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Os Recursos Humanos na Nova Sociedade Jorge Gândara nº 278 e Jorge César nº 204 Instituto Superior de Línguas e Administração GAIA.

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1 Os Recursos Humanos na Nova Sociedade Jorge Gândara nº 278 e Jorge César nº 204 Instituto Superior de Línguas e Administração GAIA

2 Resumo O tempo em que tudo se guardava nas gavetas e nos cofres acabou, a evolução dos vários estados da arte pega nos seus últimos limites e parte daí para dar os sucessivos saltos. Foram os cientistas que primeiro deram este exemplo, depois as grandes empresas de consultoria, agora todos aqueles que querem estar na primeira linha da competição. É assim porque a sociedade do conhecimento precisa duplicar todos os anos a inovação; é isso que a distingue dos modelos anteriores. É uma viagem sem regresso, onde a Inteligência Humana passa a ser o bem mais precioso, a riqueza das organizações e dos países.

3 Introdução Muitos investigadores têm investigado o comportamento humano e constatado a sua complexidade. Por isso o comportamento humano não pode continuar a ser considerado pelos pontos de vista administrativos e empresariais com a simplicidade mecanicista ainda dominante. Esta óptica focou o comportamento humano como se o homem fosse uma máquina. Definiu procedimentos para garantir resultados, elaborou rotinas de trabalho com regras rígidas e um rol de punições para quem não cumprisse as suas ordens, ou seja, "padrões" estabelecidos. Deu certo por muito tempo e quando deixaram de funcionar, criaram outras mais sofisticadas que, pouco tempo depois, também não funcionaram. Em geral os empresários e gerentes desejam coisas práticas e rápidas. Como diz Chanlat1, tendo instalado o económico, o quantitativo e as organizações no centro do universo, a nossa sociedade parece ter esquecido o resto, isto é, tudo o que não é redutível à formalização; por outro lado, como todo o recurso a um pensamento externo e forçosamente crítico pode sempre ameaçar a ordem organizacional estabelecida, o mundo das empresas tem preferido as visões que lhe são menos incómodas.

4 O Contexto Globalizado O nosso objectivo não é dissertar profundamente sobre este fenómeno chamado globalização, mas fazer uma abordagem de como este contexto tão poderoso influencia nossas vidas e nossa sociedade. A globalização teve como grande alavanca a evolução da tecnologia da informação e das telecomunicações, levando-nos ao redimensionamento dos conceitos de espaço e tempo, a economias nacionais interdependentes, competição internacional e mudanças tecnológicas intensivas dentro de um período de tempo cada vez mais curto. Todas estas mudanças tiveram como consequência (para alguns países), um grande crescimento económico ou estagnação (para outros), relações sociais e de negócios desorganizadas, problemas sociais novos ou intensificados, tais como: pobreza, desemprego, violência, riscos e incertezas.

5 O Paradigma da Complexidade Talvez não devamos tratar a complexidade como um novo paradigma de ciência, mas talvez como uma nova visão de ciência. Porque uma nova visão? Podemos dizer que o pensamento complexo é uma nova maneira de ver a ciência, casando o singular com o todo. A teoria da complexidade é hologramática, ou seja, mostra-nos que não é através de um único parâmetro que se tem a dimensão da realidade. Edgar Morin deixa claro que complexidade não é complicação. A ambição do pensamento complexo é dar conta das articulações entre domínios disciplinares que são quebrados pelo pensamento disjuntivo; este isola o que ele separa e oculta tudo o que o liga, interage e interfere. A complexidade aparece onde o pensamento simplificador falha, isto é, a complexidade conduz à eliminação da simplicidade.

6 Características da Complexidade Segundo Genelot, podemos chamar complexo àquilo que não podemos compreender e a dominar completamente, e que esta se manifesta em 3 níveis: a realidade é presumida complexa em si mesma; os fenómenos não são complexos se o observador não os vê como tal; as nossas representações da realidade condicionam o nosso comportamento, ou seja, a complexidade é construída a partir de nossas representações/repertório.

7 A Representação da Complexidade Há uma parte no nosso sistema de representação que não podemos modificar, que é inata à nossa personalidade, mas há outra parte sobre a qual podemos agir, que podemos ao menos controlar. Os componentes deste sistema de representação são: os paradigmas presentes, a visão geral do mundo à qual nos referimos; o contexto no qual nos encontramos e; a intenção pessoal, o projecto íntimo que condiciona as nossas interpretações.

8 A Organização Complexa Onde se misturam e se sobrepõem lógicas muito diversas, o próprio pensamento deve complexificar-se para apreender as situações e melhor orientar as organizações. O reconhecimento das particularidades, até mesmos dos antagonismos, a articulação de lógicas diferentes, devem substituir a exclusão que separa a realidade a uma parte de sua riqueza.

9 Ser Humano – Um Ser Plural A Unidade Fundamental do Ser Humano O Ser Humano, ao mesmo tempo Genérico e Singular O Ser Humano, Activo e Reflexivo O Ser Humano, um Ser de Palavra O Ser Humano, um Ser de Desejo e de Pulsão O Ser Humano, um Ser Simbólico

10 O Desenvolvimento das Estruturas Cognitivas Após o reconhecimento do indivíduo como prioridade das organizações e a necessidade de uma visão pluralista deste ser, vamos nos questionar se tal indivíduo tem efectivamente participação consciente, intelectual no processo decisório das acções que o afectam directamente ou que ele poderia ser capaz de colaborar.

11 Formação Ética – Ética Discursiva de Habermas Por último, mas não menos importante das abordagens deste trabalho, somente poderia caminhar para a resolução de problemas e oportunidades através do consenso. Sendo que, se os indivíduos são vistos dentro de uma visão complexa e respeitados como um todo bio-psicossocial, se tais indivíduos têm o desenvolvimento cognitivo no seu ponto mais elevado, podem elaborar as possibilidades combinatórias e, finalmente têm o pensamento complexo como directriz, podemos trabalhar com tais indivíduos através da imposição de ideias ou de manipulação, somente será aceite e considerado como válido o processo argumentativo, o Discurso Prático.

12 Conclusão Concluímos então que, administrar pessoas vem antes, durante e depois da administração do capital ou qualquer outro recurso empresarial. Segundo Thomas A. Stewart 7, as empresas que se derem conta disso e voltarem-se para os seus funcionários, são hoje as mais bem sucedidas do mercado. "o verdadeiro investimento na sociedade do conhecimento não é em máquinas e ferramentas, mas no conhecimento do trabalhador do conhecimento...- o trabalhador industrial precisava infinitamente mais do capitalista do que o capitalista precisava dele... Na sociedade do conhecimento, o pressuposto mais provável das organizações – e certamente aquele que elas tem que se guiar – é que as empresas precisam muito mais dos trabalhadores do conhecimento do que eles precisam delas"


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