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REUNIÃO ESPÍRITA PROPOSTA DO TRABALHO: QUALIFICAÇÃO DA REUNIÃO ESPÍRITA Expositor: Jayme Lobato.

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1 REUNIÃO ESPÍRITA PROPOSTA DO TRABALHO: QUALIFICAÇÃO DA REUNIÃO ESPÍRITA Expositor: Jayme Lobato

2 CONCEITOS PRELIMINARES LM – INTRODUÇÃO: Diariamente a experiência confirma a nossa opinião de que as dificuldades e desilusões encontradas na prática espírita decorrem da ignorância dos princípios doutrinários A prática espírita é difícil, apresentando escolhos que somente um estudo sério e completo pode prevenir. LM – item 28 – ESPÍRITAS EXALTADOS O exagero é prejudicial em tudo. No Espiritismo ele produz uma confiança cega e frequentemente pueril nas manifestações do mundo invisível, fazendo aceitar muito facilmente e sem controle aquilo que a reflexão e o exame demonstrariam ser absurdo ou impossível, pois o entusiasmo não esclarece, ofusca. Esta espécie de adeptos é mais nociva do que útil à causa do Espiritismo.

3 INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS Se quisermos fechar a porta deste recinto aos maus Espíritos, comecemos por lhes fechar a porta dos nossos corações e evitemos tudo quanto lhes possa conferir poder sobre nós. Se algum dia a Sociedade (SPEE) se tornasse joguete dos Espíritos enganadores, é que a ela teriam sido atraídos. Por quem? Por aqueles nos quais eles encontram eco, pois vão aonde são escutados... Dizer que Espíritos levianos jamais deslizaram entre nós, para encobrirmos qualquer ponto vulnerável de nossa parte, seria uma presunção de perfeição. RE – julho 1859 Assim como há Espíritos protetores para as instituições, as cidades e os povos, os Espíritos malfeitores também se ligam aos grupos e aos indivíduos. Ligam-se primeiro aos mais fracos, aos mais acessíveis, procurando transformá-los em seus instrumentos, e pouco a pouco vão envolvendo a todos (...) a obsessão se tornará um mal contagioso que se manifestará entre os médiuns pela perturbação da mediunidade e entre os demais pela hostilidade recíproca, a perversão do senso moral e a destruição da harmonia. LM – item 340

4 Reuniões a serem abordadas: 1) Reunião privativa – mediúnica; 2) Reunião pública; 3) Reunião de estudo e 4) Reunião administrativa.

5 1) Reunião privativa – mediúnica

6 MANIFESTAÇÃO MEDIÚNICA Influência do Espírito Influência do médium Influência do meio HOMOGENEIDADE Uma reunião é um ser coletivo cujas qualidades e propriedades são a soma de todas as dos seus membros, formando uma espécie de feixe. Ora, esse feixe será tanto mais forte quanto mais homogêneo. Mas, para que os pensamentos concorram para o mesmo fim é necessário que vibrem em uníssono, que se confundam, por assim dizer em um só, o que não pode se dar sem concentração. Se os pensamentos forem divergentes, provocam um entrechoque de idéias desagradável ao espírito e, portanto, prejudicial à manifestação. LM item 331 TRABALHO DE EQUIPE

7 HOMOGENEIDADE E MANIFESTAÇÃO

8 Condições para atrair a simpatia dos Espíritos bons: perfeita comunhão de idéias e sentimentos; benevolência recíproca entre todos os seus membros; renúncia de todo sentimento contrário à verdadeira caridade cristã; desejo uníssono de se instruir e de se melhorar pelo ensinamento dos Espíritos bons e aproveitamento de seus conselhos (...) os Espíritos superiores se manifestam com o fim de nos fazer progredir e não para nos agradar; exclusão de tudo o que nas comunicações solicitadas aos Espíritos só tenha por objetivo a curiosidade; concentração e silêncio respeitoso durante as conversações com os Espíritos evocados; associação de todos os assistentes pelo pensamento no apelo aos Espíritos evocados; concurso de todos os médiuns, com renúncia de qualquer sentimento de orgulho, de amor próprio e de supremacia, com o desejo único de se tornarem úteis. LM item 341

9 Reunião Mediúnica - instruções Da tarefa do responsável pela reunião: tornar clara a finalidade da reunião; construção de um ambiente homogêneo; conhecer os integrantes do grupo; legitimar a fraternidade pela transparência; apoiar o trabalho na doutrina; não usar da indução para obter fenômeno; promover avaliação do trabalho; preparar-se para conduzir trabalho de equipe; envolver-se no projeto da casa espírita.

10 2) Reunião pública

11 HOMOGENEIDADE EM REUNIÃO PÚBLICA Acontece o mesmo com um homem que deve falar numa reunião. Se sentir que todos os pensamentos lhe são simpáticos e favoráveis, a impressão que recebe age sobre as suas ideias e lhes dá maior vivacidade. A unanimidade dessa influência exerce sobre ele uma espécie de ação magnética que decuplica os recursos, enquanto que a indiferença ou a hostilidade o perturbam e paralisam. LM item 331 MATERIAL EXPOSITIVO A instrução espírita não compreende somente o ensino moral dado pelos Espíritos, mas também o estudo dos fatos. LM item 328 Ao lado das obras especiais, os jornais também contribuem com fatos, notícias, reportagens, relatos de virtudes ou de vícios que levantam graves problemas morais susceptíveis de serem resolvidos pelo Espiritismo. Esse é também um meio de se provar que ele se liga a todos os aspectos da vida social. LM item 347

12 3) Reunião de estudo

13 Estabelecer-se-ia um curso regular de Espiritismo, no intuito de desenvolver os princípios da ciência e de propagar o gosto pelos estudos sérios. O curso teria a vantagem de fundar a unidade de princípio, de fazer adeptos esclarecidos, capazes de propagar as ideias espíritas e de desenvolver grande número de médiuns. Obras Póstumas As reuniões espíritas podem oferecer grandes vantagens, pois permitem o esclarecimento pela permuta de pensamentos, pelas perguntas e observações feitas por qualquer um, de que todos podem aproveitar-se. LM item 324 As sociedades espíritas (...) conseguirão grande proveito para o seu adiantamento ao promoverem conferências em que seja lido e comentado tudo o que possa ter relação com o Espiritismo, a favor ou contra. Dessa discussão, a que cada um dá a contribuição das suas próprias reflexões, saem os esclarecimentos que passam despercebidos numa leitura individual. LM item 347

14 Precauções Os inimigos do Espiritismo podem estar nas reuniões. Graças a manobras escusas, que passam despercebidas, semeiam a dúvida, a desconfiança e a inimizade. Sob a aparência de interesse pela causa criticam tudo, formam grupinhos que logo rompem com a harmonia do conjunto. LM ITEM 336 Dever de chamar a atenção dos perturbadores. Se uma reunião encaminhar-se mal – poderão perguntar – os homens sensatos e bem intencionados não terão o direito de crítica e deverão deixar que o mal se efetue sem nada dizer, aprovando-o pelo silêncio? Não há dúvida que esse direito lhes assiste, constitui-se mesmo num dever, mas se a intenção for realmente boa eles farão a sua advertência de maneira conveniente e benévola, abertamente e não com subterfúgios. LM item 337 Temperamentos difíceis. Além das pessoas notoriamente malévolas que se infiltram nas reuniões há as que, por temperamento, levam perturbação onde comparecem. Dessa maneira, nunca será demasiado o cuidado na admissão de novos elementos. LM item 338

15 4) Reunião administrativa

16 Polêmica Espírita RE dezembro 1868 A gente pode divergir de opinião (...) sem se morder nem atirar pedras, o que é pouco digno e pouco científico. Podemos pensar de modo diverso sem diminuirmos a estima recíproca (...) Antes de mais nada buscamos a luz, venha de onde vier. E se externamos a nossa maneira de ver, não se trata de uma opinião pessoal que pretendamos impor aos outros: entregamo-la à discussão e estamos dispostos a renunciá-la, desde que nos demonstrem que nos achamos em erro.


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