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PLANO DE TRABALHO PLANO DE TREINAMENTO

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Apresentação em tema: "PLANO DE TRABALHO PLANO DE TREINAMENTO"— Transcrição da apresentação:

1 PLANO DE TRABALHO PLANO DE TREINAMENTO
TEÓRICA VIII PLANO DE TRABALHO PLANO DE TREINAMENTO

2 INTRODUÇÃO Futebol é o mais assistido, admirado e praticado jogo no Planeta (quiçá no Universo...). Tal popularidade é devida a certas particularidades do esporte, tais como plasticidade, beleza, emoção e oportunidade para gente de diferentes sexos, peso e altura, fazer sucesso, tanto quanto pelo baixo custo. Isto significa que, hoje, mulheres e homens que sejam baixos, altos, fortes ou fracos, ricos e pobres podem jogar futebol, e que mesmo crianças podem pôr estacas marcando as balizas e, fazendo bolas de meia possam se divertir jogando. Em adição, futebol desenvolve criatividade, solidariedade, socialização e uma competição natural numa atmosfera onde disciplina e camaradagem são reforçados. Por isso: FUTEBOL NELES!

3 Introdução De Forma geral, no Brasil, o primeiro presente da criança é uma bola! COM UMA BOLA NINGUÉM SE SENTE SOZINHO!

4 Plano de Trabalho Engloba o estudo do Programa e seus objetivos, todos os fatores que podem interferir no treinamento e na competição, e o plano de Treinamento que objetiva atingir os objetivos no Programa propostos.

5 PLANO DE TRABALHO RECURSOS: FINANCEIROS FACILIDADES
DEPARTAMENTO MÉDICO COMISSÃO TÉCNICA -STAFF EQUIPE – INCLUSIVE A DISPENSAR E CONTRATAR EQUIPAMENTO

6 PLANEJAR É PRECISO Errar no planejamento é preparar para falhar, perder.

7 PLANO DE TRABALHO AVALIAÇÃO: MÉDICA – CHECK UP FÍSICA – GERAL
TÉCNICA - FUNDAMENTOS TÁTICA – TEORIA E PRÁTICA PSICOLÓGICA – ENTREVISTA E TESTES

8 PLANO DE TRABALHO TREINAMENTO MODERNO: METODOLOGIA DIDÁTICA
INDIVIDUALIDADE ADAPTAÇÃO SOBRECARGA CONTINUIDADE VOLUME-INTENSIDADE

9 PLANO DE TRABLAHO TREINAMENTO TOTAL: VISÍVEL – AS PRÁTICAS, TREINOS E
JOGOS INVISÍVEL – REPOUSO, ALIMENTAÇÃO, SUPLEMENTAÇÃO, HÁBITOS

10 PLANO DE TRABALHO DIVISÃO CLÁSSICA FÍSICA – COM E SEM BOLA
TÉCNICA – COM E SEM BOLA TÁTICA – COM E SEM BOLA PSICOLÓGICA - MODERNA ESPIRITUAL – ALÉM DA CLÁSSICA

11 PLANO DE TRABALHO TÁTICAS: BÁSICAS DERIVADAS ALTERNATIVAS
SISTEMA – ESTRATÉGIA – TÁTICAS (BOLA PARADA E EM MOVIMENTO)

12 PLANO DE TRABALHO PROGRAMA DE JOGOS: JOGOS TREINOS JOGOS AMISTOSOS, E
JOGOS OFICIAIS

13 PLANO DE TRABALHO COMO JOGA O TIME: NA DEFESA NO MEIO NO ATAQUE
EM CASA FORA GANHANDO PERDENDO

14 PLANO DE TRABALHO CONCLUSÃO:
Faz o estudo de todos os fatores intervenientes na preparação e define as formas mais adequadas ao suporte ao Plano de Treinamento que terá por objetivo alcançar os objetivos definidos no Programa Geral.

15 PLANO DE TREINAMENTO FATORES A CONSIDERAR: OBJETIVOS A ALCANÇAR
DURAÇÃO DA TEMPORADA NÚMERO DE COMPETIÇÕES NÚMERO DE JOGOS TEMPO ANTES DA 1ª. COMPETIÇÃO ACAMPAMENTO (CAMPING)- PRÉ-TEMPORADA NÍVEL DA EQUIPE EM RELAÇÃO AOS ADVERSÁRIOS

16 PLANO DE TREINAMENTO AVALIAÇÃO MÉDICA GERAL TESTES DE AVALIAÇÃO
NÚMERO DE SESSÕES POR DIA QUANTIDADE DE TREINO: FÍSICO, TÉCNICO, TÁTICO FASES DE TREINAMENTO, E FACILIDADES

17 OBJETIVOS A ALCANÇAR CATEGORIA SENIOR (PRINCIPAL):
CONQUISTAR TÍTULOS E CAMPEONATOS REPRESENTAR DIGNAMENTE O CLUBE OU SELEÇÃO . CATEGORIAS DE BASE (JOVENS) FORMAR ATLETAS (HOMEM + JOGADOR)

18 OBJETIVOS Entender a política do clube e os objetivos;
Como preparar jovens passo a passo (processo de 6 a 10 anos) Controvérsia: preparar ou ganhar títulos? Treinador deve saber o momento certo de atingir’o ápice ou pode ganhar a competição menos importante

19 DURAÇÃO - TEMPORADA NO BRASIL HÁ POUCO TEMPO PRÁ PRÉ-TEMPORADA (10 A 15 DIAS) – NA EUROPA 30 DIAS AS FÉRIAS SÃO IRREGULARES (ALGUNS TEEM 15 DIAS ENQUANTO OUTROS 45) ANTIGAMENTE ESTADUAIS NO 1º. SEMESTRE, BRASILEIRO NO 2º. HOJE OS ESTADUAIS EM JANEIRO FEVEREIRO E MARÇO E BRASILEIRO DE ABRIL A DEZEMBRO IDEAL: FÉRIAS COLETIVAS (1ª. 2ª. e 3ª. Divisões) 06 DE DEZEMBRO A 05 DE JANEIRO, PRÉ-TEMPORADA DE 06 DE JANEIRO A 05 DE FEVEREIRO (NAS DUAS PRIMEIRAS SEMANAS PROIBIDO A JOGOS OFICIAIS E OFICIOSOS), COMPETIÇÃO DE 06 DE JANEIRO A 05 DE DEZEMBRO (ESTUDAR FÉRIAS EM JUNHO) MÁXIMO DE 75 JOGOS. FLA E SÃO PAULO CHEGARAM A100 NO ANO.

20 NÚMERO DE COMPETIÇÕES ESTADUAL NACIONAL COPA DO BRASIL LIBERTADORES
OUTRAS TAÇAS... DEFINIR MAIS IMPORTANTE!

21 NÚMERO DE JOGOS CONSIDERAR ESTATÍSTICAS DOS ANOS ANTERIORES E AJUSTAR.
IDEAL CERCA DE 75 JOGOS DO TIME SÃO 42 SEMANAS, MENOS 4 DE FÉRIAS, MENOS 4 DE PREPARAÇÃO (OU DUAS) = 34 JOGA-SE QUASE DUAS VEZES POR SEMANA. O CERTO É A QUALIDADE DO ESPETÁCULO. PARA UM TIME QUE JOGA 75 JOGOS PREPARAÇÃO MAIS APURADA BASE MAIS SEDIMENTADA. QUEM JOGA MENOS COMEÇAR A PREPARAÇÃO ANTES. TIME DE PEQUENO INVESTIMENTO COMEÇAR A PREPARAÇÃO NO ANO ANTERIOR

22 TEMPO ANTES DA 1ª. COMPETIÇÃO
NA EUROPA 30 DIAS (APÓS MÊS DE FÉRIAS) NO BRASIL (15 DIAS ÁS VEZES MENOS) ANTES DE PREPARAÇÃO FINAL DE SELEÇÕES CLASSIFICADAS (1 MÊS) DÁ PRÁ FAZER BOM TRABALHO DE POLIMENTO IDEAL CERCA DE 5 OU 6 JOGOS AMISTOSOS ( DO MAIS FRACO AO MAIS DIFÍCIL – EXCETO O ÚLTIMO DE NÍVEL MÉDIO) PREPARAR DE ACORDO O PLANO SUB 20 NO SULAMERICANO E NO MUNDIAL

23 ACAMPAMENTO PRÉ-TEMPORADA
IDEAL QUE SEJA FEITA EM OUTRA CIDADE, ESTADO OU PAÍS. REALIZADA APÓS EXAMES MÉDICOS E TESTES DE AVALIAÇÃO FÍSICA E TÉCNICA CLIMA ADEQUADO, ALIMENTAÇÃO FARTA, SOSSEGADA E SEGURA, QUE POSSIBILITE BONS JOGOS-TREINO E AMISTOSOS CUIDAR DO VOLUME-INTENSIDADE, ALIMENTAÇÃO E RECUPERAÇÃO INÍCIO DA FORMAÇÃO DE ESPÍRITO DE GRUPO

24 NÍVEL DA EQUIPE FUNDAMENTAL AVALIAR O NÍVEL DO TIME
COMPARAR COM O NÍVEL DOS DEMAIS COMPETIDORES ESTUDAR RELATÓRIOS DA ÚLTIMAS TEMPORADAS E RESULTADOS DIRETOS COMO OS OUTROS ESTÃO SE PREPARANDO? MÀXIMA DEDICAÇÃO DOS JOGADORES, STAFF, E FUNCIONÁRIOS ENVOLVIDOS DIRETA OU INDIRETAMENTE NO PROCESSO 5 (CINCO) SEGMENTOS: ELENCO, C.T., DIREÇÃO, TORCIDA, MÍDIA

25 CHECK UP EXAMES: GERAL-CLÍNICO, OLHOS, DENTES, GARGANTA, SANGUE, URINA, FEZES, ECG (SIMPLES E EM ESFORÇO), ETC. O MAIS COMPLETO POSSÍVEL! RESEARCH – ORIGEM (PAIS E AVÓS, FAMÍLIA) VIDA PRIVADA – MORADIA, ALIMENTAÇÃO, REPOUSO, LAZER, HÁBITOS, AMIZADES, VÍCIOS (CIGARRO, ÁLCOOL, DROGAS) NINGUÉM INICIA A PRÁTICA SEM CHECK UP E AVALIAÇÃO FÍSICA E TÉCNICA MENS SANA IN CORPORE SANO PREVENÇÃO É MELHOR DO QUE A CURA

26 AVALIAÇÃO FÍSICA A Preparação Física tem por objetivo o aperfeiçoamento das Qualidades Físicas Gerais utilizadas no Futebol AS CARGAS DE TRABALHO QUE OBEDECEM AOS PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO SÃO MAIS PRODUTIVAS

27 AVALIAÇÃO FÍSICA TESTE DE VELOCIDADE – percurso com 50 metros (faz-se também em 60 metros) TESTE DE RESISTÊNCIA (COOPER) – Maior distância possível percorrida em 12 minutos, para aferir a resistência aeróbia (orgânica) TESTE DE LIMIAR ANAERÓBIO – realizado na esteira, na bicicleta, ou no campo, determina o limiar anaeróbio

28 AVALIAÇÃO FÍSICA TESTE DE RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA – realização de exercícios por grupamento muscular (pernas/inferior, braços/superior, ou de tronco/abdômen) TESTE DE FORÇA EXPLOSIVA (POTÊNCIA) – realização de exercícios por grupamento muscular, com sobrecarga

29 AVALIAÇÃO FÍSICA TESTE DE FLEXIBILIDADE – realizado para avaliar o grau de flexibilidade de membros e amplitude articular, além da elasticidade músculo-ligamentar. TESTE DE AGILIDADE – realizado para avaliar a agilidade (velocidade em zig-zag) DEVE SER REPETIDO DE TEMPOS EM TEMPOS PARA AVALIAR A EVOLUÇÃO E AJUSTAR AS CARGAS OU O PLANO

30 SESSÕES O FUTEBOL MODERNO EVOLUIU PARA O TREINAMENTO EM FULL – TIME (MANHÃ E TARDE) HÁ QUE SER CONSIDERADA A SEMANA DE DOIS JOGOS ( 4ª. e DOMINGO) NA PRÉ ALGUNS TREINADORES USAM ATÉ 3 (TRÊS) SESSÕES DIÁRIAS A CURVA DE VOLUME-INTENSIDADE É IMPORTANTE PARA RECUPERAR PARA O JOGO. DEVE COMEÇAR A CAIR 48h ANTES

31 VOLUME E INTENSIDADE FÍSICO – PREDOMINA NA FASE BÁSICA, PRINCIPALMENTE PRÉ-TEMP TÉCNICO – FATOR FUNDAMENTA DO ESPORTE DEVE SER TRABALHADO TODO O TEMPO, CONSIDERANDO AS FASES NORTEADAS PELA PREP. FÍS. TÁTICO – PARTE DO INDIVIDUAL, PASSA A DUPLAS-PEQ. GRUPOS-SETORES ATÉ CHEGAR AO TIME E ELENCO. PREVALECE NAS FASE MAIS ADIANTADAS DA PREPARAÇÃO E COMPETIÇÃO

32 RELAÇÃO VOLUME - INTENSIDADE
DEPENDENDO DO MODELO, COMO NO ANTIGO: VOLUME ALTO E INTENSIDADE BAIXA NA FASE BÁSICA VOLUME MÉDIO E INTENSIDADE MÉDIA NA FASE ESPECIAL VOLUME BAIXO E INTENSIDADE ALTA NA FASE DE POLIMENTO E MANUTENÇÃO VOLUME E INTENSIDADE BAIXOS NA FASE TRANSITÓRIA

33 GRÁFICO Gráfico de Metas (%) 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10
| | | | | | | | | | | | | | | | | | (Semanas) 25 Fase Básica Fase Específ. Fase Polim Fase Manut. junho

34 FASES IMPOSSÍVEL NÃO AS CONSIDERAR INDEPENDENTE DE ESTRATÉGIA ANTIGA OU MODERNA.

35 FASE BÁSICA É a fase inicial.
O objetivo nesta fase é o desenvolvimento e aperfeiçoamento dos fundamentos físicos, técnicos, táticos e psicológicos do Futebol, considerando que, de ordinário, o elenco está vindo de uma fase transitória, de recuperação ou férias. Trabalhar na formação geral, na união, no crescimento da moral, da força de vontade, da “raça”, além de criar um ambiente positivo, fraternal, amistoso e de cooperação, como numa família. O trabalho exige grande volume e baixa intensidade.

36 FASE ESPECÍFICA É uma etapa intermediária.
Nela os treinos tornam-se mais particularizados, pormenorizados, de acordo com as posições ou as funções dos jogadores, seja no aspecto físico, no técnico e no tático. No aspecto tático, aperfeiçoa-se ainda mais o entrosamento entre jogadores de um mesmo setor e dos setores entre si. Efetuam-se, também, alguns jogos-treino e amistosos, mas consideram-se principalmente os jogos oficiais para apurar a forma e aperfeiçoar o ritmo de jogo. Em relação à fase anterior, diminui-se o volume de treinamento, devido ao aumento da intensidade e das características especiais das atividades.

37 FASE DE POLIMENTO É a etapa final, de acabamento.
Nesta fase, o objetivo é alcançar o nível mais elevado da performance, mediante a fixação das cargas no limite máximo, sobretudo nas sessões de controle do treinamento (geralmente as do treinamento físico com cargas progressivas). Pressupõe-se que, nesta época, serão jogadas as últimas e decisivas partidas do turno derradeiro e dar-se-á o turno final, se mais de um clube conquistarem turnos, sendo esta a forma de decisão.

38 FASE DE MANUTENÇÃO APÓS CHEGAR AO ARROCHO MÁXIMO DAS CARGAS DE TREINAMENTO DEVE-SE MANTÊ-LAS POR IMPOSSÍVEL AUMENTAR, EMBORA A PERFÓRMANCE POSSA MELHORAR PELA SEQUÊNCIA DE JOGOS DECISIVOS EM PLENA FORMA DIFÍCIL SER MANTIDO O ÁPICE (APOGEU, “PEAK”) POR MAIS DE 4 SEMANAS

39 FASE TRANSITÓRIA Período que sucede à participação final, geralmente após o Campeonato, indo até o início da Fase Básica do próximo período de preparação. Repouso, engorda, recuperação física e mental, tratamento médico, atividades recreativas, pequenos jogos, jogos amistosos e alimentação especial.

40 FACILIDADES CENTRO DE TREINAMENTO ESTÁDIO CAMPOS PISTA
GINÁSIO DE APARELHOS ÁREA COBERTA GINÁSIO POLI-ESPORTIVO PISCINA LIBRARIA VIDEOTECA

41 O TIME BEM, ESTE FICA PRÁ UMA AULA PARTICULAR, ESPECIAL A VIR

42 CONCLUSÃO Sendo bem feito o Programa Geral que define os objetivos de acordo com a realidade do Clube ou Seleção, e também o Plano de Trabalho que faz o estudo dos fatores importantes para a execução do Plano de Treinamento, este estará bem mais próximo de alcançar os objetivos, coroando de êxito todo o esforço despendido.

43 MENSAGEM Autor: desconhecido Por:Julio Cesar Leal VENCE AQUELE QUE
NAO IMAGINA O FRACASSO !

44 PERGUNTAS E RESPOSTAS

45

46 PERGUNTAS E RESPOSTAS DIA 5 DE MAIO: 08h00 – PROVA TEÓRICA
09h30 – PROVA PRÁTICA


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