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Geopolíticas Asiáticas

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Apresentação em tema: "Geopolíticas Asiáticas"— Transcrição da apresentação:

1 Geopolíticas Asiáticas

2 Tema: questão do Tibet - China

3 Introdução Objetivos: Entender mais sobre o governo chinês e o Tibet; Compreender o papel do Dalai Lama nessa questão; Explicar a religião budista e sua interferência nesse conflito; Conscientizar a todos sobre o problema que está acontecendo e a posição da comunidade internacional perante esse; Apresentar para a classe atualidades e curiosidades sobre os conflitos étnicos.

4 Breve Histórico As divergências entre a China e o Tibet começaram durante a dinastia chinesa Tang ( d.C.). No século XIII, o Tibet foi conquistado pelo império mongol. Em 1720 os chineses conquistaram a região durante a dinastia Ching; : o Tibet manteve seu status de país independente, até a Revolução Chinesa, em 1949, comandada por Mao Tse Tung; Revolução Chinesa: foi uma luta nacionalista, na qual os camponeses lutavam por terras e o povo chinês pela independência; 1913: uma conferência realizada em Shimla, na Índia, britânicos, tibetanos e chineses decidiram que o Tibet seria dividido; 11 de novembro de 1950: o governo tibetano manifestou-se contra a agressão chinesa na ONU, mas a sua Assembléia Geral adiou a discussão do problema;

5 Breve Histórico 10 de março de 1959: Levante Nacional Tibetano. Dalai Lama deixa Lhasa; 1963: Tibet ganha status de Região Autônoma; 1989: a causa da independência do Tibet ficou conhecida no Ocidente após o massacre de manifestantes pelo exército chinês na praça da Paz Celestial; China ocupa o Tibet há 50 anos. Uma das consequências dessa ocupação chinesa é a existência de mais de cem mil refugiados tibetanos pelo mundo; Em outubro de 2002, representantes do Dalai Lama foram recepcionados pelo governo chinês em Pequim e no Tibet – algo que não ocorria há quase uma década.

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7 Questões Étnicas - Em 1912, os tibetanos conseguiram expulsar os chineses e declarar sua autonomia; - Em 1913, numa conferência realizada em Shimla ( Índia), britânicos, tibetanos e chineses decidiram dividir o Tibete: uma parte seria anexada à China e outra se manteria autônoma. Porém, o acordo de Shimla nunca foi ratificado pelos chineses, que continuaram a reivindicar direito de posse sobre o território; : Conflito armado entre chineses e tibetanos; : Tibet foi integralmente ocupado pelas forças comunistas de Mo Tse- Tung, sob o pretexto de liberar o país do imperialismo inglês; - China ocupa o Tibet desde 1951: uma delegação Tibetana foi forçada a assinar um tratado que estabelecia que o Tibet seria uma região autônoma da China sob o domínio do Dalai Lama. Na prática, o Tibet continuou sob domínio da Comissão Comunista da China;

8 Questões Étnicas -Em 10 de março de 1959, os tibetanos organizaram uma grande revolta contra a China, em Lhasa (capital do Tibet); -Temendo por sua própria segurança, o Dalai Lama deixou Lhasa em 17 de março de Atualmente, a sede do Dalai Lama se localiza na Índia; - Março de 2008: Tibetanos foram as ruas para lembrar os 49 anos de uma revolta feita contra a China, ocorrida em março de 1959; -A causa da independência do Tibete começou a ganhar força internacional após o massacre de manifestantes pelo Exército chinês (o massacre na Praça da Paz Celestial), e com a entrega do Nobel da Paz ao dalai-lama.

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10 Qual o interesse da China no Tibet? Interesses estratégicos, territoriais e imperiais; Interesse em metais do subsolo tibetano; Alega soberania histórica sobre o Tibet; Estratégia: implantar o modelo de desenvolvimento chinês no Tibet; No Tibet, milhares de imigrantes chineses lideram importantes setores da economia.

11 1º Ministro da China - Wen Jaibao - Abril de 1965: entrou para o Partido Comunista Chinês; : nomeado vice-diretor do escritório geral do Comitê Central do partido, em 1986, tornou-se diretor; - Wen também serviu como chefe de gabinete de vários secretários-gerais do Partido Comunista, incluindo Zhao Ziyang; : ele tornou-se membro titular do secretariado do Comitê Central do Partido Comunista; : foi nomeado um dos quatro vice-premiês da China; - Wen sucedeu Zhu Rongji como premiê em 2003 e foi reeleito no último dia 16 de março de 2009; - Wen Jaibao e Dalai Lama.

12 Comunidade Internacional Março de 2008 – O mundo volta a olhar para o Tibet que até então era controlado pela China; Os meios de comunicação são controlados por Pequim, assim como a movimentação de pessoas; O Dalai Lama possui uma ótima imagem internacional; Em 1967, ele iniciou uma série de viagens para divulgar a sua causa (viajou por cerca de 42 países); Essas viagens renderam a ele adesão de estrelas de Hollywood na Campanha Internacional pelo Tibet; Após a repressão com tanta violência do governo chinês, a UE pediu à Pequim a suspensão da repressão violenta e a libertação dos detidos;

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14 Comunidade Internacional Nem a ONU, nem os principais líderes mundiais tem o poder ou interesse de pressionar a China para que haja uma resolução pacífica do conflito; A China é o país mais populoso do mundo e representa uma das economias de maior potencial. Além disso, faz parte dos cinco países que podem vetar qualquer decisão; As manifestações mais importantes ocorreram em 1959, quando o órgão mundial pediu "respeito aos direitos humanos fundamentais do povo tibetano e à sua vida cultural e religiosa"; Em 1961 e 1965, a ONU voltou a lamentar "a supressão da vida cultural e religiosa características" do povo tibetano; Em 1991, a entidade expressou-se "preocupada diante de continuadas denúncias de violações dos direitos e liberdades humanas fundamentais que ameaçavam a identidade cultural, religiosa e nacional distintas do povo tibetano". Porém, nada mudou.

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16 Sugestão de vídeo O+ABISMO+ENTRE+TIBETE+E+CHINA,00.html O+ABISMO+ENTRE+TIBETE+E+CHINA,00.html Esse documentário de 20 minutos de duração nos mostra o processo histórico com relação a China e ao Tibet e a posição atual de ambas partes, mostrando um abismo entre eles. Além disso, podemos ver os motivos do conflito.

17 Conclusão O conflito apresentado nesta aula tem origens muito antigas, está nas raízes de ambos os países. O Tibet busca autonomia do seu povo, lutando pelo reconhecimento nacional. Por outro lado, o imperador chinês afirma que o Tibet quer sua independência. Não é interessante para a China perder essa região, pois uma grande parcela da economia estaria perdida. Além disso, os recursos naturais do Tibet são grandes e importantes para a China e o mundo. Considerando a possibilidade do Tibet obter a independência, o território tibetano ficaria desprotegido e sem progresso econômico. Ou seja, com a independência do Tibet, os recursos naturais que interessam o mundo todo ficariam estagnados e isso poderia abrir caminho para uma invasão internacional, de alguma outra superpotência, em busca dos recursos tibetanos.

18 Atualidades 1- Dalai Lama diz que protestos tibetanos mostram nível de descontentamento 06 de agosto de Dalai Lama opina sobre o conflito entre China e o Tibet. Além disso, também demonstra interesse em conquistar novos aliados na questão da independência do Tibet.

19 Atualidades 2- Manifestação em Washington marca o 50º aniversário da fuga do Dalai Lama 09 de março de 2009

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21 2- Leia as afirmações: I. É uma vasta área, com domínio de clima frio e árido, composto de imensos planaltos, com altitude média de m e emoldurados pelas cadeias de montanhas que se estendem na encosta norte do Himalaia. II. A originalidade cultural reside não só em sua língua, mas em suas tradições político-religiosas ligadas ao poder exercido pelos monastérios budistas. III. De 1912 a 1950 formou-se na região um Estado teocrático budista. Ao fim desse período, foi ocupado pelas forças comunistas maoístas. IV. Após vários distúrbios que ocorreram em 1959 e 1966, o governo adotou a estratégia de buscar certa estabilização política para a região, por meio da concessão de limitada liberdade religiosa e da articulação de compromissos com a elite budista. V. Outra estratégia foi a de promover a colonização da região pela etnia han, dominante no país. Isso ganhou maior impulso após 2006, com a conclusão da ferrovia que passou a conectar a capital do país com a região. VI. Os interesses são, sobretudo, estratégicos, pois os planaltos da região desempenham o papel de verdadeira caixa-dágua. Nelas estão nascentes de rios que correm para países vizinhos. Além disso, o domínio sobre a região permite uma posição de controle sobre a fronteira. Os textos referem-se à região: a) Do Xingiang – uigur, no oeste da China; b) Do Tibete, no sudoeste da China; c) Da Cachemira, disputada pela Índia e pela China; d) Do Vale do Irauadi, que foi atingido em 2008 por ciclones tropicais, provocando muitas mortes; e) Da Manchúria, que apresenta grande crescimento industrial com as zonas econômicas especiais (ZEEs).

22 3- A caricatura acima, inicialmente publicada no jornal dinamarquês Jyllands- Posten, poderia muito bem ser intitulada Davi e Golias. Ela se refere a qual situação? a) Afeganistão, que enfrenta a invasão dos Estados Unidos. b) Iraque, cuja população não aceita invasões externas. c) Luta dos bascos contra o governo central da Espanha. d) Tibetanos, que desejam libertar-se do jugo chinês. e) Curdos, que lutam pela independência em relação à Turquia.

23 Gabarito Questão 1:

24 Questão 2:

25 Questão 3:

26 Bibliografia jiabao-himalaias/ html jiabao-himalaias/ html etam_eleicao_em_taiwan asp COBERTURA+COMPLETA+A+REVOLTA+NO+TIBETE.html

27 os&vinda=S


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