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PROCEDIMENTOS DE PISTA Manuseios dos Equipamentos de solo, Segurança e Equipamentos de Apoio.

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1 PROCEDIMENTOS DE PISTA Manuseios dos Equipamentos de solo, Segurança e Equipamentos de Apoio.

2 INTRODUÇÃO Técnicas de manutenção em aeronaves; Apoio de serviços; Equipamentos de solo; Equipamentos para movimentação de aeronave; Inúmeros equipamentos de solo; Riscos no manuseio dos equipamentos e aeronaves; Técnicos com conhecimentos dos procedimentos usados na segurança na manutenção, táxi, testes e uso dos equipamentos; Instruções de procedimentos iniciais para motores convencionais, turboélice e turbojato. Guia geral, para familiarizar com os métodos e procedimentos típicos; e Instruções detalhadas para o manuseio de um tipo específico de motor, deverá ser consultado nos manuais instruções do fabricante.

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4 ANTES DA PARTIDA NO MOTOR DO AVIÃO Manual de Instruções; Nariz do avião para o vento; Danos pessoais ou materiais; Fonte elétrica; Extintor de incêndio; Áreas em volta da aeronave livre, limpa, e etc... Esses procedimentos aplicados antes da partida são válidos para todos os motores convencionais, turboélice e turbojatos; MOTOR RADIAL: cortado no mínimo 30min; chave de ignição off, girar a hélice 3 a 4 voltas completas (calço hidráulico); O CALÇO HIDRÁULICO: É detectado pelo esforço anormal ou parada brusca da hélice; e NUNCA se usa força para girar a hélice quando for detectado um calço hidráulico.

5 CALÇO HIDRÁULICO Ocorre em motores a pistão devido a: Entrada de água ou acumulação de óleo; Empeno das bielas; e Travamento do motor.

6 ELIMINAÇÃO DO CALÇO HIDRÁULICO Girar a hélice no sentido normal, NUNCA no sentido oposto (SE NÃO INJETARÁ ÓLEO DO CILINDRO NO INTERIOR DO TUBO DE ADMISSÃO); o líquido voltará para o cilindro, podendo ocorrer outro calço hidraulico completo ou parcial; e Remover as velas dianteiras e traseiras dos cilindros inferiores ;

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8 PARTIDA NOS MOTORES CONVENCIONAIS (PISTÃO) Instruções do fabricante(Checklist); Normais em baixa temperatura; Afastamento do avião de qualquer material, antes de girar o motor; Fonte elétrica, fins poupar as baterias do avião; Equipamentos elétricos não necessários, devem ser desligados;

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10 VÍDEO MOTOR CONVECIONAL

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17 PROCEDIMENTO PARA GIRAR O MOTOR RADIAL Bomba auxiliar; Controle da mistura na posição carburador-motor; REGRA GERAL 1) Marcha lenta – Carburadores tipo pressão; 2) Mistura rica – Carburadores do tipo bóia; 3) Manete para posição – rpm para 1200rpm; 4) Pré-aquecimento – posição frio (evitar danos e incêndio no retorno de chamas). DEVERÁ SER USADO DEPOIS QUE O MOTOR ESTIVER AQUECIDO, pois previne a vaporização combustível, a carbonização das velas, formação de gelo, além de eliminá-lo no sistema de indução; 5) Ligar o motor de partida, depois que as hélices tiverem feito pelo menos duas voltas completas LIGAR O INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO; 6) Motores com VIBRADOR DE INDUÇÃO chave posição AMBOS; 7) Motor com MAGNETO ACOPLADOR DE IMPULSO, chave de ignição para PARTIDA; 8) Não acionar o motor por mais de 1 minuto (duas tentativas sucessivas); 9) Injetor de combustível – 1 a 3 acionamentos;

18 PARTIDA MANUAL O motor é acionado girando a hélice; Combustível ligado, ignição off, manete de combustível off e freios aplicados; PREOCUPAÇÕES DEVEM OBSERVADAS PARA EVITAR ACIDENTES: Chave dos magnetos off (princípio de curto-circuito de corrente); MAGNETO: gera uma tensão extremamente alta, essa tensão faz com que a faísca passe pelo vão da vela, no qual ajuda o combustível no motor a entrar em ignição; Local onde vai girar a hélice; (firme, grama escorregadia, lama, lubrificantes ou cascalhos soltos, NUNCA PERMITA QUE SEU CORPO FIQUE NO PERCURSO DA HÉLICE; Extintor de fogo no motor;

19 MAGNETO Gera tensão; A tensão faz com que a faísca passe pelo vão da vela, ajudando o combustível no motor a entrar em ignição.

20 EXTINÇÃO DE FOGO NO MOTOR Em todos os casos um bombeiro deve estar a postos com um extintor de CO2; Ele deve estar familiarizado ; Direcionar o jato de CO2 na tomada de ar do motor e no sistema de exaustão;

21 MOTORES TURBOÉLICE

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38 MOTORES TURBOJATO Atentar para procedimentos antes da partida; Partida quente – motor funciona, mas temperatura, combustível-ar excessivamente rica, corta-se o motor; Partida falsa ou interrompida – RPM baixa (marcha lenta); Motor não pega – falta de combustível, falha da fonte de força elétrica, falha do sistema de ignição, (15 seg. partida sica) e 30 seg. após tentar outra partida.

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41 OPERAÇÃO DE PRÉ-VOO Não requer aquecimento de pré-voo; Área de cheque em torno das turbinas deve estar livre tanto de pessoal como de equipamentos soltos; Verificar na área onde são feitos os testes dos motores, quanto à limpeza (porcas, parafusos, pedras, farrapos de pano ou outros materiais soltos); Drenar os tanques de combustíveis; quanto à presença de água, etc... Inspecionar visualmente as palhetas dianteiras do compressor e entrada das aletas-guia ; e Checar o compressor quanto a livre rotação.

42 PARTIDAS PROBLEMÁTICAS 1) – PARTIDA QUENTE: Razão ar-combustível não ideal; Corta-se o motor. 2) - PARTIDA FALSA OU INTERROPIDA R.PM. Muita baixa ; Corta-se o motor; 3) – O MOTOR NÃO PEGA: Falta de combustível; Força elétrica insuficiente; Partida seca – 15 seg para drena o combustivel acumulado; Espera 30 seg para nova partida.

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44 FORÇA ELÉTRICA Variam em tamnho e tipo; Classificadas como rebocadas ou com tração própria.

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46 FORÇA HIDDRÁULICA Testes hidráulicos portáteis – deversos tamnhos; Drena, filta, reabastece e testa.

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48 UNIDADES DE AR CONDICIONADO E DE AQUECIMENTO Equipamentos de solo para suprir ar condicionado e aquecimento das aeronaves; Variam em tamanho e marcas.

49 FONTES DE AR PARA PARTIDAS Fornecem suprimento de ar comprimido, para operar motores de partida pneumáticos em motoreswturboélice e turbojato.

50 EQUIPAMENTO DE PRÉ- LUBRIFICAÇÃO MOTORES CONVENCIONAIS: em motores novos ou estocado ou parado por longo período, antes partida deve-se fazer a pré lubrificação.

51 ABASTECIMENTO DE AERONAVES Checar; Cuidados com a segurança e etc...

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53 TIPO DE INCÊNDIO ANPCI – três tipos básicos; Classe A: materiais comuns, madeira, tecida, papel e de revestimento interno, etc... Classe B: produtos inflamáveis do petróleo ou líquidos combustíveis como graxas, solventes, tintas, etc... Classe C: equipamentos elétricos energizados. (desenergizados às classes A e B podem ser aplicados); Classe D: fogo em matais inflamáveis (magnésio), não é considerado um tipo básico, por está associada a um incêndio classe A,B ou C

54 EXTINÇÃO DE INCÊNDIO Três fatores para o fogo: oxigênio, calor e combustível: Tipos de incêndio x agente extintor: FOGO CLASSE A: extintores de água, e os extintores classe B e C, também são eetivos, (abaixa a temperatura); FOGO CLASSE B: dióxido de carbono (CO2), hidrocarbonos halogenados (Halons) e Pó químico seco. O de ESPUMA é efetivo em grande quantidade de espuma; FOGO CLASSE C: dióxido de carbono (CO2), fiação; FOGO CLASSE D: pó químico (fogo em metais).

55 VERIFICAÇÃO PERÍODICA DOS EXTINTORES DE INCÊNDIO O extintor adequado no local correto; Selos de segurança intactos; Remover toda sujeira e ferrugem externa; Manômetro na faixa operacional; Bico desobstruído.

56 MARCAS RECOMENDADAS PARA INDICAR A APLICABILIDADE DO EXTINTOR Padrão NFPA-10; Marcação de extintores e locais; Decalques, pinturas, etc...

57 EXTINTORES PARA AERONAVES O fogo é uma das maiores problemas para as aeronaves – seja em voo ou no solo; Os sistemas de decteção e extintição de fogo, RBHAs; A Associação Nacional de Proteção Contra Fogo: tipo, capacidade, localização e quantidade dos extintores manuais.

58 ABASTECIMENTO DE ÓLEO NAS AERONAVES Pré-voo; Nos serviços de manutenção; Atentar óleo a ser utilizado sempre para a especificação do óleo a ser utilizado.

59 SEGURANÇA NA MANUTENÇÃO Um suprimento; Limpeza no local de trabalho; Troca de turnos; Faixas de segurança; Fios de força; Sistema de ar comprimido; Poças de óleo e graxa; Montagem de pneus de aeronaves; Ancoragem de aeronaves (pontos, cordas, cabos, correntes, todas estão especificadas em manuais); Reboque de aeronaves; Taxiamento de aeronaves; Sinais; Levantamento da aeronave nos macacos; Tempo frio (bloqueios, anticogelantes-glicol, pranças, de madeira.


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