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1 Morfofisiologia de plantas forrageiras Fatores abióticos Magno José Duarte Cândido Núcleo de Ensino e Estudos em Forragicultura- NEEF/DZ/CCA/UFC

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Apresentação em tema: "1 Morfofisiologia de plantas forrageiras Fatores abióticos Magno José Duarte Cândido Núcleo de Ensino e Estudos em Forragicultura- NEEF/DZ/CCA/UFC"— Transcrição da apresentação:

1 1 Morfofisiologia de plantas forrageiras Fatores abióticos Magno José Duarte Cândido Núcleo de Ensino e Estudos em Forragicultura- NEEF/DZ/CCA/UFC Fortaleza – Ceará 03 de outubro de 2011 Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Zootecnia

2 2 2 FATORES ABIÓTICOS E O CRESCIMENTO VEGETAL Radiação solar fotossinteticamente ativa Quantidade Qualidade Temperatura Água Nutrientes

3 3 Perdas de eficiência no aproveitamento da radiação solar Figura - Conversão da energia solar em CHOs. Fonte: Taiz e Zeiger, 2004

4 4 Relação entre a intensidade da radiação e a taxa fotossintética de plantas C3 e C4 (NELSON, 1995).

5 5 Características do espectro da radiação solar (Farabee, 2000).

6 6 Redução na quantidade de radiação fotossinteticamente ativa e na sua qualidade com o desenvolvimento do dossel Relação Vermelho/Vermelho extremo (V/Ve) No topoaltaaltaalta Abaixo das camadas de folhas (na região do meristema apical da planta médiabaixa Muito baixa

7 7 Faixas de temperatura x crescimento das plantas Temperatura:

8 8 Tabela - Temperaturas x crescimento de forrageiras tropicais e temperadas Temperatura (°C) Espécie forrageira Mínima Ótima Máxima Gramíneas e leguminosas tropicais a a 50 Gramíneas e leguminosas temperadas 5 a a 35 Fonte: COOPER e TAINTON (1968); RODRIGUESet al. (1993).

9 9 Efeito da temperatura sobre a fotossíntese líquida de plantas C 3 e C 4 (adaptado por Rodrigues & Rodrigues, 1987, a partir de Eagles & Wilson, 1982).

10 10 EspécieTemperatura foliar (ºC)Referência MínimÓtimmáxim Gramínea Brachiaria ruziziensis LUDLOW e WILSON (1971) Capim-búffel (Cenchrus cilliares) LUDLOW e WILSON (1971) Capim-gordura (Melinis minutiflora) LUDLOW e WILSON (1971) P. Maximum Hamil LUDLOW e WILSON (1971) Capim-elefante (Pennisetum purpureum) LUDLOW e WILSON (1971) Leguminosa Calopogônio(Calopogonium mucunoides) LUDLOW e WILSON (1971) Soja perene (Neonotonia wightii) LUDLOW e WILSON (1971) Siratro (Macroptilium atropurpureum) LUDLOW e WILSON (1971) Tabela. Temperatura de folhas ótima, máxima e mínima para taxa de fotossíntese líquida em leguminosas e gramíneas tropicais Fonte: Adaptado de IVORY (1975).

11 11 Distribuição estacional de matéria seca: ColoniãoGorduraJaraguáPangola KG de MS/ha x ano Verão Inverno Total Distribuição estacional Verão887690,487,6 Inverno12249,612,4 Total100% KG de MS/ha Diferença entre verão e inverno Dados médios de 5 anos. Verão: 15/10 a 15/04 Inverno: 16/04 a 14/10 Fonte: PEDREIRA (1973). Tabela - Distribuição estacional de produção de matéria seca para algumas gramíneas tropicais

12 12 Figura 4. Variações na temperatura e precipitação nos vários climas do Brasil Cerrados Caatinga Pampa Gaúcho Mata Atlântica Floresta Amazônica

13 13

14 14 FERTILIDADE DO SOLO LEI DO MINIMO: lei de Liebig, foi enunciada em 1843 o crescimento de uma planta está limitado por aquele nutriente que se encontra em menor proporção no solo, em relação à necessidade das plantas (Russell & Russell, 1973; Tisdale & Nelson, 1975; Raij, 1981)

15 15 FERTILIDADE DO SOLO Lei dos incrementos decrescentes: Em 1909, o alemão E. A. Mitscherlich com o aumento progressivo das doses do nutriente deficiente no solo, a produtividade aumenta rapidamente no início (tendendo a uma resposta linear) e estes aumentos tornam-se cada vez menores até atingir um platô, quando não há mais resposta a novas adições (Malavolta, 1976; Braga, 1983; Pimentel Gomes, 1985). Figura 2.9. Representação gráfica da equação de Mitscherlich.

16 16 RECOMENDAÇÃO DE ADUBAÇÃO Formulação de recomendações de adubação: Algumas características do solo (textura, densidade...) Preferencialmente mediante amostragem do solo Disponibilidade atual do nutriente em apreço no solo Necessária amostragem do solo Nível tecnológico a ser adotado Adubação orgânica em pastagens: até 30 ton/ha x ano

17 17 RECOMENDAÇÃO DE ADUBAÇÃO

18 18 RECOMENDAÇÃO DE ADUBAÇÃO

19 19 ADUBAÇÃO NITROGENADA Nutriente altamente móvel no solo Gramíneas têm alta resposta à adubação nitrogenada Ex: Capim-elefante: 50 t MS/ha x ano com 896 kg/ha (56-67 kg/kg N) Principais fontes: uréia (45% de N) e sulfato de amônia (20% de N e 24% de S) Aplicação de uréia: solo úmido, em dias não muito quentes e época de chuvas regulares Dose de nitrogênio a ser aplicada: Doses menores que 50 kg N/ha inócuas Sistemas de médio nível tecnológico: kg N/ha Sistemas de alto nível tecnológico: 300 kg N/ha Manejo intensivo no Nordeste: 600 kg N/ha ou até mais?

20 20 Efeito de doses crescentes de nitrogênio em três doses de potássio (mM) sobre o rendimento de grãos de cevada (adaptado de MacLeod (1969), citado por MASCHNER, 1995). Lei da Interação: cada fator de produção é tanto mais eficaz quando os outros estão mais perto do seu ótimo (Voisin, 1973)

21 21 Lei do Máximo (André Voisin, 1973): O excesso de um nutriente no solo reduz a eficácia de outros e, por conseguinte, pode diminuir o rendimento das culturas

22 22 Efeito de doses crescentes de nitrogênio em três doses de potássio (mM) sobre o rendimento de grãos de cevada (adaptado de MacLeod (1969), citado por MASCHNER, 1995). EXEMPLO DAS LEIS DA INTERAÇÃO E DO MÁXIMO

23 23 MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DO PASTO

24 24 Queimadas MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DO PASTO

25 25 Cultivo morro abaixo MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DO PASTO

26 26 Uso de maquinário pesado MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DO PASTO

27 27 Superpastejo MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DO PASTO

28 28 Assoreamento dos rios, riachos e córregos MAU USO DO SOLO E DEGRADAÇÃO DAS AGUADAS

29 29 DEGRADAÇÃO DO PASTO......Início da desertificação

30 30 Favorece: Abertura e condutância estomática Absorção de CO 2 pelas folhas Transporte de nutrientes no solo até a raiz pelo fluxo de massa Translocação de nutrientes dentro da planta (fluxo transpiracional) Água

31 31 Figura – Representação esquemática da regulação hormonal durante o estresse hídrico (Tietz e Tietz, 1982, citados por LARCHER, 2000). Água

32 32 Efeito da adição de água e nitrogênio sobre a produção das pastagens (adaptado de McNaughton et al., 1982, por Rodrigues e Rodrigues, 1987). INTERAÇÃO POSITIVA ENTRE ÁGUA E NUTRIENTES

33 33 Radiação solar fotossinteticamente ativa Quantidade Qualidade Temperatura Água Nutrientes Quais desses fatores podem ser manipulados pelo homem numa pastagem? FATORES ABIÓTICOS E O CRESCIMENTO VEGETAL

34 34 É mais viável economicamente fazer irrigação de pastagens na época da seca no Sudeste do Brasil ou no Nordeste? Nordeste na seca Luminosidade maior quantidade de radiação fotossinteticamente ativa incidente (irradiância) menor nebulosidade e estação seca longa > número de horas de sol (insolação) Temperatura na seca oscila menos ao longo das semanas na seca oscila menos ao longo do dia (baixa amplitude térmica diária) Umidade relativa mais baixa (maior taxa transpiratória) A produção de forragem numa pastagem cultivada no Nordeste do Brasil é maior na época chuvosa ou na época da seca sob irrigação? Além de todos os itens anteriores: Animal em pastejo em áreas de solo pesado exercem impacto negativo via pisoteio maior nas chuvas IMPORTÂNCIA PRÁTICA DOS FATORES ABIÓTICOS

35 35 Muito Obrigado! Visite o site do Núcleo de Ensino e Estudos em Forragicultura: Magno José Duarte Cândido TEL: (85)


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