Nível G (22), Nível F (17) e Níveis E-A (4) Em complemento, foi organizado um novo grupo com 9 empresas incluindo aquelas que renovaram/mudaram de nível nesse período e responderam o questionário periódico. De acordo com os dados fornecidos, os indicadores apresentam comportamento coerente com as hipóteses associadas à utilização de processos de desenvolvimento de software combinado com boas práticas da engenharia de software. Por exemplo: é possível observar a tendência à redução de custos e prazos em combinação com o aumento de qualidade e produtividade esta combinação de eventos pode estar influenciando positivamente os outros indicadores referentes a estas empresas e relacionados ao aumento de faturamento, número de clientes, funcionários, satisfação dos clientes e ROI

26 Pesquisas iMPS 2008 e 2009: Publicações
Mais detalhes sobre os resultados do projeto iMPS em e 2009 estão disponíveis nas seguintes publicações SOFTEX em ( ):

27 Pesquisa iMPS 2010 JAN-ABR2010: especificação de melhorias no ambiente CoreKM para tratamento de dados e questionários iMPS em meio eletrônico MAI-JUN2010: coleta de dados periódica anual (via Web) JUL-SET2010: análise dos dados da rodada 3 do iMPS OUT2010: resultados preliminares da pesquisa iMPS 2010 (WAMPS 2010)

28 MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho
SUMÁRIO Introdução: Programa MPS.BR e Modelo MPS Programa MPS.BR: Resultados Esperados, Resultados Alcançados e Lições Aprendidas Projeto iMPS: Resultados de Desempenho de Organizações que Adotaram o Modelo MPS Conclusão Kival C. Weber Coordenador Executivo do Programa MPS.BR SBQS 2010, Belém-PA, 07JUN2010 l Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción.

29 Conclusão Vender sus ideas es desafiador. Primero, es necesario hacer con que sus oyentes estén de acuerdo con Ud.. En seguida, es necesario hacer que tomen iniciativa. Use la fórmula Evidencia – Acción – Beneficio de la Dale Carnegie Training® y Ud. realizará una presentación motivadora y en dirección a la acción. 29

30 MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho

31 Muito Obrigado Perguntas ?
MPS.BR: Melhoria de Processo do Software Brasileiro e dos Resultados de Desempenho Muito Obrigado Perguntas ?

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