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CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2007

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Apresentação em tema: "CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2007"— Transcrição da apresentação:

1 CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2007
FRATERNIDADE E AMAZÔNIA “Vida e missão neste chão” Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

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3 CARTAZ CF Explicação Na parte superior do Cartaz, a terra seca e rachada representa a realidade de algumas partes da Amazônia durante a estiagem e adverte que, sem o devido cuidado, toda a região pode ser destruída. A abundante presença da água lembra que a Amazônia é uma importante reserva de água doce no planeta, além de transmitir uma sensação de transparência, força e vitalidade. O elemento principal do Cartaz é a vitória-régia, conhecida pelos índios como “panela de espíritos”. Considerada um dos símbolos da Amazônia, essa planta é forte e tem raízes profundas que tocam o leito do rio; ao mesmo tempo, é sensível, assim como o povo nativo da região, que sobrevive com muita garra, mas precisa do apoio fraterno de toda a sociedade brasileira. As três flores brancas e amarelas têm extrema relevância no Cartaz, uma vez que representam a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Essas flores lembram que a Amazônia é obra de Deus Criador e Providente entregue aos nossos cuidados. A criança representa os índios e toda a comunidade da região, suas crenças, sonhos e esperanças. Seu olhar inocente e o sorriso sutil são um convite à superação das dificuldades e à construção de um futuro melhor para a Amazônia. Ao mostrar o contraste entre a terra seca e a exuberância da água, o Cartaz chama a atenção para a devastação da Amazônia e o descaso com a vida. Representa a esperança de encontrar uma solução para os conflitos da região com base na solidariedade e no respeito às diferenças.

4 ORAÇÃO CF 2007 Deus criador, Pai da família humana,
Vós formastes a Amazônia, maravilha da vida, bênção para o Brasil e para o mundo. Despertai em nós o respeito e a admiração pela obra que vossa mão entregou aos nossos cuidados. Ensinai-nos a reconhecer o valor de cada criatura que vive na terra, cruza os ares ou se move nas águas. Perdoai, Senhor, a ganância e o egoísmo destruidor; moderai nossa sede de posse e poder. Que a Amazônia, berço acolhedor de tanta vida, seja também o chão da partilha fraterna, pátria solidária de povos e culturas, casa de muitos irmãos e irmãs. Enviai-nos todos em missão! O Evangelho da vida, luz e graça para o mundo, fazendo-nos discípulos e missionários de Jesus Cristo, indique o caminho da justiça e do amor; e seja anúncio de esperança e de paz para os povos da Amazônia e de todo o Brasil Amém.

5 OBJETIVO GERAL “Conhecer a realidade em que vivem os povos da Amazônia, sua cultura, seus valores e as agressões que sofrem por causa do atual modelo econômico e cultural, e lançar um chamado à conversão, à solidariedade, a um novo estilo de vida e a um projeto de desenvolvimento à luz dos valores humanos e evangélicos, seguindo a prática de Jesus no cuidado com a vida humana, especialmente a dos mais pobres, e com toda a natureza. ”.

6 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. PROMOVER UM CONHECIMENTO ATUALIZADO E CRÍTICO DA REALIDADE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA, DOS SEUS POVOS TRADICIONAIS E DAS FORMAÇÕES URBANAS, NO QUE DIZ RESPEITO À DIVERSIDADE DE SUA HISTÓRIA, ECONOMIA E CULTURA, SUPERANDO A DESINFORMAÇÃO, OS PRECONCEITOS E AS FALSAS INTERPRETAÇÕES; 2. DENUNCIAR SITUAÇÕES E AÇÕES QUE AGRIDEM A VIDA, OS POVOS E O AMBIENTE DA AMAZÔNIA, COMO OS PROJETOS DE DOMINAÇÃO POLÍTICO-ECONÔMICA QUE PERPETUAM MODELOS ECONÔMICOS COLONIALISTAS; 3. APOIAR E FORTALECER INICIATIVAS CORAJOSAS DE DENÚNCIA DAS CAUSAS DA VIOLÊNCIA E DE SEUS RESPONSÁVEIS, QUE JÁ FIZERAM CORRER TANTO SANGUE NO CHÃO DA AMAZÔNIA; 4. PROMOVER A SOLIDARIEDADE E A PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS, SABERES, VALORES E BENS, NA CONSTRUÇÃO E DIFUSÃO DE ALTERNATIVAS DE CONVIVÊNCIA DIANTE DO MODELO CONSUMISTA NEOLIBERAL, CONTRIBUINDO PARA O FORTALECIMENTO DA IDENTIDADE, DA AUTONOMIA E DA SOBERANIA DOS POVOS E DAS COMUNIDADES DA AMAZÔNIA;

7 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
5. ESTIMULAR A MUDANÇA DE MENTALIDADE QUE SE EXPRESSE NUM ESTILO DE VIDA SIMPLES E AUSTERO, RESPEITOSO DO AMBIENTE E DO PRÓXIMO; 6. APOIAR E FORTALECER A PRESENÇA E A AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NA AMAZÔNIA, BEM COMO SUAS INICIATIVAS MISSIONÁRIAS E DE SOLIDARIEDADE SOCIAL; 7. INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE DA SOCIEDADE CIVIL, COM CRITÉRIOS DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL, NA ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E PROJETOS LOCAIS, REGIONAIS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS, PARA O DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA.

8 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. PROMOVER UM CONHECIMENTO ATUALIZADO E CRÍTICO DA REALIDADE DA AMAZÔNIA BRASILEIRA, DOS SEUS POVOS TRADICIONAIS E DAS FORMAÇÕES URBANAS, NO QUE DIZ RESPEITO À DIVERSIDADE DE SUA HISTÓRIA, ECONOMIA E CULTURA, SUPERANDO A DESINFORMAÇÃO, OS PRECONCEITOS E AS FALSAS INTERPRETAÇÕES; 2. DENUNCIAR SITUAÇÕES E AÇÕES QUE AGRIDEM A VIDA, OS POVOS E O AMBIENTE DA AMAZÔNIA, COMO OS PROJETOS DE DOMINAÇÃO POLÍTICO-ECONÔMICA QUE PERPETUAM MODELOS ECONÔMICOS COLONIALISTAS; 3. APOIAR E FORTALECER INICIATIVAS CORAJOSAS DE DENÚNCIA DAS CAUSAS DA VIOLÊNCIA E DE SEUS RESPONSÁVEIS, QUE JÁ FIZERAM CORRER TANTO SANGUE NO CHÃO DA AMAZÔNIA; 4. PROMOVER A SOLIDARIEDADE E A PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS, SABERES, VALORES E BENS, NA CONSTRUÇÃO E DIFUSÃO DE ALTERNATIVAS DE CONVIVÊNCIA DIANTE DO MODELO CONSUMISTA NEOLIBERAL, CONTRIBUINDO PARA O FORTALECIMENTO DA IDENTIDADE, DA AUTONOMIA E DA SOBERANIA DOS POVOS E DAS COMUNIDADES DA AMAZÔNIA; 5. ESTIMULAR A MUDANÇA DE MENTALIDADE QUE SE EXPRESSE NUM ESTILO DE VIDA SIMPLES E AUSTERO, RESPEITOSO DO AMBIENTE E DO PRÓXIMO; 6. APOIAR E FORTALECER A PRESENÇA E A AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA NA AMAZÔNIA, BEM COMO SUAS INICIATIVAS MISSIONÁRIAS E DE SOLIDARIEDADE SOCIAL; 7. INCENTIVAR A PARTICIPAÇÃO E O CONTROLE DA SOCIEDADE CIVIL, COM CRITÉRIOS DE GESTÃO SOCIOAMBIENTAL, NA ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E PROJETOS LOCAIS, REGIONAIS, NACIONAIS E INTERNACIONAIS, PARA O DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA.

9 PRIMEIRA PARTE VER

10 INTRODUÇÃO Diferentes formas de leitura A Amazônia como patrimônio
Alguns números: 7,01 milhões de Km2 20% da reserva mundial de água não congelada 34% da reserva florestal mundial 1.100 rios Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso – 59% do território nacional

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12 I – AMAZÔNIA, SEUS POVOS E SEUS VALORES
POVOS DA AMAZÔNIA POVOS INDÍGENAS ORGANIZAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS E PRESENÇA INDÍGENA NOS ESTADOS POVOS AFRO-DESCENDENTES MIGRANTES NOS CICLOS DA BORRACHA RIBEIRINHOS POSSEIROS COLONOS E MIGRANTES POPULAÇÃO URBANA

13 II – DESAFIOS DA REALIDADE AMAZÔNICA
OCUPAÇÃO DA AMAZÔNIA DISPUTA PELO TERRITÓRIO

14 II – DESAFIOS DA REALIDADE AMAZÔNICA
CONTROLE DO TERRITÓRIO E MODELO DE DESENVOLVIMENTO DESMATAMENTO PARA O AGRONEGÓCIO QUEIMADAS MINERAÇÃO SIDERÚRGICAS E O CARVÃO VEGETAL PROGRAMA ENERGÉTICO E O USO DA ÁGUA CONTROLE DA BIODIVERSIDADE MANEJO SUSTENTÁVEL DA FLORESTA PRESERVAÇÃO NÃO PODE SER SOMENTE UM ÔNUS

15 II – DESAFIOS DA REALIDADE AMAZÔNICA
INTERNACIONALIZAÇÃO MILITARIZAÇÃO NARCOTRÁFICO INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL

16 A NATUREZA RICA É A CASA DE POPULAÇÕES POBRES
III – DESAFIOS SOCIAIS A NATUREZA RICA É A CASA DE POPULAÇÕES POBRES REALIDADE URBANA E CONCENTRAÇÃO DA POBREZA UMA REGIÃO QUE SE MOVE

17 IV – AMAZÔNIA POPULAR E SOLIDÁRIA
EM DEFESA DO DIREITO À TERRA RESERVAS EXTRATIVISTAS PROJETOS DE ASSENTAMENTO AGROEXTRATIVISTAS (PAEs) E DE DESENVOLVIMENTO FLORESTAL SUSTENTÁVEL (PDS) COMUNIDADES QUILOMBOLAS RESISTÊNCIA DOS POSSEIROS ATINGIDOS POR BARRAGENS NOVA CARTOGRAFIA SOCIAL DA AMAZÔNIA

18 IV – AMAZÔNIA POPULAR E SOLIDÁRIA
AÇÕES EM DEFESA DO DIREITO AO USO SUSTENTÁVEL PRESERVAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE LAGOS E RIOS QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU, PRODUTORAS DE PERFUMES REDE AGROECOLÓGICA DA AMAZÔNIA ARTESANATO APICULTURA E CULTURA DO MEL UTILIZAÇÃO LEGAL DA DEVASTAÇÃO

19 IV – AMAZÔNIA POPULAR E SOLIDÁRIA
EM DEFESA DO DIREITO A TER DIREITOS FÓRUNS E CONSELHOS DE ARTICULAÇÃO PROCESSOS DE FORMAÇÃO INTEGRAL E PERMANENTE PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES ESCOLAS QUE EDUCAM NO CAMPO E PARA O CAMPO COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PROMOÇÃO DA SAÚDE POPULAR ECONOMIA SOLIDÁRIA NAS CIDADES

20 V – A IGREJA CATÓLICA NA AMAZÔNIA
PRESENÇA NA HISTÓRIA DA AMAZÔNIA PROCESSOS DE COLONIZAÇÃO E EVANGELIZAÇÃO PERÍODO MONÁRQUICO E REPÚBLICA UMA IGREJA COM ROSTO AMAZÔNICO

21 V – A IGREJA CATÓLICA NA AMAZÔNIA
SITUAÇÃO ATUAL DA IGREJA NA AMAZÔNIA: DESAFIOS DESAFIOS NECESSIDADES ALGUNS DADOS DA PRESENÇA DA IGREJA NA AMAZÔNIA PRESENÇA DA IGREJA CATÓLICA NA AMAZÔNIA LEGAL

22 SEGUNDA PARTE JULGAR

23 INTRODUÇÃO MOTIVAÇÕES PARA AGIR E PENSAR NOS DEIXAR QUESTIONAR
NOVAS RELAÇÕES ABRIR-SE AO PROJETO DE DEUS PARA O MUNDO

24 I – DEUS VIU QUE A AMAZÔNIA ERA BOA
A CRIAÇÃO É UM POEMA DE AMOR O CUIDADO DA CRIAÇÃO RELAÇÃO SADIA ENTRE O SER HUMANO E A TERRA SE OS PEQUENOS ESTÃO BEM, TUDO ESTÁ COMO DEVE SER RESPEITAR A OBRA DE DEUS É RESPEITAR A DEUS

25 I – DEUS VIU QUE A AMAZÔNIA ERA BOA
TRABALHO DEVE SER CRIAÇÃO, NÃO ESCRAVIDÃO ESCOLHER DEUS, EM VEZ DA IDOLATRIA DO DINHEIRO COLABORAR COM A OBRA DE DEUS SUSTENTA A ESPERANÇA RESPEITO AOS POVOS E SUAS CULTURAS

26 II – VIDA E MISSÃO NESTE CHÃO
BOA NOTÍCIA AOS POBRES (CF. Lc 4, 18) UM JEITO NOVO DE SER IGREJA A CULTURA COMO CAMINHO E ESPAÇO PARA A EVANGELIZAÇÃO RESPONSABILIDADE ECLESIAL

27 III – PENSAR A AMAZÔNIA A PARTIR DA AMAZÔNIA
UM JEITO DIFERENTE DE VER A AMAZÔNIA UM DIFERENTE CONCEITO DE TERRITÓRIO E DE AMBIENTE UM DIFERENTE CONCEITO DE NATUREZA UM DIFERENTE CONCEITO DE RELAÇÕES UM DIFERENTE CONCEITO DE PROPRIEDADE UM DIFERENTE CONCEITO DE PRODUÇÃO

28 TERCEIRA PARTE AGIR

29 INTRODUÇÃO Decidir agir para apoiar o que deve ser apoiado, para denunciar o que impede ou cria dificuldades para a vida e para criar novas iniciativas em favor de uma Amazônia e de um Brasil para todos os brasileiros e brasileiras.

30 INTRODUÇÃO A prática da solidariedade pode expressar-se em duas direções nesta CF: em iniciativas solidárias em favor dos povos da Amazônia, apoiando e reforçando suas lutas e suas propostas de convivência com o seu bioma; em iniciativas realizadas em outras regiões do País, em cada localidade e comunidade, que nascem inspiradas pelo que se descobriu na reflexão sobre a Amazônia, e que são necessárias para melhorar as condições de vida em todas elas e para que a Amazônia possa seguir um caminho alternativo de desenvolvimento econômico, social, político e cultural.

31 INTRODUÇÃO A defesa da Amazônia e a promoção de seu desenvolvimento sustentável e não predatório virá em benefício não só da população amazônica, mas de todos os brasileiros e brasileiras e dos habitantes de todo mundo. Não podemos assistir impassíveis à destruição desse patrimônio natural e cultural, do qual tanto depende o futuro bem-estar do Brasil, do continente americano e da humanidade.

32 1) CONHECER PARA AMAR Criar espaços de divulgação
Estimular seminários, simpósios e fóruns de debates e estudos Amazônia como eixo transversal curricular Preocupação com a formação do povo amazônico

33 2) DENUNCIAR AS AGRESSÕES À VIDA E AOS POVOS DA AMAZÔNIA
A questão do modelo de crescimento Proteção amazônica e devastação do país Explicitar os valores evangélicos que fundamentam o agir profético

34 3) PROMOVER A SOLIDARIEDADE E DIFUNDIR ALTERNATIVAS
Conhecer, apoiar e criticar o trabalho solidário de ONGs e Pastorais Sociais Viabilizar a formulação de um projeto específico para a Amazônia Realizar parcerias Produção alternativa de energia Iniciativas missionárias

35 4) ESTIMULAR AÇÕES QUE LEVEM A UMA MUDANÇA DE MENTALIDADE
Questionamentos pertinentes Articular forças Valorização da sabedoria popular Audiências públicas sobre problemas Discussão ecológica Discussão sobre direitos Intercâmbio de conhecimentos

36 5) APROFUNDAR A FRATERNIDADE MISSIONÁRIA ENTRE AS IGREJAS
Opções pastorais claras CEBs fortes e articuladas Maior participação do laicato Independência institucional Projeto Igrejas Irmãs Custeio de iniciativas populares Motivar mobilizações

37 6) PARTICIPAR DO CONTROLE SOCIAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
Aprovação de Projetos de Lei Módulo máximo agrário Trabalho escravo Aumento da pena para grilagem Morosidade do Judiciário Parceria com Procuradoria Geral da República, Ministério Público, OAB, SDDH, etc.

38 7) UMA AÇÃO CONCRETA Mobilização nacional para a proibição de emissão de liminares nos conflitos com o latifúndio antes que seja julgado o mérito da ação e seja, eventualmente, comprovada a posse legítima e a regularidade do domínio do imóvel

39 COLETA DA SOLIDARIEDADE GESTO CONCRETO
É A COLETA DA SOLIDARIEDADE EM ÂMBITO NACIONAL REALIZADO EM TODAS AS COMUNIDADES CRISTÃS, PARÓQUIAS E DIOCESES. AS AÇÕES SÃO DIRECIONADAS AOS SEGMENTOS EXCLUÍDOS DA SOCIEDADE QUE ESTÃO EM SITUAÇÃO DE RISCO. É REALIZADA NO DOMINGO DE RAMOS. 40% FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE (FNS) 60% FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE (FDS)

40 GESTO CONCRETO DA CAMPANHA
FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE FNS FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE FDS

41 GESTO CONCRETO DA CAMPANHA
40% arrecadado constituirá o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) 60% arrecadado constituirá o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS)

42 DIA NACIONAL DA COLETA DA SOLIDARIEDADE
DOMINGO DE RAMOS 1º de abril de 2007 Mas as doações podem ser feitas durante toda a quaresma e mesmo durante todo o ano.

43 FINALIDADE DO GESTO A Campanha da Fraternidade se expressa concretamente pelo gesto fraterno da coleta da solidariedade. É um gesto concreto em âmbito nacional, realizado em todas as comunidades cristãs, colégios católicos, paróquias e dioceses As ações são direcionadas aos segmentos excluídos da sociedade que estão em situação de risco.

44 Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de:
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS CF 2007 – AMAZÔNIA Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 1) iniciativas de formação para enfrentar os problemas sociais e econômicos na região da Amazônia; 2) iniciativas para construir alternativas diante dos problemas sociais da Amazônia; 3) iniciativas de articulação entre Pastorais Sociais e Movimentos Sociais, especialmente os que reforçam a capacidade de luta dos amazônidas pelo seu projeto de desenvolvimento social;

45 Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de:
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS CF 2007 – AMAZÔNIA Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 4) iniciativas com categorias de pessoas, especialmente com educação de base: ribeirinhos – preservação de “lagos-santuário” para a reprodução de peixes – como já acontece em vários municípios povos indígenas migrantes quilombolas agricultores/as camponeses/as pescadores mulheres indígenas, da área rural, quebradeiras de coco, mulheres que trabalham com pequenas iniciativas de saúde, economia solidária e geração de renda no interior e na área urbana.

46 Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de:
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS CF 2007 – AMAZÔNIA Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 5) reforço e ampliação de projetos alternativos de produção, geração de renda, em andamento, e que estão dando certo; 6) apoio a novas iniciativas de geração de renda; 7) apoio a projetos populares de plantio ou reflorestamento de plantas da Amazônia que produzam: frutas; cocos; castanhas; plantas medicinais; 8) apoio a iniciativas de pequena industrialização (polpa de frutas, doces...), conservação de peixes;

47 Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de:
DESTINAÇÃO DOS RECURSOS CF 2007 – AMAZÔNIA Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 9) combate à exploração sexual infanto-juvenil, muito comum na região, especialmente com índios que saem da aldeia e vão para a cidade; 10) formação de lideranças e agentes de pastoral, que poderão contribuir muito para despertar a cidadania e a organização comunitária; 11) divulgação dos direitos já assegurados em lei, mas desconhecidos, para informar a população e ajudá-la a ter acesso àquilo que lhe assiste.

48 COMO ORGANIZAR A COLETA
Todas as pessoas das comunidades eclesiais serão convidadas a colaborar com o gesto concreto de solidariedade, durante todo o tempo da Campanha, que vai do inicio da Quaresma até o Domingo de Ramos que antecede a Páscoa. É importante que bispos, padres, religiosos(as), lideranças leigas, agentes de pastoral, colégios católicos e movimentos eclesiais motivem e animem todos os fiéis e alunos a participarem, oferecendo a alegria de sua solidariedade - que é a melhor forma de sacrifício quaresmal - em favor de projetos relacionados com o tema do ano O ENVELOPE É UMA DAS FORMAS DE REALIZAR A COLETA.

49 QUEM ADMINISTRA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE
A Cáritas Brasileira é o organismo da CNBB responsável pela administração do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). A gestão e aprovação dos projetos estarão a cargo do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade, nomeado pela Presidência e Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB, com aprovação do Conselho Permanente.

50 CONSELHO GESTOR DO FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE
MEMBROS Membros natos: Dom Odilo Pedro Scherer - Secretário Geral da CNBB - Presidente Dom Aldo Di Cillo Pagotto – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz. Sr. Francisco Julho de Souza - membro do Conselho Econômico da CNBB. Côn. José Carlos Dias Toffoli - Secretário Executivo da Campanha da Fraternidade. Sr. José Magalhães de Sousa - Diretor Executivo da Cáritas Brasileira. Indicados pelos Organismos abaixo relacionados e aprovados pela CNBB. Pe. Matias Martinho Lenz – da Comissão do Mutirão para a Superação da Miséria e a Fome; Ir. Delci Maria Franzen - das Pastorais Sociais ligadas à CNBB; Pe. Carlos Alberto Chiquim - dos Secretários Executivos Regionais da CNBB.

51 FINANCIAMENTO DE PROJETOS SOCIAIS
Regional, Dioceses, Paróquias e Pastorais Esquema do Projeto Título Identificação do Solicitante Objetivo e justificativa Descrição do Projeto e cronograma Planilha de Custos Apresentação do Bispo responsável

52 A QUEM ENCAMINHAR OS PROJETOS
Os projetos referentes ao tema do ano deverão ser encaminhados à Cáritas Brasileira: Site: SDS - Bloco P - Ed. Venâncio III - sala Brasília – DF Fones: (61) (61) ou (61) FAX A Cáritas, por sua vez os apresentará ao Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade, para análise e decisão.

53 FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE
Esse fundo (60% da coleta do Domingo de Ramos) será administrado por uma Comissão Diocesana ou Conselho Gestor do FDS, constituída pelo Bispo, com a participação da Cáritas Diocesana (onde ela existe), representante das Pastorais Sociais, da Coordenação de Pastoral Diocesana, da Equipe de animação da Campanha da Fraternidade e do responsável pelas finanças da diocese A Cáritas Brasileira, enviou a Cartilha do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) a todas as dioceses, através da Cáritas, do Regional da CNBB ou da Coordenação Diocesana de Pastoral.

54 FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE
Responsável por 60% da Coleta da Solidariedade Objetivos apoiar projetos de solidariedade criar perspectivas comunitárias apoio à caridade libertadora organizar ações solidárias Dentro dos objetivos da CF

55 VANTAGENS DO FDS Ética Cristã Desenvolvimento da Solidariedade
Apoio a pequenos projetos Defesa de direitos Economia Solidária

56 OS 10 PRINCÍPIOS DO FDS Transparência na coleta e aplicação
Caridade Libertadora Autonomia do grupo excluído Partilha Solidariedade

57 OS 10 PRINCÍPIOS DO FDS Retornos solidários Cidadania Sustentabilidade
Protagonismo Mística

58 Envio do fruto da coleta: CF 2006
O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respectivas dioceses, salvo orientações diversas das próprias dioceses; estas por sua vez, encaminham 40% do total para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) Conta para depósito dos 40% (FNS) Banco do Brasil - Agência C/c Banco Bradesco - Agência – C/c Cáritas Brasileira – Brasília - DF Enviar comprovante do depósito para Cáritas Brasileira - FAX: (61)

59 Envio do fruto da coleta: CF 2007
O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respectivas dioceses, salvo orientações diversas das próprias dioceses; estas por sua vez, encaminham 40% do total para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) Conta para depósito dos 40% (FNS) Banco do Brasil - Agência C/c Banco Bradesco - Agência – C/c Cáritas Brasileira – Brasília - DF Enviar comprovante do depósito para Cáritas Brasileira - FAX: (61)

60 1. EQUIPE REGIONAL DA CF Compete-lhe:
estimular a formação, o assessoramento e a articulação das equipes diocesanas; planejar a CF em nível regional: o que organizar, quem envolver, que calendário seguir, onde e como atuar.

61 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
1. EQUIPE REGIONAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Antes da Campanha: Realizar Encontro Regional para o estudo do Texto-base, a fim de descobrir a melhor forma de utilização das peças e subsídios de divulgação; definir atividades a serem assumidas conjuntamente nas Dioceses, Paróquias e Comunidades; verificar a possibilidade da produção de subsídios adaptados à realidade local; possibilitar a troca de informações e o repasse de subsídios, relacionados ao tema, produzidos em âmbito mais local ou provenientes de outras fontes e regiões; constituir equipes e/ou indicar pessoas que possam prestar serviço de assessoria.

62 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
1. EQUIPE REGIONAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Durante a Campanha: Descobrir formas de estar em permanente contato com as equipes diocesanas, para animação e intercâmbio das experiências mais significativas; possibilitar o acompanhamento das atividades comuns programadas.

63 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
1. EQUIPE REGIONAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Depois da Campanha: Promover um novo encontro regional de avaliação; providenciar a redação e o envio da síntese Regional da avaliação à Secretaria Executiva Nacional da CF, dentro do cronograma previsto; definir a participação regional no encontro nacional de avaliação e planejamento da CF; repassar às Dioceses a avaliação nacional e outras informações.

64 2. EQUIPE DIOCESANA DA CF Compete-lhe:
Estimular a formação, assessorar e articular as equipes paroquiais; planejar, em nível diocesano: o que realizar, quem envolver, que calendário seguir, como e onde atuar.

65 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Antes da Campanha: Encomendar os subsídios necessários para as paróquias, comunidades religiosas, colégios, meios de comunicação, movimentos de Igreja; programar a realização de encontro diocesano, para estudo do Texto-base, buscando a melhor forma de utilizar as diversas peças da Campanha; definir atividades comuns nas paróquias; - promover o intercâmbio de informações e subsídios; sugerir a escolha do gesto concreto; - estabelecer uma programação especial de lançamento; constituir equipes para atividades específicas; informar da existência e repassar subsídios alternativos.

66 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Durante a Campanha: Acompanhar as diversas equipes existentes; verificar o andamento das atividades comuns programadas; manter freqüente contato com as paróquias, para perceber o andamento da Campanha; conferir a chegada dos subsídios a todos os destinatários em potencial; alimentar com pequenos textos motivadores (release) os Meios de Comunicação Social

67 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Depois da Campanha: Promover encontro diocesano de avaliação; cuidar da redação final e do envio da síntese da avaliação à equipe regional; participar do encontro regional de avaliação; repassar às equipes paroquiais a avaliação regional e outras informações; concretizar o gesto concreto e garantir o repasse da parte da coleta para a CNBB Regional e Nacional; fazer com que a Campanha se estenda por todo o ano, repassando outros subsídios que forem sendo publicados.

68 3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF A Campanha da Fraternidade acontece no varejo, nas famílias, nos grupos e nas comunidades eclesiais articulados pela paróquia. Como em relação a outras atividades pastorais, o papel do pároco ou da equipe presbiteral é preponderante. Mesmo que, por vezes, muitas coisas aconteçam bem, sem ou até apesar do pároco, tudo anda melhor quando ele estimula, incentiva, articula e organiza a ação pastoral. Em toda paróquia, pastoralmente dinâmica, não faltarão equipes de serviço para tudo que for necessário. O Conselho Paroquial de Pastoral, já constituído na maioria das Paróquias, por si ou pela constituição de comissão específica, garantirá a realização articulada e entusiasta da Campanha da Fraternidade.

69 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Antes da Campanha: Providenciar o pedido de material junto à Diocese; programar um encontro paroquial para estudo do Texto-base e descoberta da melhor maneira de serem utilizadas as diversas peças de reflexão e divulgação da CF; definir as atividades a serem assumidas conjuntamente; estabelecer a programação da abertura, em nível paroquial; buscar, juntos, os meios para que a CF possa atingir eficazmente todos os espaços e ambientes da realidade paroquial; planejar um gesto concreto comum e a destinação da coleta da CF. realizar encontros conjuntos ou específicos com as diversas equipes paroquiais, para programação de toda a Quaresma e semana santa; prever a colocação do maior número possível de subsídios da Campanha.

70 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Durante a Campanha: Intensificar sua divulgação; conferir a chegada dos subsídios aos destinatários; motivar sucessivos gestos concretos de fraternidade; realizar a coleta. encaminhar o questionário do anexo do texto-base.

71 ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Depois da Campanha: Avaliar sua realização, encaminhando a síntese à Coordenação Diocesana; marcar presença no encontro diocesano de avaliação; repassar às lideranças da paróquia as conclusões da avaliação diocesana; concretizar o gesto concreto e garantir o repasse da parte da coleta à Diocese, ao Regional e à CNBB Nacional; fazer com que a Campanha se estenda por todo o ano, repassando outros subsídios que forem sendo publicados. encaminhar o questionário feito para a secretaria executiva da CF.

72 AVALIAÇÃO DA CF Por Paróquia
- Enviar à Coordenação Diocesana da CF, até o dia 06 de maio de 2007 • Por Diocese - Enviar à Coordenação Regional da CF, até o dia 20 de maio de 2007 • Por Regional; - Enviar à Secretaria Executiva da CF, até o dia 04 de junho de 2007 • CONSEP (Conselho Episcopal Pastoral) - Constituído pela Presidência da CNBB e os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais. - Acontece nos dias 18 de junho de 2007, um encontro nacional com Coordenadores (as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, CONSEP e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação final da CF-2007 e elaboração das Orientações Gerais da CF-2008, escolha do tema da CF 2009.

73 CRONOGRAMA DA CF 2006 Janeiro e fevereiro 2006: organização da CF-2006 nos Regionais, Dioceses, Paróquias, Comunidades e Grupos. Fevereiro 2006: último prazo para envio de contribuições ao Texto-base da CF-2007; escolha da letra do HINO para a CF-2007. 01 de março de Quarta-feira de Cinzas: Lançamento da CF-2006 em nível nacional, regional, diocesano e paroquial, com a mensagem do Papa, da presidência da CNBB e programas especiais. 01 de março a 09 de abril 2006: Campanha da Fraternidade sobre o tema “Fraternidade e pessoas com deficiência”, com o lema “Levanta-te, vem para o meio”.

74 CRONOGRAMA DA CF 2006 09 de abril de Domingo de Ramos: coleta nacional da solidariedade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade). Abril a junho 2006: avaliação da CF-2006 nos níveis paroquial (de 24 de abril a 14 de maio), diocesano (de 15 a 28 maio), regional (29 de maio a 11 de junho). 30 de junho CONSEP: encontro Nacional com Coordenadores(as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, Comissão Episcopal Pastoral e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação da CF-2006; escolha do cartaz da CF-2007; elaboração das Orientações Gerais da CF-2007 e escolha do tema da CF-2008.

75 CRONOGRAMA DA CF 2006 Julho 2006: pedidos de material para a CF Editora Salesiana Fone (11) ou (11) – Fax (11) ou pelo Julho e agosto 2006: elaboração dos subsídios, gravação do CD e fita K-7 da CF-2007; remessa do Texto-base da CF-2007 para produção gráfica; encaminhamentos da CF-2007. Agosto a dezembro 2006: impressão e distribuição do material da CF-2007; gravação do “spot” para TV e do “jingle” para rádio da CF-2007; lançamento do Texto-base da CF-2007, em nível nacional e diocesano, encontro de formação nos Regionais e Dioceses.

76 CRONOGRAMA DA CF 2007 Janeiro e fevereiro 2007: organização da CF-2007 nos Regionais, Dioceses, Paróquias, Comunidades e Grupos. Fevereiro 2007: último prazo para envio de contribuições ao Texto-base da CF-2008; escolha da letra do HINO para a CF-2008. 21 de fevereiro de Quarta-feira de Cinzas: Lançamento da CF-2007 em nível nacional, regional, diocesano e paroquial, com a mensagem do Papa, da presidência da CNBB e programas especiais. 21 de fevereiro a 1º de abril 2007: Campanha da Fraternidade sobre o tema “Fraternidade e Amazônia”, com o lema “Vida e missão neste chão”.

77 CRONOGRAMA DA CF 2007 1º de abril de Domingo de Ramos: coleta nacional da solidariedade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade). Abril a junho 2007: avaliação da CF-2007 nos níveis paroquial (de 16 de abril a 06 de maio), diocesano (de 07 a 20 maio), regional (21 de maio a 04 de junho). 18 de junho CONSEP: encontro Nacional com Coordenadores(as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, Comissão Episcopal Pastoral e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação da CF-2007; escolha do cartaz da CF-2008; elaboração das Orientações Gerais da CF-2008 e escolha do tema da CF-2009.

78 CRONOGRAMA DA CF 2007 Julho 2007: pedidos de material para a CF Editora Salesiana Fone (11) ou (11) – Fax (11) ou pelo Julho e agosto 2007: elaboração dos subsídios, gravação do CD e fita K-7 da CF-2008; remessa do Texto-base da CF-2008 para produção gráfica; encaminhamentos da CF-2008. Agosto a dezembro 2007: impressão e distribuição do material da CF-2008; gravação do “spot” para TV e do “jingle” para rádio da CF-2008; lançamento do Texto-base da CF-2008, em nível nacional e diocesano, encontro de formação nos Regionais e Dioceses.

79 E-mail vendaslivros@editorasalesiana.com.br
TELEFONE: (11) ou FAX: (11) Site: Departamento Comercial Rua Dom Bosco, 441 - Mooca São Paulo - SP

80 FRATERNIDADE E AMAZÔNIA “Vida e missão neste chão”
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2007 FRATERNIDADE E AMAZÔNIA “Vida e missão neste chão” CF 2007 Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

81 F I M CAMPANHA DA FRATERNIDADE SECRETARIA EXECUTIVA DA CF
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL CAMPANHA DA FRATERNIDADE SECRETARIA EXECUTIVA DA CF Fone: (61) Fax: (61) Site: Data Show elaborado por: Pe. José Carlos Dias Toffoli - Secretário Executivo da CF F I M


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