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CONTABILIDADE, CUSTOS E ORÇAMENTO EMPRESARIAL ENTRADA SAÍDA SISTEMAS REALIMENTAÇÃO INFORMAÇÕES ENERGIA MATERIAIS PRODUTOS IDÉIA SERVIÇOS Visão de Sistemas.

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2 CONTABILIDADE, CUSTOS E ORÇAMENTO EMPRESARIAL

3 ENTRADA SAÍDA SISTEMAS REALIMENTAÇÃO INFORMAÇÕES ENERGIA MATERIAIS PRODUTOS IDÉIA SERVIÇOS Visão de Sistemas

4 Conjunto de partes organizadas estruturadas interdependentes que interagem para alcançar um Sistemas objetivo objetivo

5 Subsistema Crenças e Valores Subsistema de Gestão Subsistema Social Subsistema de Informação Subsistema Organizacional Subsistema Físico INTERAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS A empresa como sistema, segundo Guerreiro EFICIÊNCIA Recursos Humanos Recursos Materiais Recursos Tecnológicos Recursos de Informação Recursos Financeiros INTERAÇÃO ENTRE AS ATIVIDADES COMPRAS ESTOCAGEM PRODUÇÃO MANUTENÇÃO COMERCIALIZAÇÃO FINANÇAS CONTROLADORIA OUTRAS EFICÁCIA PRODUTOS SERVIÇOS Cumprimento da Missão LUCRO CONTINUIDADE Valores Econômicos (+) Valores Econômicos (-)

6 SUB SISTEMAS São suborganizações com características sistêmicas admitidas nos sistemas complexos Existe uma hierarquia entre subsistemas sem, contudo, expressar um sentido ou juízo de valor

7 OS SISTEMAS SOCIAIS (EMPRESAS) SÃO ORGANIZADOS SEGUNDO REGRAS VALORES PRINCÍPIOS LEIS NORMAS E EVOLUEM DE ACORDO COM A INTERAÇÃO ENTRE AS PARTES

8 SISTEMAS CONTÁBEIS ENTRADA DE DADOS SAÍDA DE INFORMAÇÕES FATOS CONTÁBEIS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REALIMENTAÇÃO REGISTRO ANÁLISE AUDITORIA SISTEMAS

9 CONTABILIDADE É, OBJETIVAMENTE um sistema de informação e avaliação destinado a prover seus usuários com demonstrações e análises de natureza econômica, financeira, física e de produtividade, com relação a entidade objeto de contabilização

10 OBJETIVOS DA CONTABILIDADE PERMITIR a cada grupo principal de usuários a avaliação da situação econômica, num sentido estático, bem como fazer inferências sobre suas tendências futuras. Controle e Planejamento

11 Controle Meio de medir se a organização está andando em conformidade com os planos ou não. Como Meio de Comunicação Os relatórios contábeis comunicam a situação e informamo resultado final dos planos. Como Meio de Motivação Os relatórios motivam os empregados pela situação de liquidez apresentada. Como Meio de Verificação Acerca dos trabalhos ocorridos.Planejamento Tomada de medidas sobre o futuro da empresa, baseado, necessariamente, nos números reais do presente e do passado.

12 USUÁRIO TODA pessoa física ou jurídica que tenha interesse na avaliação da situação e do progresso de determinada entidade, seja tal entidade, empresa, ente de finalidades não lucrativas, ou mesmo patrimônio familiar.

13 SISTEMA CONVENCIONAL DE INFORMAÇÕES Organizar Coletar Classificar Registrar Conferir Conciliar Informar *Demonstrações financeiras *relatórios financeiros Usuários Externos *acionistas *governo *clientes *fornecedores Usuários Internos *alta administração *gerência * supervisão

14 CONCEITOS BÁSICOS GASTO CUSTOS DESPESAS PERDAS Transformação de ativos. · Estoques ·Imobilizado Esforço para gerar receitas · Vendas ·Administrativas · Financeiras Gasto, involuntário

15 CONCEITOS BÁSICOS Receita Ingresso de recursos para o patrimônio de uma entidade sob a forma de bens ou direitos, correspondentes, normalmente a venda de mercadorias, de produtos ou à prestação de serviços, podendo também derivar de remunerações sobre aplicações ou operações financeiras. Ganho Bem ou serviço obtido de forma anormal ou involuntária.

16 CONCEITOS BÁSICOS RECEITAS DESPESAS CUSTOS GANHOS PERDAS OPERACIONAIS Parcela vinculada aos produtos ou serviços que constituem o objetivo da empresa ou entidade NÃO OPERACIONAIS Parcela vinculada à atividade ou evento extraordinário, fora dos objetivos da empresa ou entidade

17 CONCEITOS BÁSICOS ATIVO BENS E DIREITOS PERTENCENTES A UMA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA

18 CONCEITOS BÁSICOS PASSIVO OBRIGAÇÕES DE UMA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA, CONTRAÍDAS JUNTO A OUTRA (AS) PESSOAS(AS) FÍSICA(AS) OU JURÍDICA(AS).

19 A EMPRESA TEM A EMPRESA DEVE bens, direitos obrigações

20 P ara onde o dinheiro vai De onde o dinheiro vem Aplicação dos Recursos Origem dos Recursos

21 CONCEITOS BÁSICOS PASSIVO SENTIDO RESTRITO = EXIGIBILIDADES SENTIDO AMPLO = EXIGIBILIDADES + RECURSOS PRÓPRIOS

22 CONCEITOS BÁSICOS PATRIMÔNIO CONJUNTO DE BENS, DIREITOS E OBRIGAÇÕES PERTENCENTES A UMA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA.

23 CONCEITOS BÁSICOS PATRIMÔNIO FORMAS ANÁLOGAS DE EXPRESSÃO

24 CONCEITOS BÁSICOS PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONJUNTO DE BENS E DIREITOS DE UMA PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA, DEDUZIDA DAS SUAS OBRIGAÇÕES PARA COM TERCEIROS.

25 CICLO OPERACIONAL ESTOQUES PROD. ACABADOS ESTOQUES DE MATÉRIAS PRIMAS CAIXA FORNECEDORES LUCROS CONTAS A RECEBER DESPESAS VENDA RECEBIMENTO PAGAMENTO COMPRAS CUSTOS

26 ATIVO, PASSIVO e PL Aplicações de Recursos = ATIVO Origens de Recursos = PASSIVO e PL SITUAÇÃO LÍQUIDA ATIVO = PASSIVO + PL SITUAÇÃO LÍQUIDA POSITIVA ATIVO - PASSIVO = PL, quando A > P SITUAÇÃO LÍQUIDA NULA ATIVO - PASSIVO = O, quando A = P SITUAÇÃO LÍQUIDA NEGATIVA ATIVO - PASSIVO PASSIVO a descoberto, quando A < P

27 ESTRUTURA PATRIMONIAL

28 INVESTIMENTOS SociedadeColigadas Controladas ControleDireto Indireto InvestimentoRelevante Irrelevante

29 ANÁLISE ECONÔMICO FINANCEIRA DEMONSTRATIVOS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS Para a realização da análise econômico-financeira de uma empresa o analista utiliza, pelo menos, os seguintes itens: Balanço Patrimonial (BP); Demonstração do Resultado do Exercício (DRE); informações complementares; montante das compras no período a que se referem os demonstrativos; DOAR, DMPL e as notas explicativas, quando houver. Os Demonstrativos Financeiros devem conter a assinatura do contador e do responsável pela empresa. Após a análise prévia das informações fornecidas, os dados deverão ser ratificados ou retificados mediante verificação in loco, ajustando-os à realidade da empresa, se necessário

30 ECONÔMICO X FINANCEIRO Escolha de indicadores Comparação com padrões Diagnóstico ou conclusões Decisões 2134 Análise ETAPAS: Ter lucro, mas não ter dinheiro, e vice-versa, é mais comum do que parece, na maioria das empresas. Econômico: Refere-se a lucro, no sentido dinâmico, de movimentação. Estaticamente, refere-se a Patrimônio Líquido. Financeiro: Refere-se a dinheiro. Dinamicamente, representa a variação de Caixa. Estaticamente, representa o saldo de Caixa. O termo financeiro tem significado amplo e restrito. Quando encarado de forma restrita, refere-se a Caixa; quando seu significado é amplo, refere-se a Caixa Circulante Líquido.

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32 Para melhor compreensão da influência de cada indicador na análise, faremos seu estudo em cinco grupos. Índices de Estrutura avaliam a segurança oferecida pela empresa aos capitais alheios e revelam sua política de obtenção de recursos, bem como sua alocação nos diversos itens do Ativo; Índices de Liquidez medem a posição financeira da empresa, em termos de capacidade de pagamento; Índices de Rentabilidade avaliam o desempenho global da empresa, em termos de capacidade de gerar lucros; Indicadores de Prazos Médios revelam a política de compra, estocagem e venda da empresa;

33 ÍNDICES DE ESTRUTURA PATRIMONIAL Os índices de estrutura patrimonial avaliam a SEGURANÇA que a empresa oferece aos capitais alheios e revelam sua política de obtenção de recursos e de alocação dos mesmos nos diversos itens do Ativo. O Ativo de uma empresa é financiado pelos capitais próprios (PL) e por capitais de terceiros (obrigações). Quanto maior for a participação de capitais de terceiros nos negócios de uma empresa, maior será o risco a que eles (terceiros) estão expostos.

34 Relação entre as Fontes de RecursosRFR Endividamento GeralEG Composição das ExigibilidadeCE Imobilização do Patrimônio LiquidoIPL Passivo Oneroso sobre Ativo TotalPOSA Todos os índices acima são interpretados como: QUANTO MAIOR, PIOR.

35 RELAÇÕES ENTRE AS FONTES DE RECURSOS (RFR) PC + PELP + REF X 100 PL ENDIVIDAMENTO GERAL (EG) PC + PELP X 100 ATIVO

36 O endividamento de uma empresa pode apresentar as seguintes situações: ATIVO PC PELP PL PC PELP PL PC PELP PL EG=50% O ativo é financiado em igual proporção por Recursos de terceiros e Próprios. O PL é igual às Exigibilidades EG>50% Há predominância de capitais de terceiros Investidos na empresa EG<50% O endividamento é menor que o PL. Há predominância de capitais próprios investidos na empresa

37 COMPOSIÇÃO DAS EXIGIBILIDADES (CE) PC X 100 PC + PELP IMOBILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (IPL) AP X 100 PL PASSIVO ONEROSO SOBRE ATIVO (POSA) PCF + PELP X 100 ATIVO

38 ÍNDICES DE LIQUIDEZ Os índices de Liquidez são medidas de avaliação da capacidade financeira da empresa em satisfazer os compromissos para com terceiros. Evidenciam quanto a empresa dispõe de bens e direitos em relação às obrigações assumidas no mesmo período. Entre os índices de Liquidez mais conhecidos estão a Liquidez Corrente, a Liquidez Seca e a Liquidez Geral. Cada um fornece informações diferentes sobre a situação da empresa. De maneira geral, define-se que QUANTO MAIOR a liquidez, MELHOR será a situação financeira da empresa.

39 LIQUIDEZ CORRENTE AC PC LIQUIDEZ SECA AC – Estoques PC LIQUIDEZ GERAL AC + ARLP PC + PELP

40 Os principais índices de rentabilidade utilizados são: Rentabilidade do Patrimônio LíquidoRPL Margem Operacional de LucroMOL Margem Liquida de LucroML Rotação do AtivoRA Rentabilidade dos investimentosRI

41 MARGEM OPERACIONAL DE LUCRO (MOL) Lucro Operacional Líquido X 100 Receita Operacional Líquida MARGEM LÍQUIDA DE LUCRO (ML) Lucro Líquido X 100 Receita Operacional Líquida RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (RPL) Lucro Líquido X 100 Patrimônio Líquido

42 RENTABILIDADE DOS INVESTIMENTOS (RI) RENTABILIDADE DOS INVESTIMENTOS (RI) Lucro líquido X 100 Ativo Total ROTAÇÃO DO ATIVO (RA) Receita Operacional Líquida Ativo Total

43 INDICADORES DE PRAZOS MÉDIOS Os indicadores de Prazos Médios, também conhecidos como índices de atividade, indicam a dinâmica de algumas verbas do patrimônio, isto é, quantos dias elas levam para girar durante o exercício (Rotação). Não devem ser analisados individualmente, mas sempre em conjunto.

44 Os prazos médios comumente utilizados são: Prazo Médio de ComprasPMC Prazo Médio de EstoquesPME Prazo Médio de RecebimentosPMR Ciclo OperacionalCO Ciclo FinanceiroCF

45 Sempre que houver dados de dois demonstrativos consecutivos, deve-se utilizar a média da conta Fornecedores para comparar com montante de compras (MC). Caso não fornecido o montante de compras, este valor poderá ser estimado da seguinte forma : IMC = CPV + Estoque Final - Estoque inicial PRAZO MÉDIO DE COMPRAS (PMC) Fornecedores X 360 Montante de Compras

46 PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTOS (PMR PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTOS (PMR) Clientes X 360 Receita Operacional Bruta PRAZO MÉDIO DE ESTOQUES (PME) Estoques X 360 Custo dos Produtos Vendidos

47 CICLO OPERACIONAL (CO) PME+PMR Indica o tempo decorrido entre o momento em que a empresa adquire as matérias-primas/mercadorias e o momento em que recebe o dinheiro relativo às vendas. COMPRA VENDE RECEBE PME = 63 dias + PMR = 78dias=141 dias dias

48 CICLO FINANCEIRO (CF) PME + PMR - PMC ou CO - PMC É o tempo decorrido entre o instante do pagamento aos fornecedores pelas mercadorias adquiridas e o recebimento pelas vendas efetuadas. É o período em que a empresa necessita ou não de financiamento complementar do seu ciclo operacional. CICLO OPERACIONAL 141 DIAS Compra Vende Recebe PME = 63 d PMR = 78 d PMC = 68 d Ciclo Financeiro = 73 d Compra Paga

49 ANÁLISE VERTICAL

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51 ANÁLISE HORIZONTAL A análise horizontal é efetuada tomando-se por base dois ou mais exercícios financeiros - preferentemente todos expressos em moeda constante e em valores monetários da mesma data - com a finalidade de observar a evolução ou involução dos seus componentes. Cumpre ressaltar que é na análise horizontal que podemos observar o comportamento dos diversos itens do patrimônio e, principalmente, dos índices, permitindo a análise de tendência.

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54 NOTAS EXPLICATIVAS E OUTRAS EVIDENCIAÇÕES Além das demonstrações financeiras, a contabilidade adiciona a elas outras informações complementares no sentido de enriquecer os relatórios e evitar que se tornem enganosos. Estas evidenciações destacadas devem ser relevantes quantitativa e qualitativamente. As principais evidenciações são: - Notas explicativas - Quadro analíticos suplementares - Informação entre parênteses - Relatório da diretoria e outras evidenciações

55 PARECER DE AUDITORIA O parecer do auditor, em condições normais, contém três parágrafos: - 1º parágrafo: determina e referencia o propósito de trabalho do auditor e a responsabilidade por ele assumida. - 2º parágrafo: determina a abrangência do trabalho de auditoria e a forma pelo qual o trabalho foi direcionado. - 3º parágrafo: determina a opinião do auditor sobre o trabalho realizado.

56 TIPOS DE PARECER DE AUDITORIA PARECER SEM RESSALVA O parecer sem ressalva é emitido quando as demonstrações financeiras da empresa examinada pelo auditor, representam adequadamente a posição patrimonial e financeira e o resultado das operações de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade. PARECER COM RESSALVA O parecer com ressalva é emitido quando um ou mais de um valor nas demonstrações financeiras não refletem adequadamente a posição correta, de acordo com os princípios fundamentais da contabilidade, ou quando o auditor não consegue obter evidências adequadas que permitam a comprovação desses valores.

57 PARECER ADVERSO O parecer adverso é emitido quando o auditor verificar efeitos e condições que, em sua opinião, comprometem substancialmente as demonstrações financeiras examinadas, a ponto de não ser suficiente a simples ressalva no parecer. PARECER COM ABSTENÇÃO DE OPINIÃO Quando o auditor não conseguir obter comprovação suficiente para fundamentar sua opinião sobre as demonstrações financeiras tomadas em conjunto, ele deve declarar que está impossibilitado de expressar sua opinião sobre estas.

58 Contabilidade FinanceiraContabilidade TributáriaAuditoriaContabilidade Gerencial Decisões de curto prazo Planejamento e controle Decisões de longo prazo Contabilidade como ciência A área de estudo da Contabilidade

59 Contabilidade Gerencial X Contabilidade Financeira

60 A Principal diferença A Contabilidade Gerencial é a disciplina que estuda informações a serem fornecidas aos tomadores de decisão, isto é, às pessoas internas à organização, responsáveis em dirigir e controlar suas operações. Em resumo, é o Sistema de Informação para Decisão. A Contabilidade Financeira, pode-se mencionar que objetiva fornecer informações aos acionistas, credores, outros externos à empresa. Em resumo, objetiva mensurar a entidade empresa.

61 Custos - Revolução industrial Surgimento das indústrias - valor dos estoques Empresa Comercial - valor de compras Indústrias - valores pagos pelos fatores de produção utilizados A empresa passou a comprar a matéria prima que passava pelo processo produtivo e vendia o produto acabado Enfoque gerencial - Controle Fornecimento de dados para o estabelecimento de padrões Orçamentos Decisão Valores relevantes. Conseqüências de curto e longo prazo: corte de produtos, fixação de preços, opção de compra ou fabricação etc. Custos

62 DIRETOS Facilmente identificados, pois pertencem especificamente ao produto ou serviço. Exemplos: Matérias primas (MAT) Mão de obra direta (MOD) INDIRETOS Custos que ocorrem no processo produtivo, porém somente apropriados após o correto uso de rateios Exemplos: Mão de obra indireta (MOI) Depreciações Exaustão Amortização de ativos diferidos com a produção Classificação dos Custos Em relação ao produto

63 FIXOS Custos que não sofrem transformação com o aumento ou diminuição da produção. Exemplo: Aluguéis VARIÁVEIS Custos que variam proporcionalmente ao volume de produtos fabricados. Não correspondem necessariamente ao custo direto, como, por exemplo, a mão de obra do supervisor da única linha de produção. Sua mão de obra é direta em relação à produção, mas não é um custo variável. MISTOS São aqueles custos que tem elementos de características fixas como características variáveis. Classificação dos Custos Em relação ao volume de produção ou nível de atividade

64 AspectosPor ordem de produçãoInformação PRODUÇÃO 1 - Por ordem específica 2 - Especificação do cliente 3 - Produção descontínua 1 - Fluxo contínuo 2 - Produtos homogêneos 3 - Para estoques CUSTOS 1 - Determinado por lote de produção. 2 - Controle dos custos por ordem e por departamento. 3 - Calculado quando do encerramento da ordem 1 - Determinado por unidades do produto. 2 - Para cada departamento ou processo. 3 - Calculado ao final do período do custo. 4 - Transferência de custo de processo para processo. Produção

65 1 - Rastrear os Custos Diretos - classificar a maioria dos itens de custos totais como custos diretos, sempre que for economicamente possível. 2 - Centro de Custos (pool) dos Custos Indiretos - utilize a noção dos centros de custos homogêneos, quando determiná-los. Nos centros de custos homogêneos, todos os custos terão a mesma relação causa-efeito com a base de alocação dos custos. 3 - Bases de Alocação dos Custos - identificar a atividade geradora dos custos para cada centro de custo definido em (2). Essas atividades serão as bases de alocação dos custos. Para empregar essas regras utilize todas as fontes de informações disponíveis: (1) entrevista com gerentes e pessoal operacional; (2) observação pessoas e mensuração das atividades; (3) análise dos registros operacionais e de custos; e (4) experiência passada de outras organizações. Regra geral para melhorar as informações do sistema de custeio

66 ABSORÇÃO Inclui os custos indiretos em seu cálculo VARIÁVEL Não inclui os custos indiretos, criando a Margem de Contribuição ABC Cria atividades e direcionadores GECON Cria atividades com receitas próprias Métodos de custeio

67 Custeio por Absorção

68 Estoques Processo Acabados CMV Fluxo dos custos de produção

69 Custeio por absorção Atende as exigências societárias e fiscais e está de acordo com os princípios contábeis e com as normas da legislação tributária. Consiste em apropriar aos produtos todos os custos incorridos no processo de fabricação, sejam eles diretos, indiretos, fixos ou variáveis As despesas de vendas, administrativas e outras não incorporam o custo do produto

70 GASTOS CUSTOS DIRETOS A INDIRETOSDIRETOS B PRODUTO A PRODUTO B DESPESASPERDAS RESULTADO RATEIO Custeio por absorção

71 Sucata, Subproduto SUCATA Não recebe atribuição de nenhum custo, mesmo que seja inerente ao processo. Quando vendidas têm suas receitas registradas como Outras Receitas Operacionais. SUBPRODUTOS À medida em que são produzidos têm seu valor líquido de realização considerado como redução de custo de elaboração dos produtos principais.

72 Custos Conjuntos Comprado um boi por um preço por arroba, quanto atribuir deste custo mais os decorrentes da matança e do corte a cada tipo de co-produto? Quanto é o custo por quilo do filé, da alcatra, das vísceras, dos pés etc.? Comprado o petróleo, quanto ratear de seu custo mais o do processamento para cada co-produto?

73 Custos Conjuntos Método do valor de mercado Distribui o resultado de forma homogênea entre os co-produtos. Método dos volumes produzidos Apropria custos iguais por unidade de volume elaborado.

74 Custos Conjuntos Custos separados Cana de Açucar Bionergi a Moagem Adubo Bagaço de cana Caldo Açucar Cristal / Mascavo Aguardent e Álcool Açucar refinado Indústria química

75 Custeio Variável

76 Q $ Custo Fixo Q $ Custo Variável

77 Ponto de equilíbrio prejuízo lucro Q $ Custo Variável RT } Custo Total } Custo Fixo } Ponto de equilíbrio

78 Desvantagens do custeio por absorção e o método variável Custos indiretos fixos dificultam a tomada de decisões Difícil utilização em projeções orçamentárias. Custos indiretos fixos apropriados aos produtos através de uma taxa de absorção / arbitrariedade. Custeio variável

79 GASTOS CUSTOS VARIÁVEIS CUSTOS FIXOS DESPESAS VARIÁVEIS DESPESAS FIXAS DESPESASPERDAS Produtos Venda (1)ABCT Custos variáveis (2)ABCT Despesas variáveis (2)ABCT Margem de contribuição (1)-(2)-(3)ABCT Custos fixosABCT Despesas fixasABCT PerdasABCT ResultadoABCT Custeio variável

80 Valoração dos estoques Competência e confrontação Seleção do Mix de produtos Lucro marginal vs. Lucro bruto Problema com a legislação fiscal Impacto dos custos fixos Preparação de orçamento Cálculo da lucratividade dos produtos CusteioVariável Custeio variável

81 RECEITA DE VENDAS IMPOSTOS SOBRE VENDAS CUSTOS VARIÁVEIS LUCRO BRUTO MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO DE IMPOSTOS DE VENDAS DESPESAS DE VENDAS VARIÁVEIS FIXAS FINANCEIRAS ADMINISTRATIVAS CUSTOS E DESPESAS FIXAS DE PRODUÇÃO DE VENDAS FINANCEIRAS ADMINISTRATIVAS RESULTADO OPERACIONAL ABSORÇÃO X VARIÁVEL VARIÁVEIS FIXOS CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS DESPESAS VARIÁVEIS Custeio variável

82 Custeio ABC

83 VBM X ABM VBM = Volume Based Management Gerenciamento por volume, efetuado pelos métodos de Custeio por Absorção e Variável. ABM = Activity Based Management Gerenciamento das atividades, efetuado pelo Método de Custeio ABC.

84 até 1970 VBM Modelo Ford Competição com base na redução dos custos Exatidão após 1970 ABM Modelo Toyota Competição com base na qualidade e flexibilidade Acurácia VBM e ABM

85 CIF MOD MAT CIF MOD MAT CIF / TRADICIONAIS X CIF / JIT Alterações no CIF

86 Custos Indiretos Atividade1Atividade2Atividade3Atividade4 Número de palletsmovimentadas testes-padrão Horas de mão-de-obra Número de embalagens Custo dos produtos Visão de custeio do produto com base em atividades

87 Recursos Consumido por Atividades Consumidas por ClienteProdutoFornecedorSetor de mercadoInfra-estrutura

88 RECURSOS ATIVIDADES PRODUTOS Direcionadores de Custos Custeio ABC

89 GASTOS FORNECIMENTO DE RECURSOS DEMANDA POR RECURSOS ATIVIDADES PRODUTOS, CLIENTES, FORNECEDORES (demandam)

90 ABC: passo a passo Existem cinco etapas básicas na aplicação do custeio por atividade: PRIMEIRO: determinar as linhas de produto. SEGUNDO: entender os processos. TERCEIRO: selecionar processo importantes - do ponto de vista do cliente. QUARTO: atribuir os custos com base no consumo dos recursos. QUINTO: desenvolver um modelo de custo por linha de produto.

91 Os benefícios do ABC O custeio por atividade tem diversos benefícios. Primeiro, ele responde às perguntas-chave da administração: Quais são os nossos custos? Onde deveríamos focalizar os esforços para dominar o custo? Quais atividades ou eventos estão gerando nossos custos? O que as informações sobre os custos de nossos produtos e processos farão por nós no mercado? Se entendemos melhor o custo de nosso produto, como poderemos utilizar esse conhecimento para ampliar nossa posição de mercado? Segundo, o ABC apoia o foco no clientes. Terceiro, o ABC apoia a competência fundamental. Quarto, o ABC gera informações de custo mais completas e, portanto, mais confiáveis. Quinto, o ABC ajuda a identificar custos e atividades que podem ser minimizados ou eliminados.

92 Custeio de Atividade Gerenciamento de processos Excesso de capacidade Racionalização de linha Estratégia de produto Desempenho gerencial Objetivos de vendas Níveis de serviço Custeio de produto Redução de custos Focalização do cliente Custeio de produtos Orçamento Qualidade total Previsão Priorização projetos Planejamento recursos Focalização gerencial Gastos de capital Eliminação de duplicidade Geradores de custos

93 Níveis de controle / planejamentoMétodo de custeioInformaçãoDecisão ESTRATÉGICOABCOportunidades de otimizar retornos estratégicos Competitividade TÁTICOVariávelDesempenho de produtos, departamentos, unidades estratégicas de negócios Eficiência e Eficácia OPERACIONAL Absorção / Variável Custo unitário de produtos, rentabilidade, qualidade, produtividade, liquidez e oportunidades de investimentos Gestão societária Modelos de Gestão e Eficácia dos Métodos de Custeio

94 Formação de Preços

95 Estrutura do mercado CONCORRÊNCIA PERFEITA Mercado onde firmas ofertam produtos homogêneos, tendo com estratégia de preço a simples adoção daquele patamar determinado pelo conjunto de agentes no mercado; são ditas price- takers. MONOPÓLIO PURO Mercado onde poucas empresas ofertam produtos. Exemplo, no Brasil, a exploração e produção de petróleo, telecomunicações etc. CONCORRÊNCIA MONOPOLÍSTICA Indica um produto que por si só é único, porém, existem diversos produtores na indústria. Exemplo: indústria de roupas com vários produtores, mas uma vez dito ser um modelo Dior, este é o único. OLIGOPÓLIO Mercado onde poucas firmas produzem o mesmo produto. Os oligopólios podem ser: Oligopólios concentrados ou puros: quando os produtos disponíveis no mercado são quase homogêneos ou facilmente substituíveis, do ponto de vista do consumidor. Oligopólios diferenciados: cujos produtos incorporam grande esforço de diferenciação uns dos outros, no sentido de se tornarem insubstituíveis aos olhos do consumidor, mesmo sendo destinados à satisfação das mesmas necessidades.

96 A Demanda As necessidade dos consumidores é que dão sentido à própria existência dos ofertantes. Bens e serviços são criados a partir do esforço de materialização de tais necessidades e suas características em grande medida determinam a melhor forma de ofertá-los. Pode-se dizer, em certo sentido, que são as necessidades e os desejos que movem a demanda, expressas nas próprias dimensões do produto, que induzem os ofertantes a se organizarem sob certas condições estruturais. Daí a relação próxima que existe entre o perfil da demanda e o que se denomina de estrutura da indústria ou mercado, conceitos que partilham contornos comuns, quase se confundindo. São faces de um mesmo fenômeno de causa efeito: o perfil da demanda determina a estrutura da oferta que, por sua vez, influencia o perfil da demanda. Com essas considerações em mente, podemos categorizar as condições de demanda mais significativas, mesmo que para isso se incorra em alguma simplificação. Assim, diz-se que a demanda é elástica quando o consumidor não percebe qualquer diferença entre a qualidade dos produtos oferecidos pelos vários produtores. A demanda é considerada inelástica quando o consumidor percebe as diferenças entre os produtos, o que permite ao produtor praticar preços superiores, considerando alguma diferenciação.

97 Q $ Demanda Elástica Q $ Demanda Inelástica

98 Custos do Produto Objetivo de Lucro ou Retorno Estratégia de Marketing e Política de Preço RESULTADO DA EMPRESA DECISÃO DE PREÇO Modelos baseados em custos MACROAMBIENTE Demanda do Mercado Ciclo de Vida do Produto Característica da Indústria Fatores Tecnológicos Legislação Natureza do Processo Produtivo Efeito da Decisão de Preço no Resultado da Empresa

99 Ciclo de Vida de um Produto LançamentoCrescimentoMaturidadeDeclínioMorte

100 Fórmula básica para cálculo do Preço de Venda IMPOSTOS MARGEM CUSTOS % 100,0PV PV =Custo– 58,35 X– 100

101 Target Cost (Custo Meta) O target cost age com a seguinte lógica: A empresa olha para o mercado, mapeia a segmentação de clientes mais atrativa, o que fixa a qualidade exigida. Desenha a produção, determina preço de venda, bem como volume de produção, além do processo de distribuição. O custo meta surge, então, pois assegurará o sucesso com os clientes, além de garantir a lucratividade esperada pelas empresas

102 O Ambiente e a Competitividade Organização Ambiente de Tarefa Cliente Concorretes Grupos Regulamentadores Fornecedores Ambiente Geral Variáveis Políticas Variáveis Legais Variáveis Demográficas Variáveis Ecológicas Variáveis Sociais Variáveis Econômicas Variáveis Tecnológicas


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