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26/1/20141. 2 Introdução Na transição da vida corporal para a espiritual, produz- se um fenômeno de importância capital: a perturbação. Nesse instante.

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1 26/1/20141

2 2 Introdução Na transição da vida corporal para a espiritual, produz- se um fenômeno de importância capital: a perturbação. Nesse instante a alma experimenta um torpor que paralisa momentaneamente as suas faculdades. Apenas em poucas situações pode a alma contemplar conscientemente o desprendimento.

3 26/1/20143 Estado de Perturbação A perturbação pode, pois, ser considerada o estado normal no instante da morte e perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos. Em algumas pessoas ela é de curtíssima duração, quase imperceptível, e nada tem de dolorosa - poderia ser comparada como um leve despertar. Em outras pessoas, o estado de perturbação pode durar muitos anos, até séculos, e pode configurar um quadro de sofrimento severo, com angústia e temores acerbos.

4 26/1/20144 Lembra Allan Kardec que no momento da morte tudo à princípio é confuso; a alma necessita de algum tempo para se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a situação. A lucidez das idéias e a memória do passado voltam, lentamente, à medida que se extingue a influência da matéria e que se dissipa essa espécie de nevoeiro que lhe turva os pensamentos. Essa perturbação pode apresentar características particulares, dependendo do caráter do indivíduo.

5 26/1/20145 Um fenômeno que parece ser geral, e que ocorre neste período, é aquilo que os autores chamam de "Balanço existencial". Os principais fatos da vida do desencarnante deslizam diante de sua mente, numa velocidade espantosa, e ele revê a si mesmo em quase todos os grandes lances de sua encarnação. O estado de perturbação varia, imensamente, de pessoa para pessoa.

6 26/1/20146 Quando o Espírito deixa o corpo, por ocasião da morte não sai dele despido de todo o envoltório. Todos os Espíritos nos dizem que conservam a forma humana e, com efeito, quando nos aparecem, trazem as que lhes conhecíamos. Observemos atentamente o Espírito, no instante em que acabem de deixar a vida; 1. Acham-se em estado de perturbação. 2.Tudo se lhes apresenta confuso, em torno

7 26/1/ Vêem perfeito ou mutilado, conforme o gênero da morte, o corpo que tiveram. 4. Por outro lado se reconhecem e sentem vivos. 5. Alguma coisa lhes diz que aquele corpo lhes pertence e não compreendem como podem estar separados dele. 6. Continuam a ver-se sob a forma que tinham antes de morrer e esta visão, nalguns, produz, durante certo tempo, singular ilusão: a de se crerem ainda vivos. 7. Falta-lhes a experiência do novo estado em que se encontram, para se convencerem da realidade.

8 26/1/20148 Passado esse primeiro momento de perturbação. O corpo se lhes torna uma veste imprestável de que se despiram e de que não guardam saudades. Sentem-se mais leves e como que aliviados de um fardo. Não mais experimentam as dores físicas e se consideram felizes por poderem elevar-se, transpor o espaço, como tantas vezes o fizeram em sonho, quando vivos. Entretanto, mau grado à falta do corpo, comprovam suas personalidades; têm uma forma, mas que os não importuna nem os embaraça; têm, finalmente, a consciência de seu eu e de sua individualidade. Que devemos concluir daí ? Que a alma não deixa tudo no túmulo, que leva consigo alguma coisa. [LM - it.53]

9 26/1/20149 Os fatores que vão influenciar na duração e na profundidade do estado de perturbação são: Conhecimento do Mundo Espiritual Os Benfeitores Espirituais informam [LE-qst 165] que o conhecimento do Espiritismo exerce uma grande influência sobre a duração maior ou menor da perturbação, pois o Espírito que tem informação precisa a respeito do mundo espiritual compreende antecipadamente a sua situação.

10 26/1/ Idade Os extremos da vida são os períodos da existência em que o desencarne se processa, geralmente com maior facilidade. Na criancinha, o processo encarnatório ainda não completou-se definitivamente, e no idoso, os laços que mantêm unidos o corpo espiritual ao corpo físico, estão mais frágeis, débeis, fáceis de serem rompidos.

11 26/1/ Tipo de Morte As mortes súbitas, traumáticas acompanham-se geralmente de um estado de perturbação maior. A doença crônica, arrastada, facilita o desligamento do Espírito e a sua identificação com a vida pós-túmulo. "Em todos os casos de morte violenta, os liames que unem o corpo ao perispírito são mais tenazes, e o desprendimento completo é mais lento." [LE-qst 162] "Na morte natural que se verifica pelo esgotamento da vitalidade orgânica, em conseqüência da idade, o homem deixa a vida sem perceber; é uma lâmpada que se apaga." [LE-qst 154]

12 26/1/ Atitude da Família O posicionamento mental dos familiares ante o desencarne será de fundamental importância na recuperação do Espírito. Pensamentos de revolta e desespero o atingem como dardos mentais de dor e angústia, dificultando a sua recuperação. André Luiz mostra que a atitude inconformista da família pode criar "teias de retenção", prendendo o Espírito ao seu corpo. Velório O que vem a ser velório? Segundo o dicionário, é o Ato de velar com outros um morto; de passar a noite em claro onde se encontra exposto um morto.

13 26/1/ Normalmente o que se observa é que ao invés de pacificar o Espírito, as pessoas, despreparadas, não levam a ele o apoio preciso, permanecendo alheias às verdades espirituais e o bombardeiam inconscientemente emitindo raios mentais desequilibrados. Velório comumente é um ponto de encontro ou reencontro, forçado por deveres sociais e familiares onde, muitas vezes, tem gente gargalhando,contando anedotas. Mas o velório representa as horas que sucedem ao desencarne e que são importantes para o recém liberto. Há técnicos que se aproximam do desencarnante promovendo com recursos magnéticos, sua liberação. A Doutrina Espírita esclarece que se no caixão está o corpo, pode muitas vezes o Espírito estar ao lado.

14 26/1/ Léon Denis diz ainda: " O cerimonial religioso, em uso, pouco auxílio e conforto dá, em geral, aos defuntos. Os assistentes dessas manifestações, na ignorância das condições de sobrevivência, ficam indiferentes e distraídos. É quase um escândalo ver a desatenção com que se assiste a uma cerimônia fúnebre. A atitude dos assistentes, a falta de recolhimento, as conversas banais trocadas durante o velório, tudo causa penosa impressão. Bem poucos dos que formam o acompanhamento pensam no defunto e consideram como dever projetar para ele um pensamento afetuoso. O pensamento elevado, e sobretudo a prece sincera são de inestimável valor para o equilíbrio do desencarnante.

15 26/1/ Allan Kardec afirma que o melhor presente que podemos dar a um ente querido que partiu é orarmos sinceramente em seu benefício: "As preces pelos Espíritos que acabam de deixar a Terra têm por fim, não apenas proporcionar-lhes uma prova de simpatia, mas também ajudá-los a se libertarem das ligações terrenas, abreviando a perturbação que segue sempre à separação do corpo, e tornando mais calmo o seu despertar." [ESE-cap XXVIII it 59]

16 26/1/ Estrutura Psicológica Será de grande valor, na recuperação plena do desencarnante, a sua estrutura psicológica, ou seja, o controle que ele exerce sobre as suas emoções, a atitude íntima de fé e tranqüilidade. O medo, a angústia, a impaciência, reduzem o padrão vibratório do desencarnante, dificultando a assistência dos Espíritos bons.

17 26/1/ A Condição Moral Allan Kardec assevera: A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no homem cujas preocupações dizem respeito exclusiva e unicamente à vida e gozes materiais. "Quanto mais o Espírito estiver identificado com a matéria, mais sofrerá para separar-se dela." As informações vindas do Mundo Maior são unânimes em afirmar que a morte nada tem de dolorosa para o homem de bem. É, apenas, um suave despertar, junto a presença amorosa dos entes queridos que o precederam no Além.

18 26/1/ Atitudes perante a Morte e o Morto Uso de velas "O espírita não se prende a exterioridades" "Dispensar aparatos, pompas é encenações nos funerais de pessoas pelas quais se responsabilize, abolir o uso de velas,coroas e imagens." (André Luiz) Choro na hora da morte "Resignar-se ante a desencarnação inesperada do parente ou amigo, vendo nisso a manifestação da Sábia Vontade que nos comanda os destinos." "As lágrimas aliviam, entretanto, a atitude do espírita deve ser de compreensão e oração." O sepultamento "Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência terrena." (André Luiz)

19 26/1/ Dois de novembro Para o espírita todos os dias são dos mortose dos vivos e devem ser bem vivenciados. Visita ao cemitério "A visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao Espírito do que uma prece feita em sua intenção? "A visita ao túmulo é uma maneira de se manifestar que se pensa no Espírito ausente, é a exteriorização desse fato. Eu já vos disse que é a prece que santifica o ato de lembrar; pouco importa o lugar, se a lembrança é ditada pelo coração." [LE-qst 323] O intercâmbio com os Espíritos é feito pelo pensamento e as almas dos entes amados não estão presas ao túmulo; logo que possível, se afastam dos cemitérios, tendo a considerar que pode ser até que o Espírito já tenha reencarando.

20 26/1/ Bibliografia O Livro dos Espíritos - Allan Kardec O Céu e o Inferno - Allan Kardec O Problema do Ser, do Destino e da Dor - Leon Denis Obreiros da Vida Eterna - André Luiz/Chico Xavier Velório - Reflexões Espíritas - Autores Diversos Conduta Espírita - André Luiz/Chico Xavier Nas Fronteiras da Loucura - Manoel Philomeno de Miranda Fonte: Apostila Introdução a Doutrina Espírita Site: Organização PowerPoint Grupo de Estudos Allan Kardec


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