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Gestão de Estoques: Uma Questão de Confiabilidade Operativa

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Apresentação em tema: "Gestão de Estoques: Uma Questão de Confiabilidade Operativa"— Transcrição da apresentação:

1 Gestão de Estoques: Uma Questão de Confiabilidade Operativa
Jorge Coelho João Carlos Machado Paulo H. M. Silva *Fernando C. Tomaz Marcelo L.L. Santos *Paulo Cezar Lapa Departamento de Engenharia Elétrica/LabPlan UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina Tractebel Energia SA

2 constante ou regular - fluxo de material sem grandes flutuações.
Tipos de demanda constante ou regular - fluxo de material sem grandes flutuações. CMM Níveis? Entrega parcelada?

3 irregular - não ocorre por necessidade contínua.
Tipos de demanda irregular - não ocorre por necessidade contínua. permanente? reserva? programada? CMM

4 Técnicas de previsão de demanda
Média aritmética móvel - soma dos elementos de “n” períodos, dividida pelo número deles, onde a cada ocorrência, despreza-se o mais antigo. Dm = ...D2 + D Dn + Dn+1 n sendo: Dm = demanda média (neste estudo, sempre uma média mensal) Dx = valores individuais observados n = número de valores observados Dn+1 = demanda do último período.

5 Técnicas de previsão de demanda
Exemplo A: Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 = Exemplo B Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 =

6 Técnicas de previsão de demanda
Dm = 55 (Exemplo A) Mês Dx (Dxi –Dm)2 Jan Fev Mar Abr Mai Jun ∑(xi –Dm)2 = 350

7 (modelo teórico - consumo regular)
Ponto de pedido (modelo teórico - consumo regular) Q 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 NR LC’ EMáx LC EM LR LS t TR TR TR = CONSTANTE IR

8 Cálculo dos Níveis de Estoque
Fórmula: LS = Dm x F Exemplo: Dm = 55 unidades/mês Material tipo B2 (F = 0,4 – Fator arbitrário) LS = 55 x 0,4 = 22 unidades.

9 Cálculo dos Níveis de Estoque
LR = (Dm x TR) + LS como LS = Dm x F, LR = (Dm x TR) + (Dm x F) LR = Dm (TR + F) quando TR e LS forem considerados em meses (Fator arbitrário) Exemplo: F = 0,4 Dm = 55 (demanda média) LR = 55 (2 + 0,4) LR = 55 x 2,4 LR = 132 unidades.

10 Cálculo dos Níveis de Estoque
LC = Dm x IR Exemplo: IR = 6 meses Dm = 55 LC = 55 x 6 LC = 330 unidades.

11 Cálculo dos Níveis de Estoque
EMáx = LS + LC como LS = Dm x F e LC = Dm x IR, EMáx = Dm (F + IR), ou ainda: se LS for estabelecido em meses, EMáx = Dm (LS + IR) Exemplo: LS = 0,4 meses IR = 6 meses Dm = 55 EMáx = 55 (0,4 + 6) EMáx = 352 unidades

12 Cálculo dos Níveis de Estoque
Estoque Médio Teórico EM = ( LC / 2 ) + LS Exemplo: LC = 330 LS = 22 EM = ( 330 / 2 ) + 22 EM = = 187 unidades.

13 Cálculo dos Níveis de Estoque
NR = LC + LR Exemplo: Dm = 55 IR = 6 meses TR = 2 meses F = 0,4 meses NR = 55 ( ,4 ) NR = 55 x 8,4 = 462 unidades

14 Técnicas de previsão de demanda
Exemplo A: Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 = Exemplo B Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Dx Dm = = 330 =

15 Técnicas de previsão de demanda
Dm = 55 (Exemplo B) Mês Dx (Dxi –Dm)2 Jan Fev Mar Abr Mai Jun ∑(xi –Dm)2 = 5600

16 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Tempo Médio de Vida (TMV) - Tempo médio durante o qual uma peça ou componente permanece em operação sem qualquer defeito. Em geral, essa informação é fornecida inicialmente pelos fabricantes e posteriormente confirmada ou atualizada em função dos registros gerados na Empresa.

17 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Número de Peças Instaladas (NPI) - Quantidade total de peças em operação em cada universo considerado, independente do tipo ou quantidade dos equipamentos onde estão instaladas.

18 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Tempo de Reposição (TR) - Espaço decorrido entre a data na qual a necessidade de suprimento é formalizada e aquela em que o material é recebido e considerado em condições de utilização

19 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Risco de Falta - Estabelecido em função da Criticidade, correspondendo à uma constante K relativa ao nível de atendimento desejado.

20 < ou igual a 1 % (K > ou igual a 2,33)
Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Modelo de Controle Estoque Base) Critici-dade Risco de falta 1 < ou igual a 1 % (K > ou igual a 2,33) 2 > que 1 % e < ou igual a 5 % (K > ou igual a 1,65 e < que 2,33) 3 > que 5 % e < ou igual a 10 %. (K > ou igual a 1,28 e < que 1,65).

21 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
O Estoque Base (EB), dados os valores das variáveis e o risco de falta desejável, pode ser calculado pela seguinte fórmula: K = Constante estabelecida em função do risco de falta; NPI = Número de peças instaladas; p = probabilidade de quebra (falha).

22 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Para o cálculo de p, temos:  (desvio padrão) = Tempo Médio de Vida / 4; Como a condição mais desfavorável ocorre durante o Tempo de Reposição (TR), maior probabilidade de quebra se verifica entre a média ( ), + ½ TR, isto é,  - ½ TR e  + ½ TR.

23 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)

24 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
O intervalo para cálculo da maior probabilidade de quebra é dado por Z = (Y - ) / , logo: Z1 = [ (  - TR / 2 ) -  ] /  Z1 = ( - TR / 2 ) /  = ( -TR / 2 ) x ( 1 /  ) = - TR / 2 ou Z2 = [ (  + TR / 2 ) -  ] /  Z2 = ( TR / 2 ) /  = ( TR / 2 ) x ( 1 /  ) = TR / 2 p = duas vezes a área da curva normal relativa ao Z (Z1 ou Z2 ) calculado.

25 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
Exemplo: Dados: NPI = 100 peças; K = 2,33 (criticidade 1); TMV = 3 anos TR = 0,12 ano (45 dias) Calcular EB.  = TMV / 4 = 3 / 4 = 0,75 z = TR / 2 = 0,12 / 1,5 = 0,08 área = 0,0319 (pela tabela do Anexo I) p = 2 x 0,0319 = 0,0638 ~ 0,064

26 Modelo de Controle por Estoque Padrão (ou Estoque Base)
EB = 2,33 x 2, ,4 = 12,1 ~ 13, isto é, são necessárias, no mínimo, 13 peças como ESTOQUE BASE para atender a possibilidade de quebra simultânea em função da quantidade de peças instaladas e dos demais dados apresentados.

27 Objetivos Apresentar uma metodologia para Controle de Estoques de itens que possuem Demanda Irregular, baseado em índices de controle, sob a ótica da Confiabilidade; Tornar conhecido o método de Controle Dinâmico de Estoques - Estoque Base; Focar a análise de risco do ponto de vista do decisor.

28 Introdução Itens que se encontram em reserva operativa ou em estoque devem ser otimizados e controlados; Após definido o estoque, o Sistema de Apoio à Decisão (Simulador) auxiliará o gestor de estoques em suas decisões;

29 Tipos de Demanda Efetuar classificação de demanda: Demanda Regular;
Demanda Irregular; Demanda Regular – obtenção determinística; Demanda Irregular – obtenção probabilística através de Processos estocásticos/probabilísticos: Processo de Poisson Não-Homogêneo (NHPP).

30

31 Demanda Regular 1. Coeficiente de Variação anual (desvio padrão do consumo anual/ média do consumo anual) < 20%, determina que o consumo será considerado regular. Controle de estoques => algoritmo de Controle por Níveis (ou modelo “Dente de Serra”).

32 Demanda Irregular Variáveis levadas em consideração:
NPI - Número de Peças Instaladas; TR - Tempo de Reposição; TVM - Tempo de Vida Médio; GI - Grau de Importância (ou Criticidade). Curva de Distribuição Normal --> probabilidade de quebra (p) do item; Estoque Base:

33 Demanda Irregular Classificação do Grau de Importância (GI) e K:

34 Demanda Regular Efetua-se a classificação ABC;

35 Demanda Regular Lotes: Mínimo, Máximo e de Compra: .
Tabela de Níveis*: cada Lote => valor associado. *A Tabela de Níveis atribui pesos a cada classe ABC associadas ao seu Tempo de Reposição (15, 30, 45, 60, 90 ou 120 dias).

36 Demanda Regular Tabela de Níveis:

37 Análise do Risco Através do Simulador
O software CEST apresenta a opção de Simulação de Estoques:

38 Análise do Risco Através do Simulador
Banco de Dados (BD) de uma usina termelétrica :

39 Análise do Risco Através do Simulador
O ambiente do Simulador:

40 Análise do Risco Através do Simulador
O item selecionado: código 2883 Os valores originais do Estoque Base : NPI: 08 peças; TR: 60 dias; TVM: 03 anos; GI: 01; Saldo Original em Estoque: 03 peças; Estoque Base para Valores Originais: 03 peças. Risco relacionado ao EB: 0,3%.

41 Análise do Risco Através do Simulador
Variação do Saldo em Estoque:

42 Análise do Risco Através do Simulador
Variação do Tempo de Reposição (TR):

43 Análise do Risco Através do Simulador
Variação do Tempo de Vida Médio (TVM):

44 Análise do Risco Através do Simulador
Variação do Grau de Importância (GI):

45 Conclusões O simulador pode ser utilizado para avaliar contratos e licitações para compra de material; O simulador permite avaliar a “performance” dos equipamentos em campo; O “tomador de decisões” assumirá o risco frente o resultado das simulações.


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