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A ASCENSÃO DA CHINA NO SISTEMA MUNDIAL E OS DESAFIOS PARA O BRASIL 20 de abril de 2011.

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1 A ASCENSÃO DA CHINA NO SISTEMA MUNDIAL E OS DESAFIOS PARA O BRASIL 20 de abril de 2011

2 Objetivo Apresentar, de forma resumida, os desafios que o Brasil terá que enfrentar com a ampliação de suas relações comerciais, financeiras (notadamente o Investimento Externo Direto) e produtivas com a China, num contexto marcado pela forte ascensão deste país e pela tentativa de mudança do seu padrão de crescimento

3 PARTE I A Ascensão da China no sistema mundial

4 Participação no PIB global (dólar corrente) – regiões, EUA e China (em %) Fonte: Elaboração própria a partir dos dados do International Monetary Fund: World Economic Outlook Database, Outubro 2010 (**) Estimativa

5 Contribuição ao crescimento do PIB global (em dólar corrente) (Em %) – regiões e China (*) Acumulado dos três primeiros semestres do ano Fonte: Direção de Estatísticas Comerciais/FMI. Elaboração própria

6 Evolução das exportações, importações e corrente de comércio da China - valor (em bilhões US$ corrente) e participação mundial (%) (*) Acumulado dos três primeiros semestres do ano Fonte: Direção de Estatísticas Comerciais/FMI. Elaboração IPEA

7 Condicionantes internos e externos do milagre econômico chinês Como a China conseguiu em apenas três décadas mudar de forma significativa a sua importância no sistema mundial? O quê explica o milagre econômico chinês? A resposta a esta questão só pode ser compreendida a partir dos condicionantes externos e internos

8 Condicionantes internos: Reformas e Políticas por crescimento Reformas iniciadas em 1978 por Deng e aceleradas no grande compromisso de 1992: Descentralização do Planejamento Concentração dos mercados Abertura ao mundo exterior (Zonas Especiais) Evolução pacífica

9 Condicionantes internos: Reformas e Políticas por crescimento Políticas governamentais em prol do crescimento: Políticas macroeconômicas (monetária, fiscal e cambial) que articulam o controle inflacionário e o crescimento; Processo de reformas e privatização das estatais em 1991; Crédito subsidiado para as estatais por meio dos bancos públicos que são o núcleo do sistema financeiro chinês; Barreiras tarifárias mais baixas (após ascensão à China), mas a manutenção de significativas barreiras não tarifárias; Políticas de estímulos ao IDE, especialmente em áreas de alta tecnologia; Múltiplos instrumentos que tem como objetivo criar empresas nacionais (privadas ou públicas) de classe mundial.

10 Condicionantes internos e externos do milagre econômico chinês Aproximação entre os Estados Unidos e a China no final da década de 1970; Ofensiva comercial americana contra o Japão por meio do Acordo de Plaza em 1985; ascensão da China na OMC; Configuração do eixo sino-americano (globalização financeira americana e milagre econômico chinês).

11 Evolução da participação e da posição dos 10 principais produtos exportados pela China para os EUA (%) Fonte: COMTRADE. Elaboração própria

12 Evolução da posse e participação chinesa na propriedade de títulos do Tesouro dos EUA (em US$ bilhões e em %) Fonte: Departamento do Tesouro dos EUA. Elaboração própria

13 Mudanças no padrão de crescimento chinês e impactos para a economia mundial no pós-crise Políticas fiscal e monetária chinesa 12º Plano Quinquenal ( ) Mudanças em curso: Comércio Efeito China (preços e termos de troca) Guerra cambial Produção Fluxos de capital

14 PARTE II Relações bilaterais de comércio Brasil-China

15 Exportações brasileiras para o mundo e para a China (US$ bilhões) Fonte: MDIC. Elaboração: IPEA

16 Participação dos 10 principais países de destino das exportações brasileiras (%) Fonte: UNComtrade. Elaboração: Ipea

17 Importações brasileiras do mundo e da China (US$ bilhões) Fonte: MDIC. Elaboração: IPEA

18 Balança comercial brasileira com o mundo e com a China (US$ bilhões) Fonte: MDIC. Elaboração: IPEA

19 Pauta exportadora do Brasil com China, por intensidade tecnológica do produto (US$ bilhões) Fonte: UNComtrade. Elaboração: Ipea

20 Pauta importadora do Brasil com a China, por intensidade tecnológica do produto(US$ bilhões) Fonte: UNComtrade. Elaboração: Ipea

21 Balança comercial do Brasil com a China, por intensidade tecnológica do produto (US$ bilhões) Fonte: UNComtrade. Elaboração: Ipea

22 Balança comercial brasileira com o mundo e com a China (acumulado em 12 meses – média de 2009=100) Fonte: Ipeadata. Elaboração: Ipea

23 Balança comercial brasileira com o mundo e com a China (US$ bilhões) (acumulado em 12 meses) Fonte: Ipeadata. Elaboração: Ipea

24 PARTE III Relações bilaterais de investimento externo direto Brasil-China

25 Brasil: Fluxo de IDE e de IDE chinês e participação – 2001/2010 (US$ milhões) Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração: Ipea

26 Aquisições chinesas de empresas que operam no Brasil – 2009 e 2010 Fonte: Bloomberg. Elaboração: Ipea

27 Fluxo de IDE brasileiro (mundo e China) e participação – 2006/2010 (US$ milhões) Fonte: Banco Central do Brasil. Elaboração: Ipea

28 PARTE IV Oportunidades e desafios

29 Oportunidades e ameaças Governança global Comércio Estrutura produtiva e Inovação tecnológica Investimento direto estrangeiro chinês/ Investimento direto externo brasileiro na China Finanças Redução da vulnerabilidade externa conjuntural/Aumento da vulnerabilidade externa estrutural

30 Desafios Instrumentos de defesa comercial (OMC) Negociar condições isonômicas para o IDE brasileiro na China Instrumento de regulamentação, regulação e fiscalização da compra de terras e de recursos naturais Criar instrumentos de regulamentação do IDE em função das prioridades da política industrial

31 Desafios Gestão da política cambial e monetária adequada a uma visão de longo prazo de crescimento com estabilidade de preços Aprofundar a industrialização brasileira em atividades indutoras de difusão da inovação tecnológica; Ampliar a cooperação tecnológica com a China no campo aeroespacial e na área de energia limpa

32 Desafios A mão que afaga (empréstimos, IDE, superávit comercial) pode ser aquela que direciona os vínculos externos da economia brasileira para uma dinâmica empobrecedora que ficará visível apenas no médio ou longo prazo. Portanto, abrir mão do futuro em nome do presente pode ser muito perigoso E quando a China tiver realizado o seu catching up? Caso se amplie a especialização regressiva da estrutura industrial, em curso, o que restará para um projeto nacional com inserção soberana?


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