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SÓCIOS DA LIGA E SÓCIOS DA SOGED: ENTRADA GRATUITA DEMAIS PARTICIPANTES: R$ 2,00 (INSCRIÇÃO NO LOCAL) 17 DE MAIO (QUARTA-FEIRA), ÀS 19 HORAS ANFITEATRO.

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2 SÓCIOS DA LIGA E SÓCIOS DA SOGED: ENTRADA GRATUITA DEMAIS PARTICIPANTES: R$ 2,00 (INSCRIÇÃO NO LOCAL) 17 DE MAIO (QUARTA-FEIRA), ÀS 19 HORAS ANFITEATRO LUIZ JOSÉ ALIMENA DA FFFCMPA APRESENTAÇÃO Magali Santos Lumertz (AD 2008) Dr. Paulo Henrique Ruschel APRESENTAÇÃO Magali Santos Lumertz (AD 2008) Dr. Paulo Henrique Ruschel CASO CLÍNICO: DOR APENDICULAR III CURSO DE EXTENSÃO DA LIGA DA DOR

3 Síndrome do Túnel do Carpo PAULO HENRIQUE RUSCHEL Chefe do Grupo de Mão do Serviço de Ortopedia da Santa Casa de Porto Alegre PAULO HENRIQUE RUSCHEL Chefe do Grupo de Mão do Serviço de Ortopedia da Santa Casa de Porto Alegre

4 Nervo Mediano

5 S í tios de Compressão

6 Desfiladeiro Tor á cico

7 TIPOS Compressão Neurol ó gica a) C8 & T1 Tronco Inferior b) Ts e TM mais raro c) Confusão com DSR (CRPS) & Radiculopatia d) STC e nervo ulnar

8 Desfiladeiro Tor á cico DIAGN Ó STICO 1. parastesias(antebraço, palma, C8·T1 ) 1. parastesias(antebraço, palma, C8·T1 ) 2. Perda de força e atrofia (flexores longos, tenar e intrínsecos) 2. Perda de força e atrofia (flexores longos, tenar e intrínsecos) 3. dor(antebraço e mão) 3. dor(antebraço e mão) 4. Adormecimento e formigamento (cervical, ombro, braço e mão) 4. Adormecimento e formigamento (cervical, ombro, braço e mão) 1. Sensação de inchaço 1. Sensação de inchaço 2. Descoloração 2. Descoloração 3. Sensação de peso 3. Sensação de peso NEUROL Ó GICO VASCULAR

9 Desfiladeiro Tor á cico DIAGN Ó STICO Manobras Manobras Adson = Teste Escaleno Ant Obliterar o pulso radial Roos -Similar, mas com tosse Palpa ç ão cervical Eletrodiagn ó stico Eletrodiagn ó stico Latência Prolongada do ponte de Erb atrav é s do plexo braquial Latência Prolongada do ponte de Erb atrav é s do plexo braquial Onda-F prolongada Raio X Costela cervical

10 Desfiladeiro Tor á cico DIAGN Ó STICO

11 S í tios de Compressão

12 Nervo MEDIANO Músculos Inervados: Pronador Redondo (pronação do antebraço) Flexor radial do carpo (flexão do punho) Parte dos flexores dos dedos músculos intrínsecos da mão ( tenares e lumbricais radiais) Inervação da pele: lado lateral palmar da mão

13 Nervo MEDIANO

14 Paget 1854 – primeiro relato Putnam descreveu a síndrome em 37 pacientes Schulze Putnam Akroparästhesie Marie Foix Descrição de retináculo flexor comprimindo n. Mediano ( ampulheta ) Learmonth º liberação cirúrgica Phalen 1950 – vários artigos Hist ó rico

15 1.Neuropraxia (bloqueio de condução) 2.Axoniotmese (lesão axonal) 3.Axoniotmese (lesão axonal com fibrose) 4.Neuroma em continuidade 5.Neurotmese (lesão total) Graus de Lesão Nervosa

16 1.Idiopática 2.1. Intrínsecos – fora do nervo, aumento volume do túnel a. condições que alteram equilíbrio de fluídos: Gravidez, Menopausa, Obesidade, Hemodiálise, Hipotireoidismo, ACO, b. Inflamatórias: AR, Gota, Pseudogota, Lupus, Escleroderma, tenossinovite não específica c. Tumores e Tumor-Like: cistos, Sinovite vilonodular, Lipomas, Fibromas d. Anormalidades anatômicas: Vascular-artéria mediana, músculos anômalos e. Alterações hematológicas: Hemofilia, Von Willebrand f. Traumáticas: fibrose intra-canal, hemorragia Etiologia

17 2. 2. Intrínsecos – dentro do nervo a. Tumores: neurofibroma, neurilemoma, lipofibroma schwanoma etc.. b. Persistência artéria mediana 3. Extrínsecos que alteram formato do túnel: fraturas, luxações, consolidações viciosas 4.Neuropáticos: diabete, Alcoolismo-Vit. B, Medicações ( litium, betabloqueadores, 5.? Overuse !!! Etiologia

18 1.Compressão proximal = diminuição do fluxo axoplasmático = Double crush 2.Double crush reverso 3.Condições sistêmicas – Obesidade, Diabete, alcoolismo, AR. 4.Exposição à vibração 5.Posição do punho Fatores Predisponentes

19 ANATOMIA Posterior Lateral Teto - Retináculo dos Flexores (2,5x 2,5cm) Escáfoidehamatopisiforme S í ndrome do T ú nel do Carpo

20 CONTEÚDO: 4 flexores superficiais4 flexores superficiais 4 flexores profundos4 flexores profundos 1 flexor longo do polegar1 flexor longo do polegar membranas sinoviaismembranas sinoviais porção proximal dosporção proximal dos lumbricais lumbricais S í ndrome do T ú nel do Carpo

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24 QUADRO CLÍNICO: Sexo FemininoSexo Feminino 4º - 5º década4º - 5º década parestesia noturnaparestesia noturna melhora sacudindomelhora sacudindo ou abaixando a mão ou abaixando a mão atrofia tenar em casosatrofia tenar em casos severos severos dor – desconfortodor – desconforto S í ndrome do T ú nel do Carpo

25 TRATAMENTO: Tto. etiologia Imobilização Fisioterapia Infiltração Cirurgia S í ndrome do T ú nel do Carpo

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28 DIANÓSTICO: Clínico ENMG Double Crush S í ndrome do T ú nel do Carpo

29 MINI INCISÃO + RETINACULÓTOMO S í ndrome do T ú nel do Carpo

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31 Distância da zona de secção -Guyon proximal 5,5 mm -Guyon distal5,79mm -entrada ramo motor7,05mm -ramo palmar cutâneo10,27mm -arco palmar10,9mm S í ndrome do T ú nel do Carpo

32 PÓS OPERATÓRIO: Curativo por 10 dias Mobilidade precoce S í ndrome do T ú nel do Carpo


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