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A AULA COMEÇARÁ EM BREVE. O SISTEMA DE FREIO Salientamos a importância do sistema de freios quanto ao diferencial de poder de frenagem do eixo dianteiro.

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1 A AULA COMEÇARÁ EM BREVE

2 O SISTEMA DE FREIO

3 Salientamos a importância do sistema de freios quanto ao diferencial de poder de frenagem do eixo dianteiro para o eixo traseiro. Temos a média de 70% para o eixo dianteiro contra 30% do eixo traseiro. Esses números se alteram de acordo com o tipo de veículo, como exemplo da linha pesada que chega a ter a inversão desses valores. Nessa imagem mostramos também que naturalmente o freio dianteiro é equipado com pastilhas, no entanto no eixo traseiro poderemos encontrar freios a tambor ou freios a disco, e nesse caso, o sistema atual de freio de estacionamento utiliza um patim com lona colada que é instalado na pista de frenagem que temos na parte interna do cubodo disco.

4 m 157,8 m 115,7 m 17,6 m 12,8 m 13,9 41,7 m = 31,4 m = 26,7 m = 157,4 m = 199,5 m SECO 50 Km/h ÚMIDO SECO 150 Km/h ÚMIDO DOBRAR A VELOCIDADE SIGNIFICA : Aumentar a distância de frenagem em 4 vezes DISTÂNCIA DE PARADA = DIST. DE REAÇÃO + DIST. DE FRENAGEM DISTÂNCIA DE PARADA

5 Lembramos também a importância de utilizarmos materiais de qualidade em qualquer serviço de manutenção do sistema de freios. Nessa imagem vemos testes realizados em pista de testes, carro zero km e piloto de testes, (condições ideais) Neste teste podemos ver a distância percorrida durante uma frenagem, e lembramos que:

6 DISTÂNCIA DE PARADA DISTÂNCIA DE PARADA = DISTÂNCIA DE FRENAGEM + DISTÂNCIA DE REAÇÃO Sendo: DISTÂNCIA DE FRENAGEM é o espaço percorrido pelo veículo desde o momento em que o sistema de freios passou a ser atuante até o momento de parada total

7 DISTÂNCIA DE PARADA DISTÂNCIA DE REAÇÃO é o espaço percorrido pelo veículo desde o momento em que o condutor percebe a necessidade de parar até o momento em que efetivamente os freios são acionados.

8 SEQUÊNCIA DE SANGRIA AUTOS SEM ABS

9 SEQUÊNCIA DE SANGRIA AUTOS SEM ABS Nos veículos NÃO equipados com o sistema ABS, a sequência de sangria segue uma regra simples: - INICIA-SE DA RODA MAIS DISTANTE PARA A MAIS PRÓXIMA DO CILINDRO MESTRE. Nos veículos equipados com o sistema ABS há necessidade da utilização do equipamento de análise, e este, através de monitoramento da pressão do sistema, informa a sequência correta para cada tipo de veículo. (A análise da pressão do sistema acusa prováveis falhas ou componentes falhos e/ou deteriorados)

10 O uso do coletor de fluido na sangria é importante para observar a passagem de bolhas de ar e fluido contaminado. Auxilia na manutenção da limpeza evitando derramamento do líquido no piso da oficina. Observação: A ponta da mangueira deve mergulhar no fluido de freio dentro do recipiente, para que não seja sugado ar. SANGRIA (coletor de fluído)

11 Aconselhamos a utilização de recipiente plástico e de preferência transparente para que possamos ver a coloração do fluido que está sendo retirado do sistema. Também poderá ver se há bolhas, pela mangueira transparente ou pelo fato de borbulhar dentro do recipiente, com a ponta da mangueira submersa no fluido que está sendo retirado.

12 COMPONENTES DO SISTEMA Pistão Pastilhas Disco Caliper Cubo PINÇA DESLIZANTE Possui a carcaça deslizante, sobre pinos ou guias

13 COMPONENTES DO SISTEMA Lembramos que ao acionar o sistema de freio (pedal) a pressão hidráulica empurrará o pistão e consequentemente a pastilha contra o disco, nesse momento, com a resistência sofrida, aquela pressão que ora empurrava o pistão, passa a empurrar o corpo deslizante da pinça em sentido oposto, fazendo com que a pastilha externa passe a atuar contra o disco.

14 RETORNO DOS PISTÕES Ao desaplicar o freio, a pressão hidráulica no cavalete volta a zero, permitindo o retorno dos pistões à sua posição inicial devido à força residual de elasticidade dos anéis de vedação (ORing - efeito Roll-Back). Volta assim a existir a folga, deixando o disco girar livremente.

15 RETORNO DOS PISTÕES No momento em que paramos de pressionar o pedal de freios e este entra em repouso, são os anéis de vedação (ANÉIS ORING) os responsáveis pelo retorno do pistão para o interior da pinça. O pistão é puxado para dentro da pinça em média de 1,0 a 3,0 mm.

16 RETÍFICA DE DISCOS Estando o disco dentro dos limites de uso (espessura mínima), e podendo então ser retificado, devemos ter o cuidado para que a retífica seja feita por igual em ambos os lados.

17 RETÍFICA DE DISCOS O disco sai de fábrica balanceado, e no caso de ser retirado mais material em uma de suas faces, corre-se o risco de perder o balanceamento. Limpar as regiões de contato entre cubo / disco a fim de garantir a montagem adequada.

18 RETÍFICA DE DISCOS Devemos lembrar que na área central do disco há o ponto zero, ou seja, onde não ocorre contato entre as pastilhas e discos, consequentemente, é a área em que se deve iniciar a retífica. PARA SISTEMA COM ABS É MUITO IMPORTANTE UMA BAIXA RUGOSIDADE

19 DISCOS FURADOS Ao contrário do que muitos pensam, alguns modelos de discos são furados para que possa haver um melhor escoamento das impurezas, poeira, e/ou corpos estranhos, que possam vir a prejudicar os componentes, e consequentemente a frenagem.

20 DISCOS FURADOS Não podemos dizer que não ocorra o aproveitamento da ventilação, no entanto, esses discos tem suas estruturas reforçadas.

21 DISCOS FURADOS Os furos que vemos em diversos tipos de discos de freios, e principalmente em motocicletas, tem como objetivo principal escoar qualquer tipo de sujeira que possa ter ficado presa entre disco/pastilha. Ao furarmos um disco de freio, devemos lembrar que estaremos com isso retirando material, e consequentemente, o pico de temperatura será elevado e também o tempo de aquecimento será reduzido. QUANTO MENOS MASSA, MENOR SERÁ A RESISTÊNCIA A TEMPERATURA.

22 PERÍODO DE ASSENTAMENTO Faça o pré- assentamento entre pastilhas e discos, usando o freio de maneira moderada nas primeiras frenagens.

23 PERÍODO DE ASSENTAMENTO Realizar 8 frenagens de 60 Km/h para 40 Km/h, e depois 8 frenagens de 40 Km/h até a parada total. (Frenagens moderadas, para moldar as superfícies de pastilhas e discos.)

24 PERÍODO DE ASSENTAMENTO - Aumenta a durabilidade. - Diminui possibilidade de ruídos. - Melhora a eficiência da frenagem. Evitar freadas bruscas e sucessivas nos primeiros 300 km

25 PERÍODO DE ASSENTAMENTO Ao instalarmos partilhas de freio novas, lembramos que estas vem com a face de atrito retificada, ou seja, plana, e caso seja aplicada em disco frisado (gasto) ocorrerá a concentração de caloria em pontos específicos, e com isso poderemos ter o ponto de fadiga do material antecipado, também poderá ocorrer a carbonização parcial do material de atrito.

26 CUIDADOS COM A LIMPEZA Graxa X X Óleo X X Não usar nenhum produto derivado de petróleo Usar sempre água e sabão

27 CUIDADOS COM A LIMPEZA O cuidado com materiais lubrificantes e/ou graxantes é muito importante. Este tipo de material contamina DEFINITIVAMENTE o material de atrito. No caso do material de atrito ter contato com esses materiais, o mesmo deverá ser substituído por um novo jogo.

28 CUIDADOS NA MANUTENÇÃO Evitar pancadas e deformações nas pastilhas de Freio

29 CUIDADOS NA MANUTENÇÃO O calor gerado durante a frenagem ocasiona a dilatação dos componentes mais próximos ao ponto de geração do calor. Para não ocorrer o travamento das pastilhas na sede da pinça, há folgas e em alguns casos essas folgas, mesmo estando dentro das tolerâncias exigidas, poderá ocorrer batidas e/ou ruídos. Para esse caso recomenda-se o uso de produtos específicos para esse fim, como o conhecido spray que funciona como uma cola.

30 CUIDADOS NA MANUTENÇÃO Bater ou amassar as pontas das plaquetas poderá soltar a massa de atrito da plaqueta, o resultado das pancadas poderá também gerar o travamento das pastilhas, ocasionando deficiência de frenagem e/ou desgaste irregular dos componentes.

31 SINCE 1897

32 O Desenvolvimento do material de fricção pode ser considerado como alquimia.

33 A Federal-Mogul investe continuamente em tecnologia de ponta para materiais de fricção. São 16 centros tecnológicos trabalhando no desenvolvimento, e inovação de seus produtos. Buscando exceder sua qualidade e desempenho, ainda aperfeiçoar seus materiais já criados. Tem o know-how de materiais de fricção há mais de 100 anos, sendo a primeira empresa no mundo a desenvolver e produzir industrialmente materiais de fricção. Fornece para todas as montadoras e mercados de reposição no mundo.

34 COMPOSIÇÃO LubrificantesCargas FibrasAbrasivos Aglomerantes

35 PASTILHAS DE FREIO Componentes Críticos do Sistema de Freios que devem trabalhar em condições severas de temperatura mantendo seus índices de fricção aceitáveis para cada aplicação.

36 PASTILHAS DE FREIO POR QUE ESCOLHER PASTILHAS DE FREIO FEDERAL-MOGUL ? Não importa o veículo que você tenha, a Federal- Mogul é a única que oferece a linha completa de pastilhas de freio para você. Produtos com qualidade e garantia Federal-mogul. Presentes no equipamento original. Aprovadas pelas mais exigentes normas de segurança. Maior poder de fricção.

37 A tecnologia IMI fornece ótima absorção de vibrações e transferência de calor, resultando numa maior vida útil com silenciosa performance. Desenvolvida para SUPERAR os testes exigidos pelas engenharias de montadoras. Material de fricção com processo de cura para redução do ruído 100% SEM AMIANTO Avançada tecnologia de chanfros para redução de ruídos FERODO ThermoQuiet

38 FERODO THERMOQUIET – Processo inovador e patenteado desenvolvido no centro de pesquisa e desenvolvimento FERODO em Chapel / Inglaterra, onde é utilizada na massa adesiva um componente que na prensagem da pastilha é vazado pelos furos de ancoramento das plaquetas formando duas placas flexíveis, como se fossem duas bolsas anti ruído. Pastilhas direcionadas aos veículos de maior potência, importados e/ou blindados, sofisticados e de luxo.

39 FERODO XL

40 FERODO XL – Vem equipada com o RUBBERCOAT, que são as ranhuras na plaqueta. Essas ranhuras funcionam como amortecedores de folga e consequentemente redutores de ruído. Direcionadas aos veículos de maior potência proporcionando alto desempenho. Melhor resistência ao desgaste, proporcionando durabilidade extendida.

41 OneSource

42 OneSource ONESOURCE – Recebe pintura fosca espessa, e essa tinta tem a característica de sofrer um pequeno amolecimento decorrente da caloria, o que ocasiona a colagem das pastilhas na sede da pinça. Direcionada aos veículos populares. Maior economia com confiabilidade. Ampla cobertura

43 CENTRO TECNOLÓGICO SAINT LOUIS / EUA

44 CENTRO TECNOLÓGICO SAINT LOUIS / EUA Os produtos da Federal-Mogul passam por rigorosos testes laboratoriais. Após serem aprovadas pelos laboratórios, passam também por testes de rua onde são enviadas a centros tecnológicos onde são aplicados em veículos e seguem-se os testes em condições reais. (asfalto, terra, intempéries, água, calor, etc.)

45 PLANTÃODEDÚVIDAS


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