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Tabagismo é uma Doença Crônica uma Dependência Química Precisamos entender que o fumante não é um sujo, um viciado, um fraco de vontade, um mal educado....

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Apresentação em tema: "Tabagismo é uma Doença Crônica uma Dependência Química Precisamos entender que o fumante não é um sujo, um viciado, um fraco de vontade, um mal educado...."— Transcrição da apresentação:

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2 Tabagismo é uma Doença Crônica uma Dependência Química Precisamos entender que o fumante não é um sujo, um viciado, um fraco de vontade, um mal educado.... Mas alguém que contraiu uma doença, uma dependência e que precisa de apoio e compreensão. É preciso ter uma postura de empatia e acolhimento. Precisamos entender que o fumante não é um sujo, um viciado, um fraco de vontade, um mal educado.... Mas alguém que contraiu uma doença, uma dependência e que precisa de apoio e compreensão. É preciso ter uma postura de empatia e acolhimento. FONTE: Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio Buarque de Holanda

3 ...o fumante não é um vilão, mas uma vítima de um contexto social que fez com que ele começasse a fumar, sem ter noção da realidade dos riscos;...o tabagismo é uma dependência e que o fumante muitas vezes precisa da nicotina para inibir os sintomas da síndrome de abstinência e para lidar com situações de estresse e ansiedade;... o fumante precisa ser estimulado e apoiado na sua decisão de parar de fumar;...a restrição do consumo de derivados do tabaco no meio ambiente facilita a cessação de fumar. É preciso reconhecer que:

4 orientando os não fumantes a abordar os fumantes com respeito e sem agressividade. O Programa deve ter uma postura de conciliação: estimulando os fumantes a respeitarem as restrições para seu próprio bem estar e das pessoas com quem convivem; estimulando os fumantes a respeitarem as restrições para seu próprio bem estar e das pessoas com quem convivem;

5 O programa deve procurar envolver fumantes nas suas atividades, ter atitudes agregadoras, não conflitantes, onde predominem o bom- senso e a preocupação com o bem estar comum. Filosofia de Atuação O programa não tem como objetivo perseguir fumantes, e sim apoiá-los no processo de cessação de fumar, e consequentemente na preservação da saúde desses;

6 Nicotiana tabacum Folha do tabaco Folha do tabaco Aspirado Inalado Mascado Cigarro Cigarro de Bali Charuto Cachimbo Fumo-de- rolo Rapé

7 Tabagismo no mundo atual a partir de 2020 países desenvolvidos 2 milhões 3 milhões países em desenvolvimento 2 milhões 7 milhões total 4 milhões 10 milhões Estimativa de morte anuais relacionadas ao tabagismo OMS,1999

8 Fonte: OMS/1998 Quem fuma no mundo? 1,1 bilhão de pessoas são fumantes: 800 milhões nos países em desenvolvimento 800 milhões nos países em desenvolvimento ë 300 milhões nos países desenvolvidos Nos países em desenvolvimento: Nos países em desenvolvimento: 48% sexo masculino 48% sexo masculino 7% sexo feminino 7% sexo feminino No mundo: No mundo: 47% sexo masculino 47% sexo masculino 12% sexo feminino 12% sexo feminino Nos países desenvolvidos: 42% sexo masculino 42% sexo masculino 24% sexo feminino 24% sexo feminino Qual a proporção de fumantes por sexo?

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10 Charutos e cachimbos: Possuem as mesmas substâncias tóxicas da fumaça do cigarro. O alcatrão e o monóxido de carbono são encontrados em concentrações maiores que na fumaça do cigarro. O risco de desenvolver câncer de pulmão, doenças coronarianas e pulmonares é maior em fumantes de charuto/cachimbo do que em não- fumantes. Comparado com o fumante de cigarro, o fumante de cachimbo/charuto tem o risco menor de desenvolver câncer de pulmão e o risco maior para câncer de boca. Diferenças entre os derivados do tabaco

11 FASE GASOSA –Monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína FASE PARTICULADA –Alcatrão: Arsênio, polônio 210, carbono 14, agrotóxicos, níquel, chumbo Benzopireno, cádmio,dibenzoacridina e outras substâncias –Nicotina

12 Nicotina: Diminui o calibre dos vasos sangüíneos Aumenta o ritmo cardíaco Aumenta a pressão arterial Aumenta a adesividade plaquetária Aumenta o depósito de colesterol Aumenta a força das contrações cardíacas Aterosclerose ( CO e Nicotina) Substâncias dos derivados do tabaco

13 Cotinina: Principal metabólito da nicotina Tem meia vida de horas Específico do tabaco Pode ser detectada na urina, sangue e saliva 2 ou 3 dias após a exposição à nicotina Níveis em não-fumantes que convivem com fumantes é de mais de 40 cigarros por dia, sendo idêntico ao de fumantes de 3 cigarros por dia. Substâncias dos derivados do tabaco

14 Doença coronariana (25%) –Angina e infarto do miocárdio D.P.O.C. (85%) –Bronquite e enfisema Câncer (30%) –Pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero, estômago e fígado Doença cerebrovascular (25%) –Derrame cerebral (AVC) Outras doenças associadas ao tabagismo –Aterosclerose, tromboangeíte obliterante, hipertensão arterial, infecções respiratórias, leucemia, catarata, menopausa precoce, disfunção erétil, úlcera péptica.

15 Incidência de doença coronariana/1.000 hab. Nenhum Cigarro +1 fator Cigarro +2 fatores Fatores considerados

16 Aborto espontâneo 1,7 Prematuridade Recém- nascido de baixo peso Morte perinatal 1,0 Fumantes Não-fumantes 1,0 1,4 1,3 2,0

17 Tabagismo Passivo Define-se como a inalação da fumaça de derivados do tabaco produtores de fumaça, por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados (OMS, 2001). A poluição decorrente da fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados, é denominada de poluição tabagística ambiental (PTA). É a maior responsável pela poluição em ambientes fechados (OMS). Hoje estima-se que seja tabagismo passivo, a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, subsequente ao tabagismo ativo e ao consumo excessivo de álcool(OMS,2001).

18 Efeitos a curto prazo –Irritação nos olhos –Manifestações nasais –Tosse e cefaléia –Aumento dos problemas alérgicos e cardíacos Efeitos a médio e longo prazo Redução da capacidade respiratória Risco aumentado em até 50% para infecções respiratórias em crianças Aumento do risco de aterosclerose Risco aumentado em 24% para infarto do miocárdio que os não- fumantes não expostos à PTA; Risco aumentado em 30% para câncer de pulmão que os não- fumantes não expostos à PTA.

19 Infecções respiratórias (%) Sem fumantes Com 1 fumante Com 2 fumantes Com mais de 2 fumantes Domicílio

20 Arrecadação de impostos Falta ao trabalho Gastos com doenças Perda de produtividade Aposentadorias precoces Danos ao meio ambiente

21 Agrotóxicos Depleção do solo Lenha Cura da folha Papel Cigarro Poluição ambiental Incêndios Desmatamento

22 Distribuição proporcional (%) Zona urbana Zona rural Faixa etária l0 - l4l5 - l l0 - l4l5 - l

23 Norte 40 % Nordeste 31 % Sudeste 41 % Centro- Oeste 38 % Sul 42 % (%) Fumantes na região

24 Leis para conscientizar sobre os malefícios do tabagismo Leis para regular a disponibilidade dos produtos do tabaco Leis para garantir a proteção à saúde, direito e bem-estar dos não-fumantes

25 Lei Federal n.º 9.294/1996, dispondo sobre restrições ao uso e propaganda de derivados de tabaco e Lei Federal n.º /2000, que altera a anterior. proibido fumar nas aeronaves e demais veículos de transporte coletivo propaganda proibida na mídia,eventos esportivos e artísticos

26 Lei Federal n.º 9.294/1996, dispondo sobre restrições ao uso e propaganda de derivados de tabaco e Lei Federal n.º /2000, que altera a anterior. a propaganda comercial dos produtos fumígenos só poderá ser efetuada através de pôsteres,painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda não associar o uso do produto à prática de atividades esportivas, olímpicas ou não não incluir a participação de crianças ou adolescentes ao infrator desta lei aplicam-se multa de R$ 5.000,00 a R$ ,00

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29 ENTENDENDO O TABAGISMO COMO DEPENDÊNCIA COMO DEPENDÊNCIA Ministério da Saúde - MS Instituto Nacional de Câncer - INCA Coordenação de Prevenção e Vigilância - Conprev Divisão de Programas de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer

30 è São substâncias naturais ou sintetizadas que ao serem ingeridas produzem alterações no SNC, modificando, assim, estado emocional e comportamental; è Por serem psicoativas produzem prazer, o que pode induzir ao abuso e dependência. O que são drogas psicoativas? O que são drogas psicoativas?

31 O que é dependência à uma droga? O que é dependência à uma droga? Fonte: OMS e Associação Americana de Psiquiatria Existência de um padrão de auto-administração que, geralmente, resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo para consumir a droga. Existência de um padrão de auto-administração que, geralmente, resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo para consumir a droga. O uso e a necessidade, tanto física quanto psicológica, de uma substância psicoativa, apesar do conhecimento de seus efeitos prejudiciais à saúde. O uso e a necessidade, tanto física quanto psicológica, de uma substância psicoativa, apesar do conhecimento de seus efeitos prejudiciais à saúde.

32 è FORTE DESEJO OU COMPULSÃO PARA CONSUMIR; è DIFICULDADE DE CONTROLAR O USO EM TERMOS DE INÍCIO, TÉRMINO OU NÍVEL DE CONSUMO; è NA AUSÊNCIA OU DIMINUIÇÃO SURGEM REAÇÕES FÍSICAS COMO ANSIEDADE, DISTÚRBIO DO SONO, DEPRESSÃO E CONVULSÕES (ESTADO DE ABSTINÊNCIA FISIOLÓGICO); è NECESSIDADE DE DOSES MAIORES (TOLERÂNCIA); è ABANDONO PROGRESSIVO DE OUTROS PRAZERES E INTERESSES E AUMENTO DE TEMPO PARA USO E/OU SE RECUPERAR DOS EFEITOS; è PERSISTÊNCIA NO USO APESAR DAS CONSEQUÊNCIAS. Diagnóstico de dependência química Diagnóstico de dependência química 3 ou mais sintomas nos 12 meses

33 èDROGAS DEPRESSORAS - diminuem a atividade mental. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais lenta. Essas drogas diminuem a atenção, a concentração, a tensão emocional e a capacidade intelectual. Ex. tranqüilizantes, álcool, cola, morfina, heroína. èDROGAS ESTIMULANTES - aumentam a atividade mental. Afetam o cérebro, fazendo com que funcione de forma mais acelerada. Ex. nicotina, cafeína, anfetamina, cocaína, crack èDROGAS ALUCINÓGENAS - alteram a percepção, provocando distúrbios no funcionamento do cérebro, fazendo com que ele passe a trabalhar de forma desordenada, numa espécie de delírio. Ex. LSD, ecstasy, maconha. Ação das drogas no S.N.C.

34 A nicotina como droga è Propriedades psicoativas è Padrão de auto administração è Compulsão è Tolerância farmacológica è Síndrome de abstinência è Propriedades psicoativas è Padrão de auto administração è Compulsão è Tolerância farmacológica è Síndrome de abstinência Grupo de transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substância psicoativa da CID 10ª revisão, OMS 1997 Grupo de transtornos mentais e de comportamento decorrentes do uso de substância psicoativa da CID 10ª revisão, OMS 1997

35 Addison Yeaman, Brown & Williamson, 17 de julho de 1963 Nicotina causa dependência. Portanto nosso negócio é vender nicotina, uma droga que causa dependência e é efetiva no alívio do estresse Nicotina causa dependência. Portanto nosso negócio é vender nicotina, uma droga que causa dependência e é efetiva no alívio do estresse

36 O que faz as pessoas se tornarem fumantes? é Publicidade é Fácil acesso é Modelos de comportamento é Suscetibilidade individual é Aceitação social 90% dos Fumantes começaram a fumar até os 19 anos 90% dos Fumantes começaram a fumar até os 19 anos

37 Phillip Morris:apresentação interna, 1984 Para relaxar, pelo sabor, para preencher o tempo, para fazer alguma coisa com as mãos. Mas na maioria dos casos, as pessoas fumam porque sentem que deixar de fumar é muito difícil Para relaxar, pelo sabor, para preencher o tempo, para fazer alguma coisa com as mãos. Mas na maioria dos casos, as pessoas fumam porque sentem que deixar de fumar é muito difícil Por que as pessoas continuam a fumar?

38 è Inalação pelos pulmões è Concentração diminui em 20 a 30 min. è Meia-vida de 30 a 120 min. è Após doses repetidas, se acumula por mais de 6 a 8 horas e durante a noite è 85-90% metabolizada no fígado è Metabólito- cotinina tem meia vida de horas è Inalação pelos pulmões è Concentração diminui em 20 a 30 min. è Meia-vida de 30 a 120 min. è Após doses repetidas, se acumula por mais de 6 a 8 horas e durante a noite è 85-90% metabolizada no fígado è Metabólito- cotinina tem meia vida de horas Distribuição e Metabolismo

39 n o médio de cigarros fumados por adultos (18 a 20/dia) n o médio de cigarros fumados por adultos (18 a 20/dia) Necessidade crescente de nicotina para atingir o efeito desejado n o médio de cigarros fumados por adolescen- tes ( 9 /dia) n o médio de cigarros fumados por adolescen- tes ( 9 /dia) Tolerância Estabelecendo a dependência física

40 Associações Automáticas: è após as refeições è atividades intelectuais è após cafezinho è ao beber è ao dirigir Busca e auto-administração de nicotina Estabelecendo os condicionamentos

41 è Condicionamentos è Tentativa de evitar a síndrome de abstinência è Aceitação social è Dependência psicológica Manutenção do ato de fumar

42 Gatilhos

43 Não iniciar dietas alimentares Não são aconselháveis Podem ser contraproducentes Alimentação balanceada Faça 4 refeições diárias Beba bastante água Opções de baixa calorias para beliscar O QUE FAZER?

44 Estimule a atividade física Salte do ônibus ou trem um ou dois pontos antes e caminhe; Use as escadas ao invés do elevador; Estacione o carro um pouco mais longe e caminhe; Aproveite a hora do almoço para dar uma caminhada; Ande de bicicleta, nade, pule corda, dance. O QUE FAZER?

45 Ganho de peso pode impedir a cessação; Fumar é mais perigoso para a saúde que alguns quilos a mais; Concentrar na cessação do tabagismo; Dieta só quando estabilizar; Estimule a adoção de estilos saudáveis de vida. GANHO DE PESO: CONCLUSÃO

46 Deixar de fumar é um processo. Leva tempo. A média de tentativa por fumantes é de 3 a 4 vezes antes de parar definitivamente. O tabagismo está classificado pela OMS, no grupo dos transtornos mentais e de comportamento, decorrentes do uso de substâncias psicoativas (nicotina) - CID 10. O profissional de saúde é modelo de comportamento. TODO PROFISSIONAL DE SAÚDE PRECISA SABER QUE:

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48 1) Quanto tempo após acordar você fuma o primeiro cigarro? Dentro de 5 minutos= 3 Entre 6-30 minutos = 2 Entre minutos= 1 Após 60 minutos= 0 2) Você acha difícil não fumar em lugares proibidos como igrejas, cinemas, ônibus, etc? Sim = 1 Não = 0 TESTE DE FAGERSTRÖM Triagem

49 3) Qual o cigarro do dia que traz mais satisfação? O primeiro da manhã= 1 Outros= 0 4) Quantos cigarros você fuma por dia? Menos de 10= 0 De 11 a 20= 1 De 21 a 30= 2 Mais de 31= 3 5) Você fuma mais freqüentemente pela manhã? Sim= 1 Não= 0 TESTE DE FAGERSTRÖM Triagem

50 6) Você fuma mesmo doente, quando precisa ficar de cama? Sim= 1 Não= 0 Grau de Dependência: pontos = muito baixo pontos = baixo 5 pontos = médio pontos = elevado pontos = muito elevado TESTE DE FAGERSTRÖM Triagem

51 CONTEÚDO DAS SESSÕES SESSÃO 1 Entender por que se fuma e como isso afeta a saúde SESSÃO 2 Os primeiros dias sem fumar SESSÃO 3 Como vencer os obstáculos para permanecer sem fumar SESSÃO 4 Benefícios obtidos após parar de fumar

52 AMBIVALÊNCIA DO FUMANTE AMBIVALÊNCIA DO FUMANTE Deixa de fumar Manutenção ou recaída do tabagismo Acho que não vou conseguir... Tenho que deixar de fumar... 4 Medos: l do sofrimento l de não saber lidar l com os problemas l do fracasso l pressão social 4 Medos: l do sofrimento l de não saber lidar l com os problemas l do fracasso l pressão social 4 Conhece: l riscos para a saúde l benefícios de parar l sofre pressão social 4 Conhece: l riscos para a saúde l benefícios de parar l sofre pressão social

53 MÉTODO DE PARADA SESSÃO Nº 1 AbruptaGradual Adiamento Redução 1º dia 1º cigarro às 09 h 2º dia 1º cigarro às 11 h 3º dia 1º cigarro às 13 h 4º dia 1º cigarro às 15 h 5º dia 1º cigarro às 17 h 6º dia 1º cigarro às 19 h 7º dia Nenhum cigarro Fumante de 30 cigarros 1o dia 25 2o dia 20 3o dia 15 4o dia 10 5o dia 5 6o dia 0

54 SESSÃO 2 DICAS PARA RESISTIR AO DESEJO DE FUMAR Ficar sem cigarro Beber muita água ou suco Fazer atividades físicas Respirar profundamente Escovar os dentes imediatamente após as refeições Recusar cigarros ofertados por amigos Renovar seus propósitos em não fumar Evitar tomar café Vontade de fumar não dura mais que 5 minutos

55 Carregar sempre alimentos de baixa caloria: - chiclete ou bala dietética - cravo ou canela em pau - biscoitos de baixa caloria - laranja/tangerina SESSÃO 2 DICAS PARA RESISTIR AO DESEJO DE FUMAR

56 SESSÃO 2 TÉCNICAS DE RELAXAMENTO Exercícios de respiração profunda Exercícios de relaxamento muscular Exercício de fantasia

57 SESSÃO 2 Trocar os lençóis Lavar o carro Retirar os cinzeiros Dar os isqueiros Não guardar cigarros Evitar hábitos associados (café, bebidas alcóolicas...) PREPARANDO PARA ABSTINÊNCIA

58 SESSÃO 3 BENEFÍCIOS FÍSICOS Aumento da energia física Melhora na respiração Melhora no paladar Melhora no olfato

59 SESSÃO 3 GANHO DE PESO Melhora no paladar Melhora no olfato Alteração metabólica Premiação

60 SESSÃO 4 BENEFÍCIOS OBTIDOS APÓS PARAR DE FUMAR Os riscos de adoecimento diminuem a cada dia sem fumar A tosse desaparece Economia do dinheiro

61 GRUPO DE MANUTENÇÃO EVITE UM CIGARRO E VOCÊ EVITARÁ TODOS OS OUTROS

62 após 20 minutos a pressão sangüínea e o pulso voltam ao normal; após 24 horas o monóxido de carbono são eliminados completamente do organismo; após 72 horas a respiração se torna mais fácil, e a disposição em geral aumenta; após 1 ano o risco de infarto do miocárdio se reduz a metade; após 10 anos o risco de câncer de pulmão diminui para a metade e o de infarto do miocárdio fica igual ao de quem nunca fumou; lembrar: cigarros de bali, cachimbos e charutos são também prejudiciais RETORNO À SAÚDE

63 O APOIO MEDICAMENTOSO NA ABORDAGEM DO FUMANTE Ministério da Saúde - MS Instituto Nacional de Câncer - INCA Coordenação de Prevenção e Vigilância - Conprev Divisão de Programas de Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer

64 SITUAÇÕES PONTENCIAIS PARA UTILIZAÇÃO DO APOIO MEDICAMENTOSO SITUAÇÕES PONTENCIAIS PARA UTILIZAÇÃO DO APOIO MEDICAMENTOSO ë Pacientes que fumam 20 ou mais cigarros por dia. ë Pacientes que fumam o 1º cigarro até 30 minutos após acordar e fumam, no mínimo 10 cigarros por dia. ë Pacientes com Teste de Fagerström igual ou maior do que 5. ë Pacientes que tentaram parar com abordagem cognitivo-comportamental, e não conseguiram devido a sintomas de abstinência insuportáveis. ë Não haver contra-indicações clínicas.

65 î Fixação de um disco adesivo î Região do tronco e membros superiores î Rodízio a cada 24 horas REPOSIÇÃO DE NICOTINA ADESIVO TRANSDÉRMICO REPOSIÇÃO DE NICOTINA ADESIVO TRANSDÉRMICO

66 ë Absorção rápida pela derme ë Liberação lenta e contínua pela corrente sangüínea ë Dessensibilização de receptores ë Não há relato de dependência ë Boa aderência do paciente ao tratamento REPOSIÇÃO DE NICOTINA ADESIVO TRANSDÉRMICO REPOSIÇÃO DE NICOTINA ADESIVO TRANSDÉRMICO

67 è Absorção pela mucosa oral è Mascação forte e lenta por 30 min è Liberação da nicotina varia com a força de mascar è Liberação não contínua, em picos è Absorção média durante 15 horas do dia è Menor aderência do paciente ao tratamento REPOSIÇÃO DE NICOTINA GOMA DE MASCAR: REPOSIÇÃO DE NICOTINA GOMA DE MASCAR:

68 Dosagem Dosagem 07, 14, 21 mg Posologia Teste Fagerström: 8 a ou mais cigarros por dia: 20 ou mais cigarros por dia: : semana 1 a 4: 21 mg/dia semana 5 a 8: 14 mg/dia semana 9 a 12: 07 mg/dia Teste Fagerström : 5 a 7 10 a 20 cigarros por dia fumam 1º cigarro nos primeiros 30 min semana 1 a 4: 14mg/dia semana 5 a 8: 07mg/dia Efeitos Efeitos irritação local, eritema infiltrativo, náuseas, colaterais, colateraisvômitos, hipersalivação, diarréia ADESIVOTRANSDÉRMICOADESIVOTRANSDÉRMICO

69 è Não fumar durante o tratamento è Gravidez è Amamentação è História de úlcera péptica è Passado de infarto do miocárdio, angina, arritmia cardíaca, derrame cerebral REPOSIÇÃO DE NICOTINA CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES

70 4 Antidepressivo atípico 4 Inibidor da captação neuronal de dopamina e norepinefrina 4 Atividade dopaminérgica e noradrenérgica 4 Simula a ação da nicotina BUPROPIONABUPROPIONA

71 Dosagem Dosagem 150mg Posologia Posologia 1 comp. de 150mg pela manhã por 3 dias 1 comp. de 150mg pela manhã e à tarde, com intervalo de 8 horas, a partir do 4º dia até 12 semanas Obs: PARAR DE FUMAR NO 8º DIA Efeitos EfeitosInsônia, boca seca, convulsão colaterais BUPROPIONABUPROPIONA

72 BUPROPIONABUPROPIONA Contra-indicações e Precauções è História de convulsões è Epilepsia è Anorexia nervosa, bulimia è Etilismo pesado è História de trauma do SNC: AVC, TCE, Ca de cérebro


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