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Um primeiro insigth: Niels K. Jerne. 1967. Antibodies and learning: selection versus instruction," in G. C. Quarton, T. Melnechuk, & F. O. Schmitt, The.

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2 Um primeiro insigth: Niels K. Jerne Antibodies and learning: selection versus instruction," in G. C. Quarton, T. Melnechuk, & F. O. Schmitt, The Neurosciences: a study program, Rockefeller University Press, pp

3 Olhando o passado da biologia, sempre que um fenômeno parecia envolver aprendizagem, uma teoria deste tipo foi proposta inicialmente. Entretanto, em cada um dos casos, foi substituída, mais tarde, por uma teoria seletiva. Pensou-se que as espécies aprendiam pela adaptação dos indivíduos ao ambiente, até que Darwin mostrou a existência de um processo seletivo. Acreditou-se que resistência bacteriana era uma adaptação adquirida, até Luria e Delbrück mostrarem um mecanismo seletivo.

4 As enzimas adaptáveis foram reinterpretadas, por Monod, para serem enzimas induzíveis que já existiam por prévia seleção de genes. Finalmente, a teoria inicial da formação dos anticorpos foi baseada na instruções dos antígenos, mas sabemos que resulta da seleção de padrões já existentes. Permanece a questão se o aprendizado do sistema nervoso central não poderia ser, também, um processo seletivo; ou seja: talvez aprender não seja aprender, tão pouco.

5 Avançando: Scaruffi, P Michael Gazzaniga: Nature's Mind (New York: Basic Books, 1992) O pensamento darwiniano enfatiza a seleção em relação a instrução. Variações específicas são selecionadas pelo ambiente em detrimento de outras. A mente é moldada pelo ambiente, mas o ambiente apenas pode dar um acabamento dentro de um espectro permitido por parâmetros geneticamente determinados. Poderíamos dizer que o ambiente seleciona um, dentre vários futuros possíveis.

6 Darwinismo Neural: Czico, G The things we do. Cambridge, MIT Press. Cap 9, Evolution Within the Body: The Darwinian Lesson Extended, pags , cziko/twd/pdf/index.html Cziko G Without Miracles, Universal Selection Theory and the Second Darwinian Revolution. Cambridge, MIT Press. Edelman GM. 1995(1992). Biologia da consciência - as ra zes do pensamento. Lisboa, Instituto Piaget

7 A essência do Darwinismo: 1. Há um padrão (introns, genes, conjuntos de genes, conjuntos de neurônios ou memes) 2. O Padrão é copiado 3. Ocorrem variações neste padrão durante o processo de cópia (erros, mutações ou recombinações).

8 A essência do Darwinismo: 4. Populações do padrão e de suas variantes competem, uns com os outros pela a ocupação de um espaço de trabalho limitado. 5. O ambiente, multifacetado, promove variantes diferentes. As variantes de maior sucesso são o centro de novas variações. 6. As variantes novas ocorrem preferencialmente em torno dos mais bem sucedidos padrões pré existentes.

9 Darwinismo Neural: Sele ão no desenvolvimento: repert rio prim rio Sele ão experiencial: repert rio secund rio Reentrada

10 Darwinismo Neural:

11 Consciência: Valores

12 Consciência: EdelmanDennett (1996) Freud Consciência prim ria Sist. intencional de 1 ordem Processo primário Consciência expandida Sist. intencional de 2 ordem Processo secundário

13 Consciência Primária: Primeiro nível O animal é capaz de seguir uma regra, mesmo sem ter consciência dela, como, por exemplo, pombos que distinguem, em fotos, árvores de outras plantas, ou Monet de Picasso. Segundo nível: É capaz de transferir a regra para outras situações, como, por exemplo, na associação de semelhantes versus diferentes. Terceiro nível: Obtido quando o animal é capaz de formar categorias abstratas, como cor, comestível, etc.

14 Consciência Primária: Quarto nível: Quando é capaz de comparar categorias abstratas, como números. Quinto nível: Quando adquire o conceito de permanência de objetos, ou seja, tem um modelo mental do mundo. Peperberg, IM & Lynn SK Possible levels od animal consciousness with reference to grey parrots (Psitacus erithacus) Amer. Zool, 40: ,

15 Materialismo eliminativista o modelo de consciência que decorre da doutrina do neurônio (Ramon y Cayal ). os estados psicol gicos, eventos ou processo mentais são estados, eventos e processos do c rebro e são produtos espec ficos da arquitetura neuronal. Assim, qualquer tipo de explica ão que recorra a uma dimensão mentalista para dar conta do comportamento humano é enganosa

16 Materialismo eliminativista Kendler, K A psychiatric dialogue on the mind-body problem. American Journal of Psychiatry, 158(7): Edelman GM & Tononi GA Universe of consciousness. New York, Basic Books Price, K. (2004). Why Computers Will Never Be People. In Proc. Selected Papers from the Computers and Philosophy Conference Canberra, Australia. Con-ferences in Weckert, J. and Al-Saggaf, Y., Eds., Research and Practice in Information Technology, 37:45-49.

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18 Gerald Edelman (2000): É um reflexo da arrogância humana, o fato de sistemas filosóficos inteiros tenham sido construídos baseados na fenomenologia subjetiva... Keit Price(2004) Indivíduos são seres com crenças, desejos e outras atitudes proposicionais. Estas posturas não são computáveis, logo computadores não são pessoas. Materialismo eliminativista

19 Tononi, G. & Edelman, G. M Consciousness and complexity. Science 282, : Ferra-mentas para medir integração ( cluster-ing funcional) e diferenciação (comple-xidade neural) que são aplicáveis a processos neurais reais. Permite for- mular critérios operacionais para determinar se a atividade de um grupo de neurônios contribui a experiência consciente. Núcleo dinâmico

20 Duas partes do cérebro são mais importantes que as demais, para a consciência, o tálamo e o córtex cerebral. Nestas áreas, a cada momento, um conjunto diferente de neurônios gera a consciência em frações de segundo. Este processo contínuo de interação, entre neurônios nestas duas regiões do cérebro, é denominado núcleo dinâmico Núcleo dinâmico

21 Está implícito nesta modelagem que todas as funções mentais são algoritmizáveis. Se um processo pode ser algoritmizado, ele não requer mais qualquer habilidade exclusivamente humana para ocorrer. Se este processo for um processo mental, por exemplo, ele pode ser compartilhado com máquinas e, eventualmente, animais. Note! Flores RZ & Schüler JPS A evolução dos algoritmos mentais. In El-Hani CH e Videira AAP. Estudos Sobre o Pensamento Evolutivo (no prelo).

22 A diferença entre você e um fotodiodo é dada pela quantidade de informação que é gerada quando você vê a luz acender ou apagar. Você não vê apenas luz e escuro! O cérebro pode tem milhares de estados diferentes para tal situação. O fotodiodo só tem dois. Mas, milhares de fotodiodos não fazem consciência! Modelo informacional

23 Porquê? Porque um não altera a situa ão do outro. O que produz consciência é a capacidade de integrar informa ões de diferentes chips mentais, todos associados a percep ão da luz. A quantidade de consciência pode ser mensurada por uma medida da capacidade de integrar informa ão entre conjuntos de neurônios. Modelo informacional

24 Consciência visual: 1.Percepção de que algo mudou. 2.Percepção de que o algo é visual e não olfativo. 3.Percepção de outros elementos, como movimento. 4.Percepção de outros elementos, como cor ou forma 5.Identificação do objeto Tononi, G An information integration theory of consciousness. BMC Neuroscience, 5: /5/42 Modelo informacional

25 A consciência pode ser quantificada com medidas próprias para tal. Está presente em bebês e em animais e não ha nada que impeça a construção de artefatos concientes. Este modelo, então, faz parte das hipóteses de Inteligencia Artifical Forte (AI Forte). Pergunta final: Há alguma característica humana que não possa ser algoritmizada? Conclusão


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