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GEOGRAFIA ECONÔMICA REGIONAL. ECONOMIA O extrativismo vegetal foi sem dúvida a economia possível atrelada ao espaço com a ausência da tecnologia e de.

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1 GEOGRAFIA ECONÔMICA REGIONAL

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3 ECONOMIA O extrativismo vegetal foi sem dúvida a economia possível atrelada ao espaço com a ausência da tecnologia e de meios de transportes mais eficazes, porém o extrativismo tende a ser uma atividade transitória para a voracidade do consumo do mundo atual e as coletas de frutos, folhas, cascas, seivas, flores e madeiras lenhosas vão cedendo lugar a projetos econômicos de grande porte que por vezes tropeçam nos mistérios da biodiversidade e do bio- equilíbrio que rege a vida nesse eco-sistema especial

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5 EXTRATIVISMO VEGETAL A busca desenfreada por madeiras de lei como o mogno que leva os madeireiros a derrubar cerca de 100 árvores para o aproveitamento de uma única, na maioria das vezes sem licenças dos órgãos ambientais, tornando-se madeira ilegal.

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7 GARIMPO Uma atividade de coleta de resíduos minerais comercializáveis rejeitados pelas mineradoras, muito comum na obtenção da cassiterita (estanho) principalmente em Rondônia. O garimpo do ouro tem produzido muitos problemas ambientais por onde passa devido ao uso de mercúrio metálico no processo de separação.

8 Dragas para mineração de ouro no rio Urariquera

9 AGRICULTURA No sudeste do Amazonas, os migrantes do sulistas implantaram culturas novas com destaque para a soja que foi aclimatada. A produção desce o rio Madeira rumo ao Amazonas indo ao porto fluvial graneleiro de Itacoatiara, de onde é encaminhada à exportação. Outro destaque está nas culturas de pimenta do reino dos imigrantes japoneses em Tomé Açu e Castanhal na Zona Bragantina, próxima a Belém do Pará. O ponto negativo da agricultura local está nos grandes desmatamentos e queimadas com finalidade agropecuária, gerando paisagens lunares em vários pontos da Floresta Equatorial.

10 PECUÁRIA Praticada em vários pontos do Norte, principalmente o gado bovino criado nas pastagens naturais dos campos e cerrados de Boa Vista em RR. Notável a presença de búfalos na foz do rio Amazonas marcando a Ilha de Marajó como um dos mais tradicionais centros de bubalinos do país.

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12 MINERAÇÃO Muito desenvolvida em grandes projetos como a área polivalente de Carajás, com importantes reservas em exploração de ferro, manganês, cobre, ouro, bauxita, estanho, níquel, etc. Ocorrência de bauxita na Região Norte, notadamente às margens do Rio Trombetas em Oriximiná, levado por via fluvial à região de Belém onde é industrializado nas usinas da ALBRÁS E ALUNORTE e posteriormente exportado pelo porto de Belém.

13 BALBINA TUCURUI

14 ENERGIA A Região Norte tem dentro do seu espaço duas das mais importantes bacias hidrográficas do país, a do rio Amazonas e a do Tocantins. O maior destaque está na usina hidroelétrica de Tucuruí no rio Tocantins programada para gerar 8 milhões de kw/h e abastecer as industrias de alumínio da região de Belém e Paragominas. A maior parte da energia elétrica consumida na Região Norte é de origem térmica.

15 INDÚSTRIA O desenvolvimento da Zona Franca de Manaus ocorreu com isenções fiscais, incentivos de toda ordem com o intuito de criar um centro industrial importante no coração da Amazônia, interiorizando o desenvolvimento econômico. Os projetos minerais, particularmente os do alumínio com a ALBRÁS e a ALUNORTE introduziram a indústria como um elemento importante na economia do norte do país.

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20 O sertão, uma extensa área de clima semi-arido, chega até o litoral, nos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará. As atividades agrícolas sofrem grande limitação, pois os solos são rasos e pedregosos e as chuvas, escassas e mal distribuídas. A vegetação típica é a caatinga. O rio São Francisco é a única fonte de água perene.

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28 SALVADOR

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30 POLO INDUSTRIAL DE CAMAÇARI

31 O Complexo Ford Nordeste, produziu veículos em 2004.

32 RECIFE

33 FORTALEZA

34 Atividades econômicas A Zona da Mata é a principal sub-região nordestina: é a mais urbanizada, a mais industrializada e a mais povoada. O agreste é uma faixa bastante estreita, situada entre o Sertão e a Zona da Mata, onde prevalecem as pequenas propriedades policulturas de subsistência. O Sertão é a maior sub-região, correspondendo, em sua quase totalidade, ao interior, onde predomina o clima semi-árido e a vegetação de caatinga e a principal atividade é a pecuária extensiva de caprinos e bovinos. O Meio Norte é a área de transição entre a Amazônia e o Sertão Nordestino, onde se encontra a Mata de Cocais explorada por latifúndios extrativistas

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36 Em Sapezal, no oeste de Mato Grosso, o milho é plantado logo depois que as máquinas automáticas equipadas com ar-condicionado colhem a soja. Em um dia típico de trabalho, cada uma extrai cerca de sacos. Juntos, os tratores, plantadeiras e colheitadeiras que aparecem nesta foto representam um investimento de 20 milhões de reais

37 Sul de Goiás e MS Vocação agrícola diversificada Centro norteCerrados Centro Oeste O estado do MS tem o maior rebanho de bovinos de corte do país com cabeças e GO é o segundo com cabeças. MT, Go e MS são pela ordem os três maiores produtores de algodão em caroço ou em plumas do país. MT é hoje o maior produtor de soja do país com 9,6 milhões de toneladas GO é o segundo estado produtor de arroz do país, superado apenas pelo RS.

38 ATIVIDADE INDUSTRIAL NO CENTRO OESTE. Não é uma região com destaques nos empreendimentos industriais de base, bens de produção, eletro-domésticos e na metalurgia, porém as suas raízes rurais induzem o surgimento de industriais nos ramos da alimentação principalmente os frigoríficos, dos óleos vegetais, dos couros e do cimento devido às presenças de jazidas importantes de calcário no local.

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40 A ECONOMIA AGRÁRIA DO SUDESTE café cana de açúcar laranja Minas Gerais Espírito Santo São Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais É inquestionável a força na agropecuária do Sudeste brasileiro, toda sorte de culturas estão presentes com tecnologia de ponta, equipamentos modernos justificados pela proximidade dos grandes centros consumidores diretos ou dos indiretos representados pelas agro-indústrias que vão processar essas produções nos seus complexos industriais.

41 PECUÁRIA Bovinos de corte no Triângulo Mineiro e Oeste Paulista O gado leiteiro se concentra próximo das áreas de grande consumo Vale do ParaíbaSul de Minas Zona da Mata Mineira

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43 MINERAÇÃO Bacia de Campos(RJ) Cabo frio (RJ) Quadrilátero Ferrifero de Minas Gerais

44 "zonas industriais" 1-O vale do Paraíba no eixo Rio/São Paulo, ao longo da Via Dutra. 2-A região do ABC paulista com presença forte da indústria automobilística e autopeças. 3-A zona metalúrgica do Vale do Rio Doce em MG 4-Os eixos rodoviários que partem da Grande São Paulo como o das Rodovias Anchieta/Imigrantes que ligam SP à baixada Santista e ao porto de Santos. As rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Castelo Branco, que irradiam para o interior do estado e ainda a via Dutra no rumo do RJ e a Regis Bittencourt no rumo do Sul.

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46 A ECONOMIA AGRÁRIA DO SUL A economia agrária do sul é das mais importantes do país, são três estados de alto nível tecnológico aplicado no campo, com uso de mecanização, adubos, sementes e raças apuradas em laboratórios que levam a uma produtividade semelhante à encontrada nos países mais desenvolvidos do mundo.

47 DESTAQUES da AGROPECUÁRIA A-Norte do PR presença tropical com café, algodão e cana de açúcar. B-Oeste dos três estados sulinos presença de cereais como a soja, o trigo e assemelhados. C-Oeste de SC com áreas fronteiriças dos dois estados vizinhos, criação de suínos. D-Campanha gaúcha no Pampa, pecuária bovina e ovina extensiva com transformação recente em áreas agrícolas de soja e o trigo. E-Produção de arroz na Depressão Gaúcha e no sul fronteiriço do RS com o Uruguai. F-Produção de fumo no centro do RS em Sta Cruz do Sul e também no interior de SC. G-Produção de uvas na Serra Gaúcha, em Caxias do Sul, Garibaldi e Bento Gonçalves.

48 A MINERAÇÃO NOS ESTADOS DO SUL

49 INDUSTRIAS No Paraná : Refinaria da Petrobrás em Araucária norte do Paraná indústrias ligadas a produção de óleos vegetais, café solúvel, moinhos, laticínios e frigoríficos importantes nascidos em SC e RS com grande linha de produtos destinados para todo o território nacional, com destaques para Maringá, Londrina e Toledo. Castro : laticínios e embutidos Batavo industria automobilísticaSão José dos Pinhais

50 Santa Catarina Indústria moveleira, uma tradição dos colonos alemães em São Bento do Sul, Mafra e Rio Negrinho. Em Joinville, a maior cidade industrial de SC, com importantes industrias do setor eletroeletrônico e metal-mecânica além das indústrias de tubos e conexões de ampla penetração no mercado nacional. O vale do Itajaí com Blumenau, Brusque, Ilhota, Gaspar se destaca pela indústria têxtil. A indústria cerâmica é a marca da região carbonífera no sul de SC. O oeste agropastoril apresenta inúmeros frigoríficos com suas indústrias de congelados e carnes em conserva.

51 a industria segue o modelo agro-pastoril com muitos frigoríficos, beneficiamento de grãos de trigo, milho, arroz e principalmente a soja Destaque para a região metropolitana de Porto Alegre com o Pólo Petroquímico de Triunfo e a refinaria de petróleo Alberto Pasqualini em Canoas. Serra Gaúcha vinho Vale do rio dos Sinos calçadista


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