A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública A paz é fruto da justiça (Is 32,17) (Is 32,17) CNBB-Cáritas: Fraternidade.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública A paz é fruto da justiça (Is 32,17) (Is 32,17) CNBB-Cáritas: Fraternidade."— Transcrição da apresentação:

1 CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública A paz é fruto da justiça (Is 32,17) (Is 32,17) CNBB-Cáritas: Fraternidade Viva - Resumo do Texto Base CF 09 Apresentação de Pr. Gunther Zugbic e Ir. Petra Silvia Pfaller mc

2 VER

3 1. Porque Segurança Pública? O que é Segurança Pública? O que é Segurança Pública? O que temos a ver O que temos a ver com a Segurança Pública? com a Segurança Pública?

4 1. Porque Segurança Pública? Nossa sociedade se tornou cada vez mais insegura: diariamente ocorrem violências e injustiças as mais diversas. Nossa sociedade se tornou cada vez mais insegura: diariamente ocorrem violências e injustiças as mais diversas. Logo, a Quaresma com a CF 09 nos convida a uma profunda conversão para assumirmos juntos, num mutirão, a busca da paz, dom de Jesus, e nossa co-responsabilidade para a construção de um novo modelo de segurança pública e justiça na perspectiva de uma sociedade mais justa, solidária e segura. Logo, a Quaresma com a CF 09 nos convida a uma profunda conversão para assumirmos juntos, num mutirão, a busca da paz, dom de Jesus, e nossa co-responsabilidade para a construção de um novo modelo de segurança pública e justiça na perspectiva de uma sociedade mais justa, solidária e segura.

5 CF-09 Segurança Pública Para ser pública de fato, a segurança pública precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas, e não apenas para todas as pessoas. Para ser pública de fato, a segurança pública precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas, e não apenas para todas as pessoas. Ou ela é fruto da ação justa e solidária de todas as pessoas, ou não existirá nunca. Ou ela é fruto da ação justa e solidária de todas as pessoas, ou não existirá nunca.

6 Objetivo Geral da CF09 Suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança pública. Suscitar o debate sobre a segurança pública e contribuir para a promoção da cultura da paz nas pessoas, na família, na comunidade e na sociedade, a fim de que todos se empenhem efetivamente na construção da justiça social que seja garantia de segurança pública.

7 Objetivos específicos da CF-09 Objetivos específicos da CF-09 Pessoas possam reconhecer a violência e refletir a melhor maneira de resolver os problemas e promover a cultura da paz; Pessoas possam reconhecer a violência e refletir a melhor maneira de resolver os problemas e promover a cultura da paz; Denunciar crimes contra a ética na economia e na administração pública Denunciar crimes contra a ética na economia e na administração pública Fortalecer ações educativas e evangelizadora para superar a violência Fortalecer ações educativas e evangelizadora para superar a violência Denunciar o sistema punitivo brasileiro e incentivar as penas alternativas, fóruns de mediação de conflito e programas de estudo e profissionalização dos presos Denunciar o sistema punitivo brasileiro e incentivar as penas alternativas, fóruns de mediação de conflito e programas de estudo e profissionalização dos presos

8 Objetivos específicos da CF-09 Objetivos específicos da CF-09 Favorecer a criação e articulação de redes sociais e de políticas públicas em favor das superação da violência Favorecer a criação e articulação de redes sociais e de políticas públicas em favor das superação da violência Desenvolver ações que ajudem a superar as causas da insegurança e da violência Desenvolver ações que ajudem a superar as causas da insegurança e da violência Animar e organizar ações solidárias em favor das vítimas Animar e organizar ações solidárias em favor das vítimas Conhecer e avaliar os novos conceitos e políticas de segurança pública e justiça Conhecer e avaliar os novos conceitos e políticas de segurança pública e justiça

9 2. Como está a vida 2. Como está a vida em sua Comunidade? em sua Comunidade?

10 Para refletir Para refletir 1. Os espaços de vida comunitária estão aumentando ou diminuindo em seu ambiente de convivência? De que comunidades você participa? 2. O que predomina, em sua realidade: o medo ou a segurança? Por quê? 3. Existe o hábito de enfrentar os conflitos? Como? Com que resultados?

11 Comunidades: Comunidades: Comunidades: –bairro, vila rural, religiosa, trabalho, esportiva, escolar, universitária, artística etc. Elas contribuem para a qualidade de vida de todos os membros? Ou as relações são superficiais? Elas contribuem para a qualidade de vida de todos os membros? Ou as relações são superficiais? Dificuldades no trabalho e para a sobrevivência fazem as pessoas cuidarem de si, deixando a comunidade para Deus. Dificuldades no trabalho e para a sobrevivência fazem as pessoas cuidarem de si, deixando a comunidade para Deus.

12 Comunidades Insegurança e sensação de medo justificam defesa a qualquer custo? Insegurança e sensação de medo justificam defesa a qualquer custo? Como esse grupos de comunidade podem se organizar para enfrentar de forma construtiva os conflitos? Como esse grupos de comunidade podem se organizar para enfrentar de forma construtiva os conflitos?

13 3. Quem e o quê fazem aumentar a insegurança? A insegurança é fruto da violência que toma conta da sociedade, ou existem também forças interessadas em aumentar a insegurança e o medo? A insegurança é fruto da violência que toma conta da sociedade, ou existem também forças interessadas em aumentar a insegurança e o medo? É possível vencer esse medo? Como? É possível vencer esse medo? Como?

14 A quem interessa a insegurança? Há grupos econômicos que ganham com o desemprego estrutural, com a instabilidade do trabalho. É muito bom para os empregadores que os trabalhadores tenham medo de perder o emprego e que o desemprego os força a trabalhar a qualquer preço. Há grupos econômicos que ganham com o desemprego estrutural, com a instabilidade do trabalho. É muito bom para os empregadores que os trabalhadores tenham medo de perder o emprego e que o desemprego os força a trabalhar a qualquer preço. Outra fonte estrutural de insegurança é a falta limites de propriedades: em decorrência, os que têm dinheiro aumentam e defendem muitas vezes seus privilégios como direitos e a satisfação dessa ganância o aumento da insegurança de vida dos pobres. Outra fonte estrutural de insegurança é a falta limites de propriedades: em decorrência, os que têm dinheiro aumentam e defendem muitas vezes seus privilégios como direitos e a satisfação dessa ganância o aumento da insegurança de vida dos pobres. Estrutural é também a discriminação étnica e racial que atinge os povos indigenas, os ciganos, os quilombolas e os afrodescentes. Os mesmos que insistem que não há racismo, invadem territórios indígenas ou de quilombolas. Na ideologia de que, no Brasil todos tiveram e têm oportunidades, culpam e criminalizam os pobres como pessoas que não prestam. Estrutural é também a discriminação étnica e racial que atinge os povos indigenas, os ciganos, os quilombolas e os afrodescentes. Os mesmos que insistem que não há racismo, invadem territórios indígenas ou de quilombolas. Na ideologia de que, no Brasil todos tiveram e têm oportunidades, culpam e criminalizam os pobres como pessoas que não prestam.

15 A quem interessa a insegurança? A insegurança é vantajosa para: A insegurança é vantajosa para: –Grandes proprietários de terra –Empresários –Banqueiros –A Mídia –Criminosos do colarinho branco –Políticos que ganham votos com políticas de endurecimento policial e penal, militarizando e desdemocratizando o país, aumentando assim as possibilidades de corrupção –O tráfico de drogas, armas, pessoas e órgãos, o crime e a delinqüência organizados no atacado e no varejo. –Pessoas violentas e corruptas, igualmente no povo comum. _ Todos que não tem como explicar a origem da riqueza e do poder concentrada em suas mãos.

16 Sensação de insegurança Os meios de comunicação incentivam a sensação de insegurança, falando e encenando crimes, para criar e aumentar seus lucros. Os meios de comunicação incentivam a sensação de insegurança, falando e encenando crimes, para criar e aumentar seus lucros.

17 3. Repressão e prisões resolvem? 50% dos presos do país poderiam estar livres se a justiça funcionasse 50% dos presos do país poderiam estar livres se a justiça funcionasse

18 Para refletir Para refletir 1. O que cada pessoa pensa sobre o uso de armas, repressão e cadeia? Resolve? 2. O que ajuda a melhorar a segurança na vida das pessoas e comunidades? Por que? 3. O que fazer para que não fiquem presos os que são inocentes ou os que têm direito a responder o processo em liberdade?

19 Repressão e prisões resolvem? Temos tantos presos por falta de advogados ou para a estratégia da criação de medo e sensação de insegurança? Temos tantos presos por falta de advogados ou para a estratégia da criação de medo e sensação de insegurança?

20 Repressão e prisões resolvem? A segurança não melhora, apenas com A segurança não melhora, apenas com * Mais polícia na rua * Mais polícia na rua * Mais presídios * Leis mais duras

21 Repressão e prisões resolvem? Seria melhor termos: Seria melhor termos: –Reeducação das polícias –Polícia comunitária –Mediação de conflito e Justiça Restaurativa –Reflexão sobre as causas da insegurança –Políticas sociais, de solidariedade e de justiça social –Conselhos autônomos de Segurança Pública

22 5. O que é Segurança Pública? 5. O que é Segurança Pública? 1. O que você pensa que deve ser a Segurança Pública? Quem é responsável por ela? 2. Essa prática da prevenção é o melhor caminho para se ter segurança? Por quê? 3. Seria bom que sua comunidade fizesse parte de um plano de segurança pública?

23 Segurança Pública é a garantia dos direitos de todos numa sociedade, ela precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas, e não apenas para todas as pessoas. Segurança Pública é a garantia dos direitos de todos numa sociedade, ela precisa ser de todas as pessoas e feita por todas as pessoas, e não apenas para todas as pessoas. Deve ser assumida Deve ser assumida pelas comunidades, pelas comunidades, organizações, organizações, entidades, igrejas e entidades, igrejas e movimentos sociais. movimentos sociais.

24 Papel da Força de Segurança A Força de A Força de Segurança deve Segurança deve promover: promover: –Igualdade –Cidadania –Superação do ódio, da falta de respeito, lógica da vingança, da agressividade e da tortura.

25 Segurança Pública também é Prevenção Todos precisam colaborar com a prevenção à violência e ao crime. Todos precisam colaborar com a prevenção à violência e ao crime. A prevenção à violência e ao crime envolve toda a sociedade e os 3 níveis de poder (municipal, estadual e federal) e a cooperação de todos é a palavra chave. A prevenção à violência e ao crime envolve toda a sociedade e os 3 níveis de poder (municipal, estadual e federal) e a cooperação de todos é a palavra chave. Requer principalmente políticas públicas e ações comunitárias que melhoram a qualidade de vida pessoal, social e comunitária das pessoas Requer principalmente políticas públicas e ações comunitárias que melhoram a qualidade de vida pessoal, social e comunitária das pessoas Requer a criação e participação de conselhos comunitários autônomos de segurança pública, dos conselhos e gabinetes municipais e estaduais integrados de segurança pública, bem como audiências públicas. Requer a criação e participação de conselhos comunitários autônomos de segurança pública, dos conselhos e gabinetes municipais e estaduais integrados de segurança pública, bem como audiências públicas.

26 Prevenção : primária – secundária – terciária A prevenção deve se dar em 3 níveis: A prevenção deve se dar em 3 níveis: Prevenção primária: –Evitar a proliferação de violência e crime por políticas de direitos humanos econômicos, sociais, culturais, ambientais, individuais e coletivas das pessoas, principalmente de grupos menos favorecidos; –ações específicas de segurança pública por diminuição de fatores ambientais de risco e de aumento de proteção de vida;

27 Prevenção primária – secundária – terciária Prevenção secundária: Vigiar e intervir: Atuação da comunidade junto com a polícia comunitária (policiamento comunitário) e de resolução de problemas, mediação de conflitos e Justiça Restaurativa, atenção aos jovens em situação de risco, liberdade assistida, programas de redução de dano para dependentes de álcool e droga etc.. Prevenção Terciária: Reprimir e recuperar: Atuação da polícia repressiva e justiça criminal, execução penal apoiada por programas de assistência jurídica, de saúde, educação, profissionalização, trabalho, cultura e lazer, individual e comunitária, social e religiosa, bem como apoio aos egressos do sistema prisional. Maior aplicação de penas alternativas por serviço comunitário e de solidariedade.

28 JULGAR JULGAR

29 1. Deus é justo e deseja filhos justos Deus se posiciona contra a injustiça. Deus se posiciona contra a injustiça. Sua aliança está assentada na justiça, na igual dignidade dos filhos e filhas. Sua aliança está assentada na justiça, na igual dignidade dos filhos e filhas.

30 A Paz e fruto da justiça A paz é fruto do amor Shalom Amor entre os filhos de Deus conduz à Paz, ao Shalom Amor entre os filhos de Deus conduz à Paz, ao Shalom Shalom= bem-estar, felicidade, saúde, segurança, relações equilibradas e harmonia consigo mesmo. Shalom= bem-estar, felicidade, saúde, segurança, relações equilibradas e harmonia consigo mesmo.

31 Todo ato de injustiça e desamor é ofensa a Deus e fonte de violência. Todo ato de injustiça e desamor é ofensa a Deus e fonte de violência.

32 A Paz e fruto da A Paz e fruto da justiça justiça A paz é fruto do A paz é fruto do amor amor No Sermão da Montanha Jesus mostra que é preciso quebrar a rede de ódio e de vingança que existe na sociedade. Ele propõe uma nova atitude diante do mal. No Sermão da Montanha Jesus mostra que é preciso quebrar a rede de ódio e de vingança que existe na sociedade. Ele propõe uma nova atitude diante do mal.

33 A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser guardiã e construtora da paz. A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser guardiã e construtora da paz.

34 2. Jesus Cristo e a construção da segurança pública Jesus foi considerado uma ameaça e perseguido, foi traído, preso, julgado e executado, vítima de um sistema e de funcionários de segurança pública violentos e corruptos a serviço de uma elite a-social e de uma religião legalista e moralista. Jesus foi considerado uma ameaça e perseguido, foi traído, preso, julgado e executado, vítima de um sistema e de funcionários de segurança pública violentos e corruptos a serviço de uma elite a-social e de uma religião legalista e moralista. Foi tratado com violência se falei mal, mostra-me o que falei mal; se falei certo, porque me bates? (Jo 19, 1-3) Foi tratado com violência se falei mal, mostra-me o que falei mal; se falei certo, porque me bates? (Jo 19, 1-3) Mesmo assim disse Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem! (Lc 23,34) Mesmo assim disse Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem! (Lc 23,34)

35 A construção da paz e da sociedade segura somente será possível quando: as pessoas viverem o mandamento do amor segundo o critério de Jesus, como entrega de si mesmo, perdão, serviço e gratuidade; as pessoas viverem o mandamento do amor segundo o critério de Jesus, como entrega de si mesmo, perdão, serviço e gratuidade; constroem com valores do Reino de Deus estruturas de uma nova sociedade. constroem com valores do Reino de Deus estruturas de uma nova sociedade.

36 Jesus Cristo e a construção da segurança pública Onde há injustiças e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais, rejeita- se o Senhor e seu dom da paz. Onde há injustiças e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais, rejeita- se o Senhor e seu dom da paz. A Eucaristia e a transformação social A Eucaristia e a transformação social

37 Comunidades que fermentam Para haver segurança Pública é preciso que o exercício do poder supere a forma da opressão, da busca do interesse próprio e de grupos privilegiados. Só quando o poder significar ação em favor do outro e serviço em vista do bem comum haverá segurança e paz. Para haver segurança Pública é preciso que o exercício do poder supere a forma da opressão, da busca do interesse próprio e de grupos privilegiados. Só quando o poder significar ação em favor do outro e serviço em vista do bem comum haverá segurança e paz.

38 A Paz e segurança, mais do que discursos devem ser expressão de uma cultura; isto é, tornar-se uma mentalidade que marque as pessoas. Para isso, será preciso: 1.Cuidar para que a família seja um ambiente em que se aprenda a ser verdadeiramente humano; 2.Fazer que o amor-caridade seja o critério de julgamento, trabalhando sempre em favor da superação dos problemas e conflitos, em vista de uma sociedade justa e segura; 3.Promover a não-violência ativa, que inclui a objeção de consciência e a desobediência civil como formas legítimas de luta; 4.Promover e valorizar as pessoas que agem com boa vontade, já que Deus age ao lado deles, não em seu lugar. Comunidades que fermentam

39 Agir

40 Principais causas a serem enfrentadas Centralização econômico-financeira Centralização econômico-financeira Injustiça social Injustiça social Desvalorização da pessoa humana e sua dignidade Desvalorização da pessoa humana e sua dignidade Pobreza, miséria, fome e exclusão social Pobreza, miséria, fome e exclusão social Educação de má qualidade Educação de má qualidade Meios de comunicação social Meios de comunicação social Individualismo e subjetivismo Individualismo e subjetivismo Falta de construção de um novo modelo de segurança publica, justiça penal e social. Falta de construção de um novo modelo de segurança publica, justiça penal e social.

41 Ações de combate à violência Ações contra a violência em geral Ações contra a violência em geral Ações comunitárias Ações comunitárias Ações educativas Ações educativas

42 Ações de combate à violência Cada comunidade precisa organizar-se para estar atenta, analisar e organizar ações para superar práticas de violências e conflitos existentes. Cada comunidade precisa organizar-se para estar atenta, analisar e organizar ações para superar práticas de violências e conflitos existentes. A Igreja, Paróquias, CEBs, Movimentos e Pastorais podem e devem colaborar ativamente na criação, organização e articulação de grupos de reflexão e ação. A Igreja, Paróquias, CEBs, Movimentos e Pastorais podem e devem colaborar ativamente na criação, organização e articulação de grupos de reflexão e ação.

43 Ações locais Ações locais Existem boas iniciativas para se superar as práticas de violência e conflitos existentes. Todas elas nasceram com a criação de grupos de reflexão e atuação. Pode haver grupos que refletem a violência em geral, mas também grupos com enfoques específicos: Existem boas iniciativas para se superar as práticas de violência e conflitos existentes. Todas elas nasceram com a criação de grupos de reflexão e atuação. Pode haver grupos que refletem a violência em geral, mas também grupos com enfoques específicos: - Violência e Tráfico de drogas, armas, pessoas e órgãos Tráfico de drogas, armas, pessoas e órgãos Crimes contra a pessoa Crimes contra a pessoa Direitos econômicos, sociais, culturais, ambientais, individuais e coletivos Direitos econômicos, sociais, culturais, ambientais, individuais e coletivos Trânsito Trânsito Família e de gênero Família e de gênero Juventude Juventude Grupos vulneráveis e populações tradicionalmente excluídas Grupos vulneráveis e populações tradicionalmente excluídas Meios de comunicação social Meios de comunicação social

44 Ações locais Ações locais Avaliação e colaboração crítica com os novos conceitos de segurança pública e justiça cidadã, comunitária e democrática. Avaliação e colaboração crítica com os novos conceitos de segurança pública e justiça cidadã, comunitária e democrática. Criação de redes, as quais enviariam representantes para participar dos conselhos de segurança pública ou gabinete de gestão integrada, audiências públicas e conferências municipais e estaduais de segurança pública (Políticas Públicas municipais e estaduais). Criação de redes, as quais enviariam representantes para participar dos conselhos de segurança pública ou gabinete de gestão integrada, audiências públicas e conferências municipais e estaduais de segurança pública (Políticas Públicas municipais e estaduais).

45

46 Compromisso com a Segurança Segurança é uma conquista e uma construção histórica, um compromisso e a responsabilidade de cada pessoa, de cada grupo, de cada comunidade. Segurança é uma conquista e uma construção histórica, um compromisso e a responsabilidade de cada pessoa, de cada grupo, de cada comunidade. Violência não se vence com violência, nem segurança pública se conquista com armas! Violência não se vence com violência, nem segurança pública se conquista com armas!

47 Ações educativas: Consciência de que a família = ambiente para educação da cultura da paz. Consciência de que a família = ambiente para educação da cultura da paz. Atuar com a CF nas escolas, Segurança Pública como eixo transversal. Atuar com a CF nas escolas, Segurança Pública como eixo transversal. Campanhas de conscientização com o apoio do governo e dos Meios de Comunicação Campanhas de conscientização com o apoio do governo e dos Meios de Comunicação Campanhas a partir das dioceses e paróquias Campanhas a partir das dioceses e paróquias Campanhas de desarmamento Campanhas de desarmamento

48 Falência do modelo penal Pena = multa ou reclusão Pena = multa ou reclusão Multa – legalidade ligada ao pagamento e não à mudança de comportamento. Multa – legalidade ligada ao pagamento e não à mudança de comportamento. Pena – a pessoa humana (suspeito, ofensor e vítima) não é vista em sua dignidade e é desrespeitada em todos os sentidos. Pena – a pessoa humana (suspeito, ofensor e vítima) não é vista em sua dignidade e é desrespeitada em todos os sentidos.

49 Elementos de luta para um novo modelo penal Devemos trabalhar em favor da criação, ampliação e aplicação das penas alternativas. Devemos trabalhar em favor da criação, ampliação e aplicação das penas alternativas. Formação e valorização das Comissões de Justiça e Paz e Comissões de DH Formação e valorização das Comissões de Justiça e Paz e Comissões de DH Lutar pela mudança no Código Penal e Código do Processo Penal = prevê privilégios oligárquicos Lutar pela mudança no Código Penal e Código do Processo Penal = prevê privilégios oligárquicos Univ. Católicas incluírem disciplinas: DH e visão crítica dos códigos penais Univ. Católicas incluírem disciplinas: DH e visão crítica dos códigos penais Criação, reforço e valorização da Pastoral Social, em particular da Pastoral Carcerária e da Pastoral do Menor. Criação, reforço e valorização da Pastoral Social, em particular da Pastoral Carcerária e da Pastoral do Menor. Analisar com critérios cristãos as propostas do SUSP, Pronasci e Sistema Nacional de Proteção de Direitos Humanos Analisar com critérios cristãos as propostas do SUSP, Pronasci e Sistema Nacional de Proteção de Direitos Humanos

50 Colaboração básica das dioceses e comunidades Polícia: Colaborar com a criação e fomentação dos Conselhos Comunitários Autônomos de Segurança Pública e participar. Solicitar em seguida a implantação da Polícia comunitária (policiamento comunitário). Justiça: Solicitar e colaborar com a criação de serviços de mediação de conflito no Bairro: Justiça Comunitária de mediação de conflitos e Terapia Comunitária; formar promotores legais populares, principalmente entre jovens e mulheres. Luta pelo fortalecimento das defensorias públicas

51 Colaboração básica das dioceses e comunidades: Colaboração básica das dioceses e comunidades: Sistema Penitenciário e Medidas Sócio-educativas Sistema Penitenciário e Medidas Sócio-educativas a) C riar e fortalecer a Pastoral Carcerária em cada paróquia para acompanhar os presos, egressos, familiares e os apenados com pena alternativa. Lutar pela criação e participação dos Conselhos da Comunidade da Execução Penal em cada comarca. b) Criar e fortalecer a Pastoral do Menor em cada paróquia para acompanhar os adolescentes infratores de lei sob medida sócio-educativa em regime de internação ou em meio aberto, bem como suas famílias. Participar do Conselho Tutelar municipal. c) Constituir uma Pastoral de Conjunto para visitar e acompanhar os seus adolescentes internados, adultos presos, suas famílias e os egressos dessas instituições de internação e prisão, mesmo que em outra cidade.

52 Ações propostas para melhoria da segurança Pública Melhorar: Iluminação das ruas Controle do trânsito Controle do tráfico de drogas Moradias Lei Seca e Desarmamento Reduzir a Violência doméstica Incentivo a programas como Ética na TV Incentivo de programas de Proteção à Família Lei de Responsabilidade Social Mapeamento das forças Comunitárias Colaboração de Universitários Apoio às crianças em fase escolar Noções de justiça penal no material didático Promotores populares de direito Polícia: Uso de armas não letais Polícia Comunitária Formação Continuada Controle externo da Polícia Combate à corrupção Reforma da Justiça Comunitária Melhores condições de trabalho e salariais

53 Propostas para melhoria da Segurança Pública Implantar: Ações permanentes pela paz; Terapia Comunitária Atendimento às vítimas de violência Mediação de conflitos Penas alternativas Justiça Restaurativa Conselhos da Comunidade Mini-presídios Individualização da pena Vagas limitadas no sistema prisional Lutar por: Defensoria Pública Educação para a paz Lazer e cultura Moradia digna Profissionalização da Juventude Respeito ao ECA Segurança Pública cidadã Apoio às famílias dos presos Sistema prisional = re-humanização Não ao endurecimento das penas Re-integração do Egresso

54 Sugestão: Estudar, para conhecer e ver suas possibilidades de ação. A íntegra das propostas está em arquivo Word disponível no site da PCr: A íntegra das propostas está em arquivo Word disponível no site da PCr: na seção Formação sob o título: Segurança Pública – Propostas de ação

55 O que você precisa fazer para ser construtor da paz? Em que precisa mudar?

56 Que tipo de ações educativas serão implementadas em sua comunidade, bairro, paróquia e diocese? Em parceria com quem? Como você e sua comunidade participarão?

57 A tua comunidade visita a cadeia?

58 ORAÇÃO DA CF 2009 Bom é louvar-vos, Senhor, nosso Deus, nosso Deus, que nos abrigais à sombra de vossas asas, de vossas asas, defendeis e protegeis a todos nós, vossa família, como uma mãe, que cuida e guarda seus filhos. 58

59 ORAÇÃO DA CF 2009 Nesse tempo em que nos chamais à conversão, à esmola, ao jejum, à oração e à penitência, pedimos perdão pela violência e pelo ódio que geram medo e insegurança. Senhor, que a vossa graça venha até nós e transforme nosso coração. 59

60 ORAÇÃO DA CF 2009 Abençoai a vossa Igreja e o vosso povo, para que a Campanha da Fraternidade seja um forte instrumento de conversão. Sejam criadas as condições necessárias para que todos vivamos em segurança, na paz e na justiça que desejais. Amém. 60

61 CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública A paz é fruto da justiça (Is 32,17) (Is 32,17) CNBB-Cáritas: Fraternidade Viva - Resumo do Texto Base CF 09 Apresentação de Pr. Gunther Zugbic e Ir. Petra Silvia Pfaller mc


Carregar ppt "CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública CF 2009: Fraternidade e Segurança Pública A paz é fruto da justiça (Is 32,17) (Is 32,17) CNBB-Cáritas: Fraternidade."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google