A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CURSO PRÉ – CONGRESSO: Citometria de fluxo DOENÇAS LINFOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS Dr. João Carlos de Campos Guerra Departamento de Patologia Clínica - HIAE.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CURSO PRÉ – CONGRESSO: Citometria de fluxo DOENÇAS LINFOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS Dr. João Carlos de Campos Guerra Departamento de Patologia Clínica - HIAE."— Transcrição da apresentação:

1 CURSO PRÉ – CONGRESSO: Citometria de fluxo DOENÇAS LINFOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS Dr. João Carlos de Campos Guerra Departamento de Patologia Clínica - HIAE Centro de Hematologia de São Paulo - CHSP

2 CLASSIFICAÇÃO REAL/ WHO (98) Revised European Classification of Lymphomas and World Health Organization ENTIDADES (LEUCEMIA / LINFOMA) BASEADAS EM DADOS: ENTIDADES (LEUCEMIA / LINFOMA) BASEADAS EM DADOS: CLÍNICOS CLÍNICOS MORFOLÓGICOS MORFOLÓGICOS SP, MO, BMO, Biópsia de outros tecidos SP, MO, BMO, Biópsia de outros tecidos IMUNOLÓGICOS IMUNOLÓGICOS Imunofenotipagem por citometria de fluxo Imunocitoquímica / Imunohistoquímica Imunocitoquímica / Imunohistoquímica CITOGENÉTICOS (FISH ) e MOLECULARES (PCR) CITOGENÉTICOS (FISH ) e MOLECULARES (PCR) Anormalidades genéticas com valor prognóstico Anormalidades genéticas com valor prognóstico

3 NEOPLASIAS DE CÉLULA B PRECURSORAS: Leuc. / Linf. Linfoblástico de Célula B Precursora PERIFÉRICAS: LLC cel-B / Linf. de Pequenos Linfócitos Leucemia Pró - Linfocítica de Célula B Linfoma linfoplasmocitóide / Imunocitoma Linfoma de células do manto Linfoma de centro folicular / folicular Linf. B da Z. M. / esplênico / extranodal (tipo MALT) / nodal Tricoleucemia ; Plasmocitoma ; Mieloma Múltiplo Linfoma de Grandes Células B Difuso Subtipos: Mediastinal (tímico) e Intravascular Linfoma de Burkitt

4 NEOPLASIAS DE CÉLULA T e NK- T PRECURSORAS : Leucemia / Linfoma Linfoblástico T precursora T e NK PERIFÉRICAS: LLC de célula T e Leucemia Pró -Linfocítica Leucemia de Linfócitos Grandes Granulares Leucemia Tipo célula T e Tipo célula NK Micose Fungóide e Síndrome de Sézary Linfoma de Célula T periférica Não Especificado Doenças Linfoprolif. Cutâneas Prim. Cell T CD30+ Linfoma de Célula T γ/δ Hepatoesplênico Linfoma de Célula T Tipo Paniculite Subcutânea Linfoma de Célula T Angioimunoblástico Linfoma de Célula T Intest.(assoc.ou não a enteropatia) Leucemia/ Linfoma de Células T do Adulto, HTLV1+ Linf.Grandes Células Anaplásico, CD 30+, Tipos T e Nula Linfoma de Grandes Células Anaplásico, Tipo Hodgkin (REAL: provisório)

5 B Imatura Pró-B D H -J H Pré-B V H -D H J H V L -J L IgM Medula óssea Memória B Célula do plasma Mudança IgD B NaïveCentroblastoCentrócito IgM Mutações somáticas Linfonodo Geração e maturação de células B Adpatado de Félix Reyes durante o EHA 2003 em Lyon, França, de Junho

6 Maturação das células B normais e expressão do CD20 Célula tronco Célula pré-pré B Célula pré-B Célula B imatura Célula B madura Célula B ativada Plasmó- cito CD 38 Célula pré-B Célula pré-B TDT CD 19 CD 20 CD 22 CD 21

7 Expressão antigênica na linhagem de células-B doentes Pré-BB precoceB- MaduraB Plasmacitóide ±CD5 CD19 CD20 CD22 CD52 PlasmócitoB Intermediária ??? Célula tronco Burkitt, LF, LDGC, TL LLA LLC, LLPC MWMM

8 Doenças Linfoproliferativas crônicas CITOMETRIA DE FLUXO Determinação da linhagem das células malignas Detecção de clonalidade Análise da maturação celular e heterogeneidade dentro das populações celulares malignas Avaliação da expressão antigênica

9 LEUCEMIA LINFÓIDE CRÔNICA LLC-B é a mais comum leucemia nos EUA. Incidência : 27 casos por hab./ano – 40% leucemia > 65 anos Ásia e Japão a incidência é mais baixa, sendo inexplicável essa observação. É de 20-30x mais comum na Europa, Austrália e Norte América Os pacientes com LLC comumente tem mais de 50 anos, com idade média de 65 anos. Rara <30 anos % ~ 55 anos Incidência homem/mulher de 2:1, No estadiamento de Raí : Bom prognóstico: score 0, Intermediário :I e II e Pobre prognóstico :III e IV.

10 CARACTERÍSTICAS LABORATORIAIS NO DIAGNÓSTICO DA LLC-B Linfocitose periférica > 5.000/mm 3 Linfocitose >30% na medula óssea Imunoglobulina de superfície monoclonal de intensidade baixa comumente IgM e Kappa (62%), Lambda (2%), CD19 (70%), CD20 (71%), HLA-DR (70%). CD19 ou CD20 / CD5 e CD23 (+). Marcadores T: CD3 (24%), CD5 (93%), CD7(28%). Marcador de monócitos: CD14(5%). Resultados negativos para CD10 (Linfoma Folicular) FMC-7 (LPL), CD25/CD103 (Hairy cell) antígenos de célula T, outros que não CD5 (neoplasia de célula T), CD79B e CD22 Rearranjo gênico de imunoglobulina (+) Estudo citogenético: usualmente normal; trissomia do 12 é relativamente específica.

11 Figura 1: LLC-B (Linfócitos maduros, Sombras celulares de Gun Precht e Prolinfócito)

12 LEUCEMIA LINFÓIDE CRÔNICA-SP

13 LEUCEMIA LINFÓIDE CRÔNICA

14 Figura 3: Histogramas característicos da LLC-B: Células linfóides B com restrição de cadeia kappa (baixa expressão) e expressão antigênica de CD5+ e CD20+ (baixa expressão). 76,9% de células CD19 (+) CD19/CD5 + CD19/Kappa + Kappa de B.Ex

15 Sistema de Escore para diagnóstico da LLC Marcados1 ponto0 ponto SmgIfracaforte CD5positivonegativo CD23positivonegativo FMC7negativopositivo CD22 ou CD79bfracoforte Escores em LLC são geralmente >3, nas outras doenças células B são geralmente <3.

16 Fatores prognósticos em LLC FatorBaixo riscoAlto risco GêneroFM Estágio clínicoBinet A/Rai 0-1Binet B/C Rai II/III/IV morfologiatípicoatípico BMONão-difusadifusa Tempo de duplicação linfócito > 12 meses< 12 meses Marcadores séricosnormaisaumentados Expressão CD38<20-30%> 20-30% citogenéticaAusente/del13q Del 11q23 perda/mutação p53 trissomia do 12 e alteração 14q IgVH mutaçãomutadoNão mutado

17 Figura : LLC com anormalidade citogenética: Trissomia do 12 por cariótipo convencional e hibridização in situ por fluorescência (FISH).

18 Figura 2: A Síndrome de Richter (5-10%) é a transformação da LLC em um Linfoma difuso de grandes células. Histologia da medula óssea Infiltrado intersticial e nodular de células linfóides maduras, intermediadas por células hematopoéticas normais. No caso de infiltração difusa maciça associa-se o quadro com um pior prognóstico. A infiltração paratrabecular não é normalmente observada na LLC.

19 LEUCEMIA PRÓLINFOCÍTICA LPL pode ser de novo ou secundária a LLC. A definição de LPL: > 55% de prólinfocitos no S.P. LLC/LPL : 10% a 55% LLC < 10% A freqüência de LPL é de 10% em relação as LLCs. Média de idade: 70 anos Presença de esplenomegalia volumosa, raramente hepatomegalia e adenomegalia. Na LPL-T a linfoadenomegalia é vista em 50% dos casos e hepatomegalia em 40%, infiltração de pele em 27% dos pacientes. A meningite leucêmica tem sido relatada, com tratamento intratecal eficaz. É comum a doença em estágio avançado (Raí IV ou Binet C). A média de sobrevida da LPL é de 2 a 3 anos, comparado com 8 anos de LLC. Curso clínico variável. Anemia e trombocitopenia Relacionado com sobrevida curta. Pacientes com LPL-T apresentam média de sobrevida de 7 a 7,5 meses, e raramente sobrevivem por 2 anos.

20 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DA LEUCEMIA PRÓLINFOCÍTICA 1.Leucometria > /mm 3 2.Prólinfócitos >55% no sangue periférico 3.Em Citometria de Fluxo linfócitos grandes com fluorescência intensa 4. Ig de superfície monoclonal, mais comum IgM - kappa 5. LPL-B: Positivo: CD19,CD20,CD22,FMC-7,HLA-DR e Negativo: TdT,CD10,CD5 (2/3) 6. LPL-T: TdT-,CD2+,CD3+,CD5+,CD7+,CD4+/CD8- (55-64%) CD4+/CD8+ (21-30%), CD4-/CD8+ (10-13%) 7. Rearranjo gênico de imunoglobulina na LPL-B 8. Rearranjo gênico de receptor de célula T na LPL-T 9.Anormalidades citogenéticas: 14q+ para LPL-B, inv(14)(q11q32), t(14;14)(q11;q32) e trissomia 8q para LPL-T. 25% do pct – t(11;14)(q13;q32) – Linfoma do manto- evolução leucêmica nestes pacientes?

21 Figura 6: LPL: O nucléolo único e proeminente é característico do prólinfocito.

22 COMPARAÇÃO ENTRE LLC, LLC/LPL, LPL LLC LLC/LPL LPL Leucócitos (x10 9 )10-120intermediário>100 Pro linfócitos (%) 55 Infiltração esplênicainfreq.intermediáriopresente Adenomegaliasfreqintermediárioraro Ig de superfíciefracabifásicaintensa CD 5 (+)pres.bifásica<30% FMC-7 (+)<20%<20%presente Anorm.Citogenéticas trissomia 12trissomia 1214q+

23 LLC-T é rara, sendo 1% a 2% das LLC. A Leucemia de células T é um grupo heterogêneo de doenças: - Leucemia/Linfoma da célula T do Adulto (LLTA) - Doença de Linfócitos Grandes Granulares (LGLD) ou também chamada de Doença Linfoproliferativa T- Gamma - Leucemia Prólinfocítica de célula T (LPL-T) O grupo britânico acredita que a LLC-T é uma variante da LPL-T pela similaridade clínica, genética e pela microscopia eletrônica (nucléolo). O grupo da Clínica Mayo classifica junto com a LLC-B pela morfologia. Na classificação Americana/Européia de Linfoma está em estudo e na Organização Mundial da Saúde (WHO) foi excluída, como entidade separada. LEUCEMIA LINFOCÍTICA CRONICA DE LINHAGEM T

24 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE LLC-T Linfocitose > 5.000/mm 3 Células leucêmicas: predomínio de linfócitos maduros Linfocitose de medula óssea > 30% Expressão de um ou mais antígenos T: CD2, CD3, CD5, CD7 Fenótipo mais freqüente : CD4(+) Rearranjo gênico: TCR Citogenética: t(14:14)(q11;q32), inv (14;14)(q11;32) TdT e CD1 : negativos

25 Figura 5: LLC-T / LPL-T: Linfócitos pequenos com alta relação N/C, núcleo redondo, nucléolo pequeno ou ausente. Ausência de grânulos no citoplasma.

26 A incidência de HCL é de 2% do total das leucemias Seu diagnóstico é essencial pela possibilidadae de cura Linfocitose de longo tempo, hepatoesplenomegalia e três punções secas. Anemia 85%, trombocitopenia % e leucopenia 60% LEUCEMIA DE CÉLULAS CABELUDAS - (HAIRY CELL LEUKEMIA)

27 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL DE HAIRY CELL LEUKEMIA 1. Células leucêmicas com projeções citoplasmáticas finas 2. Pancitopenia com monocitopenia 3. TRAP positivo 4. Imunofenótipo Positivo para: CD11c, CD22, CD25, FMC-7 e CD Imunohistoquimica: DBA-44 (+) 2. Imunoglobulina de superfície monoclonal 3. Características histológicas: Medula óssea com aspecto de ovo frito, favo de mel Formação de pseudosinus em baço Lesão angiomatosa em fígado 8. Microscopia Eletrônica : Projeções citoplasmáticas finas e complexo ribossomo-lamela 9. Rearranjo gênico de imunoglobulina

28 Leucemia das Células Cabeludas / Tricoleucemia: Células de hairy cell com as delicadas projeções citoplasmáticas em toda superfície celular.

29

30

31 Hairy cell Linfocitos B Histograma Volume x Granularidade Histograma CD19 x Granularidade Análise da Hairy cell Leukemia por Citometria de Fluxo

32 SISTEMA DE ESCORE PARA LLC DoençaCD5 CD23 CD79b FMC7 sIg escores LLC (escore) LPL-B HCL LCM LF LEZM + (1) +/ (1) - -/+ +/- -/+ -/w (1) + -/w (1) + +/- + W (1) CD79b - parte do receptor de antígeno da célula B; CD22 pode ser usado FMC7 - liga-se a um epitopo na conformação do CD20. CD20 de baixa intensidade na LLC, porém FMC7 é melhor para o sistema de escore Catovsky D. Hematol Oncol Clin N Am 2004; 18: Diferente do anterior em relação Ao CD22(-) / CD79b = 1 ponto

33 CARACTERÍSTICAS LABORATORIAIS DO ATCL: Presença de anticorpos contra o HTVL - I Fenótipo de células T monoclonais Positivo para CD2, CD3, CD4, CD5 e CD25 Negativo para TdT, CD7, CD8 e CD1 Identificação da presença do genoma pró-viral do HTLV-I por Southern blotting ou PCR Isolamento do vírus HTLV-1 Hipercalcemia LINFOMA E LEUCEMIA DA CÉLULA T DO ADULTO O HTLV-1 pode ser transmitido sexualmente, transfusão sanguínea e aleitamento materno. A transmissão requer a transferência das células infectadas, não se transmitindo o vírus livre.

34 Linfoma/Leucemia da Célula T do Adulto: Células polilobuladas (flower cell) com citoplasma fracamente basofílico. A cromatina nuclear é pouco condensada, raramente nucléolos. O citoplasma é moderadamente basofílico. Na forma aguda é comum um grande número de linfócitos atípicos no S.P. e as células variam de tamanho e forma. Na forma crônica as células tumorais são uniformes em tamanho, tendo menor porcentual do que a forma aguda.

35 LINFOMA NÃO - HODGKIN gg linfáticos adenomegalia proliferação clonal T, B, cells retics LNH-B são os mais freqüentes sintomas B: 20% dos casos freqüentemente extranodal

36 AGENTES ETIOLÓGICOS Predisposição individual Imunodeficiência ou estimulação Radiações ionizantes / subst tóxicas Infecção viral Alteração citogenética Transplante de órgãos

37 AGENTES INFECCIOSOS ENVOLVIDOS COM OS LNH Burkitt EBV e MALÁRIA L. T/NK nasal......Vírus Epstein-Barr L. MALT gástrico H.pylori L. / Leucemia cel -T....HTLV-I (adulto)

38 DIAGNÓSTICO CLÍNICO Adenomegalia superficial ou Cadeias ganglionares profundas Hepato e esplenomegalia (freq) Tumorações em outros órgãos e tecidos (ossos, pele, glândulas, SNC (extranodais)

39 DIAGNÓSTICO CLÍNICO Fraqueza, febre Emagrecimento e palidez Hemorragias não são freqüentes tumoral em ossos e nervos sintomas neurológicos Infiltração do tecido cutâneo

40 DIAGNÓSTICO LABORATORIAL HEMOGRAMA Citopenias: I.M.O. Leucocitose (LLBDD ~ LLC) Grandes células (leucossarcoma) BIÓPSIA GG Do maior gânglio Cervical e axilar Inguinal só se bem patológico MIELOGRAMA Pode ser normal Freqüente infiltração BIÓPSIA M.O. Células agrupadas (como nódulos normais) Infiltração pode ser de forma difusa no parênquima medular

41 IMUNOFENOTIPAGEM Citometria de Fluxo: SP,MO,gg Clone de células B: CD10, CD19, CD20,CD22, CD23 Clone de células T: CD2, CD3, CD5,CD7, CD4, CD8

42 TRANSLOCAÇÕES CROMOSSÔMICAS neoplasias de célula B NEOPLASIATransloc.Gene Envolv. Conseq. Burkittt(8;14)c-myc e IgH ativç c-myc MALTt(11;18)AP12 e mlt apoptose t(1;14)bcl-10 + agressiva FOLICULARt(14;18)IgH e bcl-2 ativç bcl-2 MANTOt(11;14)bcl-1 e IgH ativç bcl-1/ciclD1 Gds Cells B Dif. t(3;14) bcl-6 Dça extranod. Melhor prog.

43 TRANSLOCAÇÕES CROMOSSÔMICAS neoplasias de célula T NEOPLASIAtransloc.Gene Envolv. Conseq. L.linfoblástico t(1;14)tal-1/SCL transcrição e a-TCRhematopoiética LGC. Anaplásico t(2;5) ALK e NPM formação de tirosina-quinase NPM-ALK híbrida

44 ESTADIAMENTO CLÍNICO Tratamento, prognóstico, comparação Hemograma, DHL, ß2-microglobulina Sorologias: HTLV I e II, EBV B.M.O., biópsia ganglionar Diagnósticos por imagem Cintilografia com Gálio

45 ESTADIAMENTO CLÍNICO DE ANN ARBOR I: 1 região nodal (R.N.):(I); ou de 1 órgão ou local extra-nodal (EN): (I E ). II: 2 R.N., mesmo lado do diafragma (II) ou envolv. localizado de 1 órgão ou local E.N. e 1 ou + R.N. do mesmo lado do diafragma (II E ) III: envolv. R.N. em ambos os lados do diafragma (III) que se podem acompanhar de lesão no baço (III S ), de local E.N. (III E ) ou ambos (III SE ). IV: doença disseminada em um ou mais órgãos ou tecidos E.N., com ou sem de gg linfáticos.

46 Índice Prognóstico Internacional A. Pacientes de todas as idades Risco Relativo IDADE 60 anos1.96 DHL normal 1.85 Estado Clínico 0.1 x Estadio (Ann Arbor) I/II x III/IV 1.47 Envolvimento extra-nodal B. Pacientes com menos de 60 anos Estadio (Ann Arbor) I/II x III/IV 2.17 DHL normal1.95 Estado Clínico 0.1 x

47 CLASSIFICAÇÃO DOS LNH Baseada na biópsia tecidual Características imunológicas Características citogenéticas - moleculares

48 Freqüência dos LNH LGCBD 30,6% FOLICULAR22,1% Células B Z. Marginal, MALT 7,6% Células T Periféricas 7,0% Pequenos Linfócitos B 6,7% Célula do Manto 6,0% LGCB do mediastino 2,4% Linfoblástico de cél T Precurs. 1,7% lLinfoplasmocitóide 1,2% Burkitt, Micose Fungóide < 1% Outros tipos 6,1%

49 LINFOMA DE GRANDES CÉLULAS B DIFUSO

50 LGCB – CÉLULAS NÃO CLIVADAS

51 LGCBD

52 LINFOMA DE GRANDES CÉLULAS B - SP

53 LINFOMA FOLICULAR, difuso de pequenas células clivadas Adultos com idade superior a 50 anos IFT: CD20+,CD10 +/-, CD23+/-, CD43-, CD5-, ciclina D1- EUA: 40% de todos os linfomas > representante dos indolentes: 70% Kiel: Centrocícito-Centroblástico Padrão de crescimento folicular OMS: I e II (peq. e grandes células)

54 LINFOMA FOLICULAR A estrutura folicular neoplásica contém células dendríticas.

55 LINFOMA FOLICULAR

56

57 PEQUENAS CÉLULAS CLIVADAS

58 LINFOMA FOLICULAR

59 Prevalência do rearranjo do gene bcl-2 em LNH 85% t(14;18) + 35% t(14;18) + Linfoma FolicularLinfoma difuso de grandes células Le Beau MM. Semin Oncol. 1990;17:20-29 Longo DL, DeVita VT Jr, et al. Cancer Principies & Practice of Oncology. 1993

60 Positivo Negativo Coloração Bcl-2

61 LNH FOLICULAR DE PEQUENAS CÉLULAS CLIVADAS

62

63 LNH DE PEQUENAS E GRANDES CÉLULAS B

64 LINFOMAS MALT : r Associados às mucosas r Podem acometer todo o TGI r Tireóide r Aparelho respiratório e uro-genital r De baixo ou alto grau r Sempre de linfócitos B r Bom prognóstico (demoram diversos anos para infiltrar outros órgãos)

65 Linfoma MALT Ocular CD 20 +

66 Linfoma MALT Gástrico

67 LINFOMA DE PEQUENAS CÉLULAS DIFUSO

68 LINFOMA LINFOBLÁSTICO Núcleo redondo ou oval e cromatina fina e dispersa. Os nucléolos apresentam-se de 1 à 3 e há pouco citoplasma.

69 LINFOMA LINFOBLÁSTICO - T PADRÃO CELULAR CONVOLUTO

70 LINFOMA DE BURKITT r LNH-B de alto grau r Relacionado ao EBV r Raramente tem início em linfonodos r Mitoses abundantes / Padrão celular de céu estrelado r Imuno-histoquímica com anticorpo anti EBV mostrando moderada imunorreatividade nuclear

71 LINFOMA DE BURKITT Linfoblastos com membrana nuclear proeminente e macrófagos dando aspecto de céu estrelado.

72 LINFOMA CENTROCÍTICO - CENTROBLÁSTICO r LNH mais freqüente r LNH-B, de baixo grau r Acomete preferencialmente idosos r Padrão folicular e/ou difuso r Mitoses raras r Duas populações linfocitárias

73 LINFOMA CENTROCÍTICO - CENTROBLÁSTICO PEQUENAS E GRANDES CÉLULAS

74 MICOSE FUNGÓIDE rLNH cutâneo de células T CD4+ rLNH de baixo grau (mitoses raras) rRelacionada com o HTLV I e II rLeucemização: 25% (S.de Sézary) rPadrão difuso de infiltração da derme e epiderme por linfócitos com núcleo convoluto,cerebriforme

75 Micose Fungóide / Síndrome de Sézary: Núcleo cerebriforme com alta relação N/C. Imunofenótipo As células de Sézary são positivas para CD2, CD3, CD4 e CD5 e caracteristicamente negativas para CD7, CD8, CD1 e TdT.

76 LINFOMA HISTIOCÍTICO Células neoplásicas grandes, com núcleos redondos ou ovais com citoplasma abundante.

77 Linfoma Imunoblástico

78 LINFOMAS DE BAIXO GRAU Evolução lenta, apesar do tto Índice mitótico baixo Sem RC, mesmo com tto precoce e adequado Tratamento: prolongamento e melhoria da qualidade de vida

79 LINFOMAS DE ALTO GRAU Evolução rápida sem tratamento (meses) Índice mitótico alto Bom prognóstico com tto precoce e adequado TTO-alvo: células em proliferação RC (cura): pode ser alcançada


Carregar ppt "CURSO PRÉ – CONGRESSO: Citometria de fluxo DOENÇAS LINFOPROLIFERATIVAS CRÔNICAS Dr. João Carlos de Campos Guerra Departamento de Patologia Clínica - HIAE."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google