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Julgar. 1. Deus é justo e deseja filhos justos Deus se posiciona contra a injustiça. Deus se posiciona contra a injustiça. Sua aliança está assentada.

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1 Julgar

2 1. Deus é justo e deseja filhos justos Deus se posiciona contra a injustiça. Deus se posiciona contra a injustiça. Sua aliança está assentada no amor, na justiça, na libertação para a igual dignidade dos filhos e filhas. Sua aliança está assentada no amor, na justiça, na libertação para a igual dignidade dos filhos e filhas.

3 A Paz é fruto da Justiça (Is.32,17) A Paz é fruto da Justiça (Is.32,17) Jesus Cristo sempre se posicionou contra a injustiça por ser causa de divisão, violência, morte. Jesus Cristo sempre se posicionou contra a injustiça por ser causa de divisão, violência, morte. Sua aliança está sempre na construção de relações baseadas no amor, na justiça, na igual dignidade. Só o amor cria paz e segurança. Julgar

4 Podem contar com o Senhor as pessoas que nele confiam. Ele enviará seu anjo para protegê-las, mantendo-as em plena segurança, reza o Salmo 91(90) Podem contar com o Senhor as pessoas que nele confiam. Ele enviará seu anjo para protegê-las, mantendo-as em plena segurança, reza o Salmo 91(90) Confiar em Deus e amar os irmãos e irmãs conduzem à paz, ao Shalom. Confiar em Deus e amar os irmãos e irmãs conduzem à paz, ao Shalom. A palavra Shalom resume tudo que Deus quer oferecer quando faz aliança com seu povo. A palavra Shalom resume tudo que Deus quer oferecer quando faz aliança com seu povo. Julgar

5 A Paz é fruto da justiça, do amor shalom Amor entre os filhos de Deus conduz à Paz, ao Shalom. Amor entre os filhos de Deus conduz à Paz, ao Shalom.

6 Paz é conceito básico na Bíblia. A palavra hebraica Shalom é saudação que comunica uma paz completa, resumo de tudo de bom que Deus quer oferecer quando faz aliança com o povo. É um termo que aparece na Escritura 239 vezes. Abrange tudo: bem estar, felicidade, saúde, segurança, relações sociais equilibradas, harmonia consigo mesmo, com o próximo e com Deus. (Sl 85,9). Aparta-te do mal e faze o bem: Busca a paz e vai atrás dela. (Sl 34,15). A Paz é fruto da justiça, do amor shalom

7 Todo ato de injustiça e desamor é ofensa a Deus e fonte de violência. Todo ato de injustiça e desamor é ofensa a Deus e fonte de violência.

8 A Paz é fruto da justiça - A paz é fruto do amor: No Sermão da Montanha Jesus mostra que é preciso quebrar a rede de ódio e de vingança que existe na sociedade. Ele propõe uma nova atitude diante do mal. No Sermão da Montanha Jesus mostra que é preciso quebrar a rede de ódio e de vingança que existe na sociedade. Ele propõe uma nova atitude diante do mal. Para participar das bem-aventurança do Reino, deve-se pagar o mal com o bem, buscar não a vingança, mas o perdão, descobrir que a justiça do Reino vai além da justiça das pessoas humanas Mt18, : Mt18, : Fazer-se crian ç a – perante a fragilidade dos pequenos e não desprezar nenhum dos pequenos, bem como perdoar sempre.

9 A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser guardiã e construtora da paz. A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser guardiã e construtora da paz.

10 Para refletir: 1. O que leva as pessoas e comunidades ao Shalom? 2. O que significa a comunidade viver a exemplo de Jesus? Em que isso ajuda a construir segurança pública?

11 2. Jesus Cristo - Príncipe da Paz - e a construção da segurança pública Jesus, foi frequentemente perseguido, foi traído, preso, julgado e executado, vítima de um sistema e de funcionários de segurança pública violentos e corruptos a serviço de uma elite a-social e de uma religião legalista e moralista. Jesus, foi frequentemente perseguido, foi traído, preso, julgado e executado, vítima de um sistema e de funcionários de segurança pública violentos e corruptos a serviço de uma elite a-social e de uma religião legalista e moralista. Foi tratado com violência e reagiu na espiritualidade da não-violência ativa: Se falei mal, mostra-me o que falei mal; se falei certo, porque me bates? (Jo 19, 1-3) Foi tratado com violência e reagiu na espiritualidade da não-violência ativa: Se falei mal, mostra-me o que falei mal; se falei certo, porque me bates? (Jo 19, 1-3) Mesmo assim disse Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem! (Lc 23,34) Mesmo assim disse Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem! (Lc 23,34)

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13 A construção da paz e da sociedade segura somente será possível quando: as pessoas viverem o mandamento do amor segundo o critério de Jesus, como entrega de si mesmo, perdão, serviço e gratuidade; as pessoas viverem o mandamento do amor segundo o critério de Jesus, como entrega de si mesmo, perdão, serviço e gratuidade; constroem com valores do Reino de Deus estruturas de uma nova sociedade. constroem com valores do Reino de Deus estruturas de uma nova sociedade.

14 EUCARISTIA Oração Eucarística VIII: Oração Eucarística VIII: Nós vos agradecemos, Deus Pai todo poderoso, e por causa de vossa ação no mundo vos louvamos pelo Senhor Jesus. No meio da humanidade, dividida em continua discórdia, sabemos por experiência que sempre levais as pessoas a procurar a reconciliação. Vosso Espírito Santo move os corações, de modo que os inimigos voltem à amizade, Por tudo de bom que fazeis, Deus de misericórdia, não podemos deixar de vos louvar e agradecer.Nós vos agradecemos, Deus Pai todo poderoso, e por causa de vossa ação no mundo vos louvamos pelo Senhor Jesus. No meio da humanidade, dividida em continua discórdia, sabemos por experiência que sempre levais as pessoas a procurar a reconciliação. Vosso Espírito Santo move os corações, de modo que os inimigos voltem à amizade, os adversários se dêem as mãos e os povos procurem reencontrar a paz. Sim, ó Pai, porque é obra vossa que a busca da paz vença os conflitos, que o perdão supere o ódio e a vingança dê lugar à reconciliação. Por tudo de bom que fazeis, Deus de misericórdia, não podemos deixar de vos louvar e agradecer. Oração Eucarística VIII. Sobre a reconciliação 2: Missal, pag. 871 Oração Eucarística VIII. Sobre a reconciliação 2: Missal, pag. 871

15 Jesus Cristo e a construção da segurança pública: a Eucaristia – missa/missão – para a transformação social A paz é fruto da Justiça (Is 32,17). A paz é fruto da Justiça (Is 32,17). Onde há injustiças e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais, rejeita-se o Senhor e seu dom da paz. Onde há injustiças e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais, rejeita-se o Senhor e seu dom da paz. A paz é tarefa, conquista permanente, e os cristão devem ser seus artesãos. A paz é tarefa, conquista permanente, e os cristão devem ser seus artesãos.

16 Missão da Igreja: Comunidades que fermentam Promovem a Cultura da Paz: Promovem a Cultura da Paz: –Poder = serviço em vista do bem comum. –Segurança pública = o exercício do poder superando a forma da opressão, da busca do interesse próprio ou de grupos privilegiadas.

17 Para isso será preciso: 1.Cuidar para que a família seja um ambiente em que se aprenda a ser verdadeiramente humano; 2.Fazer que o amor-caridade seja o critério de julgamento, trabalhando sempre em favor da superação dos problemas e conflitos, em vista de uma sociedade justa e segura; 3.Promover a não-violência ativa, que inclui a objeção de consciência e a desobediência civil como formas legítimas de luta; 4.Promover e valorizar as pessoas que agem com boa vontade, já que Deus age ao lado deles, não em seu lugar. 5.Empenho e colaboração para construção das novas políticas, instrumentos e ações de segurança pública A paz e a segurança devem ser expressão de uma cultura, uma mentalidade que marque o modo de pensar, de sentir e de agir de todas as pessoas

18 Para isso será preciso: 1.Família = ambiente em que se aprenda a ser verdadeiramente humano; 2.Amor-caridade como critério de julgamento, superação dos problemas e conflitos, sociedade justa e segura; 3.Não-violência ativa; 4.Valorizar as pessoas de boa vontade, já que Deus age ao lado deles. 5.Construção das novas políticas, instrumentos e ações de segurança pública A paz e a segurança devem ser expressão de uma cultura, uma mentalidade

19 Missão da Igreja: Comunidades que fermentam assumem um compromisso pelos os excluídos - Bento XVI: solicitude pelos presos A tradição espiritual da Igreja, na esteira duma concreta afirmação de Cristo (Mt 25, 36), individuou Aqueles que se encontram nesta situação têm particularmente necessidade de ser visitados pelo próprio Senhor no sacramento da Eucaristia; experimentar a solidariedade da comunidade eclesial, participar na Eucaristia e receber a sagrada comunhão num período da vida tão especial e doloroso pode seguramente contribuir para a qualidade do seu caminho de fé e favorecer a plena recuperação social da pessoa. Interpretando votos formulados na assembléia sinodal, peço às dioceses para providenciarem que haja, na medida do possível, um conveniente investimento de forças na atividade pastoral dedicada A tradição espiritual da Igreja, na esteira duma concreta afirmação de Cristo (Mt 25, 36), individuou na visita aos presos uma das obras de misericórdia corporais. Aqueles que se encontram nesta situação têm particularmente necessidade de ser visitados pelo próprio Senhor no sacramento da Eucaristia; experimentar a solidariedade da comunidade eclesial, participar na Eucaristia e receber a sagrada comunhão num período da vida tão especial e doloroso pode seguramente contribuir para a qualidade do seu caminho de fé e favorecer a plena recuperação social da pessoa. Interpretando votos formulados na assembléia sinodal, peço às dioceses para providenciarem que haja, na medida do possível, um conveniente investimento de forças na atividade pastoral dedicada ao cuidado espiritual dos presos. EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL. SACRAMENTUM CARITATIS. DE SUA SANTIDADE BENTO XVI AO EPISCOPADO, AO CLERO ÀS PESSOAS CONSAGRADAS, E AOS FIÉIS LEIGOS, SOBRE A EUCARISTIA, FONTE E ÁPICE DA VIDA E DA MISSÃO DA IGREJA, nº 59.

20 Documento de Aparecida: A solicitude pelos presos Recomenda-se às Conferencias episcopais e Dioceses fomentar as comissões de Pastoral Carcerária, que sensibilizem a sociedade sobre a grave problemática carcerária, estimulem processos de reconciliação dentro do recinto penitenciário e incidam nas políticas locais e nacionais no que se refere à segurança cidadã e à problemática penitenciária. Recomenda-se às Conferencias episcopais e Dioceses fomentar as comissões de Pastoral Carcerária, que sensibilizem a sociedade sobre a grave problemática carcerária, estimulem processos de reconciliação dentro do recinto penitenciário e incidam nas políticas locais e nacionais no que se refere à segurança cidadã e à problemática penitenciária. V conferencia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Numero 430, página 191. V conferencia Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe. Numero 430, página 191.

21 Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil É preciso visitar, entre outros, os locais de trabalho, as moradias de estudantes, as favelas e os cortiços, os alojamentos de trabalhadores, as prisões e os albergues.É preciso visitar, entre outros, os locais de trabalho, as moradias de estudantes, as favelas e os cortiços, os alojamentos de trabalhadores, as prisões e os albergues. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil Documentos da CNBB. Numero 119, pag. 96. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil Documentos da CNBB. Numero 119, pag. 96.

22 Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil Incrementar ainda mais a presença pastoral junto aos presidiários, ajudando a dar às penas um caráter curativo e corretivo, visando à reintegração ao meio social. Colaborar no cuidados com a saúde mental e o equilíbrio humano, dos presidiários e presidiárias, estabelecendo, por exemplo, atividades ocupacionais e penas alternativas.Incrementar ainda mais a presença pastoral junto aos presidiários, ajudando a dar às penas um caráter curativo e corretivo, visando à reintegração ao meio social. Colaborar no cuidados com a saúde mental e o equilíbrio humano, dos presidiários e presidiárias, estabelecendo, por exemplo, atividades ocupacionais e penas alternativas. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil Documentos da CNBB. Letra i, pag Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil Documentos da CNBB. Letra i, pag. 135.

23 Para refletir 1. Em que e como a prática de Jesus ajuda a construir segurança pública? 2. De que modo as comunidades de seguidores de Jesus são fermento de sociedades seguras?


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