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DOCUMENTAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL: Estratégias que contribuem para a garantia de direitos sociais.

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Apresentação em tema: "DOCUMENTAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL: Estratégias que contribuem para a garantia de direitos sociais."— Transcrição da apresentação:

1 DOCUMENTAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL: Estratégias que contribuem para a garantia de direitos sociais

2 A documentação em processo de trabalho do assistente social (Maria da Graça Maurer Gomes Turck) Interlocução entre o SS na garantia de direitos de seus usuários com as instituições que implementam as políticas públicas. Se constitui em uma das estratégias metodológicas poderosas na consolidação do Projeto Ético-Político do SS. Estratégias que contribuem para a formação de assistentes sociais, bem como, para a sua circulação nos espaços públicos na garantia de direitos.

3 A competência profissional Se constrói no saber pensar (articulação da reflexão conceitual com a reflexão estratégica para entender o real). No saber fazer: articulação da teoria- prática. No saber dizer: autonomia, capacidade de invenção, criação, decisões próprias, voltadas para o saber ser e o saber fazer profissionais.

4 Traçar estratégias significa ter habilidades. No âmbito subjetivo, cada um precisa pôr para fora a sua capacidade de observação. Necessita estar atento à linguagem que emana do silêncio, através da compreensão de que as relações sociais vão se constituindo a partir das relações interpessoais no espaço afetivo dos sujeitos numa relação com a totalidade do outro. No âmbito objetivo significa o uso adequado de estratégias e técnicas operativas, como a abordagem individual, conjunta e coletiva; a entrevista individual, coletiva ou colateral; a visita domiciliar; entre outras.

5 Para o AS a documentação exerce um papel fundamental para o desenvolvimento de seu processo de trabalho. É esta perspectiva de sair do que emerge na subjetividade do indivíduo, compreendê-la nos processos particulares e sociais e retornar ao sujeito para desvendar o que ocorre em sua vida, que garante ao AS o reforço de sua especificidade. A questão social vai ser explicitada no cotidiano profissional.

6 A implementação do Método Dialético e o processo de trabalho do AS Compreendido pelo seguinte trinômio: subjetividade do sujeito; processos particulares e processos sociais. Quadros de Prática Relacional: 1. Processo de Conhecimento; 2. Processo de Intervenção. Fio condutor em todos os processos de trabalho que Possibilita, no concreto, desvendar a questão social na vida dos sujeitos e facilita a articulação da teoria com a prática. Ao desvendar a Questão Social o AS deverá explicitá- lo na documentação que irá utilizar e dará condições para que o Processo de Intervenção aconteça no processo de trabalho.

7 Quadro de Prática Relacional: Processo de Conhecimento e Processo de Intervenção 1. Processo de Conhecimento: ocorrerá o desvendamento da questão social na vida dos sujeitos a partir da explicitação da desigualdade social que interpenetram nas suas vidas, violando seus direitos mais fundamentais. 2. Processo de Intervenção: O objeto desvendado será trabalhado para ser superado, garantindo os direitos dos usuários do Serviço Social.

8 PROCESSO DE CONHECIMENTO É o início de qualquer intervenção profissional; é o momento de conhecer para propor. Compreensão dos fenômenos que surgem e que se interpenetram na vida cotidiana dos sujeitos. Desvendar a questão social para que se possa concretizá-la na prática. A partir dos fundamentos teórico- metodológicos, éticos-políticos e técnico-operativos, realizar a leitura dos fenômenos e escolher as estratégias metodológicas e instrumentais-operativos que serão utilizados. Desvendar o objeto Questão Social na vida dos sujeitos, usuários do SS, é trabalhar no campo subjetivo (valores) e no campo objetivo (sociedade, relações de classes, forças de trabalho dentre outras).

9 PROCESSO DE INTERVENÇÃO Propor para intervir: dará continuidade à articulação entre a teoria e a prática iniciada anteriormente, intensificando a escolha das estratégias metodológicas e dos instrumentais operativos a partir do objeto desvendado. O produto a ser alcançado por esta metodologia poderá ser contextualizado na documentação específica do SS que irá circular nos espaços públicos. Esta documentação irá publicizar o processo de trabalho dos assistentes sociais na garantia de direitos dos seus usuários.

10 RELATÓRIO PROCESSUAL DESCRITIVO E RELATÓRIO PROCESSUAL CONDENSADO Lembre-se: relatar é uma arte. Assim, o relato não é padronizado, mas segue algumas normas no estilo e no seu conteúdo. O importante é que todo o conteúdo deva atingir os objetivos a que se propõe. A importância da Linguagem: deve ser correta, objetiva e com poucos adjetivos, para se evitar o juízo de valor. O importante é descrever os fatos em linguagem sóbria e técnica. Para tornar o relato mais compreensivo e mais vivo, quando citar expressões do sujeito deve utilizar aspas ou itálico, acompanhado da expressão, entre parênteses SIU (segundo informações do usuário).

11 Ao serem utilizadas informações de outros profissionais, deve-se utilizar expressões como: segundo o médico Dr. _____; ou a AS, Sra. _____; entre outras. Ao serem relatadas sobre aparência e/ou comportamento do sujeito, ressaltar que no momento em que o fato foi observado, o sujeito apresentava aparência X e um comportamento Y. Quanto a pessoa, o mais indicado é que seja relatado no impessoal para se dar um caráter mais profissional. Por exemplo: Entende-se que...; observa-se que....

12 RELATÓRIO PROCESSUAL DESCRITIVO É um instrumento exclusivo para supervisão acadêmica e de campo, utilizado no uso de abordagens individuais e coletivas. Deve compreender a descrição pormenorizada do Processo de Conhecimento e do Processo de Intervenção. Além da narrativa dos acontecimentos, descreve a forma de intervenção tanto para consolidar o Processo de Conhecimento como para a execução do Processo de Intervenção. Nas abordagens coletivas deve contextualizar e descrever o espaço de grupo e o espaço interacional entre seus membros individuais. Deve conter, também, o instrumental operativo utilizado para a continuidade do processo de trabalho.

13 Outros elementos do RELATÓRIO PROCESSUAL DESCRITIVO A) Análise da situação conhecida ou do desenvolvimento do Processo de Intervenção em que o aluno-estagiário vai trabalhar a análise dos fatos, a partir da articulação dos Fundamentos do Serviço Social; B) Análise dos sentimentos do aluno-estagiário que expressam a sua subjetividade em relação à situação conhecida. C) Contextualizar o uso de todo o instrumental operativo essencial para a compreensão da situação, tais como: a observação, a escuta sensível, o uso de prontuários, processos jurídicos, entrevista individual, coletiva e com colaterais, visita domiciliar, visita às escolas, etc.

14 RELATÓRIO PROCESSUAL CONDENSADO É um instrumento utilizado em supervisão de campo e acadêmica, que também pode ser utilizado pelo assistente social nos prontuários dos espaços institucionais. Deve conter uma contextualização da situação em que todos os elementos importantes para a compreensão dessa situação são descritos, tanto no Processo de Conhecimento como no Processo de Intervenção. O conteúdo que vai se materializando no Relatório Processual Condensado é o resultado do Processo de Conhecimento realizado através das estratégias metodológicas, como no uso das abordagens individual, conjunta ou coletiva e implementadas pelos instrumentais operativos. É, portanto, um ensaio para a elaboração do Estudo Social ou do Parecer Técnico e seu conteúdo será o produto final do processo de trabalho do AS que será publicizado nos espaços públicos através desta documentação na garantia de direitos.

15 Para a supervisão acadêmica e de campo, o RELATÓRIO PROCESSUAL condensado deve conter: A) Análise da situação conhecida ou do desenvolvimento do Processo de Intervenção em que o aluno-estagiário vai trabalhar a análise dos fatos, a partir da articulação dos Fundamentos do Serviço Social; B) Análise dos sentimentos do aluno-estagiário que expressam a sua subjetividade em relação à situação conhecida. C) Contextualizar o uso de todo o instrumental operativo essencial para a compreensão da situação, tais como: a observação, a escuta sensível, o uso de prontuários, processos jurídicos, entrevista individual, coletiva e com colaterais, visita domiciliar, visita às escolas, etc.

16 RELATÓRIO PROCESSUAL CONDENSADO NO USO DAS ABORDAGENS INDIVIDUAIS Tem por objetivo a contextualização da situação do sujeito, no que é importante contemplar no conteúdo do relatório, em que os pontos nodais elencados vão direcionar o desvendamento do objeto Questão Social a ser superado no processo de intervenção. Deve conter: a) Contextualização da situação, levando em conta os objetivos a que se destina; b) Análise da situação conhecida através do Processo de Conhecimento, a partir dos fundamentos teórico-metodológicos, éticos-políticos e técnico-operativos que dão sustentação ao processo de trabalho do AS.

17 RELATÓRIO PROCESSUAL CONDENSADO NO USO DAS ABORDAGENS COLETIVAS No uso das abordagens coletivas que se dividem em grupos familiares ou outros e nos espaços comunitários, tem como objetivo acrescentar elementos que transcrevam os processos interacionais que podem ocorrer entre seus membros – como a história local, a geografia, a cultura, a colonização em suas etnias, usos e costumes. Tem também como objetivo identificar e apreender o surgimento das lideranças, como elas se inter- relacionam, como lidam com o poder, tanto individual como político, com o compartilhamento, com as diferenças, etc. Como se beneficiam do convívio, como progride o grupo e como vai se constituindo o seu desenvolvimento para o planejamento do Processo de Intervenção.

18 Deve conter: a) Contextualização da situação, levando em conta os objetivos a que se destina; b) Análise da situação conhecida através do Processo de Conhecimento, a partir dos fundamentos teórico-metodológicos, éticos-políticos e técnico-operativos que dão sustentação ao processo de trabalho do AS; c) (Optativo). Registrar as providências tomadas, tais como: apoio, encaminhamento, auxílio, etc.).


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