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O brinquedo e o brinquedo terapêutico na prática assistencial à criança e família * Rosa Lúcia Rocha Ribeiro - UFMT *Material elaborado com base no curso.

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1 O brinquedo e o brinquedo terapêutico na prática assistencial à criança e família * Rosa Lúcia Rocha Ribeiro - UFMT *Material elaborado com base no curso sobre Brinquedo Terapêutico ministrado pela Dra. Circéa Amália Ribeiro – UNIFESP/GEBrinq

2 DEFINIÇÃO DE BRINQUEDO/ BRINCAR Brincar deriva da palavra BRINCO, que vem do latim VÍNCULO, cujo significado é fazer laços, ligar-se. SABOYA

3 -Conceito de brincar: Criar vinculo, fazer laços, ligar-se. -Brincar e Brincadeira: Ato ou situação de brincar. -Brinquedo: Ato ou situação de brincar. Objeto utilizado para brincar -Jogo e Brinquedo: sinônimos

4 Em inglês: Therapeutic play = brinquedo terapêutico Toy = refere-se ao objeto, não se usa therapeutic toy!

5 Características do comportamento de brincar É uma atividade espontânea Elemento de prazer Livre de conflitos e tensões Tem um fim em si mesma Intensa motivação Intrinsecamente reforçada e auto motivadora Não tem resultado biológico imediato quanto a continuidade do individuo ou de espécie. Formas exteriores relativamente específica à espécie Quantidade, duração e diversidade relacionadas à posição filogenética

6 Visão Contemporânea do Brincar O brincar é uma necessidade natural da criança básica em toda a infância, sendo um fenômeno natural de aprendizagem. Possui uma linguagem universal da criança Direitos: -Declaração dos direitos da criança -UNICEF -ECA, cap. II, artigo 16, item IV

7 Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis. Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos : I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais; II - opinião e expressão; III - crença e culto religioso; IV - brincar, praticar esportes e divertir-se ; V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação; VI - participar da vida política, na forma da lei; VII - buscar refúgio, auxílio e orientação. Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

8 Importância do brincar A criança é um ser que brinca, e nada mais. É a única atmosfera na qual seu ser psicológico pode respirar e, consequentemente, agir. CLAPAREDE, 1909

9 Gente grande pergunta sempre o que a gente está fazendo, porque não sabe que uma menina de 6 anos só pode estar brincando.

10 Brincar é a única atividade normal da mente que a criança apresenta. FREUD

11 A inibição constante para brincar pode ser o único sintoma de neurose grave que a criança apresenta. ABERASTURY

12 A característica essencial do BT, não está no material usado ou no resultado obtido, mas na atitude subjetiva da criança durante essa atividade, a qual é vivenciada de um prazer específico tão intenso que por si justifica a grande necessidade de atividade lúdica da criança BUHLER; BUHLER.

13 Brincar é um espaço potencial entre a realidade interna e externa, pois a criança traz, para dentro da brincadeira, objetos ou fenômenos da realidade externa, usando-os a serviço da realidade interna ou pessoal. WINNICOTT

14 Objeto transicional -> transição entre a realidade e a vida interna da criança Mãe suficientemente boa – Winnicott

15 No brincar a criança aprende a agir numa esfera cognitiva ao invés de visual externa; desenvolve o pensamento abstrato em função da criança de uma situação imaginária. VYGOTSKY

16 O Brinquedo tem precedência sobre a satisfação das outras necessidades consideradas básicas, a não ser que o organismo esteja em elevado de tensão, medo ou privação. MORAIS

17 Participação da criança -Observada -Solitária -Paralela - Associativa -Cooperativa ou jogo social

18 Quanto ao tipo de atividade: Motora Simbólica..

19 Variáveis que influenciam o brincar Relativas ao sujeito: -Idade -Sexo Relativas ao ambiente: -Cultura -Classe social - Tipo de brinquedo -Companhia durante o brinquedo -Novidade e complexidade

20 A enfermagem e o Brinquedo no cuidado a saúde da cça

21 Brinquedo -estratégia de comunicação -instrumento diagnóstico -produção científica crescente -emprego modesto na prática -filosofia institucional -formação profissional

22 Criança hospitalizada: doença x brincar

23 Funções do brinquedo - Recreativa -Estimuladora -Socializadora -Dramatização de papéis, terapêutico ou catártica. -Ludoterapia - BT

24 A Enfermagem e o BT

25 Florence Erickson/Pauline Barton: pioneira na utilização da entrevista com brincadeira. Esther Moraes Barreto( 1979), Ribeiro e Abrantes ( 1986)- mestrado Entendendo a necessidade da criança –meio do BT. Carol Green Opção saudável para criança doente GEBrinq - UNIFESP

26 O Brincar no serviço de saúde

27 Há dois tipos de brincadeiras: *Recreacional -Participação espontânea -Obter prazer *Terapêutica – Atividade especializadas, direcionadas para profissionais - Promovendo o bem estar físico e emocional ao experimentar situações de vida.

28 Ludoterapia Técnica psiquiátrica para tratamento de criança com distúrbio. Somente é realizado com profissional especializado, ambiente controlado min. Permite a criança compreender os próprios sentimentos e comportamentos.

29 Brinquedo Terapêutico (BT) Técnica não diretiva indicada para criança em situação de crise, sessões de min.

30 Tipos: Dramáticos- Alivia a tensão, reviver os fatos, dominando a situação, expressa sentimentos, necessidades e medos. Instrucional- Esclarecer conceitos errôneos e expressar sentimentos. Aprender sobre um evento, como agir e como se sentirá no momento real. Capacitador de funções fisiológicas, transformando em brincadeiras, atividades com fins terapêuticos.

31 Materiais: Variado ao suficiente para permitir a criança dramatizar situações, exteriorizar sentimentos. Figuras da equipe, família, animais domésticos, comidas, objeto hospitalar...

32 Técnica : Deve possibilitar a criança brincar com inteira liberdade; A criança é convidada a brincar; Local deve ser o mais conveniente para a criança podendo ser o próprio leito, a mesa da enfermaria, a sala da recreação ou outras;

33 Técnica (cont.) A criança é notificada que os brinquedos deverão ser devolvidos no final da sessão ; A criança é notificada do limite de duração da brincadeira e de que será avisada quando o tempo se esgotar; Pais podem ou não ficar junto;

34 Técnica (cont.) Material é apresentando, mas não identificado de imediato; Atuar de maneira não diretiva, não sugere que brinquedo a criança deve usar ou que atividade deve desenvolver; As perguntas são devolvidas, para que ela mesma tome decisão na brincadeira

35 BT INSTRUCIONAL Conta a história de uma criança que submeterá ao mesmo procedimento, linguagem simples e clara; Fazer antes e depois do procedimento; Duração : 1 min, horas, dias... Quando preparar (de acordo com a idade): Toddler: Antes do procedimento. Pré-escolares: min. Antes Cirurgia: 2 a 7 dias antes.

36 Segurança do Brinquedo Princípios básicos: Seleção Supervisão Manutenção Armazenamento Higienização Tamanho – se o brinquedo couber numa embalagem de filme fotográfico, NÃO É SEGURO, pode ser deglutido ou asfixiar a criança.

37 Limpeza Mesa/bancos - álcool 70% Brinquedos de plástico e borracha - Lavagem semana com água e sabão neutro Demais brinquedos: retirada pó com pano umedecido. *Saliva, secreção, doença contagiosa: hipoclorito a 10%. 1 colher de chá em 1 l de água, imersão por 2 min. *Boneco de pano: lavar com água e sabão, secar ao sol com freqüência. *Material perfuro cortante: trocar a cada sessão.

38 O Alcance do BT Relacionamento c/ a criança Diminui a tensão Obter informação relativa a conceitos e sentimentos da criança, a fim de estabelecer metas para a assistência de enfermagem. Comunicar a criança: informação, valores, aceitação.; Promove modificações no comportamento da criança; Prepara a criança p/ procedimentos e p/ experiências novas ou traumatizantes.

39 BT na punção venosa


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