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UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Departamento de Administração Disciplina: Administração de Recursos Materiais Professor: Guillermo José Asper Y. Valdes Turma:

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1 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Departamento de Administração Disciplina: Administração de Recursos Materiais Professor: Guillermo José Asper Y. Valdes Turma: 100 Tarefa: OPA Alunos: Gildeon de Sousa Paixão- 06/33852 Yuri Sousa- 08/42931 Hugo Ariel- 08/31328 Renam Cassius Mendes Souza- 09/56317 Guilherme Gontijo- 08/30739 Laiane Mara Borges- 05/ /04/2009

2 Visa atender a demanda instantaneamente Visa atender a demanda instantaneamente É uma derivação japonesa do sistema japonês Kanban É uma derivação japonesa do sistema japonês Kanban Princípios: qualidade, velocidade, confiabilidade, flexibilidade, compromisso. Princípios: qualidade, velocidade, confiabilidade, flexibilidade, compromisso. Just in Time

3 Princípios do Just in time 1- Qualidade para evitar distúrbios e erros na produção. 3- Confiabilidade, para se ter fluxo rápido de produção. 2- Velocidade na entrega, para evitar estoques. 5- Compromisso, entre fornecedor e comprador, para melhor atender o cliente. 4- Flexibilidade, para se produzir em lotes pequenos.

4 Propósito do just in time -identificar e atacar os problemas fundamentais e gargalos; -eliminar perdas e desperdícios; -eliminar processos complexos; -implementar sistemas e procedimentos.

5 Eliminação de perdas Tempo de espera; Produto em excesso; Refugos; Retrabalhos; Produtos defeituosos. Atividades que não agregue valor como: -inspeções; -controle de qualidade; -movimentação de material; No ambiente just in time algumas atividades devem ser eliminadas, pois são definidas como perda.

6 Benefícios JIT Contratos a longo prazo Contratos a longo prazo Demandas previsíveis, com solicitações flexíveis Demandas previsíveis, com solicitações flexíveis Comunicação das mudanças mas rápida e em tempo real Comunicação das mudanças mas rápida e em tempo real Produtos de alta qualidade e com constância Produtos de alta qualidade e com constância

7 Fluxo Contínuo de Material Conceito de Just in Time (Toyota). Conceito de Just in Time (Toyota). O pedido vai para a fábrica, não para o depósito. O pedido vai para a fábrica, não para o depósito. A fábrica produz de acordo com a demanda (método de puxar estoque). A fábrica produz de acordo com a demanda (método de puxar estoque). Evita-se o estoque de produtos acabados. Evita-se o estoque de produtos acabados. Relação de parceria com fornecedores. Relação de parceria com fornecedores. Fluxo rápido de inormações Fluxo rápido de inormações

8 Fluxo Sincrônico de Material Fluxo Sincrônico de Material Fornecedores têm de responder às necessidades dos clientes em tempo curto. Fornecedores têm de responder às necessidades dos clientes em tempo curto. Produção e distribuição integradas por meio da TI. Produção e distribuição integradas por meio da TI. Um sistema automatizado fornece informações para todas a partes envolvidas simultaneamente. Um sistema automatizado fornece informações para todas a partes envolvidas simultaneamente. Relação mais próxima e mais duradoura entre cliente e fornecedor. Relação mais próxima e mais duradoura entre cliente e fornecedor. Redução de custos adicionais para todo o conjunto. Redução de custos adicionais para todo o conjunto.

9 Ponto de Reposição Estoque elevado (maior custo de manutenção) Estoque elevado (maior custo de manutenção) Estoque baixo (risco de perda de vendas e/ou paradas na produção) X

10 Determinação do Ponto de Reposição (PR) Objetiva dar início ao processo de ressuprimento com tempo hábil para não ocorrer falta de material Objetiva dar início ao processo de ressuprimento com tempo hábil para não ocorrer falta de material Fórmula Fórmula PR = Tempo de Ressuprimento(TR) x Consumo Previsto PR = Tempo de Ressuprimento(TR) x Consumo Previsto

11 Definição do Lote de Compra ou de Reposição É a quantidade que balanceia os custos de manutenção e aquisição É a quantidade que balanceia os custos de manutenção e aquisição Formas de cálculo: Formas de cálculo: C.T.anual = (custo de aquisição/pedido) x (demanda anual/lote de reposição) + (custo de manutenção anual) x (valor unitário do produto) x (lote de reposição/2) C.T.anual = (custo de aquisição/pedido) x (demanda anual/lote de reposição) + (custo de manutenção anual) x (valor unitário do produto) x (lote de reposição/2) Q = raiz quadrada(2D.A/E.C) Q = raiz quadrada(2D.A/E.C) D = demanda anual em unidades A = custo de aquisição por pedidos E = custo de manutenção anual em % C = custo do item Total de pedidos emitidos por ano Estoque Médio

12 Reposição Periódica Quantidade Fixa e Período Variável X Quantidade Variável e Período Fixo

13 Capacidade Produtiva Capacidade Balanceada Capacidade Desbalanceada Ao contrário do que se pensa uma capacidade balanceada de produção não é satisfatória. Felizmente por natureza as produções tem capacidades desbalanceadas. A vontade de ir contra esse fato é o que realmente traz o aumento de custos e o descontrole da produção, forçando ajustes dos gestores como horas extras de trabalho.

14 Uma Fábrica é como uma corrente, sempre tem um elo mais fraco que os outros, ou seja, sempre tem um recurso com capacidade menor de produção que os outros. É nesse ponto que o administrador de logística tem que agir, reparando essa capacidade menor de produção de certos elos de uma fábrica. Para que o fluxo de produção não seja interrompido é preciso ter uma margem de segurança dos produtos com maior capacidade em relação ao produto- restrição (elo mais fraco). Essa margem é chamada de Capacidade Protetora.

15 Teoria das Restrições (TOC) 1. Capacidade Produtiva – é a capacidade que a empresa irá efetivamente usar do recurso, que ele processará peças. 2. Capacidade Protetora – é a capacidade a mais necessária nos recursos não-restrição para que eles não interrompam o fluxo produtivo, para que eles não parem a restrição. É um investimento necessário. 3. Capacidade Ociosa – é a diferença entre a capacidade disponível e as capacidades produtiva e protetora, é o que sobra.


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