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Educação Tecnológica O objeto técnico Os objetos companheiros do Homem Funções sociais dos objetos Análise técnica de objetos Ciclo de vida dos objetos.

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Apresentação em tema: "Educação Tecnológica O objeto técnico Os objetos companheiros do Homem Funções sociais dos objetos Análise técnica de objetos Ciclo de vida dos objetos."— Transcrição da apresentação:

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2 Educação Tecnológica

3 O objeto técnico Os objetos companheiros do Homem Funções sociais dos objetos Análise técnica de objetos Ciclo de vida dos objetos A forma e a função dos objetos Princípio de funcionamento Reconstruir a história de um objeto Analisar um objeto Redesenhar o objeto

4 Os objetos companheiros do Homem Vivemos rodeados de objetos da natureza (rochas, Terra, Água…), mas também de objetos construídos pelo homem a partir da Natureza. Rodeiam-nos objetos que são úteis, decorativos, belos, feios, vulgares ou especiais. Os objetos que nos rodeiam explicam muito da nossa História, da nossa cultura, da nossa época, do nosso grupo de amigos, da nossa família, da nossa atividade. Os detetives nas histórias policiais observam os objetos de um quarto ou de uma sala, de uma bolsa ou de uma secretária para procurar indícios, pistas. È que os objetos mostram muito de nós. À nossa volta existem objetos naturais (pedras, árvores, flores, rios…).Estes objetos naturais são muitas vezes alterados pelo homem. São modificados para uma utilização prática ( rio ou barragem);

5 Os objetos companheiros do Homem (Cont.) por razões de embelezamento ou estética (sebe podada em forma de pássaros, flores,…); para cumprir uma função simbólica. Há também objetos feitos pelo homem para serem utilizados numa necessidade, outros para serem apreciados pela sua beleza. São objetos de uso ou objetos artísticos. Objetos Naturais Natureza Modificada Objetos artísticosObjetos de uso

6 A Necessidade da Arte A necessidade da arte é uma característica do Homem. Nenhum povo conhecido, dedica todo o seu tempo à satisfação das necessidades básicas, como a alimentação. Todas as comunidades humanas, realizam trabalhos onde procuram exprimir o gosto estético. Mudanças na Vida dos Objetos O Homem, produz objetos. Os objetos, são feitos para satisfazer uma necessidade. Nos primeiros tempos faziam-se objetos de pedra, no nosso tempo fazem-se objetos de variados materiais. Nas duas épocas fazem-se materiais porque existem necessidades. Muitos objetos, hoje em dia, não cumprem o seu objetivo.

7 Funções sociais dos objetos Todos os objetos cumprem diferentes funções sociais: podem ser práticos, belos e interessantes, ou significam formas de nos relacionarmos ou de entendermos o mundo. Estas funções designam-se função prática, estética e simbólica. Função Estética Função Simbólica Função Prática

8 Função Prática A função prática, é grande quantidade em relação às outras funções, nos objetos que têm uma certa utilidade. Quando um objeto cumpre uma função prática deverá servir para aquilo para que foi pensado: não usamos uma caneta para cantar nem um microfone para desenhar. O objeto que predomina a função prática pode cumprir as três funções ao mesmo tempo. Ex:

9 Função Estética Ao usarmos um objeto podemos fazê-lo apenas para usufruir do prazer de olhar, tocar, manusear uma coisa bela. Dizemos então que a função social predominante, é a função estética. O que não significa que não seja também um objeto prático ou que não tenha um valor simbólico. Ex:

10 Função Prática A função simbólica é predominante quando o objeto representa um pensamento, um comportamento ou uma identidade. Uma camisa é um objeto prático, mas uma camisola com o nome de um clube ou de um jogador já pode cumprir uma função simbólica e não importa o que é, mas o que representa. Ex:

11 Análise Técnica de objetos Analisar um objeto técnico leva-nos a dar conta de diversos elementos do conhecimento humano: a cultura técnica, o conhecimento científico, o processo histórico, a estética e as características de um cultura. Ao observarmos uma caneta, poderemos tentar perceber de que material é feita, como passa a tinta para o bico, como eram as primeiras canetas e como eram aparados os bicos, como se chegou à caneta dos nossos dias. Um simples objeto pode servir para vários estudos.

12 Análise Técnica do Objeto TécnicasConteúdos Análise Morfológicas Análise Morfológicas - Como se chama e para que serve? Observar; Investigar; Montar e desmontar; Descrever; Desenhar Identificação;Definição; Finalidades; Forma; Dimensões; Textura Análise e descrição funcional - Análise e descrição funcional - Como funciona?, Quais são os princípios científicos e técnicos Observar; Montar e desmontar; Medir; Representar Conjunto; Partes; Funcionamento; Princípios científicos; Manutenção Análise técnica - Análise técnica - De que é feito?, Como é feito?, Porque foi feito? Observar; Analisar; Investigar Materiais; Procedimento de fabrico; Técnicas de fabrico Análise social e histórica – Análise social e histórica – Quando e porquê surgiu? Observar; Analisar; Investigar Necessidade; Evolução Análise económica – Análise económica – Quanto custa fazer?, Quanto custa manter? Analisar; InvestigarCusto; Manutenção

13 Análise Morfológica A análise morfológica, também designada por análise anatómica, identifica o objeto e examina as partes que o compõem, a forma, as dimensões e as características externas. Quando se trata de um objeto complexo, devemos fazer uma apresentação do conjunto. Um secador de cabelo, terá a parte elétrica e o circuito de ar. Pode-se isolar peça a peça, numerar as peças, desenhá-las e estabelecer relações entre elas.

14 Análise e descrição funcional A análise funcional pretende conhecer o funcionamento global do conjunto e de cada uma das suas partes, determinar os princípios de funcionamento e a relação entre cada uma das partes. Além da função principal do objeto podemos saber quais as aplicações secundárias, a descrição geral do funcionamento, os princípios científicos e técnicos que intervêm, o manuseamento e os riscos de manuseamento e de controlo.

15 Análise Técnica A análise técnica examina os diferentes materiais e os dispositivos empregues no fabrico do objeto, assim como as diferentes tecnologias. Isto pode fazer-se, muitas vezes, pela observação e manipulação. Pretende-se conhecer as características e as propriedades dos materiais utilizados, a sua adequação à função dos objetos, as tecnologias utilizadas, os dispositivos de segurança, os problemas de instalação, etc.

16 Análise Social e História Procura-se a origem e a causa do objeto, a sua influência nos comportamentos e nas regras sociais. Os objetos nascem de uma necessidade, mas também ajudam a modificar os gostos e criam novas necessidades. O telemóvel, surge da necessidade de comunicação entre as pessoas mas, cria outras necessidades como bolsas para transporte, etc. Pode-se, analisar quando e porque surge um objeto, quem beneficia e prejudica, a evolução e as perspectivas futuras, etc.

17 Análise Económica A análise económica ajuda a seleccionar materiais e a entender quais os objetos que não são exequíveis devido ao custo dos materiais ou da mão-de-obra. Devem ser tidos em conta, os custos de funcionamento e manutenção. Não é rentável para um uso limitado um objeto que fique muito caro. Pode também estabelecer-se comparações com outros objetos equivalentes analisando o gasto de energia, o consumo de materiais, a manutenção, etc.

18 Ciclo de Vida dos Objetos Um objeto é, concebido, depois fabricado, distribuído e vendido, utilizado e, finalmente, abandonado. Este é o seu ciclo de vida: a conceção, o fabrico, a venda e a distribuição, a utilização e o fim da utilização. O objecto deixa de ter interesse ao fim de dias, semanas, meses ou até anos, o elmo de um guerreiro, quando a necessidade para que foi criado não existe, quando foi substituído por outro, o telefone pelo telemóvel, quando só pode ser utilizado uma vez, o fósforo. Depois de utilizado, o objeto pode ser conduzido para a reciclagem, reutilizado noutro tipo de função ou ser abandonado. O objeto, tal como os seres vivos ou as pessoas, tem um percurso que se pode representar numa linha de vida. Esta linha desenrola-se ao longo do tempo, pode ser mais longo ou mais curto. A linha de vida do objeto inicia-se na concepção, vai crescendo com o objeto no lançamento e atinge a maturidade quando está no seu apogeu, começa a decrescer na saturação quando deixa de existir uma necessidade. Tende para o abandono ou desaparecimento.

19 Ciclo de Vida dos Objetos (Cont.) CONCEÇÃOFABRICOUTILIZAÇÃOVENDA DISTRIBUIÇÃO FIM UTILIZAÇÃO ABANDONO RECICLAGEM REUTILIZAÇÃO ALTERAÇÃO DO USO

20 A Forma e a função dos objetos Os objetos têm uma variedade infinita de formas. As formas, são determinadas por vários fatores, mas prendem-se sobretudo com o uso que o objeto tem. Não podemos pensar numa peça de roupa de criança como pensamos numa peça de roupa de adulto. A forma é também determinada pela parte do corpo com que contacta. A forma dos objetos é também o resultado de uma época, de uma moda ou de uma cultura. Muitos objetos mudam de forma rapidamente, os outros mantêm formas semelhantes durante muito tempo.

21 Esquema A forma do objeto É determinada A forma do objeto A forma do objeto A forma do objeto A forma do objeto A forma do objeto É determinada É determinada É determinada É determinada É determinada Pelo uso a que é destinada Pelos materiais em que é feito Pelas técnicas de fabrico Pela anatomia dos utilizadores Pela segurança de utilização Pelas dimensões dos utilizadores

22 Princípio de funcionamento A lanterna elétrica 1. C obertura exterior de plástico 2. P ilhas ligadas em série 3. C ontáctos metálicos do interruptor 4. B otão do interruptor 5. M ola metálica 6. L âmpada/ filamento 7. R efletor 8. T erminal da base da lâmpada 9. A nel de vedação A análise do princípio de funcionamento dos objetos é fundamental para entendermos como estes funcionam eficazmente. Ao estudarmos o princípio de funcionamento dos objetos técnicos aprendemos a identiicar os princípios das ciências físicas que lhes estão aplicadas.

23 Por que razão o projecista escolheu esta forma, estes materiais e esta maneira de organizar os componentes da lanterna elétrica? As partes metálicas da lanterna são colocadas de modo a conduzir a corrente elétrica quando esta se liga para funcionar. Foram escolhidas para resistir aos esforços físicos a que estão submetidas. A mola metálica, permite o caminho eléctrico ao colocar, as pilhas no seu lugar. As partes metálicas do interruptor permitem o contacto elétrico e foram estudadas de modo a não ficarem danificadas pelo uso continuo. Uma lanterna também tem partes feitas com material não condutor de corrente eléctrica, como sejam a cobertura plástica da estrutura exterior da lanterna que é um isolante elétrico. A lâmpada incandescente e o reflector compõem o sistema óptico da lanterna. A posição do reflector deve permitir a obtenção de um estreito feixe de luz.

24 O circuito elétrico O circuito elétrico da lanterna corresponde ao principal principio físico aplicado ao funcionamento elétrico. Os circuitos elétricos são constituídos por partes que conduzem e que interrompem o fluxo da corrente elétrica. O circuito elétrico pode ser descrito, onde as partes são representadas através de símbolos. Neste circuito estão representadas as pilhas elétricas, o interruptor e uma lâmpada incandescente. As linhas no diagrama, representam os fios metálicos que ligam as partes formando o circuito completo.

25 Os componentes técnicos da lâmpada incandescente 1. Peça de plástico 2. Fio de ligação da rosca 3. Fio de ligação do terminal superior 4. Fio de ligação do terminal inferior 5. Filamento do metal 6. Vidro 7. Rosca

26 Reconstruir a história de um objeto Uma ideia pode mudar o mundo. É maravilhoso acompanhar a nascimento de uma ideia, ver como se concretizou e como contribuiu para mudar a nossa civilização. Uma ideia pode ser seguida até ao seu autor original. Há invenções em que podemos ver, como surgiu a ideia e como se desenvolveu, pois estamos rodeados de produtos que resultam dela

27 A roda uma invenção genial H á ideias das quais, nem nos damos conta de como foram fundamentais para a nossa civilização. A roda é um desses casos. A roda alterou a forma de viver de negociar, transformar e construir dos primeiros homens. A intervenção da roda veio facilitar o trabalho e a vida do Homem. Um grande avanço deu-se quando a roda passou de maciça a uma roda com eixos, tornando-se, mais leve e eficaz. A roda invadiu outras áreas que não os transportes. As rodas estão em quase tudo.

28 Aplicações técnicas da roda Tal como a roda, todos os objetos têm uma história. Às vezes desaparecem, outras vezes transformam-se. Pensa em alguns desses objetos e tenta reconstruir a sua história. Descreve como surgiram, que inovações tecnológicas sofreram, por que adaptações à sociedade passaram, que tipo de actividades foram alargando a sua aplicação, etc. Ex: relógio, caneta, iluminação, bicicleta, os fechos e as fechaduras de portas, utensílios para transportar líquidos.

29 Analisar um objecto Ficha de análise E studar os objectos e conhecer a sua história permite-nos compreender a sua evolução funcional e as suas motivações a nível da forma. A história de cada objecto é também a história das pessoas em sociedade. Esta ficha elabora por Bruno Munari abordada, os factores mais importantes para análise de objectos.

30 Nome do objecto N em sempre um objecto tem o nome correcto. Por vezes o nome é difícil de lembrar, por vezes recorda-se o nome mas não o objecto, por vezes o público atribui ao objecto um nome diferente. Autor O nome do autor pode ser útil para analisar o objecto de design. Conhecendo o método projectual de um autor pode-se apreciar melhor o objecto. Os industriais vendem o nome de um autor muito mais do que um objecto. Muitos objectos são vendidos sem o nome do autor. Existem também os objectos que são fabricados há muitos anos e que se vendem bem, porque são bem feitos e não tenham sido projectados por um dado designer.

31 Produtor O nome de um produtor é muitas vezes garantida de um bom produto, bastando que a produção desse industrial seja reconhecida como válida. Isto não quer dizer que também alguns produtores, não possam produzir bem. Dimensões Um objecto pode ter dimensões inadequadas ao seu uso: pode ser demasiado pequeno, demasiado grande, demasiado comprido, demasiado curto. Um bom funcionamento depende da manobrabilidade de um objecto.

32 De acordo com a sua função deve procurar-se o material adequado para o objecto que se está a examinar, as conexões e o modo como reagem esses materiais aos seus objectivos Material Peso Em certos instrumentos de trabalho, coloca-se o cabo no centro de gravidade a fim de diminuir substancialmente o seu peso.

33 Técnicas Os materiais que compõem o objecto examinado foram trabalhos de modo correcto? Custo Comparar o custo do objecto examinado com o custo do objecto examinado com o custo de objectos semelhantes com funções iguais. Embalagem É uma embalagem exclusivamente para montra ou serve também para proteger o objecto? Tem todas as informações necessárias para se conhecer o objecto que contém? Protege bem o objecto?

34 Manobralidade Se o objecto é de grandes dimensões, é facilmente deslocável? Quantas pessoas são necessárias para deslocar? Como se agarra? Como se roda? etc. Função declarada A função efectiva corresponde à função declarada? Pode ter outras funções possíveis? O objecto serve para tudo o que vem declarado?

35 Duração Os materiais com que é constituído confirmam a duração declarada? As partes estão bem ligadas em conjunto? Pode alterar-se em determinadas condições ambientais? Funcionalidades O objecto funciona bem? Tendo partes mecânicas, funcionarão bem? Montar e desmontar é fácil? As partes eléctricas funcionam bem? Toxicidade É construído com materiais tóxicos? É envernizado com materiais tóxicos?

36 Ruído É ruidoso ou silencioso? Era melhor se fizesse menos ou mais barulho? Estética Modo coerente pelo qual as partes formam um todo.

37 Manutenção Tem necessidades especiais ou nenhumas? Como se faz a limpeza, a lubrificação? Está protegido do pó, do calor, do gelo? De quanto em quanto tempo devemos cuidar dele? Moda e styling Muitos objectos são produzidos para representar um símbolo. Esses não são objectos de design, pois o design não se ocupa dessas frivolidades com as quais muitas gastam tanto dinheiro.

38 Ergonomia Como se agarra? O cabo está regulado de acordo com o peso do objecto e com o espaço necessário para se usar? Tem pontos perigosos? Provoca cansaço quando se usa durante muito tempo? Valor social O objecto tem também uma função social de eliminação ou redução de trabalhos muito cansativos? De aumentar o nível cultural e tecnológico da comunidade?

39 Essencialidade O objecto é essencial para a realização do objectivo a que se destina? Não tem mais elementos do que os necessários? Tem aspectos decorativos? Todas as partes são indispensáveis ao seu funcionamento?

40 Acabamentos O envernizamento é resistentes aos choques e aos raspões? Como é envernizado? Os cabos são texturizados? As partes que compõem o objecto são bem acabadas nos seus pormenores? Antecedentes Pode ser interessante conhecer os antecedentes do objecto para ver se tem uma imediata evolução lógica.

41 R RR Redesenhar o objecto Os produtos têm um ciclo de vida que se inicia com a sua concepção e termina na sua destruição. Existem alguns tipos de objectos que vão sofrendo transformações e melhorias mantendo-se na vida das pessoas. A evolução dos objectos pode corresponder, a uma continuado melhoria e afinação. Quando os objectos envelhecem são completamente abandonados ou redesenhados para poderem ter uma nova vida no mercado de utilizadores. A alteração das condições tecnológicas e do equipamento industrial são as principais causas do redesenho dos objectos, bem como da alteração dos estilos de vida e dos gostos muitas vezes ditados.

42 Razões para redesenhar um objecto: U m produto esteticamente envelhecido. Um produto que deixou de cumprir a sua principal função. Um produto que o mercado deixou de adquirir. Um produto com materiais nocivos para as pessoas e para o ambiente. Novas regras de produção e consumo. Um produto demasiado dispendioso para a função que cumpre. Um produto com técnicas de fabrico demasiado complexas e de custo elevado. Um produto com um desempenho deficiente. Redesenhar é: pensar de novo; olhar criticamente para o objecto existente; reinventar projectar de novo

43 Como melhorar um objecto existente Para melhorar um objecto já existente convém esclarecer porque o pretende mos redesenhar. Descrever a situação exige fazer o diagnóstico que explique o desempenho deficiente do objecto. Como podes realizar o diagnóstico? Observa as pessoas a utilizarem o objecto; Inquire as pessoas através de questionários e entrevistas; Descreve, sistematicamente, os aspectos concretos da sua ineficiência. Redesenhar será pensar e projectar de novo o objecto, modificando-o e introduzindo as correcções dos erros. Analisar o desempenho de objectos do mesmo tipo permitirá tirar conclusões que podem ser úteis. Considerar também os materiais, o custo final e a segurança no uso.

44 Materiais Classificação e características A escolha do material Vidro e cerâmica Metais e ligas metálicas Madeiras Plásticos e adesivos Papéis e fibras

45 C Classificação e características Desde a sua origem, o Homem sempre se interessou por tudo a sua volta estudando o aspecto e o toque. Durante a sua evolução o homem foi descobrindo, utilizando e controlando as possibilidades de transformação e aplicação dos materiais. Os materiais classificam-se em dois grandes grupos: os naturais e os artificiais.

46 Materiais Naturais OrigemExemplos Animal Lã, couro, seda… Vegetal Madeira, algodão, borracha… Mineral Ferro, cobre, argila… Materiais artificiais São materiais que não se encontram na natureza, sendo obtidos por processos de transformação de matérias-primas. Ex: o papel, as ligas metálicas, os plásticos…

47 A escolha do material Para se concretizar um projecto pode-se ter a necessidade de se aplicar e transformar materiais. Há uma grande variedade de materiais disponíveis na natureza que são transformados de forma a serem comercializados. De forma a se seleccionar o melhor material para um projecto, necessita-se de considerar os seguintes aspectos: As propriedades físicas requeridas. Os custos. As formas comercializáveis e os processos de transformação requeridos. A possibilidade de obtenção e utilização de material e os efeitos ambientais.

48 Vidro e cerâmica Um composto e concebido para combinar as propriedades úteis de cada substância. Os compostos são materiais muito fortes e leves, feitos de várias camadas de diferentes materiais.

49 Características da cerâmica CaracterísticasDescrição Dureza/Resistência Resistência que estes materiais oferecem depois de serem cozidos/Capacidade de resistirem ao calor e à corrosão. Condutibilidade/Fragilidade Maus condutores de calor e electricidade/Quando sujeitos a várias temperaturas tornam- se quebradiços. Plasticidade Enquanto pasta, adicionada com água, são moldáveis fixando a forma que lhes e dada.

50 Metais e ligas metálicas Os metais oferecem uma comparável combinação de resistência, dureza e força, sendo fáceis de cortar e moldar de formas diferentes. O alumínio e um metal leve e flexível com boa resistência à corrosão. O ferro é o metal mais vulgarmente usado. O cobre e o chumbo estão entre os metais mais maleáveis.

51 Madeiras A madeira é um material resistente, flexível e forte devido à facilidade com que pode ser trabalhado constitui um dos materiais mais utilizados pelo homem desde a construção civil até ao fabrico de mobiliário.

52 Plásticos e materiais adesivos Os plásticos são materiais facilmente extensíveis e moldáveis. Quase todos os plásticos são obtidos a partir químicos derivados do petróleo. Os plásticos são bons isoladores eléctricos mas pouco resistentes ao calor. Podem ser reforçados com fibras de vidro ou carbono tornando-se num material forte, leve e resistente ao calor.

53 Papéis e fibras têxteis O papel moderno é feito a partir de árvores coníferas como o pinheiro, o eucalipto e o abeto. As fibras da madeira são constituídas por um material forte chamado celulose que torna o papel muito resistente.

54 Fibras têxteis As fibras têxteis podem ser feitas de materiais naturais, obtidas a partir de plantas e animais ou de materiais sintéticos. NaturaisNãoNaturais Animais Pêlos de animais – lã – secreção glandular – seda CelulósicasRegeneradas – de viscose, de cupramónio Derivadas – de acetato, de triacetato Vegetais Semente – algodão Caule – juta, linho Folha – sisal Fruto - coco SintéticasPoliamidas – aramidas Poliésteres Polivinílicas – acrílicas, clorofibras Poliuretano – elastano Poliolefinas – polieteleno, polipropileno Minerais AmiantoDiversas ou inorgânicas Vidro Metal Metaloplásticas


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