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FORMAÇÃO DE PROFESSORES COORDENADORES 2011. Discutir sobre o que acontece, o que pode acontecer e o que deveria acontecer em salas de aula não é o mesmo.

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1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES COORDENADORES 2011

2 Discutir sobre o que acontece, o que pode acontecer e o que deveria acontecer em salas de aula não é o mesmo que conversar sobre tempo. Essas discussões são fundamentalmente sobre as esperanças, os sonhos, os temores e as realidades – sobre as próprias vidas – de milhões de crianças, pais e professores. Se essa tarefa não merecer a aplicação de nossos melhores esforços – intelectuais e práticos – nenhuma outra merecerá. Michael Apple – In: A escola e suas decisões curriculares.

3 Vocês vão observar duas imagens: Alfonso Martin Burguillo (1) Beatriz Milhazes (2)

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5 Cada um de vocês deve escolher uma das imagens para associar ao tema currículo e... justificar sua escolha.

6 Mexendo com a lógica e as concepções que norteiam o Currículo Oficial do Estado de São Paulo

7 * Qual a concepção de ensino e de aprendizagem que sustenta esta atividade e ou situação de aprendizagem? * Essa atividade e ou situação de aprendizagem esta de acordo com as concepções do Currículo Oficial do Estado de São Paulo? * Você como PC considera necessária alguma intervenção junto ao professor? Qual? Para realizar essa reflexão leve em conta os seguintes questionamentos: 1) 1) Há levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos? 2) 2) Proporciona algum desafio aos alunos? 3) 3) Favorece a reflexão sobre o conteúdo, como objeto sócio-cultural real? 4) 4) Garante a circulação da informação? (aluno x aluno / professor x aluno)

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9 Depoimento da Professora Marcela Para garantir que meus alunos tenham um papel ativo na construção do conhecimento matemático, parto de situações desafiadoras, como jogos, e de resolução de problemas do cotidiano das crianças. Esta semana propus a eles o seguinte problema: Ana e Paula resolveram competir arremessando bolas em uma cesta. Ana conseguiu acertar 20 arremessos e Paula acertou 7 arremessos a menos que Ana. Quantos arremessos acertou Paula?. Foram várias as formas que encontraram para resolver o problema. A maioria buscou a solução usando os algoritmos, alguns desenharam, outros ainda fizeram gestos com as mãos contando com os dedos. Discuti coletivamente as várias formas encontradas por eles para solucionar o problema. Neste momento, não estava preocupada com a resposta correta, mas sim em socializar as diferentes possibilidades.

10 Uma escola elaborou um projeto sobre Educação Ambiental sobre a temática Mudanças Climáticas, conforme segue: Os professores das primeiras aulas da segunda-feira, de todos os períodos, deverão mostrar e explicar a charge abaixo para todos os alunos da escola;

11 1.Depois da leitura e interpretação da charge, os professores de todas as disciplinas desenvolverão, em sua respectiva sala, uma atividade sobre a temática (Mudanças Climáticas) do projeto; 2.Ficou definido um tipo de produção diferente para cada sala, da seguinte forma: as 5ªs séries farão desenhos livres; 6ªs séries – cartazes; as 7ªs séries – paródias; as 8ªs séries – jornal; as 1ºsEM – História em quadrinhos; 2ºs EM – artigo de opinião; 3ºs EM – Vídeos; 3.Ao final do semestre, cada sala escolherá a melhor produção para ser apresentada na Semana cultural.

12 Plano de aula do Professor Eduardo O professor de Educação Física, Eduardo, consciente da importância da cultura do movimento para sua disciplina, elaborou o seguinte plano de aula para a aprendizagem de uma capacidade física. Público alvo: 4º ano do Ensino Fundamental Tema: categoria do movimento – jogo Modalidade: jogo de queimada Objetivo: levar o aluno a compreender o conceito de agilidade, a partir da experiência motora. Enfoque do conceito: agilidade é a capacidade que permite a mudança de direção no menor tempo. Material: bola Desenvolvimento da atividade: Eduardo inicia sua aula perguntando aos alunos se conhecem o que é agilidade. Levanta, assim, os conhecimentos prévios e inicia a atividade. Ao final da prática, o professor problematiza novamente sobre o tema. Pergunta aos alunos o que foi preciso fazer no jogo para não ser queimado. A partir das respostas dos alunos constrói o conhecimento com o grupo a respeito do conceito de agilidade. Nas aulas seguintes o professor propôs outras brincadeiras e exercícios para desenvolver a capacidade física de agilidade.

13 LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EM PRINCÍPOS DIDÁTICOS DE UMA BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM Enfoque fragmentado, centrado na transmissão de conteúdos prontos. Enfoque globalizador, centrado na resolução de problemas significativos. Conhecimento como acúmulo de fatos e informações isoladas. Conhecimento como instrumento para a compreensão da realidade e possível intervenção nela. O professor é o único informante, com o papel de dar as respostas certas e cobrar sua memorização. O professor intervém no processo de aprendizagem ao criar situações problematizadoras, introduzir novas informações e dar condições para que seus alunos avancem em seus esquemas de compreensão da realidade. O aluno é visto como sujeito dependente, que recebe passivamente o conteúdo transmitido pelo professor. O aluno é visto como sujeito ativo, que usa sua experiência e seu conhecimento para resolver problemas. O conteúdo a ser estudado é visto de forma compartimentada. O conteúdo estudado é visto dentro de um contexto que lhe dá sentido. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.

14 LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EXCLUSIVAMENTE EM CONTEÚDOS E ATIVIDADES LÓGICA NUMA CONCEPÇÃO QUE SE APOIA EM PRINCÍPOS DIDÁTICOS DE UMA BOA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM Há uma seqüência rígida dos conteúdos das disciplinas, com pouca flexibilidade. A sequenciação (SD) é vista em termos de nível de abordagem e de aprofundamento em relação às possibilidades dos alunos. Baseia-se fundamentalmente em problemas e atividades dos livros didáticos. Baseia-se fundamentalmente em uma análise global da realidade. O tempo e o espaço escolares são organizados de forma rígida e estática. Há flexibilidade no uso do tempo e do espaço escolares. Propõe receitas e modelos prontos, reforçando a repetição e o treino. Propõe atividades abertas, permitindo que os alunos estabeleçam suas próprias estratégias. Adaptação de: Hernandez, Fernando - Transgressão e Mudança na educação: Os Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, Hernandes, Fernando e Ventura, Montserrat - A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. Porto Alegre, RS: Ed. ARTMED, 1998, 5a. Ed.

15 FUNÇÃO DA ESCOLA: Promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contemporâneo. (Ver no texto: A escola e suas decisões curriculares – Maria das Mercês Ferreira Sampaio – Pág. 12, segundo parágrafo)

16 CURRÍCULO ESTRUTURADO EM COMPETENCIAS E HABILIDADES AUTÔNOMOS REFLEXIVOS Formar alunos CRÍTICOS

17 O Currículo Oficial do Estado de São Paulo adota a concepção de aprendizagem SÓCIO-CONSTRUTIVISTA- INTERACIONISTA (Quadro síntese das correntes pedagógicas)

18 PIAGET Aprende porque desenvolve Estágios de desenvolvimento (simbólico, pré-operatório, operatório, etc.) Processo de desequilibração/ equilibração Assimilação Acomodação Adaptação Vygotsky Desenvolve porque aprende Internalização Zona de desenvolvimento real Zona de desenvolvimento proximal Zona de desenvolvimento potencial

19 A concepção de aprendizagem determina a concepção de ensino. A concepção de ensino do Currículo Oficial do Estado de São Paulo privilegia o desenvolvimento de competências e habilidades, a construção do conhecimento, os esquemas operatórios, tratando os conteúdos como meios para a aprendizagem. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

20 Os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais. (Ver no texto: A escola e suas decisões curriculares – Maria das Mercês Ferreira Sampaio – Pág. 13, O Currículo na escola: formal, real e oculto)

21 Pensar no currículo no tempo atual é viver uma transição, na qual, como em toda transição, traços do velho e do novo se mesclam nas práticas cotidianas. (Ver no texto: A escola e suas decisões curriculares – Pág.15 – citação de Gimeno Sacristán – 3º parágrafo)

22 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem 1 Os alunos precisam pôr em jogo tudo que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar;

23 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem 2 Os alunos têm problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõem produzir;

24 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem 3 A organização da tarefa pelo professor garante a máxima circulação de informação possível;

25 Princípios didáticos que determinam uma boa situação de aprendizagem 4 O conteúdo trabalhado mantém suas características de objeto sociocultural real, sem se transformar em objeto escolar vazio de significado social.


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