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FORO DE ECONOMIA SOLIDARIA Y COMERCIO JUSTO Economia Solidária: construindo coletivamente as lutas e as ações rumo a um outro desenvolvimento Rosana Pontes.

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1 FORO DE ECONOMIA SOLIDARIA Y COMERCIO JUSTO Economia Solidária: construindo coletivamente as lutas e as ações rumo a um outro desenvolvimento Rosana Pontes Coordenação Nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária Fórum da Economia Popular Solidária de Pernambuco Assunção, 31 de maio de 2008

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3 Uma Economia que tem a sua centralidade no ser humano. Uma a economia que está a serviço da vida em todas as suas dimensões. Uma Economia que tem a sua centralidade no ser humano. Uma a economia que está a serviço da vida em todas as suas dimensões.

4 A economia solidária é um instrumento de acesso a direitos, pois apresenta uma alternativa viável a geração de trabalho e renda, a satisfação direta das necessidades de todas as pessoas, mostrando que é possível organizar a produção e a reprodução da sociedade de modo a eliminar as desigualdades materiais e difundir os valores da solidariedade humana.

5 A Economia Solidária constitui o fundamento de uma globalização humanizadora, de um desenvolvimento sustentável, socialmente justo e voltado para a satisfação racional das necessidades de cada um e de todos os cidadãos da Terra seguindo um caminho intergeracional de desenvolvimento sustentável na qualidade de sua vida. Carta de Princípios do FBES

6 A IV Plenária Nacional de Economia Solidária Junho/ 2006: início da construção da IV Plenária 2 Reunião da Coordenação Nacional 5 encontros regionais de reestruturação Discussões nos Fóruns Estaduais 5 Seminários regionais Rumo à IV Plenária 130 atividades preparatórias às Plenárias Estaduais 25 plenárias estaduais

7 Rumo à IV Plenária Nacional de Economia Solidária Participação de 4mil representantes de empreendimentos econômicos solidários, entidades de assessoria e gestores

8 Documentos Sistematização dos debates de reestruturação Levantamento das deliberações dos encontros de economia solidária Documento-base para as plenárias estaduais Caderno de Aprofundamento aos debates Rumo à IV Plenária Nacional de Economia Solidária Textos de contribuição aos debates Documento-base da IV Plenária Nacional de Economia Solidária Relatório da IV Plenária Nacional de Economia Solidária

9 IV Plenária Nacional Economia Solidária Projeto de Desenvolvimento Bandeiras de lutas prioritárias Estrutura e funcionamento do FBES

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11 Prioridades do FBES Formação Marco legal Finanças solidárias Produção, comercialização e consumo solidários

12 Formação Que contribua com a leitura crítica sobre a sociedade e promova transformações nos sujeitos e na realidade, rompendo com as desigualdades, incentivando a participação política e social, e promovendo a difusão de conceitos e terminologias coerentes com os princípios da economia solidária.

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14 Formação Bandeiras Realizar ações de formação junto aos/às trabalhadores/as do movimento de Economia Solidária e estimular seu ingresso no ensino formal e técnico Articular e fomentar a Rede de Formadores em Economia Solidária Pelo financiamento público a pesquisas e tecnologias para melhoria da produção e outras temáticas da economia

15 Finanças Solidárias As finanças solidárias devem ser pautadas como instrumento para um desenvolvimento no sentido amplo e não apenas de crescimento econômico, e que rompa com o sistema financeiro que temos hoje.

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17 Finanças Solidárias Bandeiras Por um Programa Nacional de Desenvolvimento da Economia Solidária Pelo reconhecimento e fomento dos instrumentos de finanças solidárias Pela sistematização e divulgação de linhas e programas de crédito de interesse à economia solidária Articulação de redes de instrumentos de finanças solidárias

18 Marco legal A Constituição Federal se refere a um país solidário, mas não é acompanhada por leis específicas sobre o tema.

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20 Marco legal Bandeiras Por uma Lei Geral da Economia Solidária Pela alteração, aprovação e implementação das leis de Cooperativismo (geral e específicas) Por uma tributação diferenciada para empreendimentos de Economia Solidária Pela regulamentação e ampliação do mercado institucional para produtos e serviços da Economia Solidária

21 Produção, comercialização e consumo solidário Os emprendimentos solidários são os motores do desenvolvimento local, solidário e sustentável. A organização e articulação dos empreendimentos em redes e cadeias solidárias é uma das estratégias para a transformação social e a construção deste outro desenvolvimento.

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23 Produção, comercialização e consumo solidários Bandeiras Por programas e políticas de infra-estrutura e apoio à formação de redes e cadeias de produção, comercialização, consumo e logística solidária Por um Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Interna: Criar e articular redes e cadeias de produção, comercialização e consumo Outros desafios: Conhecer a demanda e a oferta Organizar a produção e difundir o consumo consciente e o comércio justo

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25 Desafios Como cuidar da casa e ao mesmo tempo interagir com os vizinhos (articulação Sul – Sul)? Como ampliar e consolidar o intercâmbio entre empreendimentos econômicos solidários?

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