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ITU DE REPETIÇÃO Como Abordar? Como Tratar? Vanessa Ribeiro Victor Peixoto Wagner Sampaio.

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1 ITU DE REPETIÇÃO Como Abordar? Como Tratar? Vanessa Ribeiro Victor Peixoto Wagner Sampaio

2 Definição Hellerstein, Recorrência é definida como dois episódios de infecção urinária em seis meses, ou pelo menos três episódios em um ano, não importando se devido a recidiva (recrudescência de infecção urinária não curada) ou a reinfecção.

3 Clarke et al, A recorrência da infecção urinária é comum na infância: Ocorrendo em 25% dos recém-nascidos; 30% a 50% das crianças maiores Porcentagem que aumenta para 60 a 75% depois da segunda e terceira infecções. Epidemiologia

4 Hellerstein, As meninas têm maior probabilidade de apresentar infecção urinária recorrente que os meninos. A recorrência de infecção urinária após a primo- infecção é descrita em 50% das meninas durante o primeiro ano e; Em 75% dos casos durante dois anos de seguimento.

5 Fatores de risco na infância Mangiarotti et al, 2000: Idade abaixo de seis meses na primeira infecção. Loening-Baucke, 1997: Associação entre constipação intestinal e infecção urinária recorrente, sendo descrita em 11% de pacientes, principalmente em meninas.

6 Fatores de risco na infância Riyuzo et al, 2007: 20% a 50% de crianças com infecção urinária recorrente apresentam refluxo vésico-ureteral, principalmente graus III a V e refluxo bilateral. Koch, 2003: Má formações urinárias obstrutivas Distúrbios funcionais da bexiga Resíduo urinário miccional Constituem fatores importantes na recorrência da infecção urinária.

7 Etiologia Hellerstein, 1982: Escherichia coli é a bacteria mais comumente identificada (67%) nas infecções urinárias recorrentes. Entretanto, em crianças com infecção urinária recorrente e naquelas tratadas com antibióticos profiláticos há maior incidência de infecções urinárias causadas por Proteus sp, Klebsiella sp e Enterobacter sp.

8 Como abordar? Quadro de ITU? Heilberg & Schor, Recém-nascidos: icterícia fisiológica prolongada associada ou não à perda de peso (30% dos casos), hipertermia, presença de complicações neurológicas (30%), diarréia, vômitos ou cianose. Lactentes: déficit pôndero-estatural, diarréia ou constipação, vômitos, anorexia ou febre de etiologia obscura Faixa pré-escolar: febre, enurese, disúria ou polaciúria.

9 Reinfecção ou Recidiva? Shapiro & Elder, 1998: Para definir a reinfecção é necessário demonstrar nova espécie bacteriana ou outro sorotipo da mesma bactéria na urina. Duas ou mais culturas negativas entre duas infecções causadas por patógenos idênticos também indicam reinfecção.

10 Como diagnosticar? Heilberg & Schor, Fitas reagentes; Sedimento urinário; Urocultura; Imunofluorescência do Sedimento Urinário ou ACB (Antibody-Coated Bacteria); Ultra-som; Urografia Excretora; Uretrocistografia Miccional – Padrão ouro para RVU; Cintilografia com DMSA.

11 Acompanhamento Riyuzo et al, 2007: Seguimento regular de crianças com infecção urinária, com controles de cultura de urina a cada seis ou oito semanas, principalmente em menores de dois anos de idade e/ou portadores de refluxo vésico-ureteral.

12 Como tratar? Nuutinen & Uhari, 2001: Quimioprofilaxia é eficaz na prevenção de infecção urinária; Entretanto, deve-se considerar remota a prescrição da quimioprofilaxia em crianças com infecção recorrente e trato urinário normal. Koch, 2003: Pode-se indicar a quimioprofilaxia nos casos de infecção urinária recorrente associada a condições que predispõem à estase urinária, como; Constipação intestinal Disfunção miccional, Refluxo vésico-ureteral Associação Americana de Urologia, 1997 – qualquer grau de refluxo. Guideline Sueco, 1999 – Graus III a V. Enquanto é realizado o tratamento dessas condições.

13 Tratamento BARREIRA, amoxicilina (50mg/kg/dia de 8/8 h); sulfametoxazol (8mg/kg/dia de 12/12 h); trimetropim (40mg/kg/dia de 12/12 h); amoxicilina + ac. clavulânico; gentamicina cefalosporinas

14 Profilaxia BARREIRA, nitrofurantoina (1-2mg/kg/dia); trimetropim- sulfametoxazol (2- 10mg/kg/dia); trimetropim (2mg/kg/dia, se criança< 6 meses);

15 Profilaxia BARREIRA, MEDIDAS GERAIS Micções frequentes e completas; micção dupla ao deitar (antes e depois de lavar os dentes); evitar obstipação; ingestão hídrica elevada; tratamento de parasitoses intestinais; higiene perineal; mudar de cuecas diariamente.

16 Referências Hellerstein S. Recurrent urinary tract infections in children. Pediatr Infect Dis. 1982; 1: Shapiro E, Elder JS. The office management of recurrent urinary tract infection and vesicoureteral reflux in children. Urol Clin North Am. 1998; 25: Clarke SE, Smellie JM, Gurney S, West DJ. Technetium- 99m-DMSA studies in pediatric urinary infection. J Nucl Med. 1996; 37: Mangiarotti P, Pizzini C, Fanos V. Antibiotic profilaxis in children with relapsing urinary tract infections: review. J Chemother. 2000; 12: Loening-Baucke V. Urinary incontinence and urinary tract infection and their resolution with treatment of chronic constipation of childhood. Pediatrics. 1997; 100: Márcia C. Riyuzo, Célia S. Macedo, Herculano D. Bastos. Fatores associados à recorrência da infecção do trato urinário em crianças. Rev. Bras. Saúde Matern. Infant., Recife, 7 (2): , abr. / jun., Koch VH, Zucolotto SMC. Infecção do trato urinário. Em busca de evidências. J Pediatr (Rio J) 2003; 79 (Supl 1): S Ita Pfeferman Heilberg, Nestor Schor. Abordagem Diagnóstica E Terapêutica Na Infecção Do Trato Urinário – Itu. Rev Assoc Med Bras 2003; 49(1): Nuutinen M, Uhari M. Recurrence and follow-up after urinary tract infection under the age of one year. Pediatr Nephrol. 2001; 16: BARREIRA, João Luís - Pediatria II. Porto: AE FMUP, 1997


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