A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Bruna Terassovich nº. 7 Fernanda Damião nº. 10 Gustavo P. nº. 15 Lucas S. nº. Mariana Aragão nº. 24.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Bruna Terassovich nº. 7 Fernanda Damião nº. 10 Gustavo P. nº. 15 Lucas S. nº. Mariana Aragão nº. 24."— Transcrição da apresentação:

1 Bruna Terassovich nº. 7 Fernanda Damião nº. 10 Gustavo P. nº. 15 Lucas S. nº. Mariana Aragão nº. 24

2

3 A saúde no Brasil é prejudicada por uma série de fatores, que incluem a poluição, a baixa qualificação de muitos profissionais, entre outros. Porém há outros itens relevantes que interferem na saúde publica e fazem com que tenha um sistema precário e falho como a política, que não enxerga que a saúde e qualidade de vida é um direito de todos. Como podemos observar, diversas reportagens abrem nossos olhos para o estado em que a saúde brasileira se encontra. Nesse trabalho buscaremos sanar dúvidas envolvendo a rede pública de saúde, entre outros fatores que envolvem a saúde dos cidadãos.

4 Apesar do sistema de saúde dos brasileiros ter mudado nos últimos anos, o sistema ainda é precário. O superlotamento dos hospitais, a falta de mecanismos essenciais na realização de cirurgias e a qualidade de nossos médicos. De acordo com o governo brasileiro, os índices de mortalidades no Brasil continuam altos: Mortalidade infantil: cerca de óbitos para cada 1000 crianças nascidas em Mortalidade por doenças não-transmissíveis: 151,7 óbitos para cada habitantes causadas por doenças cardíacas e circulatórias, juntamente com 72,7 óbitos para cada habitantes causada pelo câncer. Mortalidade provocada por causas externas (transportes, violência e suicídio): 71,7 óbitos para cada habitantes (14,9% de todas as mortes no país), atingindo 82,3 mortes ocorridas na região sudeste.

5 Como já estamos acostumados, o noticiário denuncia a realidade dos hospitais todos os dias. Não é difícil abrirmos o jornal, e nos depararmos com notícias graves de espera na fila para ser atendido. Isso nos revela que ainda há muito o que ser feito em relação ao superlotamento dos hospitais, onde pessoas morrem nas filas dos mesmos, esperando por um atendimento médico ou também falta de organização do próprio hospital publico, a falta de verba ou a falta de profissionais competentes para exercer seus cargos.

6 O S.U.S ( Sistema Único de Saúde), é o sistema de saúde brasileiro, composto por grandes complexos hospitalares. Foi criado em 1988 pela Constituição Brasileira como garantia de manutenção a vida, e tem a função de atender a população brasileira, abrangendo desde o atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos. Deveria suprir as necessidades básicas de saúde da população, porém esse enorme sistema hospitalar público se tornou insuficiente e ineficiente desde a sua criação e atualmente se encontra precário e deteriorado, pois faltam profissionais capacitados para as funções médicas, estrutura para a manutenção dos hospitais, gestão da administração e sobretudo recursos financeiros.

7

8 A criação de operadoras de convênio médico-hospitalar e das seguradoras de vida aproveitam as péssimas políticas de manutenção da saúde pública no país e o baixo investimento no setor para dar um empurrão no setor do comércio da saúde, sendo cada vez mais comum a criação de clínicas e hospitais particulares. O plano de saúde é um serviço oferecido por operadoras, empresas privadas, com intuito de prestar assistência médica e hospitalar.

9

10 A assistência à saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Esta garantia está disposta na Constituição Federal do Brasil, mas, não é suficientemente eficaz para atender toda a população. Por isso, o Estado permite à iniciativa privada a prestação de serviços médicos e hospitalares como forma de assistência complementar à saúde. Mais esses dois funcionam diferente, enquanto na maioria dos hospitais públicos há filas, superlotamento, falta de medicamento ou de aparelhos médicos, mal pagamento, em planos de saúde para classes sociais mais elevadas isso não ocorre na maioria das vezes, a desigualdade é grande entre os duas organizações de saúde brasileira.

11

12 Uma das soluções mais eficazes nesse momento para a saúde pública é o aumento de verba que deve ser entregues a esses hospitais, pois com esse aumento de verba dado aos mesmos, os médicos serão mais bem remunerados, conseqüentemente irão atender menos pacientes, mais cada um com mais qualidade e assim estaremos caminhando para uma melhora na saúde brasileira. Poderiam também dar mais equipamentos e infra-estrutura ao hospital publico. E assim estaremos caminhando para uma melhora na saúde brasileira.

13

14 Ela está há 5 anos na fila de cirurgia Joinville 12 de Agosto de dwt&edition=12813§ion=885 SUS: População denuncia falta de médicos em hospitais públicos de THE TV Canal 13 Denise Cordeiro / Luis Borges31/07/ :17h de-the asp Hospitais da UFRJ têm problemas de infra-estrutura e verbas Alba Valéria Mendonça Do G1, no Rio 11/07/08 HOSPITAIS+DA+UFRJ+TEM+PROBLEMAS+DE+INFRAESTRUTURA+E+VERBAS.html

15 Através desse trabalho podemos concluir que a saúde publica brasileira tem muito em que evoluir, mais se começarmos a cobrar de nossos governantes o papel deles de cuidar dos hospitais públicos de todo o país, estaremos a caminho de um sistema de saúde melhor.

16 A Constituição Federal de 1988 deu um importante passo na garantia do direito à saúde com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS). São princípios que norteiam o SUS: Assinale a alternativa CORRETA: a) Participação dos planos de saúde na integralidade do Sistema Único de Saúde. b) Participação do governo federal na criação dos Conselhos Municipais de Saúde. c) Atendimento integral, com prioridade para o atendimento às doenças de notificação compulsória. d) Acesso universal, ou seja, todo cidadão tem direito de ser atendido, de forma gratuita, nos serviços públicos de saúde.

17 Sobre a charge: Comente a relação que podemos fazer entre a charge acima, e o trabalho apresentado pelo grupo.

18 Prefeitura entregará três unidades de saúde do PSF em Teresina PMT 18/08/ :04h A Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Saúde, inaugura hoje(18), a Unidade de Saúde da Família Dra. Virgínia Regina Fortes Castelo Branco, no bairro Santa Clara, zona Sul de Teresina. A nova unidade, que facilitará o acesso da comunidade local à saúde, conta com atendimento médico- odontológico, espaços para atividades educativas e preventivas, além de outros serviços de promoção da saúde. A população da Vila da Paz, zona Sul, também será contemplada com a entrega de uma Unidade de Saúde, na quarta-feira (19). No dia seguinte, quinta-feira (20), o prefeito Sílvio Mendes e o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Firmino Filho, entregarão a Unidade de Saúde da Família do Buenos Aires, na zona Norte. A instalação das unidades atende solicitações da comunidade como parte do processo de retirada das equipes do PSF dos hospitais e maternidades para um espaço mais abrangente, com o intuito de oferecer aos médicos, enfermeiros e agentes do programa maior autonomia de trabalho, além de conforto às famílias. De acordo com o presidente da FMS, Firmino Filho, o trabalho de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em Teresina vai continuar descentralizando a assistência. Deve-se começar sempre pela atenção básica, valorizando e capacitando melhor os profissionais da área para garantir à população um atendimento moderno, inclusivo e de melhor qualidade, explica. A partir do texto acima, chegamos a conclusão que o Sistema de saúde Brasileiro apesar de ter melhorado nos últimos anos, continua precário. A partir das informações deste trabalho, cite os problemas que persistem no SUS

19 Teste: Resposta certa: D. A saúde é um direito de todos, e o SUS foi criado para atender todas as necessidades de todos os cidadãos.

20 Y0l_rI/AAAAAAAABAA/Xma8_7iNDUA/s400/plano-de- /HospitalFila.jpg em-tereina asp


Carregar ppt "Bruna Terassovich nº. 7 Fernanda Damião nº. 10 Gustavo P. nº. 15 Lucas S. nº. Mariana Aragão nº. 24."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google