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Novo Sistema Brasileiro de Comunicação e o Impacto na Assistência Farmacêutica Rio de Janeiro 20 de setembro de 2007 Célia Chaves Fenafar.

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2 Novo Sistema Brasileiro de Comunicação e o Impacto na Assistência Farmacêutica Rio de Janeiro 20 de setembro de 2007 Célia Chaves Fenafar

3 Comunicação [Do lat. communicatione.] S. f. 1.Ato ou efeito de comunicar(-se). 1.Ato ou efeito de comunicar(-se). 2.Ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual. 2.Ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual. 3.P. ext. A ação de utilizar os meios necessários para realizar tal comunicação. 3.P. ext. A ação de utilizar os meios necessários para realizar tal comunicação. 4.P. ext. A mensagem recebida por esses meios. 4.P. ext. A mensagem recebida por esses meios. 5.O conjunto de conhecimentos relativos à comunicação (2), ou que tem implicações com ela, ministrado nas respectivas faculdades. 5.O conjunto de conhecimentos relativos à comunicação (2), ou que tem implicações com ela, ministrado nas respectivas faculdades. 6.A capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar, de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas. 6.A capacidade de trocar ou discutir idéias, de dialogar, de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas.

4 Comunicação [Do lat. communicatione.] S. f. 7.Exposição oral ou escrita sobre determinado assunto: 2 7.Exposição oral ou escrita sobre determinado assunto: 2 8.Participação ou aviso de fato ocorrido ou por ocorrer: 2 8.Participação ou aviso de fato ocorrido ou por ocorrer: 2 9.Convivência, trato, convívio: 2 9.Convivência, trato, convívio: Caminho de acesso ou de ligação; passagem; passadouro. 11. Eng. Eletrôn. Transmissão de informação de um ponto a outro por meio de sinais em fios, ou de ondas eletromagnéticas. 12. Teor. Inf. Transmissão de mensagem entre uma fonte e um destinatário, distintos no tempo e/ou no espaço, utilizando um código comum. [Cf. sistema de comunicação. ] ~ V. comunicações.

5 Comunicação Comunicação de massa. Comunicação de massa. 1.Comunicação social dirigida a uma ampla faixa de público, anônimo, disperso e heterogêneo, atingindo simultaneamente (ou a breve trecho) uma grande audiência, graças à utilização dos meios de comunicação de massa. 1.Comunicação social dirigida a uma ampla faixa de público, anônimo, disperso e heterogêneo, atingindo simultaneamente (ou a breve trecho) uma grande audiência, graças à utilização dos meios de comunicação de massa. Comunicação humana. Comunicação humana. 1.Comunicação social, própria dos seres humanos, baseada em sistemas de signos (a linguagem falada, v. g.), em oposição à comunicação baseada em sistemas de instruções ou comandos, como a que se faz entre animais ou máquinas. 1.Comunicação social, própria dos seres humanos, baseada em sistemas de signos (a linguagem falada, v. g.), em oposição à comunicação baseada em sistemas de instruções ou comandos, como a que se faz entre animais ou máquinas. Comunicação social. 1.Processo de comunicação de caráter indireto e mediato, estabelecido no seio da sociedade, por meio de jornal, revista, teatro, rádio, cinema, propaganda, etc. 1.Processo de comunicação de caráter indireto e mediato, estabelecido no seio da sociedade, por meio de jornal, revista, teatro, rádio, cinema, propaganda, etc. 2.Atividade profissional que se ocupa dessa comunicação. 2.Atividade profissional que se ocupa dessa comunicação. 3.Comunicação de massa. 3.Comunicação de massa. 4.Comunicação humana. 4.Comunicação humana.

6 Comunicação Comunicação interpessoal. Comunicação interpessoal. 1.Comunicação direta estabelecida entre dois ou mais indivíduos, por meio da fala, de carta, telefone, etc. 1.Comunicação direta estabelecida entre dois ou mais indivíduos, por meio da fala, de carta, telefone, etc. Comunicação não verbal. Comunicação não verbal. 1.Comunicação baseada em sistemas de significação independentes da linguagem falada, como a mímica, a pictografia, a música, etc. 1.Comunicação baseada em sistemas de significação independentes da linguagem falada, como a mímica, a pictografia, a música, etc. Comunicação verbal. Comunicação verbal. 1.Comunicação através da linguagem falada ou da sua forma escrita. 1.Comunicação através da linguagem falada ou da sua forma escrita. Comunicação visual. Comunicação visual. 1.Comunicação que se utiliza de canal visual para transmissão de mensagens. 1.Comunicação que se utiliza de canal visual para transmissão de mensagens.

7 Como funciona a comunicação? A comunicação é o resultado do entendimento de uma série de símbolos e sinais pelo emissor e pelo receptor.

8 Processo de comunicação Emissor - É quem gera o processo e quem toma a iniciativa. Receptor - É quem recebe a mensagem. Ele deve receber e compreender a idéia que se quer passar. Mensagem - É o pensamento ou a idéia que o emissor pretende passar para o receptor. Código - É o conjunto de signos convencionais e sua sintaxe (ex.: a língua) utilizados na representação da mensagem, que devem ser total ou parcialmente comuns ao emissor e ao receptor. Meio - É o canal através do qual o emissor transmite a sua mensagem ao receptor. Reação - É o último processo da comunicação. Toda comunicação deve ter esse elemento como um dos seus objetivos para completar todo processo.

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14 Imprensa 1450 – Alemanha - Johannes Gutenberg - tipografia Os livros, que antes eram escritos à mão, passaram a ser feitos em série. Até processo manual. Hoje em dia - máquinas modernas imprimem rapidamente milhões de livros, jornais e revistas, e a imprensa transformou- se em importante veículo de informação e educação.

15 Telefone 1860 – Estados Unidos 1879 – Brasil Analógico Sem fio Digital telefax, ou fax simplesmente No mundo, até final de 2007: 3,25 bilhões (cerca de metade da população mundial, estimada em 6,6 bilhões) Primeiro bilhão – 20 anos Segundo bilhão – 40 meses Terceiro bilhão – 24 meses 2007/1 – 135 milhões de novos usuários Europa – mais celulares (666 milhões) que habitantes que habitantes Brasil: 105 milhões de celulares

16 Radio Estados Unidos - primeira transmissão radiofônica no mundo Brasil Hoje: emissoras on line AM e FM Analógico Digital – qualidade, alcance e conteúdo

17 Televisão No mundo – anos 40, após Segunda Guerra, primeiras exibições de programas de televisão comercial. No Brasil – anos 50 Anos 70 - veículo de comunicação mais popular do Brasil.

18 Televisão Anos 80/90 - grandes mudanças tecnológicas e os deslocamentos dos monopólios da esfera pública para a esfera privada: 6 redes privadas nacionais veículos, emissoras de TV, rádios e jornais. Globo - 32 concessões de TV comercial, 11 em São Paulo; Globo - 32 concessões de TV comercial, 11 em São Paulo; 113 afiliadas, 54% da audiência. SBT - 10 emissoras e 100 afiliadas, 24% da audiência. SBT - 10 emissoras e 100 afiliadas, 24% da audiência. Bandeirantes - 12 próprias e 57 afiliadas. Bandeirantes - 12 próprias e 57 afiliadas. Record - 14 emissoras próprias Record - 14 emissoras próprias e 49 afiliadas. e 49 afiliadas. Rede Mulher Rede Mulher Rede Família Rede Família

19 Televisão É um dos meios de comunicação mais importantes da atualidade pelo grande número de pessoas que atinge. Por meio de circuitos fechados, escolas, empresas e outras instituições usam a tevê com objetivos específicos. 78% da informação do povo brasileiro

20 Computador SALA PC NB NANO

21 Sistema Brasileiro de Comunicação Inclusão Digital X democratização da comunicação Discussão presente em fóruns acadêmicos e discussões em diferentes segmentos da sociedade civil organizada Atraso digital X principais mazelas do mundo moderno: a fome, o desemprego e o analfabetismo Apenas 10% da população mundial têm acesso a web Estados Unidos (68%) da população Brasil - 10ª posição mundial

22 11,4% domicílios brasileiros c/ internet milhões domicílios (20 milhões de pessoas ) 180 milhões de habitantes A exclusão digital não passa só pela questão da desigualdade econômica pela má distribuição de renda, mas também pela falta de definições de políticas de ID. Mesmo com programas e projetos de ID como o Casa Brasil, Computador para Todos, Info-inclusão pelas Escolas/Proinfo e por último a implantação do Sistema Brasileiro de Rádio e Televisão Digital que são programas e projetos em desenvolvimentos

23 Sistema Brasileiro de Comunicação Inclusão Digital X democratização da comunicação Inclusão Digital Os computadores e Internet vêm mudando a economia mundial, alterando o modo de produção da riqueza e o perfil dos empregos. 54% da população nunca usou um computador 67% nunca navegou na internet

24 *A Semana pela Democratização da Comunicação é uma iniciativa da Enecos (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social) que acontece nacionalmente e já está em sua terceira edição.

25 Semana pela Democratização da Comunicação Discutir o monopólio dos meios de comunicação de massa no país (6 famílias que dominam toda nossa produção midiática e utilizam esse monopólio para manter o status quo e garantir seus lucros). Mostrar a inevitabilidade da democratização da comunicação para a construção de uma democracia de fato, já que todos deveriam ter direito à comunicação e acesso à produção de informação. Só que essa discussão não pode ficar restrita apenas à comunidade acadêmica. O objetivo do ato público é justamente dar visibilidade à Semana e chamar a atenção da sociedade para o debate da comunicação. O objetivo do ato público é justamente dar visibilidade à Semana e chamar a atenção da sociedade para o debate da comunicação.

26 Inclusão Digital Não se limita apenas ao acesso ao computador É a possibilidade de produção de conteúdo nas diferentes bases tecnológicas e a capacidade de difusão de conteúdos nas redes de computadores

27 Conexões sem fio (wireless) Qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a utilização de fios ou cabos. Controle de televisão, aparelho de som, telefone celular e uma outra infinidade de aparelhos trabalham com conexões Wireless. Wireless Podemos dizer, como exemplo lúdico, que durante uma conversa entre duas pessoas, temos uma conexão Wireless, partindo do príncipio de que sua voz não utiliza cabos para chegar até o receptor da mensagem. Wireless Dentro deste modelo de comunicação, enquadram-se várias tecnologias como: Wi-Fi, InfraRed (infravermelho), bluetooth, Wi-Max. bluetooth

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29 Comunicação pela íris O CERTIC (Centro de Engenharia de Reabilitação em Tecnologias de Informação e Comunicação) pretende apoiar mais um doente internado em hospital ou em situação de domicílio, cuja comunicação esteja limitada ao movimento dos olhos (vítimas de doenças como a Esclerose Lateral Amiotrófica ou Síndrome de Locked-in). Esclerose Lateral AmiotróficaSíndrome de Locked-inEsclerose Lateral AmiotróficaSíndrome de Locked-in O sistema preparado pelo CERTIC irá permitir, entre outras actividades, comunicação presencial, troca de mensagens escritas para telemóveis e controle de televisão.

30 Papel Interativo Foi criado por pesquisadores de uma universidade sueca um cartaz interativo de papel que emite sons gravados respondendo ao toque do leitor. Isso tudo é devido ao uso de tintas condutoras sensíveis à pressão. cartaz interativo de papel cartaz interativo de papel Agora imagina você acordando de manhã pegando seu jornal para dar uma lida e ouvida nas notícias, ouvir uma palhinha dos novos sucessos das rádios, ou até mesmo uma breve reportagem feita com seu presidente. Ou ouvir uma notícia enquanto procura o resultado de seu time, isto economizará cada vez mais tempo neste mundo veloz que vivemos.

31 Papel Interativo Mas para frente teremos com certeza a junção de imagem com som, o jornal vai virar mais uma tela para se olhar e consultar. Acredito que papel que conhecemos realmente está com seus dias contados. O ponto positivo é que estão olhando, felizmente, para o lado desta invenção que é de alertar, como por exemplo, citaram incluir esta nova tecnologia nas caixas de cigarro, onde estas poderão alertar com uma mensagem falada os malefícios que este pode trazer ao consumidor. (imagina o susto de procurar o cigarro no escuro e ao toca-lo… você vai morrer.)

32 Assistência Farmacêutica Formação Profissional

33 Diretrizes Curriculares Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não- verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação.

34 Comunicação X Assistência Farmacêutica Atualização profissional Intercâmbio de informações técnico-científicas Discussões a respeito dos avanços mais recentes da política farmacêutica e de saúde

35 Atualização, Intercâmbio, Discussão Congressos (Riopharma) Congressos (Riopharma) Cursos (ABF) Cursos (ABF) Simpósios Simpósios Web Web Boletins entidades Boletins entidades Revistas Revistas Riopharma Riopharma Revista Brasileira Revista Brasileira de Farmácia de Farmácia

36 Informação CIMs (CRIM e CEATRIM) X Propaganda de Medicamentos

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42 Comunicação X Atenção Farmacêutica Comunicação interpessoal Comunicação não-verbal Barreiras em comunicação Habilidades em comunicação: empatia Princípios bioéticos aplicados à comunicação Comunicação centrada no paciente Entrevista de pacientes Adesão ao tratamento

43 Comunicação X Atenção Farmacêutica Todo o processo de Atenção Farmacêutica deve envolver as atitudes de respeito aos princípios da Bioética, as habilidades de comunicação e os conhecimentos técnico- científicos.

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45 O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados é um programa informatizado de captura e tratamento de dados que irá monitorar a produção, circulação, comércio e uso de medicamentos sujeitos a controle especial, como anorexígenos (medicamentos usados para emagrecimento), psicotrópicos, entorpecentes e anabolizantes.

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47 O SNGPC possibilita a transmissão eletrônica de dados, pela Internet, que é adaptável a qualquer tipo de estabelecimento e condições de operação. Basta, apenas, a existência de um computador com capacidade de conexão e uma linha telefônica.

48 O responsável pela farmácia ou drogaria deverá repassar dados sobre compra, venda, transferência e até perda de medicamentos, com detalhes como nome do médico prescritor e do estabelecimento distribuidor, forma farmacêutica, concentração, quantidade na embalagem, lote, classe terapêutica, estado físico e unidade de medida dos produtos. A regra vale tanto para manipulados quanto industrializados.

49 Páginas na internet Organização Panamericana de Saúde Organização Panamericana de Saúde Departamento de Assistência Farmacêutica Departamento de Assistência Farmacêutica Conselho Regional de Farmácia do RJ Conselho Regional de Farmácia do RJ Federação Nacional dos Farmacêuticos Federação Nacional dos Farmacêuticos

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