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FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES TEORIA GERAL DE SISTEMAS PARTE II Prof. Alessandra Mendonça 05/02/2009 (21) 8842-4576.

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1 FACULDADES INTEGRADAS CAMPO-GRANDENSES TEORIA GERAL DE SISTEMAS PARTE II Prof. Alessandra Mendonça 05/02/2009 (21)

2 OBJETIVOS Conhecer os principais conceitos e desafios da Teoria Geral de Sistemas. METODOLOGIA Aprendizagem ativa. EMENTÁRIO A origem da Teoria Geral de Sistemas. O conceito de sistema. Características dos Sistemas. Uma taxonomia para os Sistemas. Aplicações do pensamento sistêmico. BIBLIOGRAFIA Bibliografia Básica: (1) BERTALANFFY, L. Von. Teoria geral dos sistemas. Petrópolis: Vozes, (2) Katz, Daniel e R. Kahn. Psicologia Social das Organizações. São Paulo: Atlas, Bibliografia Complementar: (3) BOUDING, Kenneth E. General Systems Theory - A Skeleton of Science. Management Science, Vol. 2, Nº 3, april, 1956, pp In E:CO Especial Double Issue Vol. 6 Nos, i , pp (4) BOUDING, Kenneth E. Teoria Geral dos Sistemas – A Estrutura da Ciência. Texto traduzido. (5) GATTI, Fábio Garcia. Administração e Caos: Uma Estreita Relação.

3 CRONOLOGIA DAS AULAS Aula 10 – Tipos de Sistemas (07/05) Aula 11 – Sistemas e Caos (14/05) Aula 12 – As Organizações Empresariais como Sistemas (21/05) Aula 13 – As Contribuições de Bertalanffy (28/05) Aula 14 – Revisão e Exercício (11/06) Aula 15 – Segunda Avaliação (18/06) Aula 16 – Segunda Chamada (25/06) Aula 17 – Prova Final (02/07)

4 KENNET EWART BOULDING ( ) Economista, educador, ativista político, poeta e Cientista Social inglês. Radicado nos EUA, entre 1949 e 1967, atuou na Universidade de Michigan. Presidiu inúmeras sociedades científicas, dentre as quais a Society for General Systems Research. A República do saber fragmenta-se em subculturas isoladas (surdez especializada). AULA 11 – Tipos de Sistemas

5 OBJETIVOS DA TGS Aumentar a capacidade auditiva das áreas especializadas Permitir a interdisciplinaridade Ser um sistema de sistemas para orientar descobertas nas lacunas entre as áreas (gestalt). CAPACIDADE DE EXPLICAÇÃO DA TGS NÍVEIS DE AMBIÇÃO GRAUS DE CONFIANÇA AULA 11 – Tipos de Sistemas

6 NÍVEIS DE ANÁLISE I – ESTRUTURA ESTÁTICA: Geografia e anatomia do universo (acurada descrição da estrutura) II – SISTEMA SIMPLES: Engrenagens simples (nível de equilíbrio dinâmico calculado estatisticamente) III – SISTEMA CIBERNÉTICO: Equilíbrio dependente de variável externa (a lógica do termostato) IV – SISTEMA ABERTO: Throughput, trocas metabólicas, auto-reprodução (vida) AULA 11 – Tipos de Sistemas

7 NÍVEIS DE ANÁLISE V – GENÉTICO-SOCIETÁRIO: Sociedade de organismos especializados, com partes mutuamente dependentes. Os receptores de informação são difusos (mundo vegetal – fusão de plantas). VI – ANIMAL/HUMANO: Mobilidade, auto-percepção, comportamentos estimulados por construções autônomas, difíceis de serem percebidos. VII – ORGANIZAÇÕES SOCIAIS: Conteúdo e significado das mensagens, natureza e dimensão de valores, contexto histórico, sutis simbolizações (o universo empírico é a vida humana e a sociedade em toda sua complexidade e riqueza). VIII – SISTEMAS TRANSCENDENTES: Perguntas irrespondíveis AULA 11 – Tipos de Sistemas

8 AULA 12 – Sistemas e Caos Sistemas: uma invenção humana A previsibilidade e o conforto psicológico O caos como regra

9 AULA 13 – As Organizações Empresariais como Sistemas SISTEMA TÉCNICO SISTEMA POLÍTICO SISTEMA SOCIAL

10 AULA 13 – As Organizações Empresariais como Sistemas ASPECTOSEXEMPLOS DE SISTEMA POLÍTICO ENTRADASPessoas/interesses, regras de disputa, valores morais e éticos. SAÍDASConquista e a dominação. PROCESSAMENTOJogo de influência/Jogo do poder. RETROINFORMAÇÃODados que indiquem as vitórias ou as derrotas. (Quando a maioria aceita a dominação isso pode ser um sinal de vitória) SINAIS DE HOMEOSTASIA Equilíbrio entre os interesses e fidelidade às regras de disputa. SINAIS DE ENTROPIADesequilíbrio entre interesses e traições. CICLICIDADERegularidade nos processos de influenciação. ESPECIALIZAÇÃOPadronização de papéis nos jogos de poder (Líder, apoiador, mediador...) CODIFICAÇÃODiz respeito à natureza da especialização. Habilidades e competências para disputar interesses... (Habilidade de comunicação, persuasão, carisma...) EQÜIFINALIDADEDiversas técnicas e estratégias, e diferentes fontes de poder, para o exercício da influência. ENTROPIA NEGATIVAGraus superiores de empatia.

11 AULA 13 – As Organizações Empresariais como Sistemas ASPECTOSEXEPLOS DE SISTEMA SOCIAL ENTRADASPessoas, referências morais, éticas e culturais. SAÍDASPertencimento social (convívio, harmonia social, equilíbrio social). PROCESSAMENTOInterações entre pessoas (dinâmica social). RETROINFORMAÇÃOSinais de desequilíbrios ou de equilíbrios sociais (conflitos/entendimentos, desarmonias/harmonias, distanciamentos/interações...) SINAIS DE HOMEOSTASIA Equilíbrio social. SINAIS DE ENTROPIADesequilíbrios sociais. CICLICIDADERotinas de interações entre pessoas. ESPECIALIZAÇÃOPadronização de papéis nos grupos (Líder, facilitador, harmonizador...) CODIFICAÇÃODiz respeito à natureza da especialização. Habilidades e competências para lidar com as situações diversas de liderança, facilitação, harmonização... EQÜIFINALIDADEDiversas possibilidades de interações entre pessoas (reuniões, encontros, festas, comemorações...) ENTROPIA NEGATIVAGraus superiores de solidariedade e tolerância.

12 AULA 14 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 2 HOMEOSTATO (Ashby) Autoadaptação por ensaio e erro. ORGANIZAÇÃO O princípio unificador é que encontramos organizações em todos os níveis.(p.76) ISOMORFIA O total de acontecimentos observáveis apresenta uniformidades estruturais, que se manifestam por traços isomórficos (formas semelhantes) de ordem nos diferentes níveis de domínio.(p.76)

13 AULA 14 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 2 PROFISSIONAIS GERERALISTAS CIENTÍFICOS Todo grupo de pesquisa precisa de um generalista, quer seja um grupo institucional de uma universidade ou fundação, quer seja um grupo industrial...(Bode e Col.1949, in Bertalanffy, p. 77) CAPÍTULO 3 ORGANIZAÇÃO Cada todo baseia-se na competição de seus elementos e pressupõe a luta entre as partes(Roux, in Bertalanffy, p.97)

14 AULA 14 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 3 MECANIZAÇÃO PROGRESSIVA O progresso só é possível passando de um estado de totalidade indiferenciada à diverenciação das partes(p. 102) Toda evolução, ao desdobrar alguma potencialidade, mata em botão muitos outras possibilidades(p. 102) HOMEOSTASE Aqueles processos, graças aos quais a situação material e energética se mantém constantes.(p.113)

15 AULA 14 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 3 RETROAÇÃO... Significa que partindo de uma saída (...) uma certa quantidade é dirigida para trás, como informação, para a entrada, de modo a regular esta última e assim estabilizar ou dirigir a ação do [sistemas]...(p. 113) EQUIFINALIDADE... o fato de que o mesmo estado final pode ser alcançado partindo de diferentes condições iniciais e de diferentes maneiras.(p. 113)... o comportamento real é determinado pela previsão do fim.(p. 113)

16 AULA 14 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 4 Quanto mais intenso o fluxo e o influxo de energia mais entrópico será o sistemas. Os sistemas fechado são menos entrópicos. Nem toda entrada de informação pode ser considerada como entropia negativa, ela poder ser um ruído (bias). Sistemas abertos existem para sobreviver, crescer, transformarse e morrer.

17 AULA 15 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 5 SISTEMAS ABERTOS E FECHADOS...um sistema é fechado se nenhum material entre nele ou saia dele. È chamado aberto se há importação e exportação de matéria.(p. 167) O sistema aberto é quase estável, possui equilíbrio dinâmico, suas reações/transformações são parcialmente irreversíveis. O sistema fechado possui equilíbrio constante e suas reações/transformações são reversíveis. Todo sistema ao alcançar o equilíbrio revela um comportamento finalista.(p.181) Por isso, é mais fácil identificar o propósito de um sistema quando ele está em equilíbrio (estático ou dinâmico).

18 AULA 15 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 5 EQUIFINALIDADE os processo que se passam em estruturas de tipo máquinas seguem um caminho fixo. Por conseguinte, o estado final será modificado se as condições iniciais ou o curso do processo forem alterados. Por oposição, o mesmo estado final, a mesma meta pode ser alcançada partindo de diferentes condições iniciais e por diferentes trajetos nos processos organismicos.(p. 181) [sistemas abertos]... conservam a si mesmos em uma contínua troca de matéria com o meio. (p. 212)

19 AULA 15 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULO 6 Na Teoria Geral dos Sistemas não se fala mais de entidades físicas e químicas mas se discutem totalidades de natureza completamente geral.(p. 203) As funções de entropia não contêm explicitamente o tempo. (p. 205) CAPÍTULO 7 Os sistemas abertos são capazes de regeneração. Os sistemas abertos podem se recodificar em relação ao seu estado original.

20 AULA 15 – As Contribuições de Bertalanffy CAPÍTULOS 8 e 9 O homem cria seu próprio universo, é um todo holístico. Sua cultura só a si pertence. Qualquer sistema enquanto entidade que pode ser estudada em si mesma deve ter limites, quer espaciais quer dinâmicos.(p. 286) CAPÍTULO 10 Nossa física despreza as chamadas quantidades primárias que só aparecem rudimentarmente no sistema físico ou em certas abstrações da optica fisiológica...(p. 326)

21 AULA 16 – Exercício

22 AULA 17 – Vista do Exercício

23 AULA 18 – Revisão Geral

24 AULA 19 – Segunda Avaliação

25 AULA 20 – Segunda Chamada


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