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Centro de Combate à Violência Infantil Curso de Capacitação no Enfrentamento da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes.

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Apresentação em tema: "Centro de Combate à Violência Infantil Curso de Capacitação no Enfrentamento da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes."— Transcrição da apresentação:

1 Centro de Combate à Violência Infantil Curso de Capacitação no Enfrentamento da Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes

2 VIOLÊNCIA FÍSICA

3 Principais Características Síndrome do Bode Expiatório O agressor elege um determinado filho Caso concreto Cachorrinha Evolução gradual da violência Antes de uma lesão grave ou óbito ocorrem lesões mais leves que não foram denunciadas

4 Principais Características Os agressores de violência física geralmente são pessoas normais Só 10% de quadros psiquiátricos graves Idade das vítimas Faixa etária mais atingida: 07 aos 13 anos Idade média: - Sexo feminino: 10 anos - Sexo masculino: 8 anos

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6 Grupo de Risco Crianças de gravidez não desejada Crianças exigem atenção especial: Recém nascidas ou lactantes Portadoras de doenças crônicas Deficientes físicas Crianças com famílias desajustadas

7 Grupo de Risco Vínculo com os pais foi interrompido Parto prematuro Hospitalizações prolongadas Crianças de casamentos anteriores Crianças hiperativas Crianças adotadas/ carências egoístas pais

8 Guia Prático de Identificação Perfil da criança Teme exageradamente os pais Baixa auto-estima Falta constantemente à escola - Caso da colher na nuca Criança nervosa/ estado de alerta

9 Guia Prático de Identificação Perfil da criança Baixo aproveitamento escolar Oculta as lesões sofridas Depressiva, isolada e muito triste Choro insistente e sem explicação de crianças de tenra idade à aproximação do pai, mãe, babá, ou outro cuidador

10 Comportamento agressivo Timidez e desconfiança Foge ou busca ficar longe de casa Exame médico manifesta: Indiferença, apatia ou tristeza Pode reagir com alguém que busca se defender de uma agressão Guia Prático de Identificação Perfil da criança

11 Vê a criança como um objeto Raramente comparece nas reuniões escolares, acompanhamento de vacinas, etc Descreve a criança como preguiçosa, de má índole e causadora de problemas Guia Prático de Identificação Perfil do Agressor

12 Defende a aplicação de disciplina severa Demonstra irritação e pouca paciência com o comportamento próprio das crianças. Distúrbios psicológicos ou psiquiátricos

13 Guia Prático de Identificação Perfil do Agressor Histórico de violência em sua própria infância Uso indevido de drogas e/ou álcool Mente sobre a causa das lesões da criança Cobra da criança desempenho físico e/ou intelectual acima de sua capacidade

14 Guia Prático de Identificação Perfil do Agressor Culpa a criança pelos problemas no lar Imaturidade/ Instabilidade emocional Pouca idade Por ser originário de família disfuncional Temperamento autoritário e controlador

15 Guia Prático de Identificação Perfil da Família Cumplicidade silenciosa entre os cônjuges Hostilidade a abordagem de profissionais Rigidez exacerbada: valores religiosos, morais e educacionais Violência doméstica contra a mulher Graves problemas financeiros

16 Guia Prático de Identificação Sinais de Maus-tratos

17 Equimoses/ hematomas Equimoses/ hematomas múltiplos Localizados em várias partes do corpo Diferentes formas, dimensões e estágios

18 Lacerações labiais Arrancamento do freio labial, ferimento das gengivas e perda de dentes 65% dos casos de atendimento médico são lesões na região: a) Lábios b) Gengivas c) Bochechas d) Língua/dentes

19 Ferimentos que deixam na pele a marca dos objetos que os produziu.

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21 Ferimentos pelo uso de corda, fio ou corrente Para prender mãos, pés ou pescoço

22 Mordidas humanas / Equimoses circulares causadas por sucção (chupões) Locais: bochechas, tórax, abdome, nádegas e coxas Marcas nas mamas/ parte interna das coxas Hipótese de abuso sexual Ferimentos na mucosa oral Ação de obrigar a criança a comer a força Ferimentos na cabeça Arrancamento de mechas de cabelo Guia Prático de Identificação

23 Orelha de boxeador/ orelha em couve-flor Lesões recentes ou cicatriz Deformidades na região externa da orelha Ferimentos por instrumentos perfuro- cortantes (Faca, punhal, espeto) Usados com requinte de perversidade Finalidade é torturar Ferimentos # Estágios de cicatrização Espancamentos constantes Guia Prático de Identificação

24 Queimaduras Tipos de queimaduras Queimaduras na região genital e nádegas provocada por imersão em líquido quente Queimadura em forma de luva Queimadura em forma de bota Queimadura de cigarro

25 Queimaduras Tipos de queimaduras Queimadura em forma de luva

26 Queimaduras a) Dobras de cotovelo b) Pescoço c) Axilas Queimaduras Tipos de queimaduras

27 Queimaduras com as formas dos objetos. Ex: ferro elétrico, chapa de fogão, colher, faca, garfo, fundo de frigideira, tampa de panela, lâmpadas, etc.

28 Queimaduras Tipos de queimaduras

29 Fraturas e Roturas Fraturas de crânio: "em mapa mundi Fraturas mal explicadas no nariz, rosto, braços, pernas (deformidades) Fraturas de costelas causadas impactos violentos: a) Chutes b) Arremesso do corpo sob superfícies planas

30 Fraturas e Roturas Fraturas de bacia Fraturas de bacia a) Raras em crianças a) Raras em crianças b) Decorrentes de impactos muito violentos. b) Decorrentes de impactos muito violentos. Roturas viscerais Roturas viscerais Locais: fígado, baço, rim, intestino Locais: fígado, baço, rim, intestino Causas: socos e chutes na parede abdominal. Causas: socos e chutes na parede abdominal.

31 Fique em Estado de Alerta Fique em Estado de Alerta Quando Presenciar Fratura dois ombros / crianças (-) 7 anos Fratura dois ombros / crianças (-) 7 anos Lesões incompatíveis com a idade da criança (bebês) Lesões incompatíveis com a idade da criança (bebês) Fratura de crânio bilateral Fratura de crânio bilateral Ex: Criança jogada contra a parede ou espancada várias vezes Ex: Criança jogada contra a parede ou espancada várias vezes

32 Fique em Estado de Alerta Quando Presenciar Lesões no rosto com fratura do maxilar Lesões no rosto com fratura do maxilar Ex: Decorrência de tapas ou socos Ex: Decorrência de tapas ou socos Múltiplas Lesões ou fraturas em diferentes estágios de cicatrização Múltiplas Lesões ou fraturas em diferentes estágios de cicatrização Injustificável demora na busca de atendimento médico para a criança Injustificável demora na busca de atendimento médico para a criança

33 Síndrome do Bebê Sacudido Lesão cerebral gravíssima Crianças de até 02 anos de idade Fortes sacudidas no corpo da criança. Brutalidade desses impactos comprometem a massa encefálica que se desloca em decorrência da violência.

34 Sinais da síndrome: - Convulsões - Paralisias - Fratura da calota craniana - Sonolência - Problemas respiratórios - Coma - Morte - Etc.

35 Síndrome de Munchausen Inventando doenças: Os pais induzem a equipe médica ao erro Comprometendo a integridade psicológica e física Para isso chegam: a) Injetar urina, fezes, veneno na criança b) Adulterar o material colhido para exames

36 Suspeite quando identificar Queixas exageradas da fragilidade do filho Exibicionismo na forma de cuidar da criança Contradição flagrante Histórias do agressor e o diagnóstico médico Criança melhora quando afastada do agressor Discordância do diagnóstico do médico, sempre exigido novos exames.

37 Por uma pedagogia não violenta VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Modalidade – Violência Física

38 Desmistificando a cultura do bater como método pedagógico Bater em crianças e adolescentes é uma prática cultural Bater em crianças e adolescentes é um ato de violência Bater em crianças e adolescentes não os preparam para enfrentar a vida Bater em crianças e adolescentes pode tornar-se um ato progressivo e perigoso

39 Posturas que devem ser observadas pelos pais, a fim de serem bem sucedidos na aplicação de uma pedagogia não violenta Posturas adotadas Ser Exemplo Diálogo: aberto/ sincero Regras bem definidas e justas Conhecer Fases Desenvolvimento Infantil Disciplina Coerente

40 Alternativas que podem substituir a punição física Admoestação Admoestação Suspensão de privilégios Suspensão de privilégios Isolamento Isolamento Não devem ser usados como lugares de isolamento: Não devem ser usados como lugares de isolamento: - Banheiro - Banheiro - Quarto escuro - Quarto escuro - Locais onde a criança possa sentir medo - Locais onde a criança possa sentir medo T empo no isolamento tem que ser bem curto T empo no isolamento tem que ser bem curto

41 Conclusão Um navio no porto está em segurança, mas não foi para isso que os navios foram feitos. Willian Shedd Obrigado !!!


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