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Dynamic Systems Development Method Eduardo C. Zini Marcelo A. Dantas Marcelo F. Cruz MC746 - Prof. Eliane.

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1 Dynamic Systems Development Method Eduardo C. Zini Marcelo A. Dantas Marcelo F. Cruz MC746 - Prof. Eliane

2 Sumário Histórico Princípios Ciclo de Vida Fases Papéis Qualidade Testes Caso de Sucesso Conclusões Referências

3 Histórico Surgiu em 1994 como uma evolução das ferramentas RAD (Rapid Application Developement). Em fevereiro de 1994 foi definida a necessidade de criar um framework de alto nível. Foram criados três grupos, um para definir o conteúdo do framework, outro para a definição dos processos e procedimentos, e outro para cuidar do marketing e do gerenciamento. Em janeiro de 1997 houve um workshop para decidir que mudanças eram necessárias no método; em outubro de 1997 foi publicada a terceira versão. Atualmente estamos na versão 4.2

4 Histórico (II)

5 Princípios 1.A participação ativa do usuário é imperativa. 2.A equipe deve ser capaz de tomar decisões. 3.O foco é na freqüente entrega dos produtos. 4.A finalidade do negócio é o critério essencial para a aceitação dos produtos a serem entregues.

6 Princípios (II) 5. O desenvolvimento iterativo e incremental é necessário para convergir em uma solução exata do negócio. 6. Todas as mudanças durante o desenvolvimento são reversíveis. 7. Requisitos são baseados em alto nível. 8. Testes são integrados durante todo o ciclo de vida. 9. Colaboração e cooperação entre todas as partes interessadas são essenciais.

7 Ciclo de Vida Pré-ProjetoPós-Projeto

8 Fases 1.Pré-projeto: assegura que somente projetos seguros são iniciados e que seus ajustes são feitos corretamente. 2.Estudo das Possibilidades (Negócio): o projeto iniciado começa com um estudo de possibilidades. Um importante aspecto desse passo é a avaliação de quanto o DSDM é aplicável ao projeto. 3.Iteração do Modelo Funcional: refinamento dos aspectos de negócio do sistema, isto é, construindo um processamento de alto nível e organizando informações dos requisitos identificados durante o estudo do negócio.

9 Fases (II) 4.Iteração de Projeto e Construção: o sistema é arquitetado para um padrão suficientemente seguro para ser colocado nas mãos do usuário. 5.Implementação: passagem do desenvolvimento para o processo operacional. 6.Pós-projeto: sustenta a solução operacional. A natureza iterativa e incremental do DSDM permite que a manutenção possa ser feita como um contínuo desenvolvimento.

10 Papéis Patrocinador Executivo Visionário Usuário Embaixador Usuário Conselheiro Gerente de Projeto Coordenador Técnico Líder de Equipe Desenvolvedor Testador Anotador Facilitador Especialista em Papéis

11 Qualidade Seminários (reuniões) eficientes Participação contínua e focada do usuário Revisões (protótipos ou documentação) Testes completos (validação constante de requisitos) Gerência de configuração Abordagem flexível e não supérflua Perigo de perda de foco (focar sempre no business purpose) Constante ênfase na validação de requisitos-chave Natural refinamento de requisitos

12 Qualidade (II) Planejamento (como a qualidade deve ser checada, quem deve fazê-lo, quem tem autoridade para determinar a aceitação do produto e o que fazer se uma falha for localizada, padrões a aplicar) Auditorias (evitar re-trabalho, desperdício de esforço e aspectos supérfluos) Experiências reais passadas são um guia Requisitos não-funcionais Guia da British Standards Institution e DSDM Consortium (TickIt – verificação de cláusula a cláusula)

13 Testes Objetivo assegurar que o sistema seja compatível com todos os requisitos de negócio. Testes concentrados nas partes de um sistema que proporcionam os benefícios chaves do negócio é a principal prioridade. Teste a cada estágio do processo de desenvolvimento. Sempre que possível, o teste deve ser feito por outro que não o criador do software.

14 Caso de Sucesso Paul Strassman (consultor de TI americano): 28% dos projetos são entregues dentro do prazo e do orçamento 23% falham completamente (e são cancelados) 49% se perdem em cronograma ou orçamento -Diretoria de Tecnologias de Informação e Comunicações (ICT) da ABN-AMRO Netherlands decidiu adotar o DSDM. - Inspiration - ¾ de todo o dinheiro lucrado pelo banco eram gastos na ICT (desperdício)

15 Caso de Sucesso (II) Melhorias alcançadas: time-to-market aperfeiçoado sistemas funcionais desde o início sistemas adequados às finalidades equipes mais bem treinadas sistemas com maior qualidade remoção de barreiras entre TI e usuários melhorias significativas em produtividade sistemas mais bem documentados e projetados

16 Conclusões Prós: Gerenciamento Encaminha o projeto para uma entrega dentro do prazo e orçamento Permite aviso prematuro de possível fracasso no projeto Gerenciamente de Projeto Baseado em objetivos Processo definido claramente com pontos regulares de revisão Negócios e Usuários Proprietário da solução Habilidade de direcionar o projeto para um melhor benefício nos negócios Entrega de uma solução funcional em tempo Desenvolvedores Responsabilidade Oportunidades crescentes Envolvimento do usuário

17 Conclusões (II) Contras: Críticas comuns aos processos ágeis: Ênfase insuficiente na qualidade Pouca documentação Mudança constante nos requisitos durante todo o processo.

18 Referências Risk-Based E-Business Testing Paul Gerrard and Neil Thompson, Artech House; 1st edition (August 2002)


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