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1. 2 Estudando a recomendação do Senhor aos discípulos – IDE E ENSINAI -, é justo não olvidar que Jesus veio e ensinou. Veio da Altura Celestina e ensinou.

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2 2 Estudando a recomendação do Senhor aos discípulos – IDE E ENSINAI -, é justo não olvidar que Jesus veio e ensinou. Veio da Altura Celestina e ensinou o caminho de elevação aos que jaziam atolados na sombra terrestre. Poderia o Cristo haver mandado a lição por emissários fiéis... Poderia ter falado brilhantemente, esclarecendo como fazer... Preferiu, contudo, para ensinar com segurança e proveito, vir aos homens e viver com eles, para mostrar-lhes como viver no rumo da perfeição. Para isso, antes de tudo, fez-se humilde e simples na Manjedoura, honrou o trabalho e o estudo no lar e, em plena atividade pública, foi o irmão providencial de todos, amparando a cada um, conforme as suas necessidades. Com indiscutível acerto, Jesus é chamado o Divino Mestre.

3 3 Não porque possuísse uma cátedra de ouro... Não porque fosse o dono de maior biblioteca do mundo... Não porque simplesmente exaltasse a palavra correta e irrepreensível... Não porque subisse ao trono da superioridade cultural, ditando obrigações para os ouvintes... Mas sim porque alçou o próprio coração ao amor fraterno e, ensinando, converteu-se em benfeitor de quantos lhe recolhiam os sublimes ensinamentos. Falou-nos do Eterno Pai e revelou-nos, com o seu sacrifício, a justa maneira de buscá-Lo. Se te propões, desse modo, cooperar com o Evangelho, recorda que não basta falar, aconselhar e informar. Ide e ensinai, na palavra do Cristo, quer dizer ide e exemplificai para que os outros aprendam como é preciso fazer.

4 Estais encarnados na Terra em momento crucial da evolução humana... Joanna de Ângelis Dilatam-se as oportunidades de serviço que nos não compete adiar. Lins de Vasconcellos

5 O homem moderno, enriquecido pelo conhecimento e detentor de inúmeros títulos de enobrecimento, encontra-se sob os camartelos das dificuldades morais que o assaltam todos os dias. Vianna de Carvalho A horizontal nas realizações científicas promoveu a cultura e a civilização, mas a vertical do amor não arrancou o ser do báratro no qual se debate em agonia. Joanna de Ângelis

6 Vivemos os dias tormentosos anunciados pelas Escrituras. Experimentamos as glórias da ciência e da tecnologia, do pensamento, da arte. No entanto, caminhamos pela senda de espinhos que assinalam sofrimentos, reduzindo a criatura humana à violência, ao despautério, à loucura. Bezerra de Menezes

7 Ao Espiritismo compete a tarefa indeclinável de espalhar nova luz sobre a humanidade inquieta e atormentada. À luz do Espiritismo Vianna de Carvalho / Divaldo Franco

8 Mais do que nunca se faz urgente a difusão dos postulados espíritas, que chamam o homem: à responsabilidade, à valorização da vida em toda a sua plenitude,... À conseqüência moral dos atos. Antologia espiritual Ivon Costa / Divaldo Franco

9 Quais os mecanismos para garantir e promover a consolidação (fidelidade) doutrinária em nossas casas? Estudo Há problemas de fidelidade doutrinária em nossas casas? Qual a solução?

10 Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente, começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das idéias. O Livro dos Espíritos, introdução

11 A verdadeira Doutrina Espírita está no ensino que os Espíritos deram, e os conhecimentos que esse ensino comporta são por demais profundos e extensos para serem adquiridos de qualquer modo, que não por um estudo perseverante, feito no silêncio e no recolhimento. O Livro dos Espíritos, introdução

12 O conhecimento do Espiritismo de forma racional, quando aplicado ao cotidiano do indivíduo, transforma-o visceralmente, por ensejar-lhe uma visão filosófica de profundidade sobre a vida. Sob a Proteção de Deus Victor Hugo / Divaldo Franco

13 O Espiritismo a rasgar-nos nas mentes acanhadas e entorpecidas largos horizontes de ideal superior, nos impele para a frente, rumo aos cimos da perfectibilidade. O Espírito de Verdade Eurípedes Barsanulfo / Francisco C. Xavier

14 14 Entidades Nacionais como a FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA e estas, as Internacionais como o CEI - Conselho Espírita Internacional Entidades e Órgãos Federativos Estaduais como a UNIÃO ESPÍRITA PARAENSE, que por sua vez formam A adesão de GRUPOS, CASAS, INSTITUIÇÕES Espíritas e trabalhadores Espíritas dão origem

15 15 CASA ESPÍRITA EstudarPraticarDivulgar

16 Atendendo as pessoas que: buscam esclarecimento, orientação e amparo para seus problemas espirituais, morais e materiais. Querem conhecer e estudar a Doutrina Espírita. Querem trabalhar, colaborar e servir em qualquer área de ação que a prática espírita oferece. PROMOVER O ESTUDO, A DIFUSÃO E A PRÁTICA DA DOUTRINA ESPÍRITA CENTRO ESPÍRITA FOCO PRINCIPAL

17 ÁREAS DE ATIVIDADES DO CENTRO ESPÍRITA ATIVIDADES BÁSICAS Infância, Juventude, ESDE/EADE, Atendimento Espiritual, Estudo da Mediunidade, Reuniões de Intercâmbio Mediúnico, Assistência e Promoção Social Espírita ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS Contábeis, Financeiras, Administrativas, Patrimoniais, Secretaria, Jurídicas, Unificação, Comunicação e Divulgação

18 18 DIREX 11 Diretores 54 Cons Dirs = CRE + 08 CRE Embrião Unidades

19 OURILÂNDIA DO NORTE 19 CONC. DO ARAGUAIA XINGUARACARAJÁS RIO MARIAABAETETUBACASTANHALPARAGOMINAS

20 Secretaria Financeiro Organi- zação Organi- zação c Comuni- cação Estudo Grupos DEPTº DOUTR CRE Presidente Vice-Pres Assist. Social Atendm Espirit Ativid. Mediún INF. JUV 2 Repres. 3 Três Casas Adesas DIAGRAMA DO CRE - CONSELHO REGIONAL ESPÍRITA

21 21 Cada CRE se faz presente no CONFE com três e a DIREX com 11 representantes. Tem função deliberativa, norma- tiva, orientadora, coordenadora e supervisora; encarregado de promover a Unificação do Movi- mento Espírita no Estado do Pará.

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23 DIREX COINFCOJUV COMUN COESP COASS LIVRARIA ADMINISTRATIVO, CONTÁBIL, FINANCEIRO E PATRIMONIAL SERVIÇO DA COOPERAÇÃO DEPARTA- MENTOS ASSES- SORIAS COORG COEDE COAME COESDE UNIÃO ESPÍRITA PARAENSE Diagrama DIREX e Coordenadorias

24 FINALIDADES Unificar o MOVESP Divulgar a DE Congregar as CE Promover o estudo da DE Estimular a Caridade

25 25 O CFN se compõe de: 27 Entidades Federativas Estaduais – Federações e Uniões às quais se integram os Centros Espíritas sediados nos respecti- vos Estados e no Distrito Federal; Por um representante de cada sociedade especializada de âmbito nacional, como: AME Brasil, ABRADE, AJURISTAS e outras; Pelo Presidente da Federação Espírita Brasileira, que o preside; Coordena as Comissões Regionais: Norte, Nordeste, Centro e Sul. CFN Cons. Fed. Nacional

26 26 REUNIÃO DO C F N A função do CFN é : unificar e dinamizar o Movimento Espír. Brasileiro; facilitar o intercâmbio, o inter-relacionamento e a discussão de problemas comuns às instituições que o compõem; promover a união, a confraternização, a concórdia e a solidariedade entre as instituições, para que se verifique completa harmonia de propósitos e unidade na divulgação e na prática do Espiritismo.

27 27 REPRESENTANTES DO AMAPÁ, ÁCRE, PARÁ, AMAZONAS, RONDÔNIA E RORAIMA (Região Norte) NO CFN – FEB/Brasília - nov 2008

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29 CEI CONS. E 29

30 Reunião do CEI – Coordenadoria da Europa Lançamento de livro e seminário - Maio Reunião do CEI – Coordenadoria da Europa Lançamento de livro e seminário - Maio

31 Melhoria íntima. Auto-estima-conhecimento. Melhoria no relacionamento interpessoal. Maior reflexão sobre as leis naturais e sua condição de Espírito Eterno. Apoio no rompimento de maus pendores e vícios. Aprimoramento e progresso espiritual do indivíduo. Veículo de libertação da consciência e rota iluminativa na viagem de evolução. Desenvolvimento do gosto pela leitura, estudo e pesquisa. 31

32 Incentiva os trabalhadores a serem atuantes e comprometidos. Possibilita integração entre os trabalha- dores. Preserva a pureza doutrinária. Contribui para a unificação do Movimento Espírita. Aprende o estudo Metódico do Espiritismo. Cresce em quantidade e qualidade. 32

33 Conscientização sobre a responsabilidade de todos na construção do BEM. Compartilhamento na construção da PAZ. Maior compreensão sobre os problemas do Ser, do Destino, da dor. Melhor convivência nos grupos sociais. Contribuição para formação de uma sociedade mais justa e mais evangelizada. 33

34 Se, entre vós, há dissidências, causas de antagonismos; se os grupos que devem todos mar- char para um objetivo comum, estiverem divididos, eu o lamento, sem me preocupar com as causas, sem examinar quem cometeu os primeiros erros e me coloco, sem hesitar, do lado daquele que tiver mais caridade, isto é, mais abnegação e verdadeira humildade, pois aquele a quem falta a caridade está sempre errado, assistido embora por qualquer espécie de razão, pois Deus maldiz quem diz a seu irmão: raca. Allan Kardec, Viagem Espírita em 1862

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