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Meio Ambiente: Lixo e água e novas energias. Meio Ambiente Vamos saber mais sobre: Saber mais sobre Lixo Saber mais sobre Lixo Saber mais sobre o mundo.

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1 Meio Ambiente: Lixo e água e novas energias

2 Meio Ambiente Vamos saber mais sobre: Saber mais sobre Lixo Saber mais sobre Lixo Saber mais sobre o mundo da água Saber mais sobre o mundo da água Saber mais sobre os tipos de energia existentes Saber mais sobre os tipos de energia existentes Devemos abandonar a visão dum homem dono e senhor da natureza, não só porque conduziu a violências destrutivas e danos irreparáveis sobre a complexidade viva, mas também porque essas violências e danos retroagem de modo nocivo e violento sobre a própria esfera humana. O mito bárbaro de conquista da natureza longe de humanizar a natureza, instrumentaliza-a e degrada aquela que a degrada. Edgar Morin em "O método: a natureza da natureza". Ver referenciasVer referencias Próximo Próximo Ver referenciasPróximo

3 Lixo O lixo é o outro lado da prosperidade. Sua geração tem crescido de forma assustadora nas últimas décadas, processo desencadeado pela crescente utilização de embalagens descartáveis e novas necessidade de consumo. Considerado como um dos grandes problemas ambientais da atualidade a geração de lixo cresceu 25% desde 1970 até 1990, enquanto que a população mundial no mesmo período cresceu 18%.7 O lixo é gerado em cada estágio de utilização dos mais diver­sos materiais, desde a sua extração no ambiente ou processamento, até seu aban­dono como itens usados. Em conseqüência, um volume crescente de resíduos necessita ser recolhido, tratado e corretamente disposto, sem contar a necessida­de de novas áreas disponíveis e adequadas para seu recebimento, tendo como fator limitante os custos envolvidos em todas as etapas do seu gerenciamento VoltarVoltar Pagina inicial Próximo Pagina inicialPróximo VoltarPagina inicialPróximo

4 Menu : Lixo - Reciclagem Lixo Domiciliar Lixo Domiciliar Lixo Comercial Lixo Comercial Lixo Público Lixo Público Resíduos Sépticos e Assépticos Resíduos Sépticos e Assépticos Tipos de resíduos: Tipos de resíduos: Tabela de degradação Tabela de degradação Reciclagem O que diz a lei... O que diz a lei... VoltarVoltar Página inicial Próximo Página inicialPróximo VoltarPágina inicialPróximo

5 Lixo Domiciliar O lixo domiciliar é aquele que tem como origem o cotidiano de residências familiares típicas. Em média, os dados nacionais de­monstram a seguinte composição dos resíduos domiciliares: restos de alimentos (cerca de 67%), papéis (19,8%), plásticos (6,5%), vi­dros (3%) e metais (3,7%). No Brasil, em termos anuais, cada cida­dão descarta em torno de 45 Kg de plásticos, aproximadamente 90 latas de bebidas e 70 latas de alimentos diversos. Além destes ma­teriais, há que se considerar um aspecto muito importante da com­ posição dos detritos domiciliares e que diz respeito à existência, em seu meio, de componentes potencialmente perigosos à saúde huma­na e ao meio ambiente. Tais componentes - metais pesados como mercúrio, cádmio, zinco e chumbo - resultam do descarte de produ­tos inutilizados - pilhas, lâmpadas fluorescentes, frascos de aerossóis, embalagens de produtos de limpeza doméstica (detergen­ tes, ceras, alvejantes), material eletrônico e mesmo alguns cosméticos e maquiagens, entre outros. A sua periculosidade decorre das características de inflamabilidade, corrosividade, óxido-redução e toxicidade. VoltarVoltar Página inicial Menu: Lixo Próximo Página inicialMenu: LixoPróximo VoltarPágina inicialMenu: LixoPróximo

6 Lixo Domiciliar Cada lâmpada fluorescente possui em média 15 miligramas de mercúrio metálico; no Brasil são descartadas no lixo comum, a cada ano, cerca de 30 milhões destas lâmpadas queimadas, o que significa centenas de toneladas anuais de mercúrio lançados no meio ambiente, poluindo o solo e as águas (o mercúrio é absorvido pelo organismo, na forma de metil mercúrio, atinge o sistema nervoso, causando distúrbios neurológicos e deficiências nos órgãos sensoriais, além de danos renais. A produção anual de pilhas no Brasil situa-se na ordem de 670 milhões de unidades, sendo a grande maioria pilhas primárias que se tornam inúteis após a sua utilização; em decorrência, são descartadas junto ao lixo comum das residências (componentes: zinco, carvão, manganês, lítio, óxido de mercúrio, óxido de prata entre outros). Alguns cosméticos e maquiagens são especialmente preocupantes por conterem alumínio, cujo acúmulo no organismo está associado à Síndrome de Alzheimer, doença degenerativa do sistema nervoso. VoltarVoltar Página Inicial Menu : Lixo Próximo Página InicialMenu : Lixo Próximo VoltarPágina InicialMenu : Lixo Próximo

7 Lixo Comercial O lixo comercial origina-se nos estabelecimentos comercial e de prestação de serviços. É composto por materiais inofensivos (papéis, plásticos, embalagens diversas, móveis e equipamentos ob­soletos), por resíduos problemáticos quanto a sua disposição fina: (pneus, latas de tintas prediais e automotivas), e por materiais com características de periculosidade real ou potencial à saúde e ao meio ambiente. Nesta última categoria enquadram-se peças e componen­tes descartados em oficinas mecânicas automotivas, tais como pas­tilhas e lonas de freio, em cujas composições inclui-se o cimento amianto (asbesto), produto que ao ser particulado pode ser aspirado pelas pessoas, acumulando-se nos pulmões. VoltarVoltar Página Inicial Menu : Lixo Próximo Página InicialMenu : Lixo Próximo VoltarPágina InicialMenu : Lixo Próximo

8 Lixo Público O lixo público resulta do somatório de resíduos decorrentes da limpeza pública urbana (varrição de ruas, praças e logradouros públicos), podas de árvores e de limpezas de áreas onde funcionam eventos de interesse público, como as feiras livres. Os detritos oriundos de terminais rodoviários, ferroviários, portos e aeroportos constituem-se principalmente de restos de alimentos e de material de higiene VoltarVoltar Página Inicial Menu : Lixo Próximo Página InicialMenu : Lixo Próximo VoltarPágina InicialMenu : Lixo Próximo

9 Resíduos Sépticos e Assépticos Os resíduos sépticos e assépticos são gerados nos locais de prestação de serviços à saúde: hospitais, postos de saúde, prontos-­socorros, clínicas médico- odontológicas, clínicas e farmácias com atendimento ambulatorial, laboratórios de análises clínicas e os si­milares relacionados aos serviços veterinários (podem conter ger­mes patogênicos causadores de uma série de doenças, dentre eles: órgãos e tecidos removidos, algodões, banda­gens, seringas e agulhas, meios de cultura). Além destes, merecem destaque os resíduos industriais, inertes ou perigosos, resultantes dos processos industriais. Sua composição varia desde cinzas até materiais tóxicos como ácidos, borrachas e outros. E, ainda, os entulhos da construção civil, constituídos por restos e fragmentos de tijolos, concreto e argamassa, geralmen­te passíveis de reaproveitamento em aterros e na feitura de equipa­mentos para uso em praças e logradouros públicos (bancos, floreiras, guias de meio-fio). VoltarVoltar Página Inicial Menu : Lixo Próximo Página InicialMenu : Lixo Próximo VoltarPágina InicialMenu : Lixo Próximo

10 Tipos de resíduos: Uma análise mais detalhada da situação nos permite verificar que as tipologias de resíduos gerados, que formam o lixo nosso de cada dia se revestem de uma grande diversificação. Assim, de forma sintética podemos reconhecer os seguintes tipos: Residuos UrbanosResiduos Urbanos Residuos Domiciliares Resíduos Comerciais Residuos DomiciliaresResíduos Comerciais Residuos UrbanosResiduos DomiciliaresResíduos Comerciais Resíduos PúblicosResíduos Públicos Resíduos Especiais Resíduos Industriais Resíduos EspeciaisResíduos Industriais Resíduos PúblicosResíduos EspeciaisResíduos Industriais Resíduos dos serviços de saúdeResíduos dos serviços de saúde Resíduos nucleares/atômicos Resíduos nucleares/atômicos Resíduos dos serviços de saúdeResíduos nucleares/atômicos Resíduos RadioativosResíduos Radioativos Resíduos Agrícolas Resíduos Agrícolas Resíduos RadioativosResíduos Agrícolas VoltarVoltar Página Inicial Próximo Página InicialPróximo VoltarPágina InicialPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

11 Resíduos Urbanos Resíduos urbanos: Formados por resíduos sólidos em áreas urbana, incluem-se aos resíduos domésticos, os efluentes industriais domiciliares (pequenas industria de fundo de quintal) e resíduos comerciais; VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

12 Residuos Domiciliares Resíduos domiciliares: Formados pelos resíduos sólidos de atividades residenciais e contém grande quantidade de materiais orgânicos, plásticos, lata, vidros, papéis e embalagens diversas; VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

13 Resíduos Comerciais Resíduos comerciais: Formados pelos resíduos sólidos das áreas comerciais e constitui-se de matéria orgânica, papéis e plástico de vários grupos; VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

14 Resíduos Públicos Resíduos públicos: Formados por resíduos sólidos originários dos serviços de limpeza pública (areia, papéis, folhagem, poda de árvores); VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

15 Resíduos Especiais Resíduos especiais: Formados por resíduos geralmente industriais, que merecem tratamento, manipulação e transporte especiais. São constituídos pelas pilhas e baterias, embalagens de agrotóxicos, embalagens de combustíveis, de remédios ou venenos, entre outros; VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

16 Resíduos Industriais Resíduos industriais: Nem todos os resíduos produzidos por industrias podem ser considerados como lixo industrial. Algumas industrias do meio urbano produzem resíduos semelhantes ao doméstico. Exemplo disto são as padarias. Os resíduos industriais possuem classificação estabelecida pela ABNT, definidos como Perigosos (Classe I), Não Inertes (Classe II) e Inertes (Classe III). VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

17 Resíduos dos serviços de saúde Resíduos dos serviço de saúde: Os serviços hospitalares, ambulatoriais, farmácias, consultórios veterinários e clínicos são geradores dos mais variados tipos de resíduos sépticos, resultados de curativos, aplicação de medicamentos que em contato com o meio ambiente ou misturado ao lixo doméstico poderão ser transportadores de doenças, devendo receber tratamento adequado e forma de disposição final segura; VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

18 Resíduos nucleares/atômicos Resíduos nucleares/atômicos: Produtos resultantes da queima do combustível nuclear, composto de urânio enriquecido com isótopos atômicos. A elevada radioatividade constitui um grave perigo à saúde da população, por isso deve ser disposto em local próprio, inacessível às pessoas e a animais, protegendo o meio ambiente. VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

19 Resíduos Radioativos Resíduos radioativos: Resíduos tóxico e venenosos formados por substâncias radioativas resultantes do funcionamento de reatores nucleares, para-raios e de serviços de rádio e quimioterapia. Devem ser acondicionados de forma segura e atender as Normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN. Resíduos radioativos: Resíduos tóxico e venenosos formados por substâncias radioativas resultantes do funcionamento de reatores nucleares, para-raios e de serviços de rádio e quimioterapia. Devem ser acondicionados de forma segura e atender as Normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN. VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

20 Resíduos Agrícolas Resíduos agrícolas: São conhecidos como agrotóxicos, formados pelas sobras dos componentes químicos ou de suas embalagens, utilizados amplamente na agricultura. Devem ser manuseados com cuidado e suas embalagens direcionadas para a neutralização/reciclagem ou destinação final adequada e segura. VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

21 ReciclarindeterminadoVidros ReciclarMais de 100 anosTetrapark (embalagens de leite) Reutilizar1 a 5 mesesTecidos de algodão Usar para compostagem2 a 12 mesesRestos orgânicos Reutilizar ou reciclarindeterminadoPneus Reutilizar e reciclarMais de 100 anosPlásticos (embalagens PET) ReutilizarAté 450 anosPlásticos (embalagens, equipamentos) Reciclar3 a 6 mesesPapel Reciclar100 anosMetais (latas de cerveja e refrigerantes) ReciclarCerca de 450 anosMetais (componentes de equipamentos) Reutilizar13 anosMadeira pintada ReutilizarMais de 6 mesesMadeira Usar em aterrosindeterminadoLouças Evitar o consumo e reutilizarindeterminadoIsopor Reciclar5 anosFiltros de cigarro Reciclar30 anosCordas de Nylon Evitar o consumo5 anosChicletes Usar em aterrosindeterminadoCerâmica ReciclarIndeterminadoBorracha Reciclar200 a 500 anosAlumínio Reciclar10 anosAço (latas) Solução AdequadaTempo de degradaçãoMateriais VoltarVoltar Página Inicial Tipos de resíduos Próximo Página InicialTipos de resíduosPróximo VoltarPágina InicialTipos de resíduosPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia ÁguaReciclagemTipos de energia Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energia

22 Reciclagem Reciclagem do Papel Reciclagem do Papel Vantagens de reciclar o papel Vantagens de reciclar o papel Reciclagem do Plástico Reciclagem do Plástico Reciclagem do vidro Reciclagem do vidro Reciclagem de alumínio Reciclagem de alumínio Reciclagem de aço Reciclagem de aço Reciclagem: Pilhas e baterias Reciclagem: Pilhas e baterias Um problema PNEUS... Um problema PNEUS... O que diz a lei... O que diz a lei... VoltarVoltar Página Inicial Próximo Página InicialPróximo VoltarPágina InicialPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Reciclagem Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaReciclagemTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaReciclagemTipos de energiaTipos de resíduos

23 Reciclagem do Papel O papel é produzidos a partir das árvores (madeiras). Reciclar papel é preservar árvores. Todos os papéis podem ser reciclados, para finalidades originais ou para outras menos exigentes. A reciclagem do papel é tão importante quanto sua fabricação. A matéria prima para a fabricação do papel já está escassa, mesmo com políticas de reflorestamento e com uma maior conscientização da sociedade em geral. Com o uso dos computadores, muitos cientistas sociais acreditavam que o uso de papel diminuiria, principalmente na indústria e nos escritórios, mas isso não ocorreu e o consumo de papel nas duas últimas décadas do século XX foi recorde. Na fabricação de uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e kw/h de energia elétrica com1 tonelada de papel reciclado VoltarVoltar Página Inicial Reciclagem Próximo Página InicialReciclagemPróximo VoltarPágina InicialReciclagemPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaTipos de energiaTipos de resíduos

24 Vantagens de reciclar o papel a) Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira. a) Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira. b) Economia de Recursos Naturais: b) Economia de Recursos Naturais: * Madeira Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz em uma nova vida útil para de 15 a 30 árvores; * Madeira Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4 m3 de madeira, conforme o tipo de papel a ser fabricado, o que se traduz em uma nova vida útil para de 15 a 30 árvores; * Água Na fabricação de uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas litros de água, ao passo que, no processo tradicional, este volume pode chegar a litros por tonelada; * Água Na fabricação de uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas litros de água, ao passo que, no processo tradicional, este volume pode chegar a litros por tonelada; * Energia Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador; * Energia Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador; VoltarVoltar Página Inicial Reciclagem Próximo Página InicialReciclagemPróximo VoltarPágina InicialReciclagemPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaTipos de energiaTipos de resíduos

25 Vantagens de reciclar o Papel c) Redução da Poluição Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental. Uma vez observadas essas prerrogativas, constitui-se numa atividade de baixo impacto ambiental. c) Redução da Poluição Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental. Uma vez observadas essas prerrogativas, constitui-se numa atividade de baixo impacto ambiental. d) Criação de Empregos d) Criação de Empregos Estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criados cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo. A reciclagem de papel constitui-se numa grande oportunidade de geração de trabalho e renda. Estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criados cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo. A reciclagem de papel constitui-se numa grande oportunidade de geração de trabalho e renda. e) Redução da "conta do lixo" e) Redução da "conta do lixo" Os passivos ambientais criados com a destinação inadequada do lixo irão se constituir num dos maiores problemas a serem enfrentados pelas próximas gerações. São a "conta" a ser paga pela não adoção das medidas necessárias a evitar os danos futuros. O Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões. Os passivos ambientais criados com a destinação inadequada do lixo irão se constituir num dos maiores problemas a serem enfrentados pelas próximas gerações. São a "conta" a ser paga pela não adoção das medidas necessárias a evitar os danos futuros. O Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões. VoltarVoltar Página Inicial Reciclagem Próximo Página InicialReciclagemPróximo VoltarPágina InicialReciclagemPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaTipos de energiaTipos de resíduos

26 Reciclagem do Plástico Plásticos são materiais formados pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros, que, por sua vez, são formadas por moléculas menores, chamadas monômeros. Os plásticos são produzidos através de um processo químico chamado polimerização, que proporciona a união química de monômeros para formar polímeros. Os polímeros podem ser naturais ou sintéticos. Os naturais, tais como algodão, madeira, cabelos, chifre de boi, látex, entre outros, são comuns em plantas e animais. Os sintéticos, tais como os plásticos, são obtidos pelo homem através de reações químicas. O tamanho e estrutura da molécula do polímero determinam as propriedades do material plástico. Quando jogados no ambiente provocam entupimento de bueiros e poluem lagos, rios, praias e parques. Existem vários plásticos (polietileno, poliestireno, PVC e PET) com diferentes propriedades. Sua reciclagem ainda é pouco praticada, mas produz novos materiais capazes de substituir madeiras e plásticos novos. Servem para revestimento de estradas, fabricação de canos, vigas ou vasilhames, sacos de lixo e uma infinitude de outros materiais. VoltarVoltar Página Inicial Reciclagem Próximo Página InicialReciclagemPróximo VoltarPágina InicialReciclagemPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaTipos de energiaTipos de resíduos

27 Matéria Prima do Plástico A matéria-prima dos plásticos é o petróleo. Este é formado por uma complexa mistura de compostos. Pelo fato de estes compostos possuírem diferentes temperaturas de ebulição, é possível separá-los através de um processo conhecido como destilação ou craqueamento. A fração nafta é fornecida para as centrais petroquímicas, onde passa por uma série de processos, dando origem aos principais monômeros, como, por exemplo, o eteno. VoltarVoltar Página Inicial Reciclagem Próximo Página InicialReciclagemPróximo VoltarPágina InicialReciclagemPróximo Lixo – ReciclagemLixo – Reciclagem Água Tipos de energia Tipos de resíduos ÁguaTipos de energiaTipos de resíduos Lixo – ReciclagemÁguaTipos de energiaTipos de resíduos

28 Classificação dos Polímeros Termoplásticos Termoplásticos São plásticos que não sofrem alterações em sua estrutura química durante o aquecimento e que após o resfriamento podem ser novamente fundidos. Exemplos: PP, PEAD, PEBD, PET, PS, PVC, ABS, etc. São plásticos que não sofrem alterações em sua estrutura química durante o aquecimento e que após o resfriamento podem ser novamente fundidos. Exemplos: PP, PEAD, PEBD, PET, PS, PVC, ABS, etc. Termofixos Termofixos São aqueles que não fundem com o aquecimento. Exemplos: resinas fenólicas, epoxi, poliuretanos, etc. São aqueles que não fundem com o aquecimento. Exemplos: resinas fenólicas, epoxi, poliuretanos, etc.

29 Classificação dos descartes plásticos: Pós-industriais Os aquelas sobras provenientes, principalmente, de refugos de processos de produção e transformação, aparas, rebarbas, etc. Pós-industriais Os aquelas sobras provenientes, principalmente, de refugos de processos de produção e transformação, aparas, rebarbas, etc. Pós-consumo São os materiais descartados pelos consumidores, sendo a maioria provenientes de embalagens de alimentos, materiais diversos e refrigerantes. Pós-consumo São os materiais descartados pelos consumidores, sendo a maioria provenientes de embalagens de alimentos, materiais diversos e refrigerantes.

30 Utitlização Os plásticos são materiais utilizados em quase todos os setores da economia, tais como construção civil, agrícola, de calçados, móveis, alimentos, têxtil, lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos, médico-hospitalar e distribuição de energia. Nestes setores, os plásticos estão presentes nos mais diferentes produtos, a exemplo dos geossintéticos, que assumem cada vez maior importância na drenagem, no controle de erosão e reforço do solo de aterros sanitários, em tanques industriais, entre outras utilidades. O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de suas excelentes características, entre elas: transparência, resistência, leveza e atoxidade. Os plásticos são materiais utilizados em quase todos os setores da economia, tais como construção civil, agrícola, de calçados, móveis, alimentos, têxtil, lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos, médico-hospitalar e distribuição de energia. Nestes setores, os plásticos estão presentes nos mais diferentes produtos, a exemplo dos geossintéticos, que assumem cada vez maior importância na drenagem, no controle de erosão e reforço do solo de aterros sanitários, em tanques industriais, entre outras utilidades. O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de suas excelentes características, entre elas: transparência, resistência, leveza e atoxidade.

31 O que são eles? POLIETILENO TEREFTALATO PET POLIETILENO TEREFTALATO PET Produtos: frascos e garrafas para uso alimentício/hospitalar, cosméticos, bandejas para microondas, filmes para áudio e vídeo, fibras têxteis, etc. Produtos: frascos e garrafas para uso alimentício/hospitalar, cosméticos, bandejas para microondas, filmes para áudio e vídeo, fibras têxteis, etc. Benefícios: transparente, inquebrável, impermeável, leve. Benefícios: transparente, inquebrável, impermeável, leve. POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE PEAD POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE PEAD Produtos: embalagens para detergentes e óleos automotivos, sacolas de supermercados, garrafeiras, tampas, tambores para tintas, potes, utilidades domésticas, etc. Benefícios: inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável, rígido e com resistência química; Produtos: embalagens para detergentes e óleos automotivos, sacolas de supermercados, garrafeiras, tampas, tambores para tintas, potes, utilidades domésticas, etc. Benefícios: inquebrável, resistente a baixas temperaturas, leve, impermeável, rígido e com resistência química; POLICLORETO DE VINILA PVC POLICLORETO DE VINILA PVC Produtos: embalagens para água mineral, óleos comestíveis, maioneses, sucos. Perfis para janelas, tubulações de água e esgotos, mangueiras, embalagens para remédios, brinquedos, bolsas de sangue, material hospitalar, etc. Benefícios: rígido, transparente, impermeável, resistente à temperatura e inquebrável. Produtos: embalagens para água mineral, óleos comestíveis, maioneses, sucos. Perfis para janelas, tubulações de água e esgotos, mangueiras, embalagens para remédios, brinquedos, bolsas de sangue, material hospitalar, etc. Benefícios: rígido, transparente, impermeável, resistente à temperatura e inquebrável.

32 O que são eles? POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE PEBD POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE PEBD Produtos: sacolas para supermercados e lojas, filmes para embalar leite e outros alimentos, sacaria industrial, filmes para fraldas descartáveis, bolsa para soro medicinal, sacos de lixo, etc. Benefícios: flexível, leve transparente e impermeável. Produtos: sacolas para supermercados e lojas, filmes para embalar leite e outros alimentos, sacaria industrial, filmes para fraldas descartáveis, bolsa para soro medicinal, sacos de lixo, etc. Benefícios: flexível, leve transparente e impermeável. POLIPROPILENO PP POLIPROPILENO PP Produtos: filmes para embalagens e alimentos, embalagens industriais, cordas, tubos para água quente, fios e cabos, frascos, caixas de bebidas, autopeças, fibras para tapetes e utilidades domésticas, potes, fraldas e seringas descartáveis, etc. Benefícios: conserva o aroma, é inquebrável, transparente, brilhante, rígido e resistente a mudanças de temperatura. Produtos: filmes para embalagens e alimentos, embalagens industriais, cordas, tubos para água quente, fios e cabos, frascos, caixas de bebidas, autopeças, fibras para tapetes e utilidades domésticas, potes, fraldas e seringas descartáveis, etc. Benefícios: conserva o aroma, é inquebrável, transparente, brilhante, rígido e resistente a mudanças de temperatura.

33 O que são eles? POLIESTIRENO PS POLIESTIRENO PS Produtos: potes para iogurtes, sorvetes, doces, frascos, bandejas de supermercados, geladeiras (parte interna da porta), pratos, tampas, aparelhos de barbear descartáveis, brinquedos, etc. Benefícios: impermeável, inquebrável, rígido, transparente, leve e brilhante. OUTROS PLÁSTICOS Produtos: potes para iogurtes, sorvetes, doces, frascos, bandejas de supermercados, geladeiras (parte interna da porta), pratos, tampas, aparelhos de barbear descartáveis, brinquedos, etc. Benefícios: impermeável, inquebrável, rígido, transparente, leve e brilhante. OUTROS PLÁSTICOS Neste grupo encontram-se, entre outros, os seguintes plásticos: ABS/SAN, EVA e PA. Produtos: solados, autopeças, chinelos, pneus, acessórios esportivos e náuticos, plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores, etc. Benefícios: flexibilidade, leveza, resistência à abrasão, possibilidade de design diferenciado. Neste grupo encontram-se, entre outros, os seguintes plásticos: ABS/SAN, EVA e PA. Produtos: solados, autopeças, chinelos, pneus, acessórios esportivos e náuticos, plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores, etc. Benefícios: flexibilidade, leveza, resistência à abrasão, possibilidade de design diferenciado.

34 Reciclagem do Plástico O lixo brasileiro contém de 5 a 10% de plásticos, conforme o local. São materiais que, como o vidro, ocupam um considerável espaço no meio ambiente. O ideal: serem recuperados e reciclados. Plásticos são derivados do petróleo, produto importado (60% do total no Brasil). A reciclagem do plástico exige cerca de 10% da energia utilizada no processo primário. Do total de plásticos produzidos no Brasil, são reciclados apenas 15%. Um dos empecilhos é a grande variedade de tipos de plásticos. Uma das alternativas seria definir um tipo específico de plástico para ser coletado. Os plásticos recicláveis são aqueles formados pelos seguintes materiais: potes de todos os tipos, sacos de supermercados, embalagens para alimentos, vasilhas, recipientes e artigos domésticos, tubulações e garrafas descartáveis e convertida em grânulos é usada para a fabricação de cordas, fios de costura, cerdas de vassouras e escovas. O lixo brasileiro contém de 5 a 10% de plásticos, conforme o local. São materiais que, como o vidro, ocupam um considerável espaço no meio ambiente. O ideal: serem recuperados e reciclados. Plásticos são derivados do petróleo, produto importado (60% do total no Brasil). A reciclagem do plástico exige cerca de 10% da energia utilizada no processo primário. Do total de plásticos produzidos no Brasil, são reciclados apenas 15%. Um dos empecilhos é a grande variedade de tipos de plásticos. Uma das alternativas seria definir um tipo específico de plástico para ser coletado. Os plásticos recicláveis são aqueles formados pelos seguintes materiais: potes de todos os tipos, sacos de supermercados, embalagens para alimentos, vasilhas, recipientes e artigos domésticos, tubulações e garrafas descartáveis e convertida em grânulos é usada para a fabricação de cordas, fios de costura, cerdas de vassouras e escovas. Os plásticos não recicláveis e que representam impactos para o meio ambiente devido a essa condição devem ser tratados através da responsabilidade pós- consumo, forçando as indústrias a buscar medidas alternativas. São os seguintes materiais: cabos de panela, botões de rádio, pratos, canetas, bijuterias, espumas, embalagens a vácuo e fraldas descartáveis. Os plásticos não recicláveis e que representam impactos para o meio ambiente devido a essa condição devem ser tratados através da responsabilidade pós- consumo, forçando as indústrias a buscar medidas alternativas. São os seguintes materiais: cabos de panela, botões de rádio, pratos, canetas, bijuterias, espumas, embalagens a vácuo e fraldas descartáveis.

35 Vantagems de reciclar o plástico -Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar; -Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar; - Melhoria das condições de limpeza da cidade e a qualidade de vida da população. - Melhoria das condições de limpeza da cidade e a qualidade de vida da população. - Prolonga a vida útil de aterros sanitários; - Prolonga a vida útil de aterros sanitários; - Melhora a produção de compostos orgânicos, quando a compostagem é executada; - Melhora a produção de compostos orgânicos, quando a compostagem é executada; - Gera empregos para a população não qualificada; - Gera empregos para a população não qualificada; - Gera receita com a comercialização dos recicláveis; - Gera receita com a comercialização dos recicláveis; - Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens; - Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens; - Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica; - Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica;

36 Processos de reciclagem do plástico

37 Reciclagem Química A reciclagem química re-processa plásticos, transformando-os em petroquímicos básicos que servem como matéria-prima em refinarias ou centrais petroquímicas. Seu objetivo é a recuperação dos componentes químicos individuais para reutilizá-los como produtos químicos ou para a produção de novos plásticos. Os novos processos desenvolvidos de reciclagem química permitem a reciclagem de misturas de plásticos diferentes, com aceitação de determinado grau de contaminantes como, por exemplo, tintas, papéis, entre outros materiais. A reciclagem química re-processa plásticos, transformando-os em petroquímicos básicos que servem como matéria-prima em refinarias ou centrais petroquímicas. Seu objetivo é a recuperação dos componentes químicos individuais para reutilizá-los como produtos químicos ou para a produção de novos plásticos. Os novos processos desenvolvidos de reciclagem química permitem a reciclagem de misturas de plásticos diferentes, com aceitação de determinado grau de contaminantes como, por exemplo, tintas, papéis, entre outros materiais. Entre os processos de reciclagem química existentes, destacam-se: Entre os processos de reciclagem química existentes, destacam-se: Hidrogenação: As cadeias são quebradas mediante o tratamento com hidrogênio e calor, gerando produtos capazes de serem processados em refinarias. Hidrogenação: As cadeias são quebradas mediante o tratamento com hidrogênio e calor, gerando produtos capazes de serem processados em refinarias. Gaseificação: Os plásticos são aquecidos com ar ou oxigênio, gerando-se gás de síntese contendo monóxido de carbono e hidrogênio. Gaseificação: Os plásticos são aquecidos com ar ou oxigênio, gerando-se gás de síntese contendo monóxido de carbono e hidrogênio. Quimólise: Consiste na quebra parcial ou total dos plásticos em monômeros na presença de Glicol/Metanol e água. Quimólise: Consiste na quebra parcial ou total dos plásticos em monômeros na presença de Glicol/Metanol e água. Pirólise: É a quebra das moléculas pela ação do calor na ausência de oxigênio. Este processo gera frações de hidrocarbonetos capazes de serem processados em refinaria. Pirólise: É a quebra das moléculas pela ação do calor na ausência de oxigênio. Este processo gera frações de hidrocarbonetos capazes de serem processados em refinaria.

38 Reciclagem Mecânica A reciclagem mecânica consiste na conversão dos descartes plásticos pós-industriais ou pós-consumo em grânulos que podem ser reutilizados na produção de outros produtos, como sacos de lixo, solados, pisos, conduítes, mangueiras, componentes de automóveis, fibras, embalagens não-alimentícias e outros. A reciclagem mecânica consiste na conversão dos descartes plásticos pós-industriais ou pós-consumo em grânulos que podem ser reutilizados na produção de outros produtos, como sacos de lixo, solados, pisos, conduítes, mangueiras, componentes de automóveis, fibras, embalagens não-alimentícias e outros. Este tipo de processo passa pelas seguintes etapas: Este tipo de processo passa pelas seguintes etapas: Separação: separação em uma esteira dos diferentes tipos de plásticos, de acordo com a identificação ou com o aspecto visual. Nesta etapa são separados também rótulos de diferentes materiais, tampas de garrafas e produtos compostos por mais de um tipo de plástico, embalagens metalizadas, grampos, etc. Por ser uma etapa geralmente manual, a eficiência depende diretamente da prática das pessoas que executam essa tarefa. Outro fator determinante da qualidade é a fonte do material a ser separado, sendo que aquele oriundo da coleta seletiva e mais limpo em relação ao material proveniente dos lixões ou aterros. Separação: separação em uma esteira dos diferentes tipos de plásticos, de acordo com a identificação ou com o aspecto visual. Nesta etapa são separados também rótulos de diferentes materiais, tampas de garrafas e produtos compostos por mais de um tipo de plástico, embalagens metalizadas, grampos, etc. Por ser uma etapa geralmente manual, a eficiência depende diretamente da prática das pessoas que executam essa tarefa. Outro fator determinante da qualidade é a fonte do material a ser separado, sendo que aquele oriundo da coleta seletiva e mais limpo em relação ao material proveniente dos lixões ou aterros. Moagem: Após separados os diferentes tipos de plásticos, estes são moídos e fragmentados em pequenas partes. Moagem: Após separados os diferentes tipos de plásticos, estes são moídos e fragmentados em pequenas partes. Lavagem: Após triturado, o plástico passa por uma etapa de lavagem com água para a retirada dos contaminantes. É necessário que a água de lavagem receba um tratamento para a sua reutilização ou emissão como efluente. Lavagem: Após triturado, o plástico passa por uma etapa de lavagem com água para a retirada dos contaminantes. É necessário que a água de lavagem receba um tratamento para a sua reutilização ou emissão como efluente. Aglutinação: Além de completar a secagem, o material é compactado, reduzindo-se assim o volume que será enviado à extrusora. O atrito dos fragmentos contra a parede do equipamento rotativo provoca elevação da temperatura, levando à formação de uma massa plástica. O aglutinador também é utilizado para incorporação de aditivos, como cargas, pigmentos e lubrificantes. Aglutinação: Além de completar a secagem, o material é compactado, reduzindo-se assim o volume que será enviado à extrusora. O atrito dos fragmentos contra a parede do equipamento rotativo provoca elevação da temperatura, levando à formação de uma massa plástica. O aglutinador também é utilizado para incorporação de aditivos, como cargas, pigmentos e lubrificantes. Extrusão: A extrusora funde e torna a massa plástica homogênea. Na saída da extrusora, encontra-se o cabeçote, do qual sai um "espaguete" contínuo, que é resfriado com água. Em seguida, o "espaguete" é picotado em um granulador e transformando em pellet (grãos plásticos). Extrusão: A extrusora funde e torna a massa plástica homogênea. Na saída da extrusora, encontra-se o cabeçote, do qual sai um "espaguete" contínuo, que é resfriado com água. Em seguida, o "espaguete" é picotado em um granulador e transformando em pellet (grãos plásticos).

39 Reciclagem Energética É a recuperação da energia contida nos plásticos através de processos térmicos. É a recuperação da energia contida nos plásticos através de processos térmicos. A reciclagem energética distingue-se da incineração por utilizar os resíduos plásticos como combustível na geração de energia elétrica. Já a simples incineração não reaproveita a energia dos materiais. A energia contida em 1 kg de plástico é equivalente à contida em 1 kg de óleo combustível. Além da economia e da recuperação de energia, com a reciclagem ocorre ainda uma redução de 70 a 90% da massa do material, restando apenas um resíduo inerte esterilizado A reciclagem energética distingue-se da incineração por utilizar os resíduos plásticos como combustível na geração de energia elétrica. Já a simples incineração não reaproveita a energia dos materiais. A energia contida em 1 kg de plástico é equivalente à contida em 1 kg de óleo combustível. Além da economia e da recuperação de energia, com a reciclagem ocorre ainda uma redução de 70 a 90% da massa do material, restando apenas um resíduo inerte esterilizado

40 Reciclagem do Vidro O vidro é uma mistura de areia, barrilha, calcário, feldspato e aditivos que, derretidos a cerca de 1.550°C, formam uma massa semi-líquida que dá origem a embalagens ou a vidros planos. Boa parte dessas matérias primas é importada ou provém de jazidas em franco esgotamento. Na reciclagem do vidro, o caco funciona como matéria-prima já balanceada, podendo substituir o feldspato que tem função fundente, pois o caco precisa de menos temperatura para fundir. A economia de energia é a principal vantagem do processo, em termos econômicos, pois reflete na durabilidade dos fornos. O Brasil, no entanto, só recicla 14,2% do vidro que consome, o restante ficando em algum lugar na natureza por tempo indeterminado.

41 Reciclagem de Alumínio No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais - dos catadores até classes mais altas. As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês. Hoje, em apenas 42 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais - dos catadores até classes mais altas. As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica. A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês. Hoje, em apenas 42 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo. A reciclagem de latas de alumínio é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população. Trata-se da junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas. Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras. A reciclagem de latas de alumínio é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população. Trata-se da junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas. Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

42 Reciclagem de aço A lata de aço é a melhor embalagem inventada pelo homem. Dispensa conservantes no envasamento de alimentos e acondiciona bebidas, tintas, produtos químicos e aerossóis. De personalidade marcante, valoriza roupas e acessórios de vestuário, relógios, charutos, CD, perfumes e uma infinidade de outros artigos de consumo que não dispensam elegância. A reciclagem do aço é tão antiga quanto a própria história da utilização do metal. A lata que você joga no lixo pode voltar infinitas vezes à sua casa, em forma de tesoura, maçaneta, arame, automóvel ou uma nova lata. O aço se funde à temperatura de graus centígrados e assume um novo formato sem perder nenhuma de suas características: dureza, resistência e versatilidade. Ele é infinitamente reciclado. Reutilizar a lata de aço é outra forma de economizar energia, matéria-prima e tratamento do lixo. Na década de 60, era comum transformar latinhas de cervejas em porta-lápis. A lata de aço é a embalagem mais reaproveitada e reutilizada pelo consumidor, mas também pode ser infinitamente reciclada. Nos fornos das siderúrgicas não-integradas à produção de minério, cerca de 230 mil toneladas de latas descartadas após o consumo - 30% da produção nacional - convertem-se em vergalhões, arame, aço plano ou laminado para diferentes aplicações, economizando energia e recursos naturais. A cada 75 latas recicladas salva-se uma árvore que se transformaria em carvão vegetal. A cada 100 latas refundidas, economiza-se o equivalente a uma lâmpada de 60 Watts, acesa durante uma hora. Não é por acaso que, nos países industrializados, o cidadão paga taxas diferenciadas pela coleta de lixo e, em alguns desses países, o próprio fabricante de embalagem se responsabiliza pelo destino final de seu produto. Reciclar é importante. Escolher produtos embalados em materiais considerados amigos da natureza é um direito e uma obrigação de todos.

43 Reciclagem: Pilhas e baterias Esses produtos contém altos níveis de metais pesados, por isso é proibido descartá-los diretamente na natureza. Eles devem ser recolhidos pelos fabricantes através de suas redes de venda e assistência técnica. É o que estabelece a resolução CONAMA no 257 de 30/06/99. Esses produtos contém altos níveis de metais pesados, por isso é proibido descartá-los diretamente na natureza. Eles devem ser recolhidos pelos fabricantes através de suas redes de venda e assistência técnica. É o que estabelece a resolução CONAMA no 257 de 30/06/99.

44 Um problema PNEUS... Por serem de lenta degradação e acumuladores de água, os pneus tornam-se foco de proliferação de insetos e pequenos animais. Em função disso, não devem ser jogados em aterros sanitários, terrenos abandonados, rios, etc.. Além disso, os pneus não devem ser queimados, pois na queima liberam gases tóxicos, poeiras e outras substâncias que agridem o meio ambiente.

45 Vantagens Ambientais: através de um processo ambientalmente adequado de reciclagem dos pneus velhos, os problemas ambientais referentes à liberação de gases tóxicos pela queima de pneus, assim como, a poluição visual provocada pelo acúmulo de pneus em aterros sanitários estariam solucionados. Vantagens Ambientais: através de um processo ambientalmente adequado de reciclagem dos pneus velhos, os problemas ambientais referentes à liberação de gases tóxicos pela queima de pneus, assim como, a poluição visual provocada pelo acúmulo de pneus em aterros sanitários estariam solucionados. Vantagens Sociais: a reciclagem acabaria também com o problema de acúmulo de água dentro dos pneus velhos. Pneus sem uso que estão expostos à chuva ou jogados em lixões propiciam um habitat ideal para a proliferação de insetos e pequenos animais que provocam doenças, como por exemplo, o mosquito da dengue. Vantagens Sociais: a reciclagem acabaria também com o problema de acúmulo de água dentro dos pneus velhos. Pneus sem uso que estão expostos à chuva ou jogados em lixões propiciam um habitat ideal para a proliferação de insetos e pequenos animais que provocam doenças, como por exemplo, o mosquito da dengue. Vantagens Econômicas: o reaproveitamento dos pneus considerados sem utilidade depois de sua vida útil normal sem sombra de dúvida cria uma nova cadeia produtiva. Com isso são geradas novas riquezas e novos postos de trabalho. Vantagens Econômicas: o reaproveitamento dos pneus considerados sem utilidade depois de sua vida útil normal sem sombra de dúvida cria uma nova cadeia produtiva. Com isso são geradas novas riquezas e novos postos de trabalho.

46 No momento ainda não há uma maneira capaz de acabar definitivamente com o problema de pneus descartados no país. Porém, existe uma série de empresas de reciclagem de pneus que estão se estabelecendo no Brasil. Estas empresas irão utilizar diversas técnicas para reaproveitar os pneus velhos. Enquanto aguarda-se a definição das formas de coleta, recomendamos que os pneus velhos sejam armazenados em lugar seco e que não traga risco de incêndio. Se estiverem expostos a chuva, recomendamos que os pneus sejam furados ou cortados para que não acumulem água.

47 O que diz a lei...

48 Apenas regulamentações para o descarte de lâmpadas fluorescentes quando oriundas de empresas. O governo do Estado do Rio Grande do Sul sancionou a lei , de 23 de setembro de 1997 (alterada pela Lei , de 07 de julho de 1998) que veda o descarte de pilhas que contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefones celulares e demais artefatos que contenham metais pesados em lixo doméstico ou comercial. Apenas regulamentações para o descarte de lâmpadas fluorescentes quando oriundas de empresas. O governo do Estado do Rio Grande do Sul sancionou a lei , de 23 de setembro de 1997 (alterada pela Lei , de 07 de julho de 1998) que veda o descarte de pilhas que contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefones celulares e demais artefatos que contenham metais pesados em lixo doméstico ou comercial. Lâmpadas florescentes e pilhas

49 Legislação (Pneus) Resolução Comana, de determina que as empresas fabricantes e importadoras de pneus ficam obrigadas a coletar e dar destinação final, ambientalmente adequada, aos pneus descartados no território nacional. A partir de para cada quatro pneus novos colocados no mercado nacional, um pneu descartado deverá ser recolhido. Em 2003 serão recolhidos dois pneus descartados para cada quatro novos pneus. Até que em 2005 serão recolhidos cinco pneus descartados para cada quatro novos pneus produzidos ou importados. É importante salientar que a partir de está proibida a disposição de pneus descartados em aterros sanitários, mar, rios, lagos ou riachos, terrenos baldios ou alagadiços, e queima a céu aberto.

50 Legislação (latas, vidros e pet) Art A reciclagem de resíduos deve ser adotada quando ocorrerem alternativamente as seguintes hipóteses: I- considerada economicamente viável e quando exista um mercado, ou este possa ser criado para as substâncias produzidas e os custos que isso requer não sejam desproporcionais em comparação com os custos que a disposição final requereria; II- considerada tecnicamente possível mesmo que requeira pré-atendimento do resíduo; III- considerada ambientalmente conveniente. Parágrafo Único - A reciclagem deve ocorrer de forma apropriada e segura, de acordo com a natureza do resíduo, e de forma a não ferir os interesses públicos, nem aumentar a concentração de poluentes. Artigo 104 dispõe que os critérios a adotar quanto ao método de reciclagem terão normas técnicas elaboradas pelo SISNAMA.Artigo 169 dispõe que as empresas exclusivamente recicladoras gozará de privilégios fiscais e tributários, cujas normas específicas deverão ser editadas pelo Governo Federal, Estadual, Municipal e DF.

51 Tipos de energia

52 Água As mais bonitas imagens da Terra, aquelas que são agradáveis aos olhos, à imaginação, as que são um convite ao relaxamento, sempre têm a água em sua composição: as ondas do mar, as cachoeiras, um riacho cristalino, a neve sobre as montanhas, os lagos espelhados, a chuva caindo sobre as plantas, o orvalho... A ciência tem demonstrado que a vida se originou na água e que ela constitui a matéria predominante nos organismos vivos. É impossível imaginar um tipo de vida em sociedade que dispense o uso da água: água para beber e cozinhar; para a higiene pessoal e do lugar onde vivemos; para uso industrial; para irrigação das plantações; para geração de energia e para navegação. A água é um elemento essencial à vida. Mas, a água potável não estará disponível infinitamente. Ela é um recurso limitado. Parece inacreditável, já que existe tanta água no planeta!

53 Quantidade e composição A água ocupa 70% da superfície da Terra. A maior parte, 97%, é salgada. Apenas 3% do total é água doce e, desses, 0,01% vai para os rios, ficando disponível para uso. O restante está em geleiras, icebergs e em subsolos muito profundos. Ou seja, o que pode ser potencialmente consumido é uma pequena fração. Há muita coisa a saber a respeito da água. Ela está presente nos menores movimentos do nosso corpo, como no piscar de olhos. Afinal, somos compostos basicamente de água. Esse líquido precioso está nas células, nos vasos sangüíneos e nos tecidos de sustentação. Nossas funções orgânicas necessitam da água para o seu bom funcionamento. Em média, um homem tem aproximadamente 47 litros de água em seu corpo. Diariamente, ele deve repor cerca de 2 litros e meio. Todo o nosso corpo depende da água, por isso, é preciso haver equilíbrio entre a água que perdemos e a água que repomos. Quando o corpo perde líquido, aumenta a concentração de sódio que se encontra dissolvido na água. Ao perceber esse aumento, o cérebro coordena a produção de hormônios que provocam a sede. Se não beber água, o ser humano entra em processo de desidratação e pode morrer de sede em cerca de dois dias. A água ocupa 70% da superfície da Terra. A maior parte, 97%, é salgada. Apenas 3% do total é água doce e, desses, 0,01% vai para os rios, ficando disponível para uso. O restante está em geleiras, icebergs e em subsolos muito profundos. Ou seja, o que pode ser potencialmente consumido é uma pequena fração. Há muita coisa a saber a respeito da água. Ela está presente nos menores movimentos do nosso corpo, como no piscar de olhos. Afinal, somos compostos basicamente de água. Esse líquido precioso está nas células, nos vasos sangüíneos e nos tecidos de sustentação. Nossas funções orgânicas necessitam da água para o seu bom funcionamento. Em média, um homem tem aproximadamente 47 litros de água em seu corpo. Diariamente, ele deve repor cerca de 2 litros e meio. Todo o nosso corpo depende da água, por isso, é preciso haver equilíbrio entre a água que perdemos e a água que repomos. Quando o corpo perde líquido, aumenta a concentração de sódio que se encontra dissolvido na água. Ao perceber esse aumento, o cérebro coordena a produção de hormônios que provocam a sede. Se não beber água, o ser humano entra em processo de desidratação e pode morrer de sede em cerca de dois dias.

54 Quantidade e composição A água é composta por dois elementos químicos: Hidrogênio e Oxigênio, representados pela fórmula H2O. Como substância, a água pura é incolor, não tem sabor nem cheiro. Quimicamente, nada se compara à água. É um composto de grande estabilidade, um solvente universal e uma fonte poderosa de energia química. A água é capaz de absorver e liberar mais calor que todas as demais substâncias comuns.

55 Ciclo da água A água desenvolve um ciclo. O chamado ciclo da água é o caminho que ela percorre. A chuva, basicamente, é o resultado da água que evapora dos lagos, rios e oceanos, formando as nuvens. Quando as nuvens estão carregadas, soltam a água na terra. Ela penetra o solo e vai alimentar as nascentes dos rios e os reservatórios subterrâneos. Se cai nos oceanos, mistura-se às águas salgadas e volta a evaporar, chove e cai na terra. A quantidade de água existente no planeta não aumenta nem diminui. A abundância de água é relativa. É preciso levar em conta os volumes estimados de água acumulados e o tempo médio que ela permanece nos ambientes terrestres. Por exemplo: nos rios o volume estimado de água é de 1700 quilômetros cúbicos e o tempo de permanência no leito é de duas semanas. As geleiras e a neve têm 30 milhões de quilômetros cúbicos e a água deve ficar congelada por milhares de anos. A água atmosférica tem o volume de 113 mil quilômetros cúbicos e permanece por 8 a 10 dias no ar. Acredita-se que a quantidade atual de água seja praticamente a mesma de há 3 bilhões de anos. Isto porque o ciclo da água se sucede infinitamente. Não seria engraçado se o alimento que comemos ontem tivesse sido preparado com as águas que, tempos atrás, foram utilizadas pelos romanos em seus famosos banhos coletivos?

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57 "O consumo de uma água saudável é fundamental à manutenção de um bom estado de saúde. Existem estimativas da Organização Mundial de Saúde de que cerca de 5 milhões de crianças morrem todos os anos por diarréia, e estas crianças habitam de modo geral os países do Terceiro Mundo. Existem alguns cuidados que são fundamentais. O acesso à água tratada nem sempre existe na nossa população - principalmente na população de periferia. Deve-se tomar muito cuidado porque a contaminação dessa água nem sempre é visível. A água de poço e a água de bica devem ser usadas com um cuidado muito especial, porque muitas vezes estão contaminadas por microrganismos que não são visíveis a olho nu. Mesmo com a água tratada deve-se ter alguma cautela, porque muitas vezes há contaminação na sua utilização: recipientes que são utilizados com falta de higiene, mãos que não são suficientemente bem lavadas... Todos esses fatores podem estar interferindo num caso de diarréia. Muitas outras doenças importantes também podem ser causadas pela água contaminada". Dra. Carmem Unglert Dept.o de Saúde Materno-Infantil Faculdade Saúde Pública - USP "O consumo de uma água saudável é fundamental à manutenção de um bom estado de saúde. Existem estimativas da Organização Mundial de Saúde de que cerca de 5 milhões de crianças morrem todos os anos por diarréia, e estas crianças habitam de modo geral os países do Terceiro Mundo. Existem alguns cuidados que são fundamentais. O acesso à água tratada nem sempre existe na nossa população - principalmente na população de periferia. Deve-se tomar muito cuidado porque a contaminação dessa água nem sempre é visível. A água de poço e a água de bica devem ser usadas com um cuidado muito especial, porque muitas vezes estão contaminadas por microrganismos que não são visíveis a olho nu. Mesmo com a água tratada deve-se ter alguma cautela, porque muitas vezes há contaminação na sua utilização: recipientes que são utilizados com falta de higiene, mãos que não são suficientemente bem lavadas... Todos esses fatores podem estar interferindo num caso de diarréia. Muitas outras doenças importantes também podem ser causadas pela água contaminada". Dra. Carmem Unglert Dept.o de Saúde Materno-Infantil Faculdade Saúde Pública - USP

58 Enchentes Enchente não é, necessariamente, sinônimo de catástrofe. É apenas um fenômeno natural dos regimes dos rios. Não existe rio sem enchente. Por outro lado, todo e qualquer rio tem sua área natural de inundação. As inundações passam a ser um problema para o homem quando ele deixa de respeitar esses limites naturais dos rios. Por exemplo, quando remove as várzeas e quando se instala junto às margens. Ou então quando altera o ambiente de modo a modificar a magnitude e o regime das enchentes, quando desmata, remove a vegetação e impermeabiliza o solo.

59 A água no mundo A água tem se tornado um elemento de disputa entre nações. Um relatório do Banco Mundial, datado de 1995, alerta para o fato de que "as guerras do próximo século serão por causa de água, não por causa do petróleo ou política". Distribuição de Água Hoje, cerca de 250 milhões de pessoas, distribuídos em 26 países, já enfrentam escassez crônica de água. Em 30 anos, o número de pessoas saltará para 3 bilhões em 52 países. Nesse período, a quantidade de água disponível por pessoa em países do Oriente Médio e do norte da África estará reduzida em 80 por cento. A projeção que se faz é que, nesse período, 8 bilhões de pessoas habitarão a terra, em sua maioria concentradas nas grandes cidades. Daí, será necessário produzir mais comida e mais energia, aumentando o consumo doméstico e industrial de água. Essas perspectivas fazem crescer o risco de guerras, porque a questão das águas torna-se internacional.

60 Em 1967, um dos motivos da guerra entre Israel e seus vizinhos foi justamente a ameça, por parte dos árabes, de desviar o fluxo do rio Jordão, cuja nascente fica nas montanhas no sul do Líbano. O rio Jordão e seus afluentes fornecem 60 por cento da água necessária à Jordânia. A Síria também depende desse rio. A populosa China também sofre com o problema. O grande crescimento populacional e a demanda agroindustrial estão esgotando o suprimento de água. Das 500 cidades que existem no país, 300 sofrem com a escassez de água. Mais de 80 milhões de chineses andam mais de um quilômetro e meio por dia para conseguir água, e assim acontece com inúmeras nações. Um levantamento da ONU aponta duas sugestões básicas para diminuir a escassez de água: aumentar a sua disponibilidade e utilizá-la mais eficazmente. Para aumentar a disponibilidade, uma das alternativas seria o aproveitamento das geleiras; a outra seria a dessalinização da água do mar. Esses processos são muito caros e tornam-se inviáveis para a maioria dos países que sofrem com a escassez. É possível, ainda, intensificar o uso dos estoques subterrâneos profundos, o que implica utilizar tecnologias de alto custo e o rebaixamento do lençol freático Em 1967, um dos motivos da guerra entre Israel e seus vizinhos foi justamente a ameça, por parte dos árabes, de desviar o fluxo do rio Jordão, cuja nascente fica nas montanhas no sul do Líbano. O rio Jordão e seus afluentes fornecem 60 por cento da água necessária à Jordânia. A Síria também depende desse rio. A populosa China também sofre com o problema. O grande crescimento populacional e a demanda agroindustrial estão esgotando o suprimento de água. Das 500 cidades que existem no país, 300 sofrem com a escassez de água. Mais de 80 milhões de chineses andam mais de um quilômetro e meio por dia para conseguir água, e assim acontece com inúmeras nações. Um levantamento da ONU aponta duas sugestões básicas para diminuir a escassez de água: aumentar a sua disponibilidade e utilizá-la mais eficazmente. Para aumentar a disponibilidade, uma das alternativas seria o aproveitamento das geleiras; a outra seria a dessalinização da água do mar. Esses processos são muito caros e tornam-se inviáveis para a maioria dos países que sofrem com a escassez. É possível, ainda, intensificar o uso dos estoques subterrâneos profundos, o que implica utilizar tecnologias de alto custo e o rebaixamento do lençol freático

61 Uso e consumo

62 A Bacia de Drenagem do Rio dos Sinos, com uma área de 3.669,34 Km 2 está situada na porção NE do Estado do Rio Grande do Sul e é palco de expressiva densidade demográfica, com intenso parque industrial, representado pelas industrias coureiro- calçadista, metalurgia, química, além de conhecido potencial agrícola. No contexto fisiográfico, dois grandes Domínios Morfoestruturais estão presentes na área da bacia: o dos Depósitos Sedimentares e o das Bacias e Coberturas Sedimentares, e nestes, três Regiões Geomorfológicas a descrever: a Planície Costeira Interna, o Planalto das Araucárias e a Depressão Central Gaúcha, respectivamente (Radambrasil, 1983). No contexto hidrográfico, a Bacia de Drenagem do Rio dos Sinos está inserida dentro do Complexo Hidrográfico Patos, formado por mais 7 bacias hidrográficas que totalizam Km 2. IMAGEM DO LANDSAT TM, A BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DOS SINOS

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64 Em 1824 chegaram os primeiros colonizadores, com sua cultura, história e desafios. Sua ação sobre o meio ambiente da bacia foi intensa. A utilização e exploração dos recursos naturais da Bacia foram intensamente. Na virada do século, a construção da estrada de ferro na região trouxe grande impulso econômico. As oficinas artesanais evoluem para pequenas e médias empresas ligadas ao setor calçadista. São construídas represas, instalam-se parques fabris que evoluem rapidamente. Na década de 60, com a criação da FENAC, a cidade de Novo Hamburgo, com o início das exportações de calçados, a região transformou-se num pólo exportador desses produtos para o país exterior. O rápido crescimento econômico atraiu grande massa de migrantes, gerando problemas nas questões de uso e ocupação do solo, favelização e concentração de atividades com grande potencial poluidor. Na bacia hidrográfica do Rio dos Sinos foram, progressivamente, desenvolvendo-se atividades geradoras de degradação ambiental, desmatamentos, uso de agrotóxicos, erosão, conduzindo a uma deterioração da qualidade da água do rio. A situação chegou a tamanha criticidade que várias ações foram iniciadas, envolvendo empresas, movimento ecológico, Prefeituras, Universidades e Centro de Pesquisa, bem como os meios de comunicação locais e regionais. A ações dos movimentos ambientalistas e do Grupo Editorial Sinos catalisou a opinião pública para o problema, criando programas emergenciais para salvar o rio. Em 1987 foi criado o Fórum Permanente para Salvar o Rio, denominado SOS Rio dos Sinos. Em setembro de 1987 era criado o COMITESINOS, sendo estabelecidas as 10 ações imediatas na luta para preservar o rio. Em 17 março de 1988 o governo do estado institui o COMITESINOS através de decreto, nomeando 22 instituições em sua composição. DA CHEGADA DOS PRIMEIROS, AOS DIAS DE HOJE

65 Pensar? A seguir veremos algumas imagens. E vamos refletir um pouco, sobre quais são nossos sonhos, desenhos, e qual é a vida que queremos ter. A seguir veremos algumas imagens. E vamos refletir um pouco, sobre quais são nossos sonhos, desenhos, e qual é a vida que queremos ter.Pense...

66 Rio de Janeiro, 03/04/ O consumo da água do rio Paraíba foi terminantemente proibido até que as autoridades liberem o seu uso novamente.

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70 E o que podemos concluir...

71 "Toda natureza é um serviço. Serve a nuvem, serve o vento, serve a chuva. Onde houver uma árvore para plantar, plante-a você. Onde houver um erro para corrigir, corrija-o você. Onde houver um trabalho e todos se esquivam, Aceite-o você." (Gabriela Mistral)

72 Tipos de energia

73 Energia solar

74 Os raios solares que chegam até nosso planeta representam uma quantidade fantástica de energia (levando em conta apenas os continentes e as ilhas), além de ser uma fonte energética não poluente e renovável. Os raios solares que chegam até nosso planeta representam uma quantidade fantástica de energia (levando em conta apenas os continentes e as ilhas), além de ser uma fonte energética não poluente e renovável. O problema consiste em descobrir como aproveitar essa energia de forma econômica e como armazená-la (construção de "baterias solares"). A geração de energia elétrica tendo o sol como fonte pode ser obtida de forma direta ou indireta. O problema consiste em descobrir como aproveitar essa energia de forma econômica e como armazená-la (construção de "baterias solares"). A geração de energia elétrica tendo o sol como fonte pode ser obtida de forma direta ou indireta. A forma direta de obtenção acontece por meio de células fotovoltaicas (onde a irradiação solar é transformada em energia elétrica), geralmente feitas de silício, um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre. A forma direta de obtenção acontece por meio de células fotovoltaicas (onde a irradiação solar é transformada em energia elétrica), geralmente feitas de silício, um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre.

75 Energia solar Para obter energia elétrica a partir do sol de forma indireta, constróem-se usinas em áreas de grande insolação (áreas desérticas, por exemplo), onde são instalados centenas de espelhos côncavos (coletores solares) direcionados para um determinado local, ou um compartimento contendo simplesmente ar, ou ainda, utiliza-se painéis termoreceptores (possuem tubulação de metal sendo percorrida por água) para aquecimento doméstico da água. Para obter energia elétrica a partir do sol de forma indireta, constróem-se usinas em áreas de grande insolação (áreas desérticas, por exemplo), onde são instalados centenas de espelhos côncavos (coletores solares) direcionados para um determinado local, ou um compartimento contendo simplesmente ar, ou ainda, utiliza-se painéis termoreceptores (possuem tubulação de metal sendo percorrida por água) para aquecimento doméstico da água. Atualmente, a energia solar é utilizada em aquecimento de água e de interiores de prédios, mas ainda de maneira irrisória na maioria dos países. Também é utilizada na indústria de eletrônica (pequenas calculadoras, por exemplo). Alguns protótipos de carros movidos à energia solar já rodam em alguns países, mas somente como experimentos a serem aperfeiçoados. Atualmente, a energia solar é utilizada em aquecimento de água e de interiores de prédios, mas ainda de maneira irrisória na maioria dos países. Também é utilizada na indústria de eletrônica (pequenas calculadoras, por exemplo). Alguns protótipos de carros movidos à energia solar já rodam em alguns países, mas somente como experimentos a serem aperfeiçoados. Uma grande desvantagem deste processo é o fato de que para se construir as células fotovoltaicas se utiliza alumínio, o que necessita de grandes quantidades de energia para ser produzido. Assim quando fazemos o balanço energético da produção pelo tempo de vida útil desta célula pode-se perceber que praticamente a mesma quantidade de energia empregada na sua produção seria disponibilizada por ela em toda a sua vida útil. Uma grande desvantagem deste processo é o fato de que para se construir as células fotovoltaicas se utiliza alumínio, o que necessita de grandes quantidades de energia para ser produzido. Assim quando fazemos o balanço energético da produção pelo tempo de vida útil desta célula pode-se perceber que praticamente a mesma quantidade de energia empregada na sua produção seria disponibilizada por ela em toda a sua vida útil. Porém sua grande vantagem é de que é baseada numa fonte renovável e é por esse motivo que grandes estudos andam sendo realizados, no intuito de balancear essas vantagens e desvantagens para conseguir que a sua produção e utilização em larga escala seja viável economicamente. Porém sua grande vantagem é de que é baseada numa fonte renovável e é por esse motivo que grandes estudos andam sendo realizados, no intuito de balancear essas vantagens e desvantagens para conseguir que a sua produção e utilização em larga escala seja viável economicamente. Curiosidade: Um fato importante e interessante sobre esse tipo de energia é o fato de que a quantidade de energia solar que atinge a Terra em dez dias é equivalente a todas as reservas de combustíveis conhecidas. Curiosidade: Um fato importante e interessante sobre esse tipo de energia é o fato de que a quantidade de energia solar que atinge a Terra em dez dias é equivalente a todas as reservas de combustíveis conhecidas.

76 Energia eólica

77 Energia Eólica A energia eólica é a energia obtida pela força dos ventos. Não se tem registro de sua descoberta, mas estima-se que foi há milhares e milhares de anos, para mover as pás dos moinhos, e que hoje é pesquisada para gerar eletricidade. A energia eólica é a energia obtida pela força dos ventos. Não se tem registro de sua descoberta, mas estima-se que foi há milhares e milhares de anos, para mover as pás dos moinhos, e que hoje é pesquisada para gerar eletricidade. Algumas pessoas da área de pesquisa de universidades dizem que em muitos lugares essa fonte de energia é mais competitiva do que outras alternativas, pois seu custo é relativamente baixo e o retorno se dá a curto prazo. Somente esse tipo de energia pode produzir energia localmente, em pequena escala, de forma viável. Algumas pessoas da área de pesquisa de universidades dizem que em muitos lugares essa fonte de energia é mais competitiva do que outras alternativas, pois seu custo é relativamente baixo e o retorno se dá a curto prazo. Somente esse tipo de energia pode produzir energia localmente, em pequena escala, de forma viável. Tudo indica que é uma forma alternativa viável e barata de se conseguir suprir as necessidades energéticas locais sem causar significativos danos ao equilíbrio dos ecossistemas. Tudo indica que é uma forma alternativa viável e barata de se conseguir suprir as necessidades energéticas locais sem causar significativos danos ao equilíbrio dos ecossistemas.

78 Energia de Biomassa A biomassa constitui o conjunto de materiais orgânicos que podem ser aproveitados como fontes de energia: a cana-de-açúcar, o eucalipto e a beterraba (dos quais se extrai álcool), o gás natural (produto de reações anaeróbicas da matéria orgânica existente no lixo) e alguns óleos vegetais (mamona, amendoim, soja, dendê), etc. A biomassa constitui o conjunto de materiais orgânicos que podem ser aproveitados como fontes de energia: a cana-de-açúcar, o eucalipto e a beterraba (dos quais se extrai álcool), o gás natural (produto de reações anaeróbicas da matéria orgânica existente no lixo) e alguns óleos vegetais (mamona, amendoim, soja, dendê), etc. A energia advinda da biomassa é considerada durável a partir do momento que se pode, através do manejo correto, garantir seu ciclo, por exemplo, garantindo o reflorestamento ou replantio. E é considerada renovável no sentido de que toda a energia obtida da biomassa veio de processos biológicos que aproveitaram a energia solar. Essa energia, se não aproveitada pelos humanos, acaba retornando ao ambiente através da digestão e da putrefação das plantas. A energia advinda da biomassa é considerada durável a partir do momento que se pode, através do manejo correto, garantir seu ciclo, por exemplo, garantindo o reflorestamento ou replantio. E é considerada renovável no sentido de que toda a energia obtida da biomassa veio de processos biológicos que aproveitaram a energia solar. Essa energia, se não aproveitada pelos humanos, acaba retornando ao ambiente através da digestão e da putrefação das plantas. Provavelmente as principais fontes de energia do século XXI serão de origem biológica, advinda da biotecnologia. A Agência Internacional de Energia (AIE) calcula que dentro de mais ou menos vinte anos, cerca de 30% do total de energia consumido pela humanidade será proveniente da biomassa. Em geral, salvo algumas exceções, elas são energias "limpas", isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, até podem contribuir para eliminar parte da poluição devido ao uso produtivo que fazem do lixo e outros detritos. Provavelmente as principais fontes de energia do século XXI serão de origem biológica, advinda da biotecnologia. A Agência Internacional de Energia (AIE) calcula que dentro de mais ou menos vinte anos, cerca de 30% do total de energia consumido pela humanidade será proveniente da biomassa. Em geral, salvo algumas exceções, elas são energias "limpas", isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, até podem contribuir para eliminar parte da poluição devido ao uso produtivo que fazem do lixo e outros detritos.

79 Energia geotérmica

80 Energia geotérmica é baseada no calor retido debaixo da crosta terrestre. Este calor é trazido a superfície como vapor ou água quente, criada quando a água flui pelos lençóis subterrâneos próximos a rochas aquecidas. A principal vantagem deste tipo de energia é a escala de exploração, que pode ser adequada às necessidades, permitindo o seu desenvolvimento em etapas, à medida que aumenta a demanda. Uma outra vantagem é que uma vez concluída a instalação, os seus custos de operação são baixos. Energia geotérmica é baseada no calor retido debaixo da crosta terrestre. Este calor é trazido a superfície como vapor ou água quente, criada quando a água flui pelos lençóis subterrâneos próximos a rochas aquecidas. A principal vantagem deste tipo de energia é a escala de exploração, que pode ser adequada às necessidades, permitindo o seu desenvolvimento em etapas, à medida que aumenta a demanda. Uma outra vantagem é que uma vez concluída a instalação, os seus custos de operação são baixos. Mas por outro lado, das cinco formas de energia geotérmica, somente duas podem atualmente ser utilizadas comercialmente: reservatórios hidrotérmicos e energia da terra. As outras três formas são mares pressurizados, rochas aquecidas e magma, que não são utilizadas hoje em dia. Mas por outro lado, das cinco formas de energia geotérmica, somente duas podem atualmente ser utilizadas comercialmente: reservatórios hidrotérmicos e energia da terra. As outras três formas são mares pressurizados, rochas aquecidas e magma, que não são utilizadas hoje em dia. Um benefício dela é que é uma fonte de eletricidade benigna ao ambiente, pois atende às mais exigentes leis ambientais, liberando muito pouco, ou nada, dióxido de carbono. Um benefício dela é que é uma fonte de eletricidade benigna ao ambiente, pois atende às mais exigentes leis ambientais, liberando muito pouco, ou nada, dióxido de carbono.

81 Energia de Fissão nuclear

82 Energia de fissão nuclear A fissão nuclear é feita através do bombardeamento dos átomos de urânio ou tório, matéria-prima altamente radioativa, por nêutrons, e quando isso ocorre os núcleos dos átomos de urânio ou tório fragmentam-se, liberando enorme quantidade de energia. Os nêutrons dos átomos fragmentados, por sua vez, vão bombardear outros átomos, que também se quebram, e assim sucessivamente, numa reação em cadeia. Nas usinas atômicas, a fissão nuclear é provocada sob controle no reator atômico, o elemento fundamental desse tipo de usina. A energia liberada na fissão produz calor, que vai aquecer uma certa quantidade de água, transformando-a em vapor; a pressão do vapor faz girar uma turbina, que aciona um gerador; este converte a energia mecânica proveniente da turbina em energia elétrica. A fissão nuclear é feita através do bombardeamento dos átomos de urânio ou tório, matéria-prima altamente radioativa, por nêutrons, e quando isso ocorre os núcleos dos átomos de urânio ou tório fragmentam-se, liberando enorme quantidade de energia. Os nêutrons dos átomos fragmentados, por sua vez, vão bombardear outros átomos, que também se quebram, e assim sucessivamente, numa reação em cadeia. Nas usinas atômicas, a fissão nuclear é provocada sob controle no reator atômico, o elemento fundamental desse tipo de usina. A energia liberada na fissão produz calor, que vai aquecer uma certa quantidade de água, transformando-a em vapor; a pressão do vapor faz girar uma turbina, que aciona um gerador; este converte a energia mecânica proveniente da turbina em energia elétrica.

83 Energia de fissão nuclear Entretanto esse processo pode causar sérios problemas ambientais com o destino do chamado lixo atômico, ou seja, os resíduos que ficam no reator, local onde ocorre a queima do urânio para a fissão do átomo. Por conter elevada quantidade de radiação, esse lixo atômico tem que ser armazenado em recipientes metálicos protegidos por caixas de concreto, que posteriormente são lançados ao mar onde a radioatividade permanece por milhares de anos. Entretanto esse processo pode causar sérios problemas ambientais com o destino do chamado lixo atômico, ou seja, os resíduos que ficam no reator, local onde ocorre a queima do urânio para a fissão do átomo. Por conter elevada quantidade de radiação, esse lixo atômico tem que ser armazenado em recipientes metálicos protegidos por caixas de concreto, que posteriormente são lançados ao mar onde a radioatividade permanece por milhares de anos. Os acidentes são ocasionados devido à liberação de material radioativo de dentro do reator, provocando a contaminação do meio ambiente, doenças, como o câncer e mortes de seres humanos, de animais e vegetais. Isso não só ocorre em áreas próximas à usina, mas também em áreas distantes, pois ventos e nuvens radioativas carregam parte da radiação para áreas bem longínquas, que podem estar situadas a centenas de quilômetros de distância. Os acidentes são ocasionados devido à liberação de material radioativo de dentro do reator, provocando a contaminação do meio ambiente, doenças, como o câncer e mortes de seres humanos, de animais e vegetais. Isso não só ocorre em áreas próximas à usina, mas também em áreas distantes, pois ventos e nuvens radioativas carregam parte da radiação para áreas bem longínquas, que podem estar situadas a centenas de quilômetros de distância.

84 Energia do Hidrogênio Embora não seja uma fonte primária de energia, o hidrogênio se constitui em uma forma conveniente e flexível de transporte e uso final de energia, pois pode ser obtido de diversas fontes energéticas (petróleo, gás natural, eletricidade, energia solar) e sua combustão é não poluente (o produto da combustão é água em forma de vapor d'água, não aparecendo nessa queima gás carbônico ou o venenoso monóxido de carbono), além de ser uma fonte de energia barata. Embora não seja uma fonte primária de energia, o hidrogênio se constitui em uma forma conveniente e flexível de transporte e uso final de energia, pois pode ser obtido de diversas fontes energéticas (petróleo, gás natural, eletricidade, energia solar) e sua combustão é não poluente (o produto da combustão é água em forma de vapor d'água, não aparecendo nessa queima gás carbônico ou o venenoso monóxido de carbono), além de ser uma fonte de energia barata. O hidrogênio pode ser obtido por dois métodos: eletrólise (usa energia elétrica para dividir a molécula da água em hidrogênio e oxigênio que provavelmente será a forma predominante de produzir hidrogênio), e síntese ou oxidação parcial. O hidrogênio pode ser obtido por dois métodos: eletrólise (usa energia elétrica para dividir a molécula da água em hidrogênio e oxigênio que provavelmente será a forma predominante de produzir hidrogênio), e síntese ou oxidação parcial.

85 Energia do Hidrogênio O Hidrogênio tem como vantagens: O Hidrogênio tem como vantagens: É muito abundante, principalmente na forma de água, e que pode ser separado a uma eficiência de 67%. É muito abundante, principalmente na forma de água, e que pode ser separado a uma eficiência de 67%. Tem uma combustão limpa, pois quando da sua queima, ele se recombina com o oxigênio, gerando água e muita energia. Pequena quantidade de óxido de nitrogênio é produzida, mas comparada com outros combustíveis, essa quantidade é baixa. Tem uma combustão limpa, pois quando da sua queima, ele se recombina com o oxigênio, gerando água e muita energia. Pequena quantidade de óxido de nitrogênio é produzida, mas comparada com outros combustíveis, essa quantidade é baixa. Tem grande poder energético, com uma densidade energética de 38 kWh/Kg pois a gasolina, que é considerada muito energética, só gera 14 kWh/kg. Tem grande poder energético, com uma densidade energética de 38 kWh/Kg pois a gasolina, que é considerada muito energética, só gera 14 kWh/kg. O seu armazenamento é prático e econômico, pois podemos armazená-lo na forma líquida. O seu armazenamento é prático e econômico, pois podemos armazená-lo na forma líquida. O seu transporte é facilitado, pois pode ser transportado através das linhas de gás natural. Para a mesma necessidade de energia precisa-se de três vezes menos hidrogênio e que portanto pode ser bombeado até três vezes mais rápido. Os tubos podem ser mais eficientes e baratos conflitando-se com o fato de que enviar energia elétrica a grandes distâncias é muito mais difícil e anti- econômico. O seu transporte é facilitado, pois pode ser transportado através das linhas de gás natural. Para a mesma necessidade de energia precisa-se de três vezes menos hidrogênio e que portanto pode ser bombeado até três vezes mais rápido. Os tubos podem ser mais eficientes e baratos conflitando-se com o fato de que enviar energia elétrica a grandes distâncias é muito mais difícil e anti- econômico.

86 Energia das ondas

87 São surpreendentes as especulações sobre o aproveitamento energético do movimento das ondas: em teoria, se fosse possível equipar os litorais do planeta com conversores energéticos, as centrais elétricas existentes poderiam ser desativadas. Basta pensar que uma onda de 3 metros de altura contém pelo menos 25 kW de energia por metro de frente. O difícil, talvez impossível, é transformar eficientemente toda essa energia em eletricidade, pois os dispositivos desenhados até hoje são, em geral, de baixo rendimento.

88 Energia térmica das mares

89 Os oceanos cobrem em torno de 70% da superfície da terra. Isso os torna os maiores coletores e armazenadores de energia solar do planeta. Num dia qualquer, 60 milhões de km2 de mar tropical absorvem radiação solar igual em energia a 250 bilhões de barris de petróleo, e se um décimo dessa energia pudesse ser convertida em energia elétrica, o mundo atual estaria suprido de energia elétrica. Para se converter essa energia da radiação solar (absorvida pelas marés) em elétrica, foi- se criada uma sigla inglesa (OTEC) e uma série de sistemas relacionados a ela. Esses sistemas usam a diferença térmica natural dos oceanos, ou seja, o fato de que camadas diferentes do oceano têm temperaturas diferentes, para produzir energia elétrica. Tendo uma diferença mínima de temperatura entre a superfície morna e o fundo de 20°C, esses sistemas podem produzir quantidades significativas de energia. Os oceanos cobrem em torno de 70% da superfície da terra. Isso os torna os maiores coletores e armazenadores de energia solar do planeta. Num dia qualquer, 60 milhões de km2 de mar tropical absorvem radiação solar igual em energia a 250 bilhões de barris de petróleo, e se um décimo dessa energia pudesse ser convertida em energia elétrica, o mundo atual estaria suprido de energia elétrica. Para se converter essa energia da radiação solar (absorvida pelas marés) em elétrica, foi- se criada uma sigla inglesa (OTEC) e uma série de sistemas relacionados a ela. Esses sistemas usam a diferença térmica natural dos oceanos, ou seja, o fato de que camadas diferentes do oceano têm temperaturas diferentes, para produzir energia elétrica. Tendo uma diferença mínima de temperatura entre a superfície morna e o fundo de 20°C, esses sistemas podem produzir quantidades significativas de energia. A economia de produção de energia hoje vem retardando o financiamento de construção de usinas OTEC, devido ao seu alto custo. De qualquer forma esses sistemas são uma promessa como fonte de energia, principalmente para comunidades insulares que vem ao longo da história importando grandes quantidades de combustível. A economia de produção de energia hoje vem retardando o financiamento de construção de usinas OTEC, devido ao seu alto custo. De qualquer forma esses sistemas são uma promessa como fonte de energia, principalmente para comunidades insulares que vem ao longo da história importando grandes quantidades de combustível. Essa energia tem como vantagens o fato de ser uma energia limpa (não poluente nem degradante) pois vem da água aquecida e de ter uma fonte renovável e constante 24 horas por dia (sol). Essa energia tem como vantagens o fato de ser uma energia limpa (não poluente nem degradante) pois vem da água aquecida e de ter uma fonte renovável e constante 24 horas por dia (sol).

90 Energia de óleos vegetais

91 Energia dos óleos vegetais Extraídos da mamona, do babaçu, do dendê, da soja, do algodão, do girassol e até mesmo do amendoim, os óleos vegetais constituem uma importante opção estratégica para a redução das importações de petróleo e óleo diesel no futuro, sendo utilizados como biodiesel, uma alternativa ao diesel derivado do petróleo. Extraídos da mamona, do babaçu, do dendê, da soja, do algodão, do girassol e até mesmo do amendoim, os óleos vegetais constituem uma importante opção estratégica para a redução das importações de petróleo e óleo diesel no futuro, sendo utilizados como biodiesel, uma alternativa ao diesel derivado do petróleo. Hoje esta alternativa não é economicamente viável, devido à seus custos elevados frente ao preço atual do petróleo, com uma produção nacional de escala reduzida, exigindo até mesmo importações sazonais de óleos vegetais para o atendimento de mercados domésticos mais rentáveis (usos industriais e alimentares). Porém, trata-se de uma opção de interesse estratégico, pois o óleo diesel, único derivado de petróleo sem substituto adequado, é muito consumido, constituindo-se no ponto de estrangulamento da estrutura de refino, e determinando o nível de importações de petróleo, porém devido à falta de investimentos nas últimas décadas, a tecnologia ainda não está bem desenvolvida, o que não esconde as reais potencialidades dessa energia, que são enormes. Hoje esta alternativa não é economicamente viável, devido à seus custos elevados frente ao preço atual do petróleo, com uma produção nacional de escala reduzida, exigindo até mesmo importações sazonais de óleos vegetais para o atendimento de mercados domésticos mais rentáveis (usos industriais e alimentares). Porém, trata-se de uma opção de interesse estratégico, pois o óleo diesel, único derivado de petróleo sem substituto adequado, é muito consumido, constituindo-se no ponto de estrangulamento da estrutura de refino, e determinando o nível de importações de petróleo, porém devido à falta de investimentos nas últimas décadas, a tecnologia ainda não está bem desenvolvida, o que não esconde as reais potencialidades dessa energia, que são enormes. O biodiesel produzido por esses óleos tem algumas vantagens, tais como: O biodiesel produzido por esses óleos tem algumas vantagens, tais como: É mais seguro do que o diesel de petróleo, pois o seu ponto de combustão na sua forma pura é de mais de 300ºF contra 125ºF do diesel comum. É mais seguro do que o diesel de petróleo, pois o seu ponto de combustão na sua forma pura é de mais de 300ºF contra 125ºF do diesel comum. A sua exaustão é menos ofensiva pois o seu uso resulta numa notável redução dos odores, o que é um benefício real em espaços confinados e tem como principal consequência a não irritação dos olhos, como já foi verificado. Isso acontece pois o biodiesel é oxigenado e com isso sofre uma combustão mais completa. A sua exaustão é menos ofensiva pois o seu uso resulta numa notável redução dos odores, o que é um benefício real em espaços confinados e tem como principal consequência a não irritação dos olhos, como já foi verificado. Isso acontece pois o biodiesel é oxigenado e com isso sofre uma combustão mais completa. È renovável, contribuindo para a redução do dióxido de carbono, biodegradável e não tóxico. È renovável, contribuindo para a redução do dióxido de carbono, biodegradável e não tóxico.

92 Energia do álcool

93 O álcool pode ser produzido a partir de várias plantas, tais como cana-de-açúcar, beterraba, cevada, batata, mandioca, girassol, eucalipto, etc. Como fonte de energia, pode ser utilizado para movimentar motores de veículos (álcool etílico: cana-de-açúcar; ou metanol: eucalipto) ou para produzir energia elétrica (a partir da queima desse produto). O primeiro uso (substituindo a gasolina) já vem ocorrendo mas o segundo, no entanto, ainda não foi experimentado em grande escala. O álcool pode ser produzido a partir de várias plantas, tais como cana-de-açúcar, beterraba, cevada, batata, mandioca, girassol, eucalipto, etc. Como fonte de energia, pode ser utilizado para movimentar motores de veículos (álcool etílico: cana-de-açúcar; ou metanol: eucalipto) ou para produzir energia elétrica (a partir da queima desse produto). O primeiro uso (substituindo a gasolina) já vem ocorrendo mas o segundo, no entanto, ainda não foi experimentado em grande escala. Como combustível para automóveis, o álcool tem a grande vantagem de ser uma fonte renovável e menos poluidora que a gasolina. Como combustível para automóveis, o álcool tem a grande vantagem de ser uma fonte renovável e menos poluidora que a gasolina.

94 Energia do Biogás

95 O biogás é o gás natural produzido a partir da decomposição feita por certos tipos de bactérias, em resíduos orgânicos como esterco, palha, bagaço de vegetais e até mesmo de lixo, depois de uma separação dos elementos inutilizáveis como vidro e plástico. O gás assim produzido pode ser usado como combustível para fogões, motores ou até mesmo turbinas que produzem eletricidade, de forma econômica e de menor impacto ambiental. Para se produzir biogás necessita-se apenas de um biodigestor (equipamento utilizado para decompor os resíduos), um filtro (que purifica o gás), e um compressor (necessário para armazenar o gás no estado líquido em tanques). Os biodigestores são ideais para pequenas propriedades rurais e comunidades, mas há projetos de construção de biodigestores em grandes cidades, que seriam divididos em usinas que além de produzir o gás, também reciclariam parte do lixo. Isso torna esse tipo de energia uma opção bem interessante, pois além de gerar energia elétrica, ainda contribui para a reciclagem do lixo, que é tão importante nos dias de hoje.

96 Referencia bibliográfica MÜLLER, J. Gerenciamento do Lixo na Administração Municipal: vantagens ambientais e desafios econômicos. Revista Ciência e Ambiente, Jan-jun/1999. Editora da Universidade Federal de Santa Maria, MÜLLER, J. Gerenciamento do Lixo na Administração Municipal: vantagens ambientais e desafios econômicos. Revista Ciência e Ambiente, Jan-jun/1999. Editora da Universidade Federal de Santa Maria, MÜLLER, J. Meio Ambiente na Administração Municipal: diretrizes para a Gestão Ambiental Municipal. 2ª Edição FAMURS. Editora Nova Prova. Porto Alegre, p. MÜLLER, J. Meio Ambiente na Administração Municipal: diretrizes para a Gestão Ambiental Municipal. 2ª Edição FAMURS. Editora Nova Prova. Porto Alegre, p. INTERNET INTERNET


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