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P R O D U T I V I D A D E Francisco C. Damante Produtividade, Qualidade e Flexibilidade Q P 200019901970 1910 ECONOMIA DE ESCALA ECONOMIA DESESCALA Q.

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2 P R O D U T I V I D A D E Francisco C. Damante

3 Produtividade, Qualidade e Flexibilidade Q P ECONOMIA DE ESCALA ECONOMIA DESESCALA Q P Q P D > O D = O D < O D = demanda O = oferta

4 Forças de Mercado Forças de Mercado A ERA DA PRODUTIVIDADE A ERA DA QUALIDADE A ERA DA FLEXIBILIDADE = DEMANDA = OFERTA

5 O Sistema de Entradas e Saídas AMBIENTEAMBIENTE INPUTSINPUTS OUTPUTSOUTPUTS AMBIENTEAMBIENTE Funções de Transformação Mão-de-Obra Materiais Energia Capital Outros Insumos PRODUTOS SERVIÇOS Fronteira do Sistema OBJETIVO DO SISTEMA = SAÍDAS ÚTEIS

6 EFICÁCIA E EFICIÊNCIA ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA = política de longo prazo. É não repetitiva, irreversível. EFICÁCIA Sua medida é a EFICÁCIA (o quão próximo se chegou dos objetivos previamente estabelecidos) TÁTICA TÁTICA = política de curto e médio prazo. É repetitiva, reversível. EFICIÊNCIA Sua medida é a EFICIÊNCIA (é a relação entre o que se obteve (output) e o que se consumiu na sua produção (input), medidos na mesma unidade). Em sentido amplo, temos: = output / input Exemplosa) Exemplos: a) sistemas de engenharia: transformador recebe 850 kwh de energia e envia 830 kwh => = 830 / 850 = 0,98 = 98% b) b) sistema econômico: empresa incorre em custos de $ ,00 para gerar receita de $ ,00 => = ,00 / ,00 = 1,17 ou 117% Em sentido estrito: = produção real / produção padrão TEMPO PADRÃO TEMPO PADRÃO = tempo que um colaborador, devidamente treinado e qualificado leva para executar, em um ritmo normal, uma determinada operação, utilizando-se de um método determinado O tempo para executar uma operação é uma medida de EFICIÊNCIA.

7 Definição: O conceito amplo de eficiência é pouco operacional secomparado com o conceito de produtividade. PRODUTIVIDADE Dado um sistema de produção/serviço, onde insumos são combinados para fornecer uma saída, a PRODUTIVIDADE refere-se ao maior ou menor aproveitamento dos recursosnesse processo de produção/serviço, ou seja, diz respeito a quanto se produz partindo de uma certa quantidade de recursos. Neste sentido, um crescimento da produtividade implica em: um melhor aproveitamento de funcionários, máquinas, energia e combustíveis consumidos, de matéria prima, etc. PRODUTIVIDADE

8 Saídas úteis Produtividade = Recursos produtivos mensuráveis Ex.: Ex.:- Quantidade de peças/homem - Litros/hora - Toneladas de ferro/turno de produção * nº de pessoas - ton. de produto/kwh - Toneladas de cereal por hectare - Quantidade de atendimento por enfermeira - etc. Produtividade Parcial: Produtividade Parcial: é a relação entre o produzido e o consumido de um dos insumos (recursos) utilizados. Ex.: produtividade da mão-de-obra; produtividade do capital, etc. Produtividade Total: Produtividade Total: é a relação entre o output total e a soma de todos os fatores de input, refletindo o impacto conjunto de todos os fatores de input na produção do output PRODUTIVIDADE Formulação geral da produtividade

9 PRODUTIVIDADE Mecanismo da influência da produtividade CUSTOS COMPETITIVIDADE CRESCIMENTO LUCRO PRODUTIVIDADE

10 Interação entre os critérios de performance SE O SEU SISTEMA ORGANIZACIONAL É ELE SERÁ MUITO PROVAVELMENTE ELE TERÁ QUE PARA OBTER DE MODO DURÁVEL MODO DURÁVELEFICAZ EFICIENTE EFICIENTE QUALIDADE QUALIDADE PRODUTIVO LUCRATIVIDADE SOBREVIVÊNCIACRESCIMENTORECOMPENSA DAS PARTES MANTERQUALIDADE DE VIDA E INOVAR E E SEUS PRODUTOS, SERVIÇOS E PROCESSOS ATENDEM ÀS ASPIRAÇÕES DOS CLIENTES

11 Conceitos Relacionados à Produtividade CI = CACAPICADADE INSTALADA HOC = HORAS OCIOSAS POR CONTINGÊNCIA HMD = HORAS-MÁQUINA DISPONÍVEIS HO = HORAS OCIOSAS HMI = HORAS-MÁQUINA IMPRODUTIVAS HMP = HORAS-MÁQUINA PRODUTIVAS HPR = HORAS PERDIDAS POR REFUGO = HMP x %R CU = CAPACIDADE ÚTIL 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% CI HMD HMP CU HOC HOHMI % horas perdidas por refugo HPR OBS.: no caso de operações manuais, devemos substituir HM (hora-máquina) por HH (hora-homem) Fonte: MARQUES, Joambell M. Produtividade. São Paulo: Edicon, 1996

12 Conceitos Relacionados à Produtividade n CI = n o. máquinas instaladas x n o. meses/ano x n o. dias/mês x n o. horas/dia obs.: grupo de máquinas de mesmas características tecnológicas e/ou mesma capacidade; considerar todos os dias do ano (sáb., dom. e feriados) e disponibilidade de 24 horas/dia n HOC = são HM/HH não utilizadas por contingências legais (sáb.,dom. e feriados; refeições) e contingências técnicas (manutenções programadas, mudanças, etc.) n HMD = n o. máquinas instaladas x n o. dias/mês x n o. horas/dia n HO = são HM/HH não utilizadas por falta de programação de produção obs.: corresponde às horas paradas, muitas vezes programadas pela empresa (folga normativa) para atender eventuais picos de demanda n HMI = são aquelas horas em que a máquina ou a MOD não está produzindo em razão da ocorrência de perturbações (ruídos), como set-up, trocas, testes, etc. n HMP = são as horas efetivamente utilizadas na produção de bens, seja com boa ou má produtividade, incluindo aquelas utilizadas durante a produção de peças defeituosas n HPR (horas perdidas por refugo) = HMP x % de refugo n HMU (horas-máquina úteis) = HMP - HPR n CU = representa a ocupação da capacidade instalada ou das HMD durante a qual a máquina está efetivamente produzindo peças boas CU(%) = [HMD -(HPR + HMI + HO)] / HMD ou CU(h) = HMP - HPR = HMU n OBS.: no caso de operações manuais, devemos substituir HM (hora-máquina) por HH (hora-homem)

13 Conceitos Relacionados à Produtividade PERTURBAÇÕES (ou RUÍDOS) As perturbações geram as horas improdutivas, afetando tanto HM como HH. São causadas pelos mais variados motivos: n troca de modelo n manutenção n falta de energia n falta de material n ajuste ou reajuste de máquina n limpeza n falta de operador n alimentação de máquinas n testes n etc. Para controle das perturbações / ruídos, requer-se forte ação gerencial

14 Considerações para análise da produtividade l Para uma análise adequada da produtividade, deveremos considerar o percentual de HMD durante o qual a máquina está efetivamente operando, incluindo o tempo de produção de peças defeituosas. l Assim, na prática, a diferença em relação a 100% corresponde às HMI e às HO. l Para eliminação/redução das HO, as providências devem partir da Área Comercial. Assim, para a Área Industrial, HO = 0 (zero). l Lembremos que as HOC são resultantes de contingências legais (sábados, domingos, feriados, manutenções programadas, etc.). Portanto, também deverão ser desconsideradas. Assim, temos: 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% HMD HMP CU HMI % horas perdidas por refugo HPR

15 Estudo de Tempos l Estudo de Tempo é dividido, em geral, em 3 fases: tempos de processos, tempos de operações e tempos de movimentos l TARIFA = tempo requerido para fazer uma operação l Deve ser precedido sempre pela análise do MÉTODO l O valor da tarifa, no sistema sexagesimal é expresso em minutos de trabalho e, no sistema centesimal, em horas/ x peças (x = 1000; 100, etc.) Fórmulas: l sistema centesimal: tempo normal (minutos) x fator de fadiga = horas por peça 60 minutos l sistema sexagesimal: tempo normal (segundos) x fator de fadiga = minutos por peça 60 segundos

16 Tempo Padrão l Horas teóricas necessárias (HT): representam o número total de HM ou HH necessárias para obtenção da produção programada, sem perturbações e sem refugos e/ou reprocesso (retrabalho). l Tempo Padrão (TP): quando consideradas as horas teóricas necessárias para um lote padrão de peças (ex.: 1000 peças), estas passam a se chamar TP. TP = TN + TOLERÂNCIAS l TN = tempo normal = tempo cronometrado x fator de ritmo (ou utilizando-se o sistema pré-determinado, i.é., sem cronometragem) l TOLERÂNCIAS = fator de fadiga + necessidades pessoais l Portanto: TP = (tempo cronometrado x fator de ritmo) + tolerâncias l Obs.: a) TP só pode ser determinado após otimização do MÉTODO de trabalho, conforme já vimos b) para máquinas automáticas, utiliza-se o TP próprio da máquina (especificação do fabricante), pois não tem sentido o ritmo l Conclusão: HT = TP x programa de produção (em quantidades) l Fator de Refugo (FR): representa as HP (horas produtivas) adicionais às HT para cobrir a % refugo/retrabalho (= R%) de cada item (FR >= 1,0) l Lembramos que: R = índice de refugo = [100% /(100% - R%)]

17 Eficiência Técnica e Eficiência Homem l Eficiência Técnica (ET): representa o percentual das HMD durante a qual a máquina está efetivamente operando, seja com boa ou má produtividade, incluindo o tempo de produção de peças defeituosas. A diferença em relação à 100% corresponde às HMI e às HO. l Para eliminação/redução das HO, as providências devem partir da Área Comercial, razão pela qual consideraremos HO = 0 (zero) l Assim: ET = [(HMD - HMI) / HMD] x 100, sendo 0 <= ET <= 1 l Eficiência Homem (EH): é a velocidade de trabalho do operador em relação ao TP (tempo padrão) l Assim: EH = {[TP(h/1000 pç.) x Q(unidades)] / HP(h)} x 100 horas teóricas da produção HT l Rendimento da MOD = n = = x 100 tempo produtivo+improdut. HP+HI l Considerando os refugos, temos: n = [HT / (HP + HPxFR + HI)] x 100 l Uma vez conhecidos os dados reais relativos ao processo (HP, HI e FR), os mesmos serão utilizados no dimensionamento da MOD l Pela análise da EH e do n, fica fácil identificar as causas que poderão provocar baixa produtividade

18 Taxa de Utilização e Análise das Perdas total de horas reais necessárias l Taxa de Utilização (TU) = x 100 n o. homens-hora disponíveis por período l Análise das Perdas Para analisarmos as perdas referentes aos processos, devemos calcular os valores dos parâmetros EH, HI, FR e HO.

19 Eficiência Efetiva e Carga Máquina l Eficiência Efetiva (EE): indica a eficiência resultante do sistema homem-máquina, isto é, o rendimento desse sistema. l Assim: EE(%) = EH(%) x ET(%) Obs.: este conceito é muito importante para o cálculo da carga-máquina l Carga-Máquina (CM): indica o número de horas-máquina que a(s) máquina(s) deve(m) operar para que seja possível a obtenção do programa mensal. Representa a ocupação da máquina ou grupo de máquinas, variável em função da programação mensal, FR, ET e EH. l CM é calculada multiplicando-se as horas-máquina teóricas necessárias (HT) de cada item pelo fator de refugo (FR) correspondente, somando-se a totalidade dos itens e dividindo-se pela eficiência efetiva (EE) do binômio homem-máquina l Assim: [HT(h) x FR(%)] CM= EE(%) Obs.: no caso de máquina totalmente automática substitui-se EE por ET l Número de máquinas necessárias (NM) = CM / HMD l Ocupação (Ocup) = [total horas necessárias/HMD x n o. máq.] x 100 l Fator de Perdas (FP) = [CM(h) - HT(h)] / HT(h)

20 Eliminação de Perdas e Desperdícios l Na área industrial ou de serviços, normalmente ocorrem atividades improdutivas que consomem recursos da empresa e não produzem ou diminuem o output esperado l Numa empresa as atividades são basicamente de 2 tipos: Operações sem valor agregado: que constituem desperdícios/perdas e, portanto, devem ser imediatamente eliminadas ou minimizadas, vez que os consumidores não desejam pagar por elas Operações que agregam valor: são as operações de transformação, montagem, serviços, melhoria da qualidade, etc. que são efetivamente utilizadas na obtenção do produto/serviço. Essas operações modificam o produto/serviço final e são atividades que o consumidores/clientes estão dispostos a pagar l Vimos que: OUTPUT PRODUTIVIDADE = INPUT l Em decorrência das atividades improdutivas, parte dos INPUTS são consumidos pelas perdas/desperdícios, não constituindo valor agregado l Chama-se de INPUT EFICAZ ao grau de aproveitamento de um dado INPUT l Assim: OUTPUT PRODUTIVIDADE = INPUT EFICAZ + PERDAS

21 Perdas no Sistema Toyota de Produção l No Sistema Toyota de Produção, as perdas são agrupadas em 7 categorias: Perdas por superprodução: superprodução é a produção massificada (sistema taylorista) =>o que se recomenda é a produção em lotes pequenos, de acordo com os pedidos do cliente, no momento necessário (produção just-in-time) Perdas por espera: set-up; manutenção (máquinas e/ou ferramentas); troca de modelos; falta de energia; falta de material; limpeza da máquina; alimentação com matéria-prima; etc. => MPT (manutenção produtiva total); troca-rápida; programa 5S; etc. Perdas decorrentes de transporte: transporte de materiais não agrega valor => adoção de super-mercados na produção Perdas decorrentes do processo: envolvem o sistema homem-máquina => metodologia 5W-1H (what, who, where, when, why e how) Perdas decorrentes do estoque em processo: estoque excessivo causa desperdício pelo aumento do inventário => pequenos lotes (JIT), com controle por cartão kanban, de acordo com as necessidades dos clientes Perdas decorrentes por movimentos desnecessários: os movimentos são decorrentes do método => regras de economia de movimentos (uso do corpo e disposição do local de trabalho e ferramentas) e automação Perdas por produtos defeituosos: peças defeituosas causam o desperdício de insumos diversos => técnicas preventivas de qualidade

22 Outras Perdas Associadas à Produção/Serviços l Fator tecnologia: conjunto de conhecimentos que se aplicam a um determinado setor. Está associado ao grau de automação. Quanto mais automatizado for um processo (administrativo ou produtivo), mais avançada é a tecnologia l Fator desempenho: desempenho = f (habilidade x motivação e habilidade x esforço) l Variáveis ambientais: poluição sonora, temperatura, iluminação e cores no ambiente de trabalho l Fadiga l Stress l Etc. ALTA PRODUTIVIDADE BAIXA PRODUTIVIDADE ESFORÇO FÍSICO HABILIDADE ALT0 ALTA BAIXA BAIXO ALTA PRODUTIVIDADE BAIXA PRODUTIVIDADE MOTIVAÇÃO HABILIDADE ALTA BAIXA

23 As quatro formas clássicas de se aumentar a produtividade l Produtividade é produzirmos mais com cada vez menos recursos a um custo cada vez menor l Vimos que: Bens e/ou serviços produzidos Q PRODUTIVIDADE = = --- MOD + MP + Capital + Energia + Área + Tecnologia + Serviços I l Podemos considerar, também, a seguinte relação: Bens e/ou serviços produzidos Q PRODUTIVIDADE = = --- Custo Total CT l Quatro possibilidades para se aumentar a produtividade: 4 1 a. ) aumentando Q e diminuindo I 4 2 a. ) mantendo Q e diminuindo I 4 3 a. ) aumentando Q e mantendo I 4 4 a. ) aumentando Q e aumentando I, porém, o incremento de Q é mais do que proporcional ao incremento de I OUTPUT l Vimos, também, que: PRODUTIVIDADE = INPUT EFICAZ + PERDAS l Assim, precisamos estudar como alavancar os inputs para a eliminação das perdas / desperdícios

24 Providências para o aumento da Produtividade l Genericamente, o aumento da produtividade é conseqüência de providências nos seguintes aspectos: melhorar os recursos ou meios de produção otimizar as condições do ambiente de trabalho otimizar a tecnologia eliminar os desperdícios de matéria-prima, de energia e de tempo utilizar lay-out racional melhorar os métodos de trabalho minimizar as perturbações do sistema homem-máquina preocupação com as condições de saúde e vitalidade da mão-de- obra preocupação com as condições de higiene e segurança no trabalho preocupação com o desenvolvimento da mão-de-obra, visando torná-la mais competente e comprometida etc. l CONCLUSÃO: l CONCLUSÃO: a obtenção de melhores resultados, através da produtividade, depende do planejamento, organização e implantação de ações na empresa

25 Aumento da disponibilidade da Capacidade Útil, antes e após a alavancagem da Produtividade 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Capacidade efetivamente utilizada CAPACIDADE DISPONÍVEL (em HMD) ANTES DA ALAVANCAGEM DOS INPUTS APÓS A ALAVANCAGEM DOS INPUTS Capacidade em evolução, após início da mudança via alavancagem da produtividade PERDA DE 10% PERDA DE 40%

26 Alavancagem do insumo Mão-de-Obra Direta l Lembremos que: FP = Fator de Perdas = [CM(h) - HT(h)] / HT(h) l Como: [HT(h) x FR(%)] CM= EE(%) l Assim, para reduzir-se as perdas, medidas pelas horas improdutivas, tem-se de aumentar a EH (eficiência homem) e a ET (eficiência técnica), bem como diminuir o FR (fator de refugo) l Podemos alavancar a produtividade do insumo MDO das seguintes formas: 4 redução ou eliminação das HI (horas improdutivas), para aumento da ET, com eliminação de paralizações do operador 4 melhoria do MÉTODO de trabalho, para aumento da EH e redução de FR 4 aumento do RITMO, para aumento da EH l Na determinação do MÉTODO para o sistema homem-máquina, deve-se cuidar para a avaliação correta da capabilidade das máquinas envolvidas (Cpk > 1,33) l Para as MÁQUINAS, sempre que possível, adotar no processo de racionalização mecanizações de baixo custo l Para o HOMEM, racionalizar o MÉTODO, visando que o mesmo dispenda o menor esforço possível, dentro de condições ambientais adequadas l A MOD deve ser selecionada e adequadamente atualizada (treinamento e desenvolvimento); além disso, a empresa deve promover a QVT (qualidade de vida no trabalho) visando a obtenção de seu comprometimento e motivação

27 Alavancagem do insumo Máquinas e Equipamentos l Tecnologia l Set-up e troca rápida (padronizar dispositivos,promovendo intercambiabilidade) l Maximizar a ET (eficiência técnica) => manter controle rigoroso das HI para análise das causas e tomada de ações corretivas l Avaliação da capabilidade da máquina (Cpk > 1,33) l Racionalizar o lay-out l Reduzir o consumo de energia (sistemas informatizados para controle) l Automatizar, sempre que possível, os sub-sistemas da máquina que requeiram movimentos manuais por parte do operador l Implementar plano de manutenção produtiva total (TPM) l Eliminar as condições inseguras l Utilizar cores adequadas l Etc. l Seleção de máquinas: 4 Q1 = poucas trocas e lotes pequenos; máquinas não automatizadas 4 Q2 = muitas trocas e lotes pequenos; máquinas semi-automáticas 4 Q3 = muitas trocas e lotes grandes; máquinas automáticas 4 Q4 = poucas trocas e lotes grandes; máquinas automáticas Q3Q4 Q1Q2 MIX DE PRODUTOS VOLUME DE PRODUÇÃO ALTO BAIXO

28 Alavancagem do insumo Matéria-Prima l Tecnologia do processo l Projetar racionalmente o produto com a utilização da Engenharia Simultânea l Utilização de metodologias como DOE (Design of Experiments); DFMA (Design for Manufacturing and Assembling), etc., objetivando redução do refugo, maior confiabilidade do processo e redução do custo l Análise da especificação da MP e utilização de global sourcing para sua aquisição (menor custo) l Adoção do sistema JIT (just in time) / kanban, para redução do nível de estoque de MP l Redução do refugo, com a utilização das ferramentas da qualidade l Racionalizar embalagens e os meios de transporte l Praticar o programa 5 S l Fluxograma para otimização da utilização da MP: Matérias-Primas Estoque Produção MP obsoleta ou sobras Vendas Devoluções CampoVenda a 3 os. Produtos Refugados MPs Refugadas Análise

29 Alavancagem dos inputs: recursos financeiros; inventários e ativos fixos MÁQUINA = todo sistema cuju output é um componente ou Produto (ex.: prensa, injetora, torno, etc.) EQUIPAMENTO = todo sistema cujo output é um SERVIÇO (ex.: empilhadeira, instrumento de medição, etc.)

30 Controle das Horas Improdutivas (HI) l Objetivo: a partir de equipes multifuncionais e do PDCA (Plan-Do-Check- Action) ou MASP (Metodologia de Análise e Solução de Problemas), devemos selecionar as causas mais prováveis de perturbação e priorizar aquelas mais relevantes para a tomada de ações SITUAÇÃO ATUAL: OCORRÊNCIA DE HI OBJETIVO OU META DESEJADA PERTURBAÇÃO ENFOCADA SELEÇÃO DE CAUSAS POSSÍVEIS PRIORIZAÇÃO POR GRAU DE IMPACTO D C AP PRIORIZAÇÃO POR GRAU DE IMPACTO NO RESULTADO CAUSA CAMPEÃ IMPLEMENTAR A AÇÃO CORRETIVA ALTERNATIVA PARA ANÁLISE FUTURA ABANDONAR, NUM PRIMEIRO MOMENTO REAVALIAR POSSIBILI- DADES PRIORIZAÇÃO POR GRAU DE IMPACTO NO RESULTADO POTENCIAL PARA SOLUÇÃO DO PROBLEMA ALTA ALTO BAIXO BAIXA

31 Planilha - Histórico de Perturbações


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