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Reflexões sobre controle de estímulo. Sidman, M. (2008). Reflections on stimulus control. Behavior Analyst, 31, 2, 127-135. Marileide A. de Oliveira Camila.

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1 Reflexões sobre controle de estímulo. Sidman, M. (2008). Reflections on stimulus control. Behavior Analyst, 31, 2, Marileide A. de Oliveira Camila P. Penariol Celso Goyos Universidade Federal de São Carlos Programa de Pós-Graduação em Psicologia

2 2 Alguns precedentes Traçar a evolução dos conceitos em controle de estímulo e equivalência pode requerer muito tempo. Traçar a evolução dos conceitos em controle de estímulo e equivalência pode requerer muito tempo. Certa impossibilidade de conhecer tudo o que há de novo na área e, ao mesmo tempo, lembrar de todo o conhecimento já produzido. Certa impossibilidade de conhecer tudo o que há de novo na área e, ao mesmo tempo, lembrar de todo o conhecimento já produzido. Muito do que se tem, em certa medida, é chapéu usado, mas cabem algumas considerações. Muito do que se tem, em certa medida, é chapéu usado, mas cabem algumas considerações.

3 3 Controle de estímulo Qual o papel que o controle de estímulo desempenha na ciência e na vida cotidiana? Qual o papel que o controle de estímulo desempenha na ciência e na vida cotidiana? Dois princípios gerais na análise do comportamento: Dois princípios gerais na análise do comportamento: O que fazemos é controlado por consequências reforçadoras – comportamento operante. O que fazemos é controlado por consequências reforçadoras – comportamento operante. O ambiente controla o comportamento operante – relações de controle de estímulo entre o que fazemos e as consequências reforçadoras. O ambiente controla o comportamento operante – relações de controle de estímulo entre o que fazemos e as consequências reforçadoras.

4 4 Relações condicionais Controle exercido por um estímulo em uma contingência de três termos: sob controle de outros eventos ambientais – relações condicionais. Controle exercido por um estímulo em uma contingência de três termos: sob controle de outros eventos ambientais – relações condicionais. Como caracterizar, como medir essas relações? Como caracterizar, como medir essas relações? O conhecimento que se tem sobre a relação resposta-reforçador é maior do que o que se tem sobre controle de estímulo, especialmente, sobre discriminações condicionais. O conhecimento que se tem sobre a relação resposta-reforçador é maior do que o que se tem sobre controle de estímulo, especialmente, sobre discriminações condicionais.

5 5 Exemplo clássico de discriminação condicional Luz: positiva ou negativa para o reforçamento, relação determinada pela presença ou ausência do tom. Luz: positiva ou negativa para o reforçamento, relação determinada pela presença ou ausência do tom. Discriminação condicional: exemplo elementar das relações estímulo-estímulo. Discriminação condicional: exemplo elementar das relações estímulo-estímulo. A compreensão sobre controle de estímulo não consiste na investigação acerca de S D – R, e sim, na investigação das relações entre estímulos. A compreensão sobre controle de estímulo não consiste na investigação acerca de S D – R, e sim, na investigação das relações entre estímulos.

6 6 Algumas origens do interesse pela pesquisa em controle de estímulo Ambiente como necessário na definição de unidades comportamentais: investigações sobre controle de estímulo. Ambiente como necessário na definição de unidades comportamentais: investigações sobre controle de estímulo. Psicofísica: controle de propriedades do ambiente sobre certas características da estrutura sensorial – Blough (1956). Psicofísica: controle de propriedades do ambiente sobre certas características da estrutura sensorial – Blough (1956). Neurologia: ambiente x sistema nervoso – questões ainda não enfatizadas por analistas do comportamento. Neurologia: ambiente x sistema nervoso – questões ainda não enfatizadas por analistas do comportamento.

7 7 Sidman - interesse pela área de controle de estímulo Skinner (1933b): discriminação de estímulos como processo de extinção. Esquema de recondicionamento periódico 5-min: Esquema de recondicionamento periódico 5-min: 2 dias até níveis estáveis. No 3º dia: um estímulo era apresentado quando o esquema tornava o reforço disponível. 2 dias até níveis estáveis. No 3º dia: um estímulo era apresentado quando o esquema tornava o reforço disponível. Como resultado: a taxa de resposta diminuiu gradualmente na ausência do S (S ), mas responder imediato quando o S (S D ) era apresentado. Como resultado: a taxa de resposta diminuiu gradualmente na ausência do S (S ), mas responder imediato quando o S (S D ) era apresentado. Considerações de Skinner: confirms our hypothesis that the process of discrimination is only a special case of extinction. (p. 338) Considerações de Skinner: confirms our hypothesis that the process of discrimination is only a special case of extinction. (p. 338)

8 8 Controle de estímulo – questões subsequentes Outras questões propostas: como abolir uma discriminação? (Skinner, 1933a); há possibilidade de controle por S D mesmo após o recondicionamento da resposta em S ? (Sidman, 1949) Outras questões propostas: como abolir uma discriminação? (Skinner, 1933a); há possibilidade de controle por S D mesmo após o recondicionamento da resposta em S ? (Sidman, 1949) Resultados de pesquisas: até então, ambos não haviam feito as perguntas certas. Necessidade de perguntas mais gerais: Resultados de pesquisas: até então, ambos não haviam feito as perguntas certas. Necessidade de perguntas mais gerais: Qual a diferença entre o processo de formação da discriminação e o resultado desse processo? Qual a diferença entre o processo de formação da discriminação e o resultado desse processo?

9 9 Controle de estímulo – indagações e avanços As questões propostas por Skinner e Sidman permaneceram sem grandes repercussões até a publicação de Barbara Ray em As questões propostas por Skinner e Sidman permaneceram sem grandes repercussões até a publicação de Barbara Ray em Seu trabalho claramente demonstrou a distinção entre a existência da discriminação de estímulos e a frequência com a qual essa discriminação ocorre – unidades topográficas de controle de estímulo (Ray, 1969). Seu trabalho claramente demonstrou a distinção entre a existência da discriminação de estímulos e a frequência com a qual essa discriminação ocorre – unidades topográficas de controle de estímulo (Ray, 1969).

10 10 Controle de estímulo – indagações e avanços Topografias de controle de estímulo Topografias de controle de estímulo As respostas operantes mudam em sua frequência de ocorrência, sem mudar sua topografia. As relações estímulo-resposta também são unidades topográficas que mudam sua frequência de ocorrência em função do esquema de reforçamento que prevalesce.

11 11 Controle de estímulo – indagações e avanços Em suma, quando um organismo aprende a responder a um estímulo novo, uma nova relação estímulo-resposta, uma nova topografia de controle de estímulo é criada. Em suma, quando um organismo aprende a responder a um estímulo novo, uma nova relação estímulo-resposta, uma nova topografia de controle de estímulo é criada. Em resposta à questão de Skinner em seu trabalho The abolishment of a discrimination (1933a): Em resposta à questão de Skinner em seu trabalho The abolishment of a discrimination (1933a): as discriminações de estímulos não vão a lugar algum quando estas não são reforçadas ou quando uma topografia alternativa é reforçada; elas simplesmente ocorrem com menor frequência.

12 12 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Dentre as implicações: investigações sobre o Lembrar. Dentre as implicações: investigações sobre o Lembrar. Para onde as memórias vão? Para onde as memórias vão?X Quais as condições originais sob as quais classes de comportamentos foram instaladas e quais as topografias de controle de estímulo estabelecidas? Restabelecendo-se essas condições, as topografias são retomadas – as pessoas se lembram de coisas, o comportamento retorna.

13 13 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Conceito de topografia de controle de estímulo: implicação fundamental para a pesquisa - identificação do estímulo controlador. Conceito de topografia de controle de estímulo: implicação fundamental para a pesquisa - identificação do estímulo controlador. Prokasi e Hall (1963): um dos primeiros a situarem essa questão. Prokasi e Hall (1963): um dos primeiros a situarem essa questão. What represents an important dimension of the physical event for the experimenter may not even exist as a part of the effective stimulus for the subject. Similarly, the subject may perceive aspects of an experimenter event which have been ignored by, or are unknown to, the experimenter. (p. 312)

14 14 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Mais recentemente, Mcllvane e Dube (2003): coerência da topografia de controle de estímulo - base do problema, seu status atual e suas implicações para a teoria e a pesquisa. Mais recentemente, Mcllvane e Dube (2003): coerência da topografia de controle de estímulo - base do problema, seu status atual e suas implicações para a teoria e a pesquisa. Stimulus control topography coherence refers to the degree of concordance between the stimulus properties specified as relevant by the individual arranging a reinforcement contingency … and the stimulus properties that comes to control the behavior of the organism that experiences those contingencies. (p. 195)

15 15 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Um caso científico é demonstrado no que se chama de matching de identidade. Um caso científico é demonstrado no que se chama de matching de identidade. Estudo Iversen, Sidman e Carrigan (1986) - leque de coerência na topografia de controle de estímulo entre os sujeitos e os experimentadores; estes emparelhavam linhas idênticas; os sujeitos não. Estudo Iversen, Sidman e Carrigan (1986) - leque de coerência na topografia de controle de estímulo entre os sujeitos e os experimentadores; estes emparelhavam linhas idênticas; os sujeitos não.

16 16 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Qualquer instância de controle de estímulo é sempre uma inferência. A identificação de topografias de controle de estímulo requer muitas observações e variações sobre as possibilidades de características relevantes do estímulo. Qualquer instância de controle de estímulo é sempre uma inferência. A identificação de topografias de controle de estímulo requer muitas observações e variações sobre as possibilidades de características relevantes do estímulo. As topografias de controle de estímulo geradas por procedimentos de discriminação sucessiva e simultânea necessitam de mais investigações do que têm recebido. As topografias de controle de estímulo geradas por procedimentos de discriminação sucessiva e simultânea necessitam de mais investigações do que têm recebido.

17 17 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Terrace (1963): aprendizagem de discriminações sem erros - desenvolvimento de instruções programadas. Terrace (1963): aprendizagem de discriminações sem erros - desenvolvimento de instruções programadas. Aprendizagem sem erros: planejamento cuidadoso do ensino - pré-requisitos antes de introduzir algo novo a ser aprendido. Aprendizagem sem erros: planejamento cuidadoso do ensino - pré-requisitos antes de introduzir algo novo a ser aprendido. Esta talvez seja uma das maiores contribuições da ciência comportamental básica para o mundo fora do laboratório. Esta talvez seja uma das maiores contribuições da ciência comportamental básica para o mundo fora do laboratório.

18 18 Controle de estímulo – aspectos teóricos, metodológicos e de aplicação Infelizmente, o conhecimento produzido na área até então não tem chegado à esfera educacional. Infelizmente, o conhecimento produzido na área até então não tem chegado à esfera educacional. I have often said that every school of education should have in front of it statues of Terraces pigeons. It seems that we have yet to learn how to match the stimulus control topographies of educators to the topographies our science has taught us. (Sidman, 2008)

19 19 Referências Blough, D. S. (1956). Dark adaptation in the pigeon. Journal of Comparative and Physiological Psychology, 49, Iversen, I. H.; Sidman, M. & Carrigan, P. (1986). Stimulus definition in conditional discrimination. Journal of Experimental Analysis of Behavior, 45, Mcllvane, W. J. & Dube, W. V. (2003). Stimulus control topography coherence theory: Foundations and extensions. The Behavior Analyst, 26, Ray, B. A. (1969). Selective attention: The effects of combining stimuli which control incompatible behavior. Journal of Experimental Analysis of Behavior, 12, Sidman, M. (1949). The effects on a discrimination of a return to period of reconditioning. Unpublished masters thesis, Faculty of Pure Science, Columbia University. Skinner, B. F. (1933a). The abolishment of a discrimination. Proceedings of the National Academy of Sciences, 19, Skinner, B. F. (1933b). The rate of establishment of a discrimination. Journal of General Psychology, 9, Terrace, H. S. (1963). Discrimination learning with and without errors. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 6, 1-27.


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