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FISIOLOGIA DOS NUTRIENTES. PROTEÍNAS: FUNÇÕES BIOLÓGICAS IMPORTANTES PARA A PERFEITA HOMEOSTASE!!!

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Apresentação em tema: "FISIOLOGIA DOS NUTRIENTES. PROTEÍNAS: FUNÇÕES BIOLÓGICAS IMPORTANTES PARA A PERFEITA HOMEOSTASE!!!"— Transcrição da apresentação:

1 FISIOLOGIA DOS NUTRIENTES

2 PROTEÍNAS: FUNÇÕES BIOLÓGICAS IMPORTANTES PARA A PERFEITA HOMEOSTASE!!!

3 PROTEÍNAS: formação de enzimas, hormônios, secreções e anticorpos

4 Processos anabólicos Divisão celular Transporte de vitaminas, minerais, lípides, drogas Sistema de defesa Equilíbrio ácido-básico Manutenção da homeostase

5 Fonte de energia: 1g 4Kcal =

6 No organismo, não existem reservas de aminoácidos (AA)! Perdas de 30 a 50% do total de proteínas podem resultar em morte!

7 Necessidades Diárias Indivíduos normais: 0,8g/Kg; Hipermetabólicos: 1,5g/Kg; Falências renal e hepática não acompanhadas de SIRS ou trauma: menor necessidade

8 Deficiência: Edema Deterioração de tecidos Esteatose hepática Dermatose Resposta imune Perda de peso Ingestão baixa de proteínas Diminuição drástica da excreção urinária de nitrogênio Ponto crítico!!!

9 LIPÍDEOS

10 Fonte e reserva de energia 1g 9Kcal =

11 Necessidades Diárias Valores de referência norte-americanos: 65g total (~30% VCT) 20g AG saturados (~10% VCT) 300mg Colesterol * -3

12 CARBOIDRATOS FUNÇÃO BIOLÓGICA: Fonte energética Regulador de funções metabólicas e fisiológicas Papel estrutural

13 Fonte energética: 1g 4Kcal =

14 Necessidades Diárias Valores de referência norte- americanos: 300g (~ 60% VCT)

15 FIBRAS Misturas complexas e heterogêneas Solúveis / Insolúveis Celulose, hemicelulose Pectinas, gomas, mucilagens

16 ÁGUA 65 a 70% do Peso Corpóreo Homeostase depende da interação SNC – Rim (Hormônio Antidiurético) Ingestão controlada pela sede (osmolaridade, hipovolemia) Água endógena

17 Requerimentos Diários 1500mL/m mL para os primeiros 20Kg +20mL/Kg acima dos 20Kg 30 a 35mL/Kg 30mL/Kg (55 a 65 anos) 25mL/Kg (> 65 anos) RDA: 1mL/Kcal 1mL/Kcal + 100mL/g N

18 Situações Especiais Situação ClínicaRequerimento Energético / Proteico Sepse Proteínas: 1,5 a 2,5g/Kg/dia Trauma Proteínas 1,5 a 2,0g/Kg/dia 25 a 30Kcal/Kg/dia Relação Kcal não protéica/g N 100 : 1 TCE METAS: VCT: 1,4 x GEB 40 a 50 Kcal/kg/dia Proteínas: 2,0g/kg/dia Lipídeos: 30 a 50% do VCT DPOC Proteínas 0,8 – 1,2 g/kg/dia Restante das calorias não protéicas divididas igualmente entre carboidratos e lípides Insuficiência Hepática Proteínas: Compensados: 0,8 – 1,5 g/kg/dia (sob avaliação periódica) Stress: até 1,5 – 2,0 g/kg/dia (dificultada por encefalopatia hepática e restrição hídrica / salina) Aporte energético: 25 – 30 Kcal/kg/dia

19 Situações Especiais Situação ClínicaRequerimento Energético / Proteico Insuficiência Renal Avaliar influência do tratamento dialítico: Fórmula da taxa de aparecimento de nitrogênio uréico Avaliação do grau de catabolismo para formulação do plano de nutrição: - baixo: 0,5 a 0,8g/proteína/dia - moderado: 0,8 a 1,2g/proteína/dia - alto: 1,2 a 1,5g/proteína/dia Dar preferência a proteínas de alto valor biológico ICC ICC moderada: 25 a 30Kcal/Kg/dia ICC grave: 15 a 20 Kcal/Kg/dia

20 Situações Especiais Situação ClínicaRequerimentos Queimaduras MEDIDAS: Fórmula de Parkland: Reposição volêmica (1ª s 24 horas) = 4 X peso X % SCQ - ½ em 8 horas - ½ próximas 16 horas * Reposição com Ringer Lactato GASTO ENERGÉTICO: a) 40 – 70 Kcal / kg / dia b) GEB (Harris-Benedict) X Fator de injúria - queimadura moderada: 1,5; - grande queimado 1,5 – 1,8; - queimadura maciça 1,8 – 2,2. APORTE PROTEICO: Adultos: 1g / Kg + 3g X %SCQ Crianças: 3g / Kg + 1g X %SCQ

21 METABOLISMO NO JEJUM NÃO-COMPLICADO E NO STRESS

22 INTRODUÇÃO:. Duas fases na homeostase da digestão e metabolismo: Pós-prandial (Anabólica) Jejum (Catabólica)

23 Fase pós-prandial Ingestão alimentar insulina Interrupção da produção hepática de glicose Utilização de glicose como fonte de energia Armazenamento de glicogênio e gorduras e síntese de proteínas Aumento da glicemia

24 Fase de jejum 4 a 6 horas após ingestão alimentar: Insulina Glucagon, epinefrina, hormônio do crescimento e cortisol Glicogenólise Gliconeogênese Lipólise Proteólise Cetogênese

25 Resposta adaptativa ao jejum Objetivo: Manter suprimento energético para as funções vitais do organismo *Glicose: principal substrato energético para o cérebro

26 Outros mecanismos: Redução do metabolismo basal Diminuição de atividade física Perda de massa tecidual metabolicamente ativa Menor conversão T4 T3 Redução nos níveis de insulina Resposta adaptativa ao jejum

27 Jejum: Lipólise e resposta cetonêmica adaptativa como mecanismo poupador de proteínas RESUMO

28 Estresse: Hiperglicemia, hiperinsulinemia, aumento da proteólise e da lipólise Hipercatabolismo prevalece, a despeito da terapia nutricional RESUMO


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