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EEL / UFSC 450 400 350 300 250 200 150 100 50 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Q t CMM constante ou regular - fluxo de material sem grandes flutuações.

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1 EEL / UFSC Q t CMM constante ou regular - fluxo de material sem grandes flutuações. Tipos de demanda

2 EEL / UFSC Q t CMM irregular - não ocorre por necessidade contínua ou programada. Tipos de demanda permanente?programada?

3 EEL / UFSC Q t CMM com tendência - indica propensão ou oscilação, para mais (crescente ou positiva) e para menos (decrescente ou negativa). Tipos de demanda

4 EEL / UFSC Q t CMM sazonal ou cíclica - picos intermitentes ou decorrentes de época / estação. Tipos de demanda

5 EEL / UFSC sendo: Dm = demanda média (neste estudo, sempre uma média mensal) Dx = valores individuais observados n = número de valores observados Dn+1 = demanda do último período. Técnicas de previsão de demanda Média aritmética móvel - soma dos elementos de n períodos, dividida pelo número deles, onde a cada ocorrência, despreza-se o mais antigo. Dm =...D2 + D Dn + Dn+1, n

6 EEL / UFSC Técnicas de previsão de demanda Exemplo A: Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 = Exemplo B Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 =

7 EEL / UFSC (xi –Dm) n 6 58,33 = 7,6377 Coef. Var. = 7, ,138 Coef. Var. = 0,138 Técnicas de previsão de demanda Desvio padrão: Dm = 55 Mês Dx (Dx i –Dm) 2 Jan Fev Mar Abr Mai 55 0 Jun (xi –Dm) 2 = 350

8 EEL / UFSC Q t NR EMáx EM LR LS Ponto de pedido (modelo teórico - consumo regular) LC TR IR TR TR = CONSTANTE

9 EEL / UFSC Cálculo dos Níveis de Estoque LR = (Dm x TR) + LS como LS = Dm x F, LR = Dm (TR + F) quando TR e LS forem considerados em meses (Fator arbitrário) Exemplo: F = 0,4 Dm = 55 (demanda média) LR = 55 (2 + 0,4) LR = 55 x 2,4 LR = 132 unidades. Fórmula: LS = Dm x F Exemplo: Dm = 55 unidades/mês Material tipo B2 (F = 0,4) LS = 55 x 0,4 = 22 unidades.

10 EEL / UFSC Cálculo dos Níveis de Estoque LC = Dm x IR Exemplo: IR = 6 meses Dm = 55 LC = 55 x 6 LC = 330 unidades.

11 EEL / UFSC Cálculo dos Níveis de Estoque EMáx = LS + LC como LS = Dm x F e LC = Dm x IR, EMáx = Dm (F + IR), ou ainda: se LS for estabelecido em meses, EMáx = Dm (LS + IR) Exemplo: LS = 0,4 meses IR = 6 meses Dm = 55 EMáx = 55 (0,4 + 6) EMáx = 352 unidades

12 EEL / UFSC Cálculo dos Níveis de Estoque Estoque Médio Teórico EM = ( LC / 2 ) + LS Exemplo: LC = 330 LS = 22 EM = ( 300 / 2 ) + 20 EM = = 187 unidades.

13 EEL / UFSC Cálculo dos Níveis de Estoque Exemplo: Dm = 50 IR = 6 meses TR = 2 meses F = 0,4 meses NR = 55 ( ,4 ) NR = 55 x 8,4 = 462 unidades

14 EEL / UFSC Técnicas de previsão de demanda Exemplo B Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 = Exemplo A: Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 =

15 EEL / UFSC (Dx–Dm) n 6 933,33 = 30,5505 Coef. Var. = 30, Coef. Var. = 0,555 Técnicas de previsão de demanda Desvio padrão: Dm = 55 Mês Dx (Dx i –Dm) 2 Jan Fev Mar Abr Mai Jun (Dx–Dm) 2 = 5600

16 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) Tempo Médio de Vida (TMV) - Tempo médio durante o qual uma peça ou componente permanece em operação sem qualquer defeito. Em geral, essa informação é fornecida inicialmente pelos fabricantes e posteriormente confirmada ou atualizada em função dos registros gerados na Empresa.

17 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) Número de Peças Instaladas (NPI) - Quantidade total de peças em operação em cada universo considerado, independente do tipo ou quantidade dos equipamentos onde estão instaladas.

18 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) Tempo de Reposição (TR) - Espaço decorrido entre a data na qual a necessidade de suprimento é formalizada e aquela em que o material é recebido e considerado em condições de utilização

19 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) Risco de Falta - Estabelecido em função da Criticidade, correspondendo à mesma constante K empregada na fórmula inglesa para cálculo do Limite de Segurança, isto é: - para criticidade 1, risco de falta que 2,33) - para criticidade 2, risco de falta > ou igual a 1 % e que 1,65 e < ou igual a 2,33) - para criticidade 3, risco de falta > ou igual a 5 % e que 1,28 e < ou igual a 1,65).

20 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) O Estoque Base (EB), dados os valores das variáveis e o risco de falta desejável, pode ser calculado pela seguinte fórmula: onde: K = Constante estabelecida em função do risco de falta; NPI = Número de peças instaladas; p = probabilidade de quebra (falha).

21 EEL / UFSC Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base) Para o cálculo de p, temos: = Tempo Médio de Vida / 4 ( = 0,25); Como a condição mais desfavorável ocorre durante o Tempo de Reposição (TR), maior probabilidade de quebra se verifica entre a média ( ), + ½ TR, isto é, - ½ TR e + ½ TR. O intervalo para cálculo da maior probabilidade de quebra é dado por Z = (Y - ) /, logo: Z1 = [ ( - TR / 2 ) - ] / Z1 = ( - TR / 2 ) / = ( -TR / 2 ) x ( 1 / ) = - TR / 2 ou Z2 = [ ( + TR / 2 ) - ] / Z2 = ( TR / 2 ) / = ( TR / 2 ) x ( 1 / ) = TR / 2 p = duas vezes a área da curva normal relativa ao z (Z1 ou Z2 ) calculado - Anexo I).


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